Fidelidade, Firmes na Fé – EBD Lição 9 – 26/02/2017

A paz do Senhor Jesus amados, nova semana, novo estudo subsídio para a escola dominical. Estudaremos a lição 9 Fidelidade Firmes na Fé. E dessa vez eu quero comentar um pouco da lição junto a nossa irmã Silvania Soares, que trabalha comigo na Equipe do Clube de Pregadores, e que é mais que capacitada para lecionar na EBD. Eu apenas estarei comentando essa lição junto com ela, porque fé, é um assunto que gosto por demais. O meu comentário vai estar em verde, o comentário da querida Silvânia vai estar em azul.

Lembrando que você pode deixar seu comentário no final, e também fazer o download desse subsídio EBD para apoiar suas aulas. Outro detalhe é que durante o estudo e subsídio EBD temos alguns links que apontam para estudos bíblicos e mensagens relacionados com a lição, isso é bom pra quem gosta de se aprofundar.

E em nosso site, você pode navegar a vontade pelas seções, estudo bíblico, pregações evangélicas, pregações para jovens, e inclusive conferir vários artigos que tem por objetivo lhe ensinar sobre como pregar a palavra de Deus. Para conferir todas as lições visite a seção: Escola Dominical.

Fidelidade firmes na fe EBD Lição 9 – 26 02 2017 EBD Pregador Manasses

Fidelidade, firmes na Fé – EBD Lição 9 – 26/02/2017

Lição 9 – 26/02/2017
Fidelidade, firmes na fé
Texto Áureo: (2Tm 2:13)
Verdade Prática: A fidelidade, como fruto do Espírito, ajuda o crente a permanecer firme na fé em Cristo. 

INTRODUÇÃO

Nesta lição, estudaremos outro aspecto do fruto do Espírito, a fidelidade. Veremos também a idolatria e as heresias como obras da carne e como oposições, ou seja, contrárias à fidelidade. Como novas criaturas, precisamos crer e confiar em Deus de todo o coração, pois a nossa fé vai nos ajudar a permanecer fiéis até o dia em que nos encontraremos com o Senhor. Aquele que realmente crê no Pai e no Filho não se deixa levar por qualquer sorte de doutrina, pois está sempre vigilante e atento à voz do Senhor.

Nessa introdução podemos enfatizar os ataques a fé cristã que acontecem nos dias atuais e assim trazer maior importância para a lição de hoje. Falsos mestres com seus programas de tv, templos gigantes, jornais, revistas e congregações espalhadas nas principais cidades, estão extremamente preparados e organizados para enganar e vem trazendo uma nova definição de fé para todos, já que eles são vistos por crentes e descrentes. E nós precisamos estar atentos a essas práticas, para não deixar que nossos filhos, familiares, amigos e nossa igreja venha a acreditar em falsos profetas e acabar pensando que a fé é uma ferramenta para arrancar de Deus as bençãos materiais.

Tópico I – O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE

1. Definição. Fidelidade, segundo o Dicionário Houaiss é a “característica do que é fiel, do que demonstra zelo, respeito por alguém ou algo, lealdade”. Logo, podemos afirmar que a fidelidade é a característica de quem é leal.

2. A fidelidade como fruto do Espírito. Já vimos que a fidelidade é a característica de quem é leal, mas, como fruto do Espírito, tal virtude é desenvolvida em nós pela ação do Espírito Santo (Gl 5.22). À medida que confiamos em Deus e passamos a ter uma maior comunhão com Ele, mediante a leitura da Palavra, oração e jejum, desenvolvemos o fruto do Espírito.

“Saberás, pois, que o Senhor teu Deus, ele é Deus, o Deus fiel”. Deuteronômio 7:9.

A fidelidade é um dos atributos de maior conforto e doçura. A fidelidade pertence a Deus; a inconstância caracteriza o homem pecador. A fidelidade de Deus é uma verdade prática ao crente. É travesseiro para a cabeça cansada, estímulo ao coração que desfalece e apoio para os joelhos fracos.

Em todas as exigências da vida, podemos contar assegurada mente com Ele. Ele nunca decepcionará a alma que confia. Sua fidelidade nunca falhará. A fidelidade de Deus, juntamente com Seu imenso poder é nossa esperança eterna.

3. A fidelidade de Deus. Fidelidade é um dos atributos morais de Deus. Ele é fiel em sua natureza (2 Ts 3.3). O Deus que é fiel, pela sua graça, nos salvou e nos deu uma nova vida a fim de que tenhamos comunhão com Ele e com o seu Filho (1 Co 1.9). Como filhos de Deus e novas criaturas, precisamos ter para com Deus a mesma atitude de lealdade que Ele tem para conosco.

