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SUBSÍDIO EBD – Comentário da Lição 2 – A FÉ DE ABRÃO NAS PROMESSAS DE DEUS – 2Trim2026 CPAD

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Comentario do tema da lição

O tema “A Fé de Abrão nas Promessas de Deus” nos convida a uma jornada de confiança inabalável no Senhor, mesmo diante das incertezas e desafios da vida. Abrão, o pai da fé, é um testemunho vivo de que as promessas divinas são o alicerce mais seguro para nossa existência. Ele nos ensina que a verdadeira fé não se apoia nas circunstâncias visíveis, mas na fidelidade dAquele que prometeu, um Deus que cumpre cada palavra que sai de Sua boca.

Comentario do texto aureo

O texto áureo de Gênesis 12.7, “E apareceu o SENHOR a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera.”, revela a essência da fé de Abrão. A aparição do Senhor não foi apenas um evento, mas um encontro transformador que solidificou a promessa da terra e da descendência. A resposta imediata de Abrão, edificando um altar, demonstra que sua fé não era passiva, mas ativa, expressa em adoração e consagração. Ele reconheceu a soberania de Deus e a validade de Sua palavra, respondendo com um ato de entrega e gratidão.

Comentario da verdade pratica

A verdade prática, “Quando Deus faz uma promessa incondicional, Ele a cumpre plenamente”, é um farol de esperança para nós. Ela nos assegura que a fidelidade de Deus não depende de nossas falhas ou méritos, mas de Seu caráter imutável. Suas promessas são garantias eternas, e Ele tem todo o poder para as realizar, superando qualquer obstáculo que possa surgir.

Comentario da leitura bíblica em classe

Gênesis 13.7-18 nos apresenta um momento crucial na jornada de Abrão e Ló, onde a fé e as escolhas humanas são postas à prova.

(Gn 13.7) E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os ferezeus habitavam, então, na terra. A contenda entre os pastores é um reflexo do crescimento das posses de ambos, mas também um lembrete da presença dos povos cananeus e ferezeus, que tornavam o espaço limitado e a convivência mais desafiadora. A prosperidade, muitas vezes, traz consigo novos desafios.

(Gn 13.8) E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti e entre os meus pastores e os teus pastores, porque irmãos somos. Abrão demonstra uma atitude pacificadora e madura. Ele prioriza o relacionamento e a paz, reconhecendo o vínculo familiar. Sua preocupação com a contenda revela um coração que busca a harmonia, um princípio fundamental para a vida cristã.

(Gn 13.9) Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e, se a direita escolheres, eu irei para a esquerda. Aqui, Abrão manifesta uma generosidade notável e uma confiança profunda em Deus. Ele abre mão do direito de primogenitura e da escolha inicial, permitindo que Ló escolha primeiro. Isso não é fraqueza, mas a força de quem sabe que sua porção vem do Senhor.

(Gn 13.10) E levantou Ló os seus olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem-regada, antes de o Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar. Ló, por sua vez, faz uma escolha baseada puramente na visão natural. Ele vê a fertilidade e a abundância, comparando-a ao Jardim do Éden e à terra do Egito, sem considerar as implicações espirituais ou morais do lugar. Sua escolha é guiada pelo que agrada aos olhos.

(Gn 13.11) Então, Ló escolheu para si toda a campina do Jordão e partiu Ló para o Oriente; e apartaram-se um do outro. A decisão de Ló é rápida e egoísta. Ele não consulta Abrão, nem a Deus, apenas age conforme seu próprio interesse e percepção imediata de vantagem. Essa separação marca um divisor de águas na vida de ambos.

(Gn 13.12) Habitou Abrão na terra de Canaã, e Ló habitou nas cidades da campina e armou as suas tendas até Sodoma. Enquanto Abrão permanece na terra da promessa, Canaã, Ló se aproxima cada vez mais de Sodoma, uma cidade conhecida por sua depravação. A escolha de Ló o leva para perto do pecado, mostrando que as decisões geográficas podem ter profundas consequências espirituais.

(Gn 13.13) Ora, eram maus os varões de Sodoma e grandes pecadores contra o SENHOR. Este versículo é um alerta sombrio sobre o destino de Ló. A descrição dos homens de Sodoma como “maus” e “grandes pecadores” enfatiza o perigo iminente e a natureza da sociedade para a qual Ló se dirigia.

(Gn 13.14) E disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta, agora, os teus olhos e olha desde o lugar onde estás, para a banda do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente; Imediatamente após a separação, Deus reafirma Sua promessa a Abrão. É como se Deus estivesse dizendo: “Ló pode ter escolhido o que viu, mas Eu te darei o que não podes ver, mas que te prometi”. A visão de Abrão é ampliada pela perspectiva divina.

