Como fazer uma introdução de pregação para iniciantes
Um modelo simples de introdução para pregadores iniciantes, com exemplos práticos de perguntas, tensão, texto e transição.
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Veja como construir uma introdução de pregação que desperta atenção, cria necessidade e conduz naturalmente ao texto bíblico.
Aprenda maneiras simples e seguras de começar uma pregação, criando uma introdução clara e conectada ao texto bíblico.
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Veja um modelo simples de esboço de pregação para quem está começando, com exemplos de texto, tema, tópicos, aplicação e conclusão.
Aprenda a transformar o estudo bíblico em um esboço de pregação claro, organizado e fácil de usar no púlpito.
Um guia simples para quem está começando a pregar e precisa aprender a transformar um texto bíblico em uma mensagem organizada.
Aprenda um processo simples para preparar uma pregação bíblica, da escolha do texto à conclusão e aplicação.
Tema: As Obras de Bezalel Texto base: Fez também Bezalel… (Êxodo 37:1a) Introdução: Bezalel significa “á sombra de Deus”, se refere a alguém que está na sombra de Deus, e isso é uma referência direta ao Espírito Santo (Sl 91:1). No capítulo 37 de Êxodo, vemos a obra de Bezalel. Muitas vezes a bíblia diz “fizeram” para falar da construção do tabernáculo, mas aqui no capítulo 37, vemos as coisas que só Bezalel fez, nos versos 1, 6, 10, 17, 25 e 29 sempre dizendo “FEZ” indicando que ele trabalhou sozinho ou de forma exclusiva nessa peça do tabernáculo. E sendo o tabernáculo um tipo tanto de Cristo quanto do cristão, com base nisso, nós temos aqui as obras do Espírito Santo em nossa vida. O Espírito Santo Corrige a nossa Natureza O texto diz: FEZ também Bezalel a arca de madeira de acácia… (Ex 37.1). A arca de madeira se refere a natureza do cristão. A acácia é uma das madeiras mais irregulares e difíceis de trabalhar, e isto se refere a nossa natureza ruim, difícil, irregular, cheia de defeitos. Todavia, nas mãos do Espírito Santo, ela será corrigida, trabalhada, moldada, preparada para receber o revestimento. (Rm 12:2) Bezalel revestiu a arca de madeira com ouro, por dentro e por fora. O ouro é o caráter de Cristo sendo derramado em nós, cobrindo nossas imperfeições e moldando-nos convertendo nosso ser na imagem do Senhor. (Ef 4:12; Gl 4:19; Ef 4:23-24) O Espírito Santo Dá-nos um novo Sentido, o Sentido do Arrependimento O texto diz: “Fez também o propiciatório de ouro puro…” (Ex 37.6) O propiciatório é a tampa da arca, onde o sangue do sacrifício é derramado e Deus se torna propício a nós. Esse propiciatório é feito de ouro puro. O propiciatório de ouro puro se refere ao nosso espírito, lugar onde Deus toca, lugar onde o Espírito Santo nos faz sentir o arrependimento. Ele é de ouro puro porque é o espírito humano, o mesmo que volta a Deus quando morremos (Ec 12:7). E é nele que o Espírito Santo coloca em nós o sentido de arrependimento. É pro causa da obra do Espírito Santo em nós, que sempre nos arrependemos dos nossos pecados e falhas e nos voltamos para Deus, para que Ele seja propício novamente em nossas vidas. (2Co 7:10). III. O Espírito Gera em Nós Carência de Comunhão com Deus O texto diz: “Fez também a mesa de madeira de acácia…” (Ex 37.10). A mesa fala de comunhão, que antes não tínhamos nenhuma. Primeiro ele faz a mesa de madeira, ou seja, assim nós sempre teremos um lugar de comunhão, e depois reveste de ouro, santidade, para que Deus possa se achegar a nós. A única coisa que é bem vinda na mesa são os pães da presença, isto é, uma referência a palavra de Deus através da qual podemos ter comunhão com Ele diariamente, ou melhor, duas vezes ao dia (Js 1:8). Se não tivermos mais comunhão com Deus, a mesa que o Espírito Santo fez de acácia vai continuar lá, nos fazendo sentir saudade Dele. Não existe uma uma pessoa desviada de Deus que não tenha saudades e vontade voltar para Ele. Pergunte ao filho pródigo. (Sl 42:1-2; Ap 3:20). O Espírito Santo Aponta o nosso Olhar para Jesus O texto diz: “Fez também o candelabro de ouro puro…” (Ex 37.17). O candelabro era a única iluminação dentro do tabernáculo. Portanto, a única coisa na qual os nossos olhos se voltam quando adentramos lá. Ele remete ao Senhor Jesus luz do mundo. (Jo 8:12) Na escuridão da nossa alma, o Espírito Santo aponta a luz de Cristo dissipando nossas trevas e dizendo: Não há mais o que temer. Pois como está escrito: Olhando para Jesus autor e consumador da nossa fé. (Hb 12:2) O Espírito Santo Dá-nos um Novo Coração O texto diz: “E fez o altar do incenso de madeira de acácia…” (Ex 37.25). O altar de incenso é tipo do nosso coração. Primeiro o Espírito Santo molda o nosso coração, e depois reveste de ouro, dando-nos um novo coração. (Ez 36:26-27) Como está o seu coração? Sem forma e vazio? O Espírito Santo vai transformar o seu coração em um altar, e vai revestir de santidade e ele será o palco da verdadeira adoração a Deus. (Jo 4:23)
Tema: Tempo de José, Tempo de Faraó, Tempo de Deus. _Esboço 1 do ebook: 101 esboços de pregações em Êxodo._ Texto base: Depois, levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José, (Êxodo 1:8). Raciocínio: Como era a vida do povo quando José estava na liderança? E como ficou a vida do povo quando não tinha mais um homem de Deus na liderança, mas sim um homem ímpio, o Faraó? E como é quando Deus resolve agir e ajudar o povo, mesmo tendo uma liderança ímpia no poder? I. Tempo de José A. O favor de Deus para com José (Gênesis 37:3-4; 39:2-4) Enquanto José é governador no Egito, certamente este favor especial de Deus para com José, é agora também sobre todo o Egito, pois Deus abençoa tudo que José toca e tudo que ele faz. E o povo se beneficia. B. A provação e sofrimento de José (Gênesis 37:23-28; 39:7-20) José era um líder experimentado, experiente, e por isso justo, era alguém cujo caráter já tinha sido forjado por Deus. E um líder de caráter, proporciona um tempo de bonança ao povo. C. A exaltação de José por Deus (Gênesis 41:38-44) Assim como é fácil reconhecer Deus na vida de José, é fácil reconhecer Deus salvando todo o Egito através de José. D. A bênção de José (Gn 47:13-26) José negociou e todo o Egito se tornou escravo de Faraó, pois não tinham como pagar. E a bênção é que seus irmãos não se tornaram escravos de Faraó, porquanto eram sustentados gratuitamente por José. (Gn 50:21). Quando o justo governa, os justos prosperam. II. Tempo de Faraó A. A ignorância e medo de Faraó (Êxodo 1:8-10) Faraó não se alegra com a prosperidade do povo, antes ele teme que fiquem mais prósperos do que ele. Faraó não reforça o relacionamento com o povo, antes ele faz julgamentos achando que o povo vai se voltar contra ele. É inveja, julgamento preconceituoso, iniquidade, maldade, tudo ao mesmo tempo. Quando o ímpio governa, o povo sofre. B. A opressão dos israelitas (Êxodo 1:11-14) Ao invés de, fazer o bem e ter o favor do povo, ele prefere fazer o mal e ter os bens do povo. Para ós ímpios, mais valem os bens do povo como o trabalho para construir casas e cidades, do que o favor do povo. Por exemplo, políticos ímpios não se importam com seu bem estar, mas sim com seus impostos. C. A tentativa de Faraó de matar os bebês hebreus (Êxodo 1:15-22) A maldade não tem limites, antes escravizar estava bom, depois forçá-los a trabalhar até desmaiar era bom, agora nada disso é suficiente, tem que matar os meninos, tem que impedir o crescimento do povo, destruindo o futuro da sua própria mão de obra escrava. Não há sabedoria no governo dos ímpios. III. Tempo de Deus A. O plano soberano de Deus para os israelitas (Êxodo 1:7) Deus sempre tem um plano para o seu povo. Aumentar o povo foi algo vindo de Deus, Ele é quem estava multiplicando seu povo, de maneira que, em toda a dificuldade que passaram, eles não pararam de crescer, e isto é a mão de Deus sobre eles em todo tempo, mesmo parecendo que Deus não estava, a providência do Senhor pelo seu plano maior estava chegando constantemente a cada 9 nove meses. Mesmo que você não esteja vendo, o plano de Deus está em vigor. B. A proteção divina dos bebês hebreus (Êxodo 1:17-21) Deus não impediu o povo de ser escravizado, não impediu de serem espancados algumas vezes, não impediu de levarem broncas e trabalharem muito. Porém, impediu de matarem os bebês usando as parteiras, logo, a lição é: Se Deus permitiu algum sofrimento ou dificuldade, significa que isso não afeta o plano Dele, que nesse caso era aumentar o povo, mas tudo que for afetar o plano de Deus, como a morte dos bebês, certamente Deus irá intervir. O plano que o Senhor tem para sua vida ninguém pode impedir. C. A fidelidade de Deus em cumprir suas promessas (Êxodo 2:23-25) No tempo de Deus, as promessas começam a se cumprir. Ele derrotou Faraó com todos os seus deuses enviando as pragas, e ainda destruiu o exército de Faraó, impedindo ele de perseguir Israel pelo deserto agora e no futuro, pois construir um exército demora vários anos. Ele impediu o crescimento do povo do Egito matando os primogênitos, eles que queriam impedir o crescimento do povo de Deus, agora receberam de volta o seu mau. Ele forçou os egípcios a trabalharem muito para reconstruir o próprio Egito que foi destruído pelas pragas, e agora não tem os homens fortes do exército para ajudar. Então pela lógica, todos os nobres e ricos que antes folgavam ás custas do povo de Deus, tiveram que por a mão na massa e reconstruir sua própria cidade. E novamente, eles receberam de volta o mau que fizeram. Deus não deixa impune e não deve nada a ninguém. —– 📌 Este esboço elaborei para uma agenda que tive no Rio de Janeiro há vários meses atrás. É um dos mais recentes que fiz no livro de Êxodo. E se tornou o primeiro esboço do meu novo ebook: 101 Esboços de Pregações em Êxodo porque este esboço faz uma leve transição do livro de gênesis para o livro de Êxodo. Por isso é perfeito como continuação, já que o ebook anterior é 101 esboços em gênesis. Deus abençoe sua vida, família e ministério em nome de Jesus.