Importante explicar aqui, que para ser fiel ao Senhor, só tem um caminho. Muitos tentam ser fiéis se obrigando a fazer as boas obras e se martirizando e se sacrificando. Isso não é necessário. o Espírito Santo nos convence da justiça, do pecado e do juízo. Uma vez convencidos, vamos desejar fazer tudo que agrada a Deus, e isso será para nós um prazer e não um sacrifício.

A nossa fidelidade ao Senhor nos ajuda a resistir à idolatria e às heresias que tão de perto nos rodeiam. É importante ressaltar que idolatria não é somente adorar imagens de escultura, mas é tudo que toma o lugar de Deus em nossos corações, sejam pessoas, sejam objetos.

Que Deus ocupe sempre o primeiro lugar em nossas vidas. Muitos infelizmente têm deixando que os bens materiais, os talentos e os cargos eclesiásticos ocupem o lugar em seus corações, lugar que deve ser somente do Pai (Dt 6.5). Que o Senhor nos livre de cometer tal loucura.

“Fidelidade – Esta palavra é corretamente traduzida em Romanos 3.3 (fidelidade). Em Gálatas 5.22, a ARA corrige fé (ARC) por fidelidade.

Fé, pistis, primeiramente, ‘persuasão firme’, convicção fundamentada no ouvir (cognato de peitho, ‘persuadir’, sempre é usado no Novo Testamento acerca da ‘fé em Deus ou em Jesus, ou às coisas espirituais’. A palavra é usada com referência: (a) à confiança (por exemplo, Rm 3.25); (b) à fidedignidade, fidelidade, lealdade (por exemplo, Mt 23.23); (c) por metonímia, ao que é criado, o conteúdo da crença, a fé (At 6.7); (d) à base para a ‘fé’, a garantia, a certeza (At 17.31); (e) a um penhor de fidelidade, fé empenhada (1 Tm 5.12).

Os principais elementos da fé em sua relação com o Deus invisível, em distinção da fé no homem, são ressaltados sobretudo no uso deste substantivo e do verbo correspondente, pisteuo. Tais elementos são: (1) uma firme convicção, produzindo um pleno reconhecimento da revelação ou verdade de Deus (por exemplo, 2 Ts 2.11,12); (2) uma entrega pessoal a Ele (Jo 1.12); (3) uma conduta inspirada por tal entrega (2 Co 5.7)” (Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 648).

Tópico II – IDOLATRIA E HERESIA: UM PERIGO à   FIDELIDADE

1. O que é idolatria? O vocábulo idolatria, no grego, é eidololatria e significa culto destinado a adoração de ídolos. A idolatria aparece na relação de obras da carne apresentada por Paulo aos Gálatas (Gl 5.20).

Ela é proveniente  da falta de conhecimento das Escrituras e de Deus, pois quem conhece a Bíblia sabe que tal prática é condenada pelo Senhor (Lv 26.1; 1 Sm 12.21; Sl 115.4; At 15.20; 1 Jo 5.21). Os israelitas, embora tivessem visto de perto a glória e o livramento de Deus, por diversas vezes se deixaram levar pela idolatria.

Ainda na travessia do deserto, quando Moisés estava no monte Sinai para encontrar-se com o Senhor, o povo fez um bezerro de ouro e o adorou (Êx 32.1-18). Já no período monárquico, depois da morte de Salomão e a divisão do reino, todos os reis do Reino do Norte fizeram o que era mal aos olhos do Senhor, levando o povo à adoração de ídolos (1 Rs 16.25,30; 22.52-54; 2 Rs 3.3).

Jeroboão fundou um sistema religioso idólatra, mandando fazer dois bezerros de ouro, institucionalizando a idolatria em Israel (1 Rs 12.26-33).

2. A idolatria no Novo Testamento. Na Roma antiga adorar aos imperadores era uma forma de lealdade e devoção. Por isso, os primeiros cristãos foram severamente perseguidos e mortos, pois eles não aceitavam que o homem ocupasse o lugar de Deus.

Além dos imperadores, os romanos (e também os gregos) tinham uma variedade muito grande de ídolos. Na cidade de Listra, Paulo foi confundido com o deus Mercúrio, e Barnabé com o deus Júpiter (At 14.11-13). Passando por Atenas, Paulo encontra um altar onde estava escrito: “Ao Deus Desconhecido” (At 17.23).

Contudo, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo, a idolatria é condenada (Êx 20.3; Lv 26.1; Cl 3.5; Ap 22.15). Não podemos jamais esquecer que tudo aquilo que usurpa o lugar de Deus, em nosso coração, é idolatria. Qualquer pessoa ou objeto a que nos dedicamos com extremada atenção, e que não podemos viver sem os quais, podem se tornar um ídolo. A idolatria é a quebra da nossa fidelidade ao verdadeiro Deus. (em espírito em verdade)

A idolatria é um grande perigo. Ela nos leva a adorar outras coisas que não são Deus. Apenas Deus merece nossa adoração. Nada é mais importante que amar a Deus sobre todas as coisas.