(Gn 13.15) porque toda esta terra que vês te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre. A promessa da terra é reiterada e expandida, agora com a inclusão da “semente” (descendência) e a garantia de “para sempre”. A fidelidade de Abrão é recompensada com a reafirmação da aliança.

(Gn 13.16) E farei a tua semente como o pó da terra; de maneira que, se alguém puder contar o pó da terra, também a tua semente será contada. A promessa de uma descendência numerosa, como o pó da terra, é uma hipérbole divina para expressar a vastidão da posteridade de Abrão. É uma promessa que transcende a capacidade humana de compreensão e realização.

(Gn 13.17) Levanta-te, percorre essa terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a ti a darei. Deus instrui Abrão a “percorrer” a terra, um ato simbólico de posse. Não é apenas uma promessa passiva, mas um convite à ação, a andar e a experimentar a realidade da promessa.

(Gn 13.18) E Abrão armou as suas tendas, e veio, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao SENHOR. A resposta final de Abrão é de obediência e adoração. Ele se estabelece em Manre e, mais uma vez, edifica um altar ao Senhor. Este altar é um memorial da promessa renovada e um lugar de comunhão com Deus, reafirmando sua fé e gratidão.

Introdução da introdução

Meus irmãos, a vida cristã é uma jornada de fé, onde somos constantemente chamados a confiar em Deus, mesmo quando as circunstâncias parecem desfavoráveis. A história de Abrão é um espelho para nós, mostrando que a fé verdadeira é forjada nas provações e nos momentos de decisão. Ele nos ensina que, independentemente do que vemos ou sentimos, Deus está no controle, preparando o melhor para aqueles que nEle confiam.

I – ABRÃO VOLTA DO EGITO PARA CANAÃ

A volta de Abrão do Egito para Canaã não é apenas um movimento geográfico, mas um retorno à terra da promessa, um reengajamento com o propósito divino. No tópico 1.1, o comentarista da lição diz que “Deus já havia alertado a Abrão que ele deveria sair de sua terra e da sua parentela (Gn 12.1)”. Essa observação é crucial, pois nos lembra que a obediência inicial de Abrão foi incompleta ao levar Ló consigo. A prosperidade que ambos alcançaram no Egito, embora parecesse uma bênção, acabou gerando um conflito que forçaria a separação necessária para o cumprimento pleno da promessa de Deus. A presença de Ló, embora familiar, representava um apego ao passado e uma potencial distração do caminho que Deus havia traçado exclusivamente para Abrão.

Palavra-chave: “Contenda” (Gn 13.7) – No hebraico, a palavra é rib (רִיב), que significa “disputa”, “contenda”, “litígio”. Ela denota um conflito verbal ou legal, uma queixa ou uma briga. A raiz da palavra sugere um confronto, um embate de interesses ou direitos. A contenda entre os pastores de Abrão e Ló não era apenas uma briga por pastagens, mas um sintoma de uma incompatibilidade crescente que precisava ser resolvida para a paz e o avanço do plano divino.

1. Contenda entre os pastores. A prosperidade, muitas vezes, traz consigo desafios inesperados. A lição nos mostra que a riqueza de Abrão e Ló, embora fruto da bênção de Deus, gerou uma contenda entre seus pastores, pois a terra não comportava mais as famílias e seus rebanhos (Gn 13.6) (E a terra não os podia sustentar, para habitarem juntos; porque a sua fazenda era muita, de maneira que não podiam habitar juntos.). Essa situação nos ensina que, mesmo em meio às bênçãos, precisamos estar atentos aos conflitos que podem surgir e buscar soluções que honrem a Deus. A presença dos cananeus e ferezeus na terra também limitava o espaço, intensificando a necessidade de uma decisão.

2. Abrão e Ló se separam. Diante da contenda, Abrão demonstra uma maturidade espiritual e uma generosidade que são exemplos para nós. No tópico 1.2, o comentarista da lição diz que “o patriarca demonstrou que preferia manter a comunhão do que insistir em seus próprios direitos, confiando que Deus cuidaria de sua porção na terra (Gn 13.8,9)”. Ele propõe a Ló que escolha primeiro, abrindo mão de seu direito como chefe do clã. Essa atitude de Abrão reflete o princípio de Romanos 12.18 (Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.), que nos exorta a buscar a paz. A verdadeira fé nos capacita a ceder, a perdoar e a confiar que Deus é o provedor de todas as coisas, como vemos em Filipenses 2.3 (Nada façais por partidarismo ou por vanglória, mas com humildade, considerando uns aos outros superiores a si mesmos.).

