Comentário da Lição 7 – CPAD: Os Pensamentos – A Arena de Batalha na Vida Cristã

Comentário do Tema Os pensamentos são a arena onde se travam as maiores batalhas da vida cristã, um campo invisível, mas de impacto eterno. Como um jardim que pode produzir flores ou espinhos, nossa mente reflete o que cultivamos. Assim como Davi meditou na lei do Senhor (Sl 119.97), somos desafiados a dominar nossos pensamentos, alinhando-os à vontade divina. Em um mundo de distrações, proteger a mente é um ato de fé, garantindo paz e santidade. Comentário do Texto Áureo Filipenses 4.8 nos convoca a pensar no que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama. Paulo, como um mestre espiritual, nos ensina a filtrar nossos pensamentos, escolhendo o que edifica. Assim como Daniel rejeitou influências impuras (Dn 1.8), somos chamados a focar no divino. Este versículo é um convite à disciplina mental, trazendo paz ao coração e glória a Deus, para que nossa mente seja um santuário de virtude. Comentário da Verdade Prática O cristão sábio guarda sua mente, tornando seus pensamentos obedientes a Cristo. Como Paulo instruiu Timóteo (2 Tm 2.15), devemos vigiar o que pensamos, garantindo uma vida de santidade e paz. Comentário da Leitura Bíblica em Classe Filipenses 4.8: Paulo nos exorta a pensar no que é virtuoso e digno de louvor. Isso nos desafia a selecionar pensamentos que honrem a Deus, rejeitando o que é nocivo, como José fez ao fugir do pecado (Gn 39.12). Filipenses 4.9: Ele nos incentiva a praticar o que aprendemos, prometendo a paz de Deus. Como os discípulos seguiram Jesus, devemos imitar exemplos piedosos, aplicando a Palavra em nossa vida. 2 Coríntios 10.3: Paulo esclarece que nossa luta não é carnal, mas espiritual. Isso nos lembra que a mente é um campo de batalha, exigindo armas divinas para vencer, como Davi confiou em Deus contra Golias (1 Sm 17.45). 2 Coríntios 10.4: As armas de Deus destroem fortalezas. Devocionalmente, isso nos convoca a usar a oração e a Palavra para derrubar pensamentos contrários à fé, buscando força no Senhor. 2 Coríntios 10.5: Devemos levar todo pensamento cativo à obediência de Cristo. Como Pedro foi transformado após Pentecostes (At 2.14), que nossa mente seja submissa a Jesus, rejeitando toda altivez. Pastoralmente, que filtremos diariamente o que ocupa nossa mente, buscando a paz divina. Esses versículos nos ensinam que a vitória espiritual começa no pensamento, guiando-nos a uma vida de santidade e propósito. Introdução da Introdução Os pensamentos, arena de batalha na vida cristã, moldam nossa fé e destino. Como um rio que define seu curso, nossa mente precisa de direção divina. Esta lição, baseada em Filipenses 4.8 e 2 Coríntios 10.3-5, nos convida a refletir sobre a importância de uma mente renovada. Em um mundo de distrações, que possamos, como Paulo, buscar pensamentos que glorifiquem a Deus, vivendo em paz e santidade. Comentário do Tópico 1: Uma Visão Introdutória Os pensamentos, parte essencial da alma humana, são processos mentais que influenciam nossas decisões e emoções. Desde Adão e Eva, a mente revela nossa capacidade de raciocinar e escolher, mas também nossa vulnerabilidade ao erro. Definição de palavra-chave: “Pensamento” (hebraico: machashabah) – Significa “pensamento” ou “intenção”, frequentemente usado para indicar os planos do coração (Pv 16.1). Devocionalmente, isso nos lembra que Deus sonda nossos pensamentos, desafiando-nos a alinhá-los à Sua vontade. Comentário do Tópico 1.1: A Experiência de Adão e Eva No Éden, Adão e Eva usaram o intelecto para comunicar, governar e decidir, mas também para pecar (Gn 3.6). No tópico 1.1, o comentarista da lição diz: “Eva pensou o que não devia e foi enganada.” Isso nos alerta para os perigos de pensamentos desordenados. Pastoralmente, que vigiemos nossa mente, rejeitando tentações. Devocionalmente, busquemos a sabedoria divina para decidir, evitando os erros do primeiro casal. (Pv 3.5-6) Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Comentário do Tópico 1.2: Conceito e Origens Pensamentos são processos mentais de informações, reflexões e sentimentos, originados de fatores internos e externos. No tópico 1.2, o comentarista da lição diz: “Cabe ao ser humano aceitá-los ou rejeitá-los, aprovando-os ou reprovando-os.” Como Davi escolheu meditar na lei (Sl 119.11), devemos filtrar o que pensamos. Pastoralmente, que rejeitemos influências mundanas. Devocionalmente, busquemos encher nossa mente com a Palavra, garantindo decisões sábias. (Rm 8.6) Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Comentário do Tópico 1.3: Características dos Pensamentos Os pensamentos podem ser bons ou ruins, puros ou impuros, moldados por experiências sensoriais. No tópico 1.3, o comentarista da lição diz: “Não podemos alimentar nossa mente com conteúdos enganosos ou impuros.” Como Daniel rejeitou o que contaminava (Dn 1.8), devemos proteger nossa mente. Pastoralmente, evitemos o mal em todas as formas. Devocionalmente, que nossos pensamentos reflitam a pureza de Cristo, construindo cenários de fé e esperança. (1 Pe 1.13) Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo. Comentário do Tópico 2: A Gestão dos Pensamentos Gerir os pensamentos é um imperativo ético e espiritual para o cristão, uma disciplina que nos alinha a Cristo. Como Paulo nos exorta (Fp 4.8), devemos focar no que é virtuoso. Definição de palavra-chave: “Pensai” (grego: logizomai) – Significa “considerar” ou “refletir”, indicando uma ação deliberada de pensar (Fp 4.8). Devocionalmente, isso nos convoca a um controle ativo da mente, escolhendo o que edifica. Comentário do Tópico 2.1: Imperativo Ético e Espiritual Paulo, em Filipenses 4.8, nos chama a pensar no que é puro e justo, uma conduta ativa. No tópico 2.1, o comentarista da lição diz: “O uso do imperativo afirmativo ‘pensai’ indica tratar-se de uma conduta ativa e não passiva.” Como Rute escolheu fidelidade (Rt 1.16), devemos selecionar pensamentos elevados. Pastoralmente, que controlemos nossa mente com disciplina. Devocionalmente, busquemos alegria em pensamentos santos. (Is 26.3) Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Comentário do Tópico 2.2: Acima … Ler mais

Comentário da Lição 6 – CPAD: A Consciência — O Tribunal Interior

Comentário do Tema A consciência, tribunal interior dado por Deus, é a voz que ecoa em nossa alma, julgando entre o certo e o errado. Como um farol divino, ela nos guia em meio às trevas morais do mundo. Assim como Davi sentiu o peso da culpa (2 Sm 24.10), somos desafiados a ouvir esse sensor espiritual. Em tempos de degradação ética, manter uma consciência pura é um ato de resistência e fé, refletindo nossa submissão ao Criador. Comentário do Texto Áureo Atos 24.16 revela o compromisso de Paulo em manter uma consciência sem ofensa diante de Deus e dos homens. Essa busca por integridade, como a de José ao rejeitar o pecado (Gn 39.9), nos inspira a viver com transparência. A consciência limpa é um tesouro que traz paz, mesmo sob acusações externas. Somos chamados a examiná-la diariamente, alinhando nossos atos à vontade divina, para que nossa vida seja um testemunho de retidão. Comentário da Verdade Prática Em um mundo de valores corrompidos, apegar-se à sã doutrina é essencial para uma boa consciência. Como Paulo orientou Timóteo (1 Tm 1.19), devemos guardar a fé, garantindo paz interior e firmeza espiritual. Comentário da Leitura Bíblica em Classe (Romanos 2.12-16) Romanos 2.12: Paulo ensina que todos, com ou sem a Lei, serão julgados por suas ações. Isso nos lembra que a consciência universal acusa o pecado, independentemente do conhecimento formal da Lei de Deus. Romanos 2.13: Ouvir a Lei não justifica; a obediência sim. Como Tiago nos exorta a sermos praticantes da Palavra (Tg 1.22), nossa consciência deve nos impulsionar à ação, não apenas à reflexão. Romanos 2.14: Os gentios, sem a Lei escrita, seguem instintivamente princípios morais. Isso mostra que Deus gravou Sua lei em cada coração, como um guia interno que aponta para Sua verdade. Romanos 2.15: A consciência testemunha essa lei interior, acusando ou defendendo nossos atos. Como Davi sentiu culpa (Sl 51.3), somos desafiados a ouvir essa voz que reflete a moral divina em nós. Romanos 2.16: Deus julgará os segredos dos homens por meio de Cristo. Isso nos alerta para a seriedade da consciência, que será confrontada no dia final. Devemos viver com temor santo, buscando pureza. Devocionalmente, esses versículos nos convidam a um autoexame constante. Assim como Pedro foi confrontado pelo canto do galo (Lc 22.61), que nossa consciência nos desperte para o arrependimento. Pastoralmene, vivamos de modo a refletir a justiça de Deus, permitindo que nossa consciência, guiada pela Palavra, seja um instrumento de santificação em nosso dia a dia. Introdução da Introdução A consciência, dádiva divina, é o tribunal interior que julga nossos pensamentos e atos. Como um espelho da alma, reflete nossa condição perante Deus, acusando ou defendendo. Esta lição nos convida a explorar sua origem, funcionamento e falibilidade, reafirmando sua importância em um mundo moralmente corrompido. Que possamos, como Paulo (At 24.16), buscar uma consciência pura, guiada pela Palavra e pelo Espírito, para viver em santidade. Comentário do Tópico 1: Antes e Depois da Queda A consciência, sensor moral inato, é um presente de Deus para guiar o homem entre o certo e o errado. Desde a criação, ela atua como uma bússola espiritual, mas foi afetada pela Queda, trazendo culpa e medo. Definição de palavra-chave: “Consciência” (grego: syneidesis) – Significa “saber com”, indicando uma percepção interna compartilhada com Deus sobre nossos atos. Devocionalmente, isso nos lembra que nossa consciência é um canal divino, que deve ser afinado pela fé para nos aproximar do Criador. Comentário do Tópico 1.1: A Primeira Manifestação A consciência se manifestou pela primeira vez em Adão e Eva, ao desobedecerem a Deus (Gn 3.6-10). O peso da culpa e o medo revelaram sua função acusativa. No tópico 1.1, o comentarista da lição diz: “O homem transgrediu e experimentou o funcionamento acusativo da consciência: culpa, vergonha e medo.” Devocionalmente, isso nos ensina a reconhecer o pecado rapidamente, buscando restauração. Pastoralmene, que possamos, como eles, ouvir a voz de Deus mesmo após a falha, confiando em Sua misericórdia. (1 Jo 1.9) Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Comentário do Tópico 1.2: O Direito Natural Todo ser humano nasce com a lei moral, o direito natural, gravado na alma. Caim, ao matar Abel (Gn 4.8), sentiu o peso da culpa, mostrando que a consciência acusa mesmo sem leis escritas. No tópico 1.2, o comentarista da lição diz: “Todo o ser humano nasce com um conteúdo normativo fundamental na alma, que é a lei moral.” Pastoralmene, respeitemos essa lei interior, vivendo com integridade em todas as áreas da vida, refletindo a justiça divina. (Pv 20.27) O espírito do homem é a lâmpada do Senhor, que esquadrinha todo o mais íntimo do coração. Comentário do Tópico 1.3: Escrita no Coração Paulo, em Romanos 2.15, afirma que a lei está escrita no coração de todos, guiando gentios sem a Lei mosaica. No tópico 1.3, o comentarista da lição diz: “Em princípio, é com base nessa lei geral que a consciência atua, ‘quer acusando-os, quer defendendo-os’.” Devocionalmente, isso nos convida a ouvir nossa consciência como um eco da voz de Deus. Pastoralmene, que nossas ações reflitam essa lei, promovendo paz e justiça no mundo ao nosso redor. (Jr 31.33) Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Comentário do Tópico 2: O Funcionamento da Consciência A consciência opera como um tribunal interior, acusando, defendendo e julgando nossas ações. Como Davi sentiu dor após pecar (2 Sm 24.10), ela nos confronta, trazendo luz à nossa conduta. Definição de palavra-chave: “Conhecer” (hebraico: yada) – Significa “saber” ou “perceber”, como em Gênesis 3.7, indicando o despertar da consciência para o mal após o pecado. Devocionalmente, isso nos alerta para a necessidade de vigilância, para que nossa percepção do certo e errado seja guiada por … Ler mais

Comentário da Lição 5 – CPAD: A Alma — A Natureza Imaterial do Ser Humano

Comentário do Tema A alma, essência imaterial do ser humano, é o sopro divino que nos conecta ao Criador. Mais que um conceito, é o cerne de nossa identidade, emoções e escolhas espirituais. Como Davi, que anelava por Deus com toda a alma (Sl 42.1), somos desafiados a reconhecer sua importância. Cuidar dela é um ato de adoração, um compromisso de viver em santidade, refletindo a imagem de Deus em cada decisão, para que nossa existência seja um louvor ao Senhor. Comentário do Texto Áureo Mateus 10.28 nos confronta com uma verdade eterna: o corpo é frágil, mas a alma é indestrutível pelo homem. Jesus nos exorta a temer a Deus, que julga tanto corpo quanto alma, acima de qualquer ameaça terrena. Como Jó, que enfrentou perdas sem perder a fé (Jó 1.21), somos chamados a priorizar o espiritual. Este versículo nos inspira a viver com reverência, protegendo nossa alma com obediência, pois nela reside nossa eternidade com o Senhor. Comentário da Verdade Prática Cuidar da alma é essencial para a estabilidade cristã. Assim como Ana encontrou paz em oração (1 Sm 1.10-11), devemos nutrir nossa alma com a Palavra e comunhão, garantindo alegria hoje e esperança eterna. Comentário da Leitura Bíblica em Classe Gênesis 1.27-28: A criação do homem à imagem de Deus revela a dignidade da alma, dotada de propósito para multiplicar e dominar, refletindo o caráter divino. Gênesis 2.15-17: No Éden, a alma de Adão é testada com liberdade e responsabilidade moral, mostrando que nossas escolhas espirituais têm consequências eternas. Mateus 10.28: Jesus distingue corpo e alma, ensinando que só Deus tem poder sobre ambos. Isso nos desafia a viver com temor santo, priorizando a salvação da alma. Introdução da Introdução A alma humana é um mistério divino, o reflexo da imagem de Deus em nós. Como Adão, que recebeu o sopro de vida (Gn 2.7), carregamos uma essência eterna que nos conecta ao Criador. Esta lição nos convida a explorar a natureza imaterial da alma, seus atributos e sua relevância na comunhão com Deus. Em um mundo materialista, reafirmar essa verdade é um ato de fé, guiando-nos a uma vida de propósito e santidade. Comentário do Tópico 1: Atributos da Alma A alma é o núcleo de nossa humanidade, o espaço onde emoções, razão e vontade se entrelaçam, refletindo a imagem divina. Como José, que resistiu à tentação com integridade (Gn 39.9), nossa alma nos define como seres conscientes e responsáveis diante de Deus. Definição de palavra-chave: “Alma” (hebraico: nephesh) – Significa “vida” ou “ser”, indicando a essência que nos anima e nos conecta ao divino. Saber isso, nos convoca a buscar a Deus com todo o nosso ser, reconhecendo que nossa alma é um presente sagrado que deve ser guardado com zelo. Comentário do Tópico 1.1: De Volta ao Gênesis No Éden, a alma de Adão se manifesta em sua capacidade de governar, nomear e decidir (Gn 2.19-20), e isso mostra autoconsciência e propósito. Somos chamados a usar nossa alma para glorificar a Deus em cada escolha, sendo mordomos fiéis de Sua criação. E sobre ser mordomo, veja que, no tópico 1.1, o comentarista da lição diz: “O homem é um ser pessoal, criado à imagem de Deus, com autoconsciência e autodeterminação.” E isso nos desafia a refletir: como estamos administrando o que Deus nos confiou? (Col 3.23) E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens. Comentário do Tópico 1.2: Entre o Espírito e o Corpo A alma media nossa relação com Deus pelo espírito e com o mundo pelo corpo. Como Maria, que louvou com alma e espírito (Lc 1.46-47), devemos alinhar nossos afetos ao divino. No tópico 1.2, o comentarista da lição diz: “A alma do homem é sua personalidade ou distintivo pessoal.” Isso nos lembra que nossa identidade está em Deus. Pastoralmene, busquemos equilíbrio, usando nossa alma para adorar e servir, conectando-nos ao próximo com amor. (1 Co 6.19-20) Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. Comentário do Tópico 1.3: A Alma Abatida A alma pode sofrer, como a de Davi no Salmo 42.5, mas encontra esperança em Deus. No tópico 1.3, o comentarista da lição diz: “Os afetos da alma em relação a Deus são vistos na poesia do Salmo 42.” Devocionalmente, dialoguemos com nossa alma em tempos de angústia, buscando a presença divina para renovar nossa alegria. Como Davi, que esperou no Senhor, devemos confiar que Ele restaura nossa paz interior, mesmo nas tempestades da vida. (Is 61.3) A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória por cinza, óleo de gozo por lamento, vestes de louvor por espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado. Comentário do Tópico 2: A Natureza da Alma: Imaterialidade e Imortalidade A alma, distinta do corpo, é imaterial e imortal, um tesouro eterno sob o cuidado de Deus. Como Láz, cuja alma foi consolada após a morte (Lc 16.25), nossa essência transcende o tempo. Definição de palavra-chave: “Psiquê” (grego: psychē) – Significa “alma” ou “vida destacando a parte imaterial que sobrevive à morte física. Devocionalmente, isso nos lembra da urgência de viver para a eternidade, priorizando o que tem valor perante Deus. Comentário do Tópico 2.1: Distinção de Substâncias Jesus, em Mateus 10.28, separa corpo e alma, mostrando que só Deus tem poder sobre ambos. No tópico 2.1, o comentarista da lição diz: “Jesus expõe a clara distinção de substâncias entre as partes material e imaterial do homem.” Isso nos desafia a priorizar o espiritual, como Paulo, que olhou para o invisível (2 Co 4.18). Pastoralmene, vivamos com a certeza de que nossa alma é preciosa aos olhos de Deus, protegida por Sua soberania. (Hb 13.5) Sejam vossos costumes … Ler mais

Comentário da Lição 4 – O CORPO COMO TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO – Subsídio EBD

Comentário do Tema O tema “O Corpo como Templo do Espírito Santo” é central para a ética cristã. A palavra-chave aqui é TEMPLO, do grego naos (ναός), que se refere à parte mais sagrada de um santuário, o lugar onde a divindade habita. Esta lição nos lembra que, para o crente, o corpo não é meramente um invólucro físico, mas o santuário onde o próprio Espírito de Deus escolheu residir. Esta verdade eleva a dignidade do corpo e exige uma vida de santidade e reverência. Como pedras vivas, somos edificados para ser uma casa espiritual. (1 Pe 2:5) Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Ter essa consciência transforma nossa perspectiva sobre o cuidado pessoal e a forma como nos relacionamos com o mundo. Comentário do Texto Áureo O texto áureo de 1 Coríntios 6.19 questiona a ignorância dos crentes sobre a santidade de seus corpos. A palavra-chave é HABITA, do grego oikeo (οἰκέω), que significa “morar”, “residir”, “fazer de casa”. Isso implica uma presença permanente e íntima do Espírito Santo em nós. Não somos de nós mesmos, pois fomos comprados por um alto preço. Essa verdade nos convida a viver em constante consciência da presença divina, como fez José ao fugir da tentação, reconhecendo a presença de Deus em sua vida. (Rm 8:9) Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. A aplicação devocional é que cada escolha que fazemos com nosso corpo deve refletir a honra devida ao seu verdadeiro Dono. Comentário da Verdade Prática A verdade prática enfatiza que a CONSCIÊNCIA, do latim conscientia, que significa “conhecimento em comum” ou “percepção interior”, de que nosso corpo é habitação do Espírito Santo, é transformadora. Essa percepção altera radicalmente a maneira como “possuímos” e usamos nosso corpo. Não é uma posse egoísta, mas uma mordomia sagrada. (Rm 12:1) Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Assim como Daniel se recusou a contaminar-se com as iguarias do rei (Dn 1), nossa consciência nos leva a fazer escolhas que honram a Deus em todas as áreas da vida. Comentário da Leitura Bíblica em Classe A leitura bíblica em 1 Coríntios 3.16,17 e 6.15-20 é um chamado à santidade. A palavra-chave é SANTO, do grego hagios (ἅγιος), que significa “separado”, “consagrado a Deus”. (1 Co 3:16) Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? – Paulo lembra aos coríntios de sua identidade coletiva e individual como morada de Deus. (1 Co 3:17) Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo. – Uma advertência severa sobre a seriedade de profanar o corpo, seja por divisões na igreja ou por pecados pessoais. (1 Co 6:15) Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo. – O corpo do crente está unido a Cristo, tornando a união com a imoralidade sexual uma profanação direta. (1 Co 6:16) Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne. – Reafirma a união profunda que ocorre no ato sexual, mesmo fora do casamento. (1 Co 6:17) Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito. – Contrapõe a união com a imoralidade à união espiritual com Cristo, que é a verdadeira identidade do crente. (1 Co 6:18) Fugi da prostituição. Todo pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. – Um mandamento claro para fugir da imoralidade, destacando que o pecado sexual é único por atingir diretamente o corpo, o templo do Espírito. (1 Co 6:19) Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? – O cerne da lição, reforçando a propriedade divina e a habitação do Espírito. (1 Co 6:20) Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. – A redenção em Cristo exige uma vida de glorificação a Deus em todas as esferas, incluindo o corpo. (Ef 2:21-22) No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito. A aplicação pastoral é um chamado urgente à pureza e à reverência pelo corpo, reconhecendo-o como um santuário divino. Introdução da Introdução A introdução nos convida a uma profunda REFLEXÃO, do latim reflexio, que significa “ato de voltar atrás”, “considerar novamente”. A pergunta de Paulo, “Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo?”, não é meramente retórica, mas um convite a reavaliar nossa vida e prioridades. Esta lição é um lembrete de que a santidade não é apenas espiritual, mas abrange todo o nosso ser, incluindo o corpo. (Fp 4:8) Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. É um desafio a alinhar nossas ações e pensamentos com a dignidade de sermos morada de Deus, como Davi orou por um coração puro. (Sl 51:10) Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto. Esta verdade deve motivar cada crente a viver de forma que honre a Deus em cada aspecto de sua existência. Comentário do Tópico 1: Corpo: Propriedade e Habitação Divina Este tópico … Ler mais

Comentário da Lição 3 — O corpo e as consequências do pecado – SUBSÍDIO EBD

O corpo e as consequências do pecado — comentário exegético, teológico e pastoral Introdução Este estudo comenta a lição 3 da revista da EBD, propondo uma leitura integrada do texto bíblico, da teologia cristã e das implicações pastorais para a igreja local. Parte-se da premissa bíblica de que o corpo foi criado bom, sofreu as consequências da queda e será objeto da redenção futura em Cristo. O objetivo é oferecer subsídios para professores, pastores e líderes que desejam pregar e ensinar com equilíbrio entre doutrina, aplicação e cuidado prático. Texto áureo Gênesis 3:19 — “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó e ao pó tornarás.” Leitura bíblica em classe (sugerida) Gênesis 3:17–19 Eclesiastes 12:1–7 1 Coríntios 15 (capítulo inteiro, leitura orientadora) Romanos 8:18–25 2 Coríntios 12:7–10 1 Timóteo 5:23 Objetivos do estudo Expor o significado bíblico da fragilidade corporal como consequência da queda. Ressaltar a bondade original do corpo humano e sua dignidade ontológica. Articular a esperança da restauração corporal em Cristo. Apresentar aplicações pastorais e práticas para o cuidado do corpo, a ação da igreja e a formação de discípulos responsáveis. Sumário do argumento A narrativa da queda em Gênesis comprometeu a harmonia original entre a humanidade e a criação, resultando em dor, trabalho penoso, doença e morte. Essa condição não elimina a dignidade do corpo como criação “muito boa”, nem anula a responsabilidade moral humana. Em Cristo há promessa de restauração integral, incluindo a transformação do corpo na ressurreição. Enquanto isso não se realiza plenamente, a igreja tem o dever de cuidar pastoralmente dos corpos feridos e de denunciar e enfrentar estruturas sociais que ampliam o sofrimento. I. O corpo na criação e na queda Bondade original A criação é declarada “muito boa” (Gênesis 1). O corpo humano faz parte dessa bondade e reflete a imagem de Deus (imago Dei). A dignidade do corpo fundamenta a obrigação moral de respeito, proteção e cuidado. A ruptura causada pela queda A desobediência trouxe consequência ampliada: fragilização corporal, sofrimento, mortalidade e alteração da relação entre homem e criação (Gênesis 3:17–19). “Espinhos e cardos” figuram a resistência da natureza e a necessidade de labor para o sustento. Interconexão: corpo, alma e espírito A Bíblia e a experiência pastoral mostram que feridas na alma ou no espírito repercutem no corpo. A cura integral demanda atenção às três dimensões. II. Exposição do texto áureo (Gênesis 3:19) O versículo vincula trabalho e sentença: o trabalho passa a ser marcado por esforço e dor. Interpretação equilibrada: o trabalho não é intrinsecamente maldito (havia trabalho antes da queda), mas foi afetado por ela. Providência divina: apesar da penalidade, Deus mantém a provisão — o trabalho continua sendo meio de sustento. III. A visão bíblica do sofrimento e da velhice Eclesiastes 12 — imagem da fragilidade Eclesiastes descreve poeticamente a degeneração sensorial e funcional da velhice, convocando “lembrar do teu Criador” desde a mocidade. A metáfora sublinha a urgência da sabedoria e a finitude humana. A experiência do apóstolo Paulo Paulo apresenta o contraste metafórico entre o primeiro e o último Adão (1 Coríntios 15): incapacidade e morte vs. vida e renovação corporal. Disciplina corporal (1 Coríntios 9:27) refere-se a autodisciplina e não a desprezo do corpo. O “espinho na carne” e a resposta da graça (2 Coríntios 12:7–10) mostram que nem todo sofrimento é removido, mas pode ser sustentado pela graça. IV. Tópicos desenvolvidos na lição (comentário e aplicações) Tópico 1 — Da perfeição à morte 1.1 Certificação divina A criação do ser humano foi certificada por Deus como “muito boa”. A imagem de Deus persiste, ainda que desfigurada. Implicação: o corpo tem valor intrínseco; não deve ser rejeitado ou tratado apenas como fonte de pecado. 1.2 Pecado e dor A queda introduziu ruptura espiritual, relacional e ambiental; como resultado, a dor torna-se parte da experiência humana. A dor educa para a dependência de Deus, para o arrependimento e para a compaixão pastoral. Pastoralmente, é necessária uma clínica que una oração, cuidado prático e denúncia das causas sociais do sofrimento (pobreza, abuso, exploração). 1.3 Velhice, autenticidade e gratidão Na Bíblia, envelhecer é bênção e honra; deve ser tratado com respeito e valorização. A cultura contemporânea, ao estigmatizar a velhice, promove cirurgias e dependência de cosméticos; a igreja deve contrariar esse discurso e integrar idosos nos ministérios. Tópico 2 — A responsabilidade humana 2.1 Corpo e livre-arbítrio O livre-arbítrio não foi extinto pela queda; há responsabilidade moral pessoal em escolhas que envolvem o corpo (alimentação, sexualidade, substâncias, trabalho). A pastoral deve evitar o legalismo (culpa paralisante) e o liberalismo (trivializar consequências), promovendo limites, disciplina e misericórdia. 2.2 A potencialização do sofrimento Além da condição decaída, atos humanos (vícios, violência, negligência) ampliam o dano. A igreja tem papel público e social: combater drogas, abuso, exploração e abandono, e formar uma comunidade que apoie vulneráveis. Exemplos de hipocrisia interna (julgamentos, exclusões) potencializam o sofrimento da congregação — a igreja deve cuidar internamente tanto quanto denuncia externamente. Tópico 3 — Do abatimento à glorificação 3.1 Realidade das enfermidades Doenças e enfermidades fazem parte da existência pós-caída; nem toda enfermidade é punição moral ou manifestação demoniaca. A igreja precisa resistir ao charlatanismo e integrar oração com cuidados médicos; documentar curas com laudo médico é prudente para testemunho responsável. 3.2 Enfado e canseira O envelhecimento normal causa diminuição funcional e energética; cuidados e exercícios postergam, mas não impedem, esse processo. A igreja deve promover descanso bíblico e combater a idolatria da produtividade, ao mesmo tempo que fomenta vocações e ministérios para o cuidado do corpo e da vida. 3.3 Corpo glorificado A esperança cristã inclui a ressurreição corporal: o corpo será transformado, livre de corrupção (1 Coríntios 15; Romanos 8:23). Paulo usa a imagem da semente que dá origem a algo diferente e mais glorioso para explicar a ressurreição. Cristo ressuscitado apresenta corpo visível e relacional (pode ser tocado, comeu pão e peixe) — modelo da plena restauração. V. Implicações práticas para a igreja local e para o … Ler mais

Comentário da Lição 2: O Corpo — A Maravilhosa Obra da Criação de Deus

Comentário do Tema Queridos irmãos, vivemos numa época em que o corpo humano perdeu completamente seu valor sagrado. De um lado, temos uma sociedade que idolatra o corpo físico – cultuando músculos, curvas, juventude eterna, transformando academias em templos e cirurgias plásticas em sacramentos. Do outro lado, vemos correntes “espirituais” que desprezam o corpo, tratando-o como prisão da alma ou empecilho para a espiritualidade. Mas a Palavra de Deus nos revela uma verdade extraordinária: nosso corpo é “maravilhosa obra da criação de Deus”. Não é acidente evolutivo nem mal necessário – é criação intencional do Altíssimo. Quando Deus formou o homem do pó da terra, Ele não estava fazendo algo inferior. Ele estava criando uma obra-prima que desafia toda compreensão científica. O tema desta lição nos confronta com uma realidade: você não é apenas uma alma aprisionada num corpo. Você é um ser integral – corpo, alma e espírito – criado para glorificar a Deus em todas as dimensões. Seu corpo não é seu inimigo espiritual, mas parte da criação divina que deve ser honrada, cuidada e consagrada para servir ao Senhor. Precisamos urgentemente redescobrir esta verdade bíblica. Porque quando você entende que seu corpo é obra maravilhosa de Deus, você não pode mais tratá-lo de qualquer jeito. Você não pode profaná-lo com imoralidade, nem negligenciá-lo por falsa espiritualidade. Você compreende que cada célula, cada órgão, cada sistema foi projetado pelo Criador com propósito específico. Comentário do Texto Áureo (Salmo 139.14) “Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.” Este versículo é uma das declarações mais profundas sobre a dignidade do corpo humano em toda a Escritura. Davi não está fazendo poesia superficial – ele está revelando uma verdade teológica fundamental sobre nossa constituição física. A palavra “terrível” aqui no hebraico é yare, que significa “inspirar reverência, assombro, temor respeitoso”. Davi está dizendo que a formação do corpo humano é tão extraordinária que provoca reverência diante da sabedoria de Deus. É “terrível” no sentido de causar espanto, de ser absolutamente impressionante. “Maravilhoso” traduz pala, que significa “ser extraordinário, surpreendente, além da compreensão normal”. O corpo humano é literalmente um milagre que desafia explicação natural. Cada célula contém informação equivalente a uma biblioteca inteira. Nosso cérebro processa mais informações por segundo que os supercomputadores mais avançados. Observe que Davi diz “a minha alma o sabe muito bem”. Isso indica que reconhecer nosso corpo como obra divina não é apenas conhecimento intelectual – é percepção espiritual profunda. Quando o Espírito Santo nos ilumina, nossa alma reconhece instantaneamente que somos “fearfully and wonderfully made” (como diz na versão inglesa). Esta percepção gera louvor espontâneo: “Eu te louvarei”. Quando entendemos verdadeiramente como fomos formados, a única resposta possível é adoração. Por isso os evolucionistas nunca louvam a Deus – eles atribuem nossa complexidade ao acaso cego, não à sabedoria divina. Comentário da Verdade Prática A verdade prática desta lição é libertadora: “A ciência busca desvendar os mistérios do corpo humano, mas o crente descansa em saber que é obra da poderosa e perfeita mão de Deus.” Queridos, vocês perceberam o contraste aqui? A ciência está numa busca frenética, desesperada, tentando desvendar mistérios que ela mesma criou ao rejeitar o Criador. Gastam bilhões em pesquisas, criam teorias cada vez mais complexas, mas continuam sem respostas para as perguntas fundamentais sobre a vida. Mas o crente “descansa” neste conhecimento. A palavra “descansar” indica paz, tranquilidade, ausência de ansiedade. Enquanto o mundo científico se debate em incertezas, nós temos descanso porque sabemos a origem verdadeira do nosso corpo. “Obra da poderosa e perfeita mão de Deus” – que declaração extraordinária! Nosso corpo não é produto de mutações aleatórias, mas obra deliberada da “poderosa mão” do Criador. Não é resultado de processos imperfeitos, mas criação da “perfeita mão” divina. Isso muda completamente nossa perspectiva sobre nosso corpo. Quando você sabe que foi formado pela mão perfeita de Deus, você não pode mais se odiar, se mutilar, se depreciar. Quando você reconhece que é obra do poder divino, você entende que deve cuidar desta criação com reverência. Esta verdade também nos liberta da ansiedade sobre nossa aparência física. Não precisamos nos conformar aos padrões de beleza do mundo porque sabemos que fomos formados exatamente como Deus quis. Como está escrito em 1 Samuel 16:7: “O homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração.” Comentário da Leitura Bíblica em Classe Salmo 139:1-4 – O Conhecimento Íntimo de Deus “Senhor, tu me sondaste e me conheces…” Antes de falar sobre a formação do corpo, Davi estabelece o fundamento: Deus nos conhece completamente. A palavra “sondar” (chaqar) significa “escavar, investigar profundamente, examinar minuciosamente”. Deus não tem conhecimento superficial sobre nós – Ele nos conhece até o âmago. “Tu conheces o meu assentar e o meu levantar” – isso inclui todas nossas posturas físicas, todos nossos movimentos corporais. Deus não é apenas interessado em nossa “alma” – Ele observa cada gesto do nosso corpo. “De longe entendes o meu pensamento” – a palavra hebraica re’a pode significar “pensamento” ou “propósito”. Deus conhece não apenas o que pensamos, mas por que pensamos, qual o propósito por trás de cada reflexão. “Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces” – Deus conhece nossas palavras antes mesmo delas chegarem à nossa língua física. Isso mostra como nossa dimensão espiritual e física estão interligadas no conhecimento divino. Salmo 139:13-16 – A Formação no Ventre “Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe.” A palavra “possuir” (qanah) significa “adquirir, formar, criar”. Deus não apenas permitiu nossa existência – Ele nos “adquiriu”, nos formou intencionalmente. “Entretecer” (sakak) é linguagem de tecelão, indicando trabalho detalhado, artístico, cuidadoso. “Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado” – mesmo no útero, lugar oculto aos olhos humanos, Deus observava cada detalhe da nossa formação óssea. O sistema esquelético, com seus 206 ossos perfeitamente articulados, é … Ler mais