Idolatria não é apenas adorar outros deuses ou imagens sem vida. Idolatria é colocar qualquer coisa acima de Deus em nossa vida. Podemos idolatrar uma pessoa, um emprego, um partido político, dinheiro… Para evitarmos a idolatria, devemos sempre pôr Deus em primeiro lugar, em tudo que fazemos.

3. O que significa heresia? No grego, esta palavra é hairesis e significa preferência, escolha. Segundo o Dicionário Teológico (CPAD) podemos definir heresia “como uma rejeição voluntária de um ou mais artigos da fé”.

Precisamos ter cuidado, pois atualmente, muitos estão se utilizando de argumentos falsos para enganar e macular a Igreja do Senhor. Precisamos de homens como Paulo, que não usavam de engano nem fraudulência (2 Ts 2.3). Contudo, também precisamos investir mais no ensino sistemático da Escrituras Sagradas, pois as heresias só podem ser rechaçadas pelo conhecimento bíblico (Mc 12.24).

Estamos vivendo tempos difíceis, nos quais muitas igrejas já não conservam mais a sã doutrina, sendo os crentes enganados por filosofias humanas e ensinos de demônios contrários à Palavra de Deus.

O que é Heresia: Heresia significa escolha, opção, e é um termo com origem no termo grego haíresisHeresia é quando alguém tem um pensamento diferente de um sistema ou de uma religião, sendo assim quem pratica heresia, é considerado um herege.

Uma heresia é uma doutrina que se opõe frontalmente aos dogmas da Igreja. Fora do contexto da religião, uma heresia também pode ser um absurdo ou contrassenso.

A heresia acontece quando qualquer indivíduo ou um grupo resolve ir contra uma religião, em especial aquelas que são muito rígidas. A heresia surgiu com a Igreja Católica, no século XVIII, em especial no período da Idade Média, quando ela começou a sentir-se ameaçada por pessoas que criticavam seus dogmas e seus ensinamentos.

A definição tanto da Igreja Católica como das Igrejas Protestantes, é que heresia é quando alguém é contrário as mensagens ensinadas por Jesus, e a heresia é dita na própria Bíblia.

Um exemplo dos dias atuais é: A teologia da prosperidade. Sim, essa teologia é heresia, pois ela prega que você, pelo simples fato de servir a Deus, tem todo o direito de prosperar, e Deus deve te abençoar, se você não é abençoado, você esta em pecado ou fazendo coisa errada de alguma forma. E se você não esta em pecado, e mesmo assim não prospera, o único motivo é porque você não dá o dizimo. E sim, isso é heresia.

Pois temos na bíblia vários exemplos de servos de Deus que foram pobres e mesmo assim foram salvos. Começando pelo mendigo Lázaro da parábola que o próprio Jesus contou e passando pelas palavras de Cristo que disse ao jovem rico: Vende tudo quanto tens! Mc 10:21. E ainda temos o exemplo dos apóstolos, incluindo Paulo que necessitava de ajuda das igrejas para se manter e continuar viajando e pregando. Fl 4:15-17.

Tópico III – SEJAMOS FIÉIS ATÉ O FIM

1. Olhando para o passado. Para se conquistar um bom futuro é imprescindível ter estabelecido alicerces sólidos no passado. Por isso, o escritor aos Hebreus pede que os crentes deem uma olhadinha no passado. O propósito era que eles não se esquecessem das bênçãos que já haviam recebido da parte de Deus e dos muitos combates e aflições quais enfrentaram e saíram vitoriosos (Hb 10.32).

O Senhor também cuidaria dos seus servos, dando-lhes novamente força e vigor para permanecerem fiéis até o fim. A fé que recebemos como fruto do Espírito nos ajuda a continuar firmes e fiéis a Cristo diante das circunstâncias contrárias.

“Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições. ” (Hb10:32)

Para encorajar seus leitores, o autor insiste em que se lembrassem de sua própria perseverança dos dias passados, ocorrida logo após terem sido iluminado, Elesh (Hb 6:9-12). Haviam perseverado mesmo sendo ridicularizado por causa de sua fé.

2. A fé que nos ajuda a permanecermos fiéis. Já fomos justificados perante Deus pela nossa fé em Jesus (Rm 3.21,22). Esta é a chamada fé salvífica que vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.17).

Mas, à medida que buscamos ter maior comunhão com Deus, desenvolvemos a fé como fruto do Espírito. Essa fé cresce em nós com o tempo e nos livra da idolatria, das heresias e da apostasia (2 Co 10.15; 2 Ts 1.3). A nossa confiança em Deus nos ajuda a permanecer fiéis em tudo até o dia em que iremos nos encontrar com o Senhor (Ap 2.10).

“Agora, porém, se manifestou, sem a lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas. Isso é, a justiça de Deus pela fé em jesus Cristo para todos [e sobre todos] os que creem. Não há distinção, ”(Rm 3:21,22)

Neste contexto, a justiça de Deus não se refere ao atributo divino, mas ao ato divino através do qual Deus declara um pecador íntegro. Essa é a justiça de Deus. Uma justiça sem a lei. Essa última expressão é forte, pois consiste na declaração de que a retidão é categoricamente determinada separadamente de qualquer lei.

Vê-se o uso dessa mesma expressão em Hebreus 4:15, onde o escritor afirma que o senhor Jesus foi tentado em todas em todas as coisas de forma semelhante a nós, mas sem pecado. Da mesma maneira que Jesus Cristo e o pecado não tem qualquer ligação, a justiça não foi manifestada pela observância da lei, mas através da cruz quando Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus (2Co 5:21).

3. Seja fiel. O Deus fiel e imutável a quem adoramos deseja nos ajudar a permanecer fiéis em toda a nossa maneira de viver, neste mundo tenebroso, mau e que jaz no maligno (1 Jo 5.19). Se quisermos permanecer fiéis não podemos descuidar da nossa comunhão com o Senhor.

Precisamos buscá-lo enquanto é tempo, enquanto podemos achá-lo (Is 55.6). Noé, durante um bom tempo, anunciou que o dilúvio viria. Mas aquela geração não deu crédito à pregação do servo do Senhor. O dia do juízo chegou e somente ele e sua família foram salvos da fúria das águas.

Mesmo vivendo em uma sociedade corrompida pelo pecado, Noé permaneceu fiel ao Senhor e cumpriu a sua missão com zelo e temor até o fim dos seus dias.

Imagina você acreditar em Deus sozinho? Em um tempo onde ninguém acredita, ninguém faz o que agrada ao Senhor, ninguém esta preocupado com o Senhor. Muitas pessoas são levadas facilmente pela maioria, quando ninguém acredita, eles também deixam de acreditar. Mas Noé acreditou, manteve sua fé em Deus mesmo quando ninguém mais acreditava! 

Isso é fé. A fé não precisa do incentivo de outras pessoas. Assim como Noé não precisou do incentivo dos outros para crer em Deus e obedecer a sua palavra, assim também nós, se tivermos fé, não precisaremos de incentivo, nem motivação, nem motivos, nem auto-ajuda… Simplesmente não precisaremos de nada para crer em Deus. Apenas cremos porque temos fé; e nossa fé não esta fundada em argumentos, nem em pessoas, nem em igrejas ou comunidades, nem em bens materiais e muito menos em sinais miraculosos, (pois somos a geração que não viu, mas creu) Nossa fé esta plantada em Cristo Jesus nosso Senhor, ele é o autor e consumador da nossa fé.

CONCLUSÃO

Que Deus nos ajude a permanecer fiéis até o fim (Ap 2.10). A infidelidade ao Senhor tem feito com que alguns ensinem heresias, levando muitos a apostatarem da fé. A fidelidade, como fruto do Espírito, nos ajuda a não abrir mão de nossas convicções cristãs. Que em nossa caminhada de fé possamos dizer como o apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Tm 4.7). “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. ”

Paulo foi extremamente fiel e vigilante ao seu serviço a Deus. Observe que Paulo não faz esse tipo de comentário antes de chegar ao final de sua corrida e estar pronto para morrer. Não salienta seu serviço nem exalta-se nele. Mostra apenas que perseverou, lutou e serviu a Deus até o fim (1Co 9:24-27).

 

Fontes pesquisadas:
Bíblia de estudo Aplicação Pessoal
Bíblia de estudo Thompson
O novo comentário bíblico NT
O novo comentário bíblico AT
Teologia Sistemática – Wayne Grudem
Autores: Silvania Soares e Pregador Manassés
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Pregador Manasses

Sou apaixonado pelo Senhor Jesus e a sua palavra, compartilho nesse blog daquilo que o Senhor me tem dado, por isso trago pregações para jovens, estudos bíblicos e dou algumas dicas pra ajudar os irmãos a como pregar a palavra de Deus. Seja Bem vindo!

Website: http://pregadormanasses.com

2 Comentários

  1. sebastian

    muito bom seus estudos varao. Deus lhe abençoe com mas e mas sabedoria divina…

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  2. Manuel Quibela

    Foi bom o estudo sobre a fidelidade
    Gostei e que Deus continue a abençoar vos

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