3. As escolhas de cada um. As escolhas que fazemos moldam nosso destino. Ló, movido pela visão natural e pelo desejo de vantagem material, escolheu a campina do Jordão, que parecia um “jardim do Senhor” (Gn 13.10) (E levantou Ló os seus olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem-regada, antes de o Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar.). Ele não buscou a direção de Deus nem honrou seu tio, agindo de forma precipitada. Abrão, por outro lado, permaneceu na terra de Canaã, confiando na promessa divina, mesmo que o lugar não fosse tão “aprazível” aos olhos humanos. A lição nos alerta que “escolhas sem a orientação divina quase sempre resultam nas piores consequências”. Isso nos lembra do que Jesus disse em Mateus 6.33 (Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas.). A prioridade de Abrão era a vontade de Deus, e essa prioridade sempre traz a bênção.

II – AS CONSEQUÊNCIAS DAS ESCOLHAS

A vida é um campo onde semeamos nossas escolhas e colhemos suas consequências. Este tópico nos leva a refletir sobre a seriedade de cada decisão que tomamos, seja ela guiada pela fé ou pela visão carnal. No tópico 2.1, o comentarista da lição afirma que “Nossas escolhas são opcionais, mas as consequências são inevitáveis e quase sempre imprevisíveis”. Essa verdade ressoa profundamente com o princípio bíblico de que “tudo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7) (Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.). As histórias de Abrão e Ló são um poderoso exemplo de como a fé e a falta dela podem levar a caminhos drasticamente diferentes, com resultados que se estendem por gerações.

Palavra-chave: “Consequências” (Gl 6.7) – Embora a palavra “consequências” não seja uma palavra hebraica ou grega específica no texto de Gênesis 13, o conceito é intrínseco à ideia de “ceifar” (therizō em grego, que significa “colher”, “recolher a colheita”). A ação de ceifar implica que há um resultado direto e inevitável de uma semeadura. No contexto bíblico, as consequências são os frutos, bons ou maus, das nossas ações e escolhas, que podem ser vistas tanto no plano material quanto no espiritual.

1. Resultados da escolha de Abrão. A escolha de Abrão, fundamentada na fé e na obediência, foi aprovada por Deus (Gn 13.14) (E disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta, agora, os teus olhos e olha desde o lugar onde estás, para a banda do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente;). Ele estava no centro da vontade divina, e por isso, Deus reafirmou e expandiu Suas promessas a ele. Abrão colheria os frutos de sua submissão, não apenas em termos de terra e descendência, mas também em um relacionamento mais profundo com o Criador. Isso nos lembra de Provérbios 3.5-6 (Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.). A bênção de Deus sobre Abrão foi um testemunho de que a fé, mesmo quando exige sacrifícios, sempre é recompensada.

2. Resultados da escolha de Ló. A escolha de Ló, baseada na aparência e na vantagem pessoal, trouxe-lhe sérias consequências. No tópico 2.2, o comentarista da lição nos lembra que “Tempos depois, a terra que Ló escolhera foi invadida por quatro reis, que o levaram cativo com sua família (Gn 14.12)”. Essa é uma ilustração clara de que o caminho que parece mais fácil ou mais vantajoso aos olhos humanos pode levar à ruína. Ló, ao se aproximar de Sodoma, expôs sua família à corrupção e ao perigo, culminando em sua captura. Isso nos faz refletir sobre a advertência de Provérbios 14.12 (Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.). A falta de discernimento espiritual e a priorização do material sobre o moral e o espiritual sempre cobram um preço alto.

3. A atitude de Abrão para com Ló. Mesmo diante das consequências da má escolha de Ló, Abrão demonstrou um amor e uma lealdade incondicionais. No tópico 2.3, o comentarista da lição destaca que “Quando Abrão tomou conhecimento do que havia acontecido com seu sobrinho, saíram ele e todos os seus empregados em defesa de Ló”. Essa atitude de Abrão, que não guardou ressentimento, mas agiu para resgatar seu sobrinho (Gn 14.14-16) (Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão fora levado cativo, armou os seus criados, nascidos em sua casa, trezentos e dezoito, e perseguiu-os até Dã. E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus servos, e feriu-os, e perseguiu-os até Hobá, que fica à esquerda de Damasco. E tornou a trazer todos os bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres e o povo.), é um poderoso exemplo de perdão e amor fraternal. Ele agiu no momento certo, confiando em Deus para a vitória. Isso nos ensina a importância de estender a mão ao próximo, mesmo quando ele erra, e a não permitir que o ressentimento nos impeça de praticar a misericórdia, como nos exorta Colossenses 3.13 (Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também.).

III – OS ALTARES ERGUIDOS POR ABRÃO

A vida de Abrão é marcada não apenas por suas peregrinações e provações, mas, sobretudo, pelos altares que ele ergueu ao Senhor. Esses altares não eram meras construções de pedra, mas marcos de sua fé, adoração e comunhão com Deus. No tópico 3.1, o comentarista da lição afirma que “Além de ser um homem de fé e obediência, Abrão era um adorador. Ele levantou altares, quando passava pelos lugares em consagração e adoração ao Senhor”. Essa é a essência da vida cristã: uma vida de adoração contínua, onde cada passo é um ato de consagração ao Pai. Os altares de Abrão nos ensinam que, em cada fase da nossa jornada, devemos buscar a presença de Deus e oferecer-Lhe nosso louvor e gratidão.

Palavra-chave: “Altar” (Gn 12.7) – No hebraico, a palavra para altar é mizbeakh (מִזְבֵּחַ), que deriva da raiz zavakh (זָבַח), significando “sacrificar” ou “matar para sacrifício”. Portanto, um altar é um lugar de sacrifício, onde se oferece algo a Deus. No contexto de Abrão, os altares eram locais de encontro com Deus, de adoração, de consagração e de memorial das promessas divinas. Eles representavam a resposta de fé do patriarca à revelação e à fidelidade do Senhor.

1. Abrão, um construtor de altares. Abrão foi um homem que, em cada etapa de sua jornada, fez questão de marcar sua presença e a presença de Deus com a construção de altares. A lição menciona que “A Bíblia registra a construção de quatro altares por Abrão”. O primeiro, em Siquém (Gn 12.7) (E apareceu o Senhor a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.), foi erguido em gratidão pela promessa da terra. Siquém, que significa “ombro”, era um lugar de força e apoio, e ali Abrão reconheceu a força de Deus em sua vida. Esses altares eram mais do que pedras; eram testemunhos visíveis de sua fé e de seu compromisso com o Senhor, como nos ensina Salmos 116.17 (Oferecer-te-ei sacrifícios de louvor e invocarei o nome do Senhor.).

2. Mais um altar. O segundo altar de Abrão foi construído em Betel, que significa “Casa de Deus” (Gn 12.8) (E moveu-se dali para a montanha à banda do oriente de Betel e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao Senhor e invocou o nome do Senhor.). Ali, ele invocou o nome do Senhor, demonstrando que sua adoração era contínua e profunda. No tópico 3.2, o comentarista da lição enfatiza que “Ele sabia o que era estar na ‘Casa de Deus’. Não era só um homem de fé, mas um adorador por excelência”. Isso nos confronta com a importância de valorizarmos a Casa de Deus e a comunhão com os irmãos, como nos exorta Hebreus 10.25 (Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia.). A adoração pública e a comunhão são pilares para o fortalecimento da nossa fé.

3. O altar em Hebrom e Moriá. Abrão ergueu altares em momentos de alegria e de profunda provação. Em Hebrom, que significa “união”, ele construiu um altar após a separação de Ló (Gn 13.18) (E Abrão armou as suas tendas, e veio, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao Senhor.), reafirmando seu compromisso com Deus e com a unidade, mesmo em meio à separação. No tópico 3.3, o comentarista da lição nos lembra que “em nossa jornada, devemos viver em união: ‘Oh!, quão bom e quão suave é, que os irmãos vivam em união […]’ (Sl 133.1)”. Mas o altar em Moriá (Gn 22.9) (Então, chegaram ao lugar que Deus lhe dissera; e edificou Abraão ali um altar, e pôs a lenha em ordem, e amarrou a Isaque, seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha.) foi o mais desafiador, onde Deus provou sua fé ao pedir o sacrifício de Isaque. A resposta de Abrão, “Deus proverá para si o cordeiro” (Gn 22.8) (E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim, caminharam ambos juntos.), é um testemunho eterno de sua confiança inabalável. Esse ato de fé e obediência é um tipo da obra de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29) (No dia seguinte, João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.).

conclusão da conclusão

A vida de Abrão é um legado de fé e adoração. Ele nos ensina que, em cada circunstância, boa ou difícil, devemos erguer altares ao Senhor, seja em gratidão, consagração ou em busca de Sua direção. Que possamos imitar o pai da fé, vivendo uma vida de total dependência e adoração genuína ao nosso Deus.

Deus abençoe sua vida, família e ministério em nome de Jesus.
Pregador Manassés
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