Comentário da Lição 01 – O HOMEM – CORPO, ALMA E ESPÍRITO

Lição 1 5 de Outubro de 2025 O HOMEM – CORPO, ALMA E ESPÍRITO TEXTO ÁUREO “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Ts 5.23) VERDADE PRÁTICA Deus nos fez corpo, alma e espírito para glorificá-lo eternamente com todo o nosso ser. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Gênesis 1.26-28; 2.7,18,21-23 Gênesis 1 26 – E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra. 27 – E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. 28 – E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. Gênesis 2 7 – E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. 18 – E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. 21 – Então, o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar. 22 – E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão. 23 – E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. COMENTÁRIO DA INTRODUÇÃO Deus criou o homem de forma especial, com um propósito especial (Gn 1.27,28), como um ato de coroamento de sua criação. E fez isso de maneira sublime e distinta em relação a todos os demais seres viventes. Muito além da expressão “produza a terra”, a partir da qual foram criados os animais (Gn 1.24), o homem é resultado de uma ação divina, pessoal e plural (Gn 1.26). Sua formação é constituída de uma modelagem sobrenatural — “do pó da terra” — e pelo sopro de Deus em seus narizes (Gn 2.7). Neste trimestre, estudaremos essa solene, maravilhosa e exclusiva criação, bem como a importância de uma vida equilibrada e saudável no espírito, na alma e no corpo, sob a perspectiva cristã. Abordaremos a Queda e a Redenção, firmados na esperança de nosso completo, iminente e eterno retorno ao Criador (1 Ts 4.15-17). COMENTÁRIO DO TÓPICO I – A TRICOTOMIA HUMANA 1. Doutrina e teologia A Doutrina do Homem está fundamentada em toda a Escritura, numa revelação suficiente para demonstrar quem é o homem, como foi criado e com que propósito (Gn 1.26–29; 2.15; Sl 8.3–9; Ef 1.3–6). No campo da Teologia Sistemática, ela é conhecida como Antropologia Bíblica, que estuda o homem desde sua origem, constituição e existência, considerando o período anterior à Queda, o pecado original e suas consequências, o plano redentor e a eternidade. Relaciona-se com todas as outras grandes doutrinas da Bíblia e responde às intrigantes e milenares perguntas: Quem é o homem? De onde veio? Para onde vai? Em um tempo de tanta psicologização da fé e intensa busca de respostas para os problemas humanos em concepções não cristãs, um piedoso e profundo estudo das Escrituras é cada vez mais necessário e urgente, a fim de desfazer toda e qualquer dúvida existencial e gerar uma fé bíblica genuína, sadia e equilibrada (1 Co 2.1–16; 2 Tm 3.16,17; Hb 4.12). 2. A tríplice natureza A teologia utiliza o termo “tricotomia” para tratar da tríplice constituição do ser humano: o corpo, a alma e o espírito. Essas três substâncias, ou componentes do homem, são descritas tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (Dt 4.9; Sl 42.11; 139.16; Dn 7.15; Zc 12.1; Mt 10.28; Lc 1.46,47; 1 Co 14.14,15). O próprio Jesus Cristo, o Filho de Deus encarnado — plenamente homem e plenamente Deus — possuía essa constituição (Lc 24.39; Jo 12.27; Lc 23.46). A primeira divisão — as partes material e imaterial — é explicitamente apresentada no ato de formação do homem: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida, e o homem foi feito alma vivente” (Gn 2.7). 3. Físico e espiritual O processo formativo usado pelo Criador, que é Espírito (Jo 4.24), foi constituído de uma combinação única: o elemento físico (pó da terra) com o elemento espiritual (o sopro divino), tornando o homem um ser vivente diferente de todos os demais. Os anjos são seres espirituais, porém sem corpo material (Sl 33.6; Hb 1.13,14). Os animais não possuem a parte imaterial que há no homem (alma e espírito). A “alma” do animal (sua vida) se restringe ao corpo e se esvai com ele (Lv 17.12-14). Já o termo hebraico para “vida”, em Gênesis 2.7, alusivo ao homem, é chayim (no plural), permitindo a expressão literal “fôlego das vidas”. Isso pode significar que, em um único substantivo, o texto sagrado esteja aludindo implicitamente à vida do espírito humano, da alma humana e do corpo humano. COMENTÁRIO DO TÓPICO II – A DISTINÇÃO ENTRE ALMA E ESPÍRITO 1. A alma Do hebraico nephesh e do grego psyché, “alma” é uma das muitas palavras polissêmicas da Bíblia — possui vários significados. Aparece 755 vezes somente no Antigo Testamento. Seu primeiro sentido é “ser vivo”, como em Gênesis 1.20: “alma vivente”. Nesta acepção, a palavra “alma” é usada também para os animais (Gn 1.24) e significa simplesmente “vida”. A distinção entre a alma do homem e a do animal é evidenciada no processo criativo: procedente do sopro de Deus (Gn 2.7), a alma do homem constitui uma substância … Ler mais

Escola bíblica Dominical-Jacó, um exemplo de um caráter restaurado

jacó

A paz do Senhor meus queridos irmãos, segue o comentário da lição Escola Bíblica Dominical, falando sobre Jacó, um dos muitos exemplos de restauração de caráter na bíblia sagrada. A comentarista nossa de cada dia, é a irmã Silvania, gestora de alunos no Clube de Pregadores. Como tudo precisa evoluir e crescer, estamos trazendo o comentário da lição sem o texto da lição, somente os títulos e o subsídio abaixo. Para que você possa usar o texto na revista e acompanhar o comentário aqui. Você pode salvar em PDF e imprimir nossos subsídios, levando o comentário para sua sala de aula e ampliar ainda mais com seus alunos. Boa aula 🙂 . Escola Bíblica Dominical- Jacó, um exemplo de um caráter restaurado Lição 5 – 30/04/2017 Texto Áureo (Rm 9:13) Verdade Prática: Com base em sua paciência e proposito, Deus escolhe pessoas para que cumpram seus desígnios. Jacó, um exemplo de um caráter restaurado INTRODUÇÃO Graça e paz a todos, estamos dando a início a mais uma maravilhosa lição que vem nos trazendo algo de muito aprendizado ar respeito da vida de Jacó. Isaque e Rebeca tiveram dois filhos, Jacó e Esaú, estes eram gêmeos, Esaú era mais voltado para a caça e para o campo, enquanto que Jacó era mais voltado para os serviços domésticos, com a ajuda da sua mãe conseguiu usurpar o direito a primogenitura que era por legitimidade do seu irmão Esaú, e isso foi possível através da mentira e do engano, com o qual resolveu enganar seu próprio pai. Essa atitude custou-lhe muito caro, e ele provou do seu próprio veneno, quando também foi enganado pelo próprio sogro o enganador passou a ser enganado, contudo Jacó alcançou a misericórdia de Deus e o desfecho desta história tão intrigante veremos a seguir. I – QUEM ERA JACÓ O filho mais novo de Isaque Jacó fez parte dos três patriarcas que marcaram a história de Israel: Abraão, Isaque, Jacó, embora sua mesma história fosse marcada e cheia de altos e baixos espirituais. Rebeca sua mãe era estérea, não podia ter filhos e foi através das orações de Isaque que o senhor teve misericórdia e permitiu que ela concebesse, não só um filho, mas gêmeos que estavam no ventre brigando, no Nascimento Esaú nasceu primeiro e Jacó veio logo após segurando o calcanhar do seu irmão e através desta atitude seu nome passou a ter o significado de aquele que segura pelo calcanhar ou suplantador que tem o mesmo significado. O preferido de sua mãe. Com certeza que Jacó era preferido da sua mãe, enquanto que Esaú era preferido do seu pai, pois cuidava dos campos. Quando Isaque quis dar sua benção a Esaú, Rebeca  resolveu induzir a Jacó à enganar seu pai, preparando um delicioso guisado a gosto do marido e deu as devidas orientações a seu filho de como enganar o pai, Isaque que já era velho e cego abençoou seu filho mais novo enganado pensando ter abençoado o mais velho, Esaú quando chega da caça e fica sabendo do acontecido, desenvolve dentro dele um ódio incontrolável pelo irmão, ainda assim foi abençoado pelo pai mas com uma benção menor e jurou no seu coração matar seu irmão, Jacó teve que fugir ameaçado por seu irmão, fechando um quadro triste da história em que vemos a preferência dos pais causando divisão familiar.  O preferido de Deus Deus não escolheu Jacó como o terceiro patriarca de Israel pela simples benção de Isaque, não que a benção de Isaque não tivesse valor algum, muito pelo contrário, a benção que o pai dava ao seu filho primogênito era de fundamental importância, também não foi pelo fato de Jacó ter enganado, e nem por nada que Jacó tenha feito ou oferecido ao senhor mas a escolha de Deus  foi desde o ventre da sua mãe, antes mesmos que os meninos tivessem nascido, (Rm 9.9-13) era da descendência de Jacó que viria o messias e está escolha de Deus nos reforça o argumento de que o plano da salvação já havia sido traçado desde a fundação dos tempos. II – A DIREÇÃO DE DEUS NA VIDA DE JACÓ A visão da escada que tocava o céu Embora Deus não tivesse aprovado seus arranjos, enganos e sua má conduta, Deus permanece com sua promessa feita a seu pai e avô, e lhe dar uma visão em sonho de uma escada posta na terra que subia até o céu e os anjos subiam e desciam e Deus estava em cima dela e se apresentou reforçando sua promessa Gn 28.13-17. Desde então Jacó passou a conhecer Deus e saber onde era sua morada. Interessante saber que Deus não muda de opinião, que ele está prestes a cumprir todas as suas promessas. A coluna em Betel Jacó não buscou a Deus, foi Deus que o  achou, e teve um encontro extraordinário com ele, antes do encontro com Deus Jacó era uma pessoa, depois do encontro passou a ser outra pessoa com certeza muito diferente, por isso a necessidade de termos um encontro verdadeiro com Deus para que haja mudança na nossa vida e no nosso modo de ser, Jacó experimentou a maior experiencia de sua vida em ter ouvido Deus e sentido a presença do todo poderoso e com certeza nunca mais ele pode ser o mesmo. III – ASPECTOS DO CARÁTER DE JACÓ Antes do seu encontro com Deus Até ter chegado a Betel pode-se dizer que Jacó era um homem natural que nunca tinha sequer estado perto de Deus, Oportunista e egoísta ele revela de imediato seu caráter, aproveitando-se da fome do seu irmão para lhe vender um prato de comida (Guisado), sabemos que, no entanto, ele deveria dividi-la com seu irmão, isso é uma prova de ambição e egoísmo (Gn 25.31). Interesseiro e calculista Jacó além de se aproveitar de um momento de fome do seu irmão fez com que Esaú jurasse que venderia a sua primogenitura para sempre, ele conseguiu a primogenitura da pior maneira possível esquecendo que tudo que se planta se … Ler mais

Escola bíblica dominical Lição 4 – 26/4/2017 Isaque, um Caráter Pacífico

isaque um caráter pacífico

A paz do Senhor amados, hoje a Lição Escola Bíblica Dominical é: Isaque, um Caráter Pacífico. Sabemos que no livro de gênesis fala-se Bastante  sobre Isaque, um caráter pacífico, em várias outras partes da bíblia temos citações e referências a este personagem peculiar do antigo testamento. Este estudo traz quem traz para a gente é , nossa comentarista  irmã Silvânia, que contribui com as atividades dos nossos alunos no Clube de Pregadores, e humildemente compartilha conosco este subsídio. E apenas lembrando, nossa lição possui o link para download em PDF desse estudo, caso queira imprimir na íntegra. Caso queira ver mais sobre escola dominical  Clique Aqui Escola bíblica dominical Lição 4 – 26/4/2017 Isaque, um Caráter Pacífico Texto Áureo: Gen. 17:19 Verdade Prática: Isaque, segundo filho de Abraão, deixou um exemplo de humildade e submissão a Deus e a seus pais. Introdução: Graça e paz a todos, estamos dando início a mais uma lição da escola bíblica dominical; a lição 4, fala sobre o caráter do cristão, bem sabemos que boas pessoas têm bom caráter e boas atitudes, e podemos conhecer o cristão por suas boas obras e atitudes. Isaque foi um grande exemplo de um caráter pacifico,  ele era obediente a Deus, a seus pais, era justo e andava em bons caminhos. I – ISAQUE, O FILHO DA PROMESSA Promessa de Deus a Abrão. Quando Deus chamou Abrão para sair da casa de seus pais, sair de perto da sua família, Deus fez grandes promessas a ele e dentre essas promessas estava a de ser uma grande nação, mas como um homem pode se tornar uma grande nação estando ele já com 75 anos? (Gn 12:2) Abrão já era velho, cansado, e nunca havia tido filho algum. Deus havia prometido algo impossível aos olhos humanos. Temos visto e testemunhado que Deus tem feito coisas tremendas e impossíveis aos olhos humanos desde a concepção de uma estéril a ressurreição de pessoas; para aquele que crer no Deus do impossível não é difícil identificar a obra provedora de Deus. Isaque nasceu de uma promessa linda de Deus, em um ambiente Cristão, e teve o seu nome dado pelo o próprio Deus, Isaque teve tudo para ter o seu caráter moldado e forjado. Para falar deste futuro patriarca, temos nove capítulos do livro de Genesis, separados exclusivamente para contarmos a sua história. Seu nascimento, um verdadeiro milagre. Quando chega o momento do cumprimento da promessa, que o senhor avisa a Abrão que ele seria pai, Abrão já estava com quase 100 anos e Saraí sua mulher com quase 90, (Gn 17.17) a reação dele foi compreensiva, ele já não tinha nenhuma esperança e acabou rindo, mesmo que discretamente, mas riu e o senhor colocou o nome do menino de Isaque que significa “riso” ou “aquele que ri”. Abrão esperou cerca de 25 anos para que esta promessa fosse cumprida, como Abrão devemos acreditar e confiar nas promessas do senhor, lembrando que ele não muda e nunca vai nos decepcionar, se você tem promessa de Deus, espere com paciência o tempo do senhor, porque este é o tempo aceitável, o tempo certo. II – UM HOMEM ABENÇOADO POR DEUS A prosperidade espiritual. Isaque orou durante vinte anos pela sua esposa, como Abraão teve paciência de esperar no senhor e foi grandemente abençoado, casou foi com uma mulher que como a sua mãe era estéril o que era um grande problema na época porque no código de Hamurabi, a esterilidade era uma razão para o divórcio, e uma mulher divorciada por esta razão nunca mais casaria de novo, mas uma vez a razão de Rebeca ter gerado dois filhos foi atribuída ao senhor, Isaque foi prospero, numa cidade chamado Gerar nas terras dos Filisteus. A bênção divina é passada de pai para filho. Isaque , um Caráter Pacífico, recebeu benção da parte de Deus não por ser filho de Abraão, mas por ter um caráter que agradava ao senhor, um caráter integro que procurava agradar a Deus em tudo. A prosperidade material. Prosperidade material é apenas um complemento que Deus dos aqueles que o servem com fidelidade, Isaque não foi diferente ele também prosperou tanto de forma material como espiritual, Da mesma maneira que Abraão foi prospero e abençoado Isaque também foi; algumas versões bíblicas afirmam que Isaque tornou-se riquíssimo (NVI), ou mui grande (ARC). III – LIÇÕES DO CARÁTER DE ISAQUE Um homem esforçado e trabalhador. Sabemos pouco de Isaque quando criança, ele já aparece um homem forte e prospero, a ponto de causar inveja, sim ele causou inveja nos filisteus, é assim que Deus faz com aqueles cujo o caráter é de integridade, aqueles que o servem com fidelidade e obediência. Jesus foi condenado à morte por inveja, a bíblia tem vários versículos que falam sobre a inveja entre eles: (Eclesiastes 4: 4)  “Também vi eu que todo o trabalho, e toda a destreza em obras, traz ao homem a inveja do seu próximo. Também, isto é, vaidade e aflição de espírito.”  A inveja além de ser a falta de capacidade causa uma ferida imensa na alma. Isaque, um Caráter Pacífico Isaque foi mandado embora de onde prosperava, não é fácil passar por esta situação, como você se sentiria se tivesse que sair do lugar onde estava prosperando? Mas ele saiu e foi habitar no vale de Gerar Um caráter resiliente. Passar por uma situação difícil, voltar a fazer o que já fazia antes sem perder o foco, isso foi exatamente o que Isaque fez, continuou a cavar poços sem se alterar com os seus inimigos, por quê? Isaque, um Caráter Pacífico, sempre longânimo, ele cavou um poço que colocou seu nome de poço do alargamento e fez um juramento com Abimeleque rei de Gerar que seriam amistosos, ou seja amigo, diante de verdadeira amizade, longanimidade, o senhor apareceu-lhe naquela mesma noite e disse: Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo” … Ler mais

Lição Escola Bíblica Dominical – Melquisedeque, o Rei de Justiça – EBD Lição 03 dia 16/04/2017

lição 3 ebd - melquisedeque rei de justiça

A paz do Senhor amados, estamos aqui para mais uma lição escola bíblica dominical, e o tema é: Melquisedeque, o Rei de Justiça. E como você deve perceber, mudamos um pouco nossa forma de postar a lição. Agora vamos entregar em slides, que você pode fazer o download da apresentação e mostrar com data show se preferir. E um detalhe, a apresentação é editável! Então você pode fazer anotações por cima, como achar melhor. Mais abaixo, no rodapé da lição você também pode baixar o arquivo em PDF desse comentário no word, seguindo nosso modelo antigo de publicação. Confira todas as lições aqui. Lição Escola Bíblica Dominical – Melquisedeque, o Rei de Justiça – EBD Lição 03 dia 16/04/2017 Lição Escola Bíblica Dominical – Melquisedeque, o Rei de Justiça from Pregador Manasses Para ver, baixar e imprimir o comentário com subsídio da lição em PDF em estilo Word, acesse clicando aqui.

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