A Parábola do Credor Incompassivo

a parábola do credor incompassivo

Dia 22 – A Parábola do Credor Incompassivo A Parábola do Credor Incompassivo – O Perdão que Leva para o Inferno Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. (Mateus 18:27) A parábola do credor incompassivo é assustadora! Pois fala de uma situação muito comum que acontece quase todo dia na nossa vida, e que pode nos levar ao inferno. O que é um credor? É a pessoa a quem você deve dinheiro. E o que é incompassivo? É alguém que não sente compaixão. Tudo começou quando Pedro fez uma pergunta: Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.(Mt 18:21,22). E assim, aqueles que se acham bons em matemática dizem: Tá vendo, devemos perdoar 70×7 = 490 vezes ao dia. Mas a matemática bíblica não funciona igual a nossa. Esse 70 x 7 esta falando de 2 situações. Uma é específica, de Caim e Lameque. Pedro pergunta até SETE, porque Caim será vingado 7 vezes. (Gn 4:15). Mas Jesus diz que devemos perdoar, não somente o Caim, mas também o Lameque. E no caso de Lameque, que matou 2 pessoas, é 70×7. (Gn 4:24). Com isso Jesus quer dizer que devemos perdoar toda e qualquer pessoa, não importa o que ela fez. E para exemplificar, ele conta uma parábola. A história narrada por Jesus é simples. Um homem devia 10 mil talentos ao rei. (Mt 18:24). Dez Mil talentos é um valor absurdo de alto, comentaristas dizem que é equivalente a arrecadação de dinheiro que uma nação faz em 1 ano. Em outras palavras, é um valor impossível de pagar. Nem que você ganhe na loteria 10 vezes. Pois estamos falando de algo entre 8 a 10 bilhões de dólares. No caso desses talentos serem de ouro. Em reais seriam de 35 a mais de 40 bilhões de reais na cotação do dólar hoje. Enfim, o que Jesus quer mostrar e ensinar com isso fica claro: O rei é Deus. O endividado é você e eu. Conclusão: Nossa dívida com Deus é impagável. Mas a história não termina aqui. Este homem foi perdoado pelo rei (Mt 18:25-27). Um verdadeiro milagre, pois somente um Rei como o Nosso Deus poderia perdoar tal dívida. E até aqui tudo bem. Mas o problema surge quando este que foi perdoado encontra um dos seus conservos que lhe deve algum dinheiro. (Mt 18:28). Ou seja, este que foi perdoado é credor de alguém, que lhe deve 100 denários. 1 Denário é o pagamento de um dia de trabalho. Logo é uma dívida pequena, que com no máximo 1 ano de trabalho é possível pagar. Porém, este que foi perdoado, se torna o credor incompassivo, pois ele não perdoa o seu conservo. E por isto é condenado! Entenda que Jesus esta falando de mim e de você quando diz: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas. (Mateus 18:32-35). O problema é: Quem consegue perdoar de verdade um bandido? Um assaltante? Um que te bateu? Um que te difamou? Um estuprador? Um assassino que matou seu filho, ou esposa, ou amigo, ou parente? Durante anos, ensinamos uma coisa errada sobre o perdão. Muitos diziam e ainda dizem: PERDOAR É ESQUECER. Mas a grande verdade é: Perdoar não é esquecer. É LIMPAR O CORAÇÃO. Os traumas que sofremos ao longo da vida, são impossíveis de esquecer. Mas limpar o coração para não sofrer toda vez que nos lembrarmos deles, é perfeitamente possível. O nosso perdão não dá nenhum privilégio aquele que nos feriu, apenas exemplo. Por mais que você diga ao ladrão, assassino, estuprador: Eu te perdoo! Isso não vai fazê-lo se sentir melhor na vida como um todo. Ele sempre vai carregar o peso do pecado que cometeu. E é por isso que o perdão não precisa necessariamente ser dito ao agressor, mas a Deus. (Mc 11:25). E deve ser de coração. (Mt 18:35). Somente o perdão de Deus é que pode dar o privilégio do alívio, do refrigério, da consciência tranquila… Por quê? Ora, porque o perdão de Deus é através de Cristo que troca de fardo conosco! Ele leva nosso fardo pesado, enquanto nós levamos o Dele, que é suave e leve. (Mt 11:28-30). Se o nosso perdão não dá privilégios a quem nos feriu, então para quê ele serve? Ora, ele serve para dar exemplo. Exemplo de que Deus existe, e seu amor esta derramado no seu coração te capacitando a perdoar! Exemplo de que sim, é possível ser cristão verdadeiro e perdoar. Exemplo de que Deus te fez forte o bastante para passar por isto. Entre tantos outros exemplos. Porém, o mais importante do perdão! É que quando perdoamos aquele que nos deve dinheiro, que nos feriu, que nos roubou, que matou alguém da nossa família, que abusou, que nos prejudicou de qualquer forma… Estamos limpando o nosso coração e cicatrizando a ferida. Ou seja, devemos perdoar para nosso próprio benefício! Devemos perdoar para cicatrizar a ferida, pois quem não perdoa, vive sangrando. Devemos perdoar para seguir em frente, pois quem não perdoa, vive no passado. E como posso conseguir perdoar de verdade alguém? A parábola traz a resposta. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? (Mt 18:33). A força para perdoar alguém, vem do perdão de Deus. Se de fato entendemos o quanto somos pecadores, e o quanto ofendemos a Deus com nossos pecados, então entenderemos o tamanho da nossa dívida para com Deus e a grandeza do perdão que recebemos. E somente assim, sabendo … Ler mais

Parábola dos Dois Filhos – Explicação

a parábola dos dois filhos

Dia 21 – A Parábola dos Dois Filhos Parábola dos Dois Filhos – Explicação https://www.youtube.com/watch?v=5Wab2IDFMeA Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. (Mateus 21:28) A parábola dos dois filhos tem um significado simples e prático. Mas é importante saber o motivo dessa parábola (Mt 21:23-27). Jesus estava tendo sua autoridade questionada pelos principais sacerdotes e anciãos do povo. (Mt 21:23). E o questionamento é: Com que autoridade fazes estas coisas? Ora, a autoridade era dada pelo Sinédrio. E como este não aprovava o ministério de Jesus, logo essa pergunta era muito séria e poderia acabar com o ministério de Jesus ali mesmo. Mas o que é sinédrio? O sinédrio era um conselho formado por 71 membros que representavam três grupos político-religiosos. Esse conselho gozava de todas as competências de um governo autônomo, salvo as que eram exclusivamente exercidas por Roma. E ao fazer aquela pergunta, eles queriam mostrar ao povo que Jesus não foi aprovado pelo sinédrio para fazer “estas coisas”. Estas coisas… São as obras que Jesus fez ao chegar em Jerusalém: ·         Ele aceitou ser recebido como Messias (Mt 21:1-11. Zc 9:9. Sl 118:25,26) ·         Ele purificou o templo (Mt 21:12,13. Is 56:7. Jr 7:11) ·         E curava e ensinava abertamente no templo (Mt 21:14-17. Sl 8:2). Tudo isso se cumprindo, enfureceu demais os membros do sinédrio. Aliás, é este mesmo sinédrio que conspira para matar a Jesus, eles que pagam a Judas o preço da traição. Então questionaram sua autoridade! E Jesus pergunta sobre a autoridade de João Batista. Por quê? O que João tem a ver com isso? É simples, João batista pregava sobre Jesus, o messias, e quando Cristo chegou, João apontou abertamente diante de todos declarando que Ele é o Messias. (Jo 1:29). Ou seja, a autoridade de Jesus é a mesma de João Batista. E todo o povo reconheceu o ministério de João como sendo de Deus. Exceto os membros do sinédrio. Por isso, se eles dissessem: Do céu. (Mt 21:24,25). Então estariam declarando abertamente que a autoridade de Jesus para fazer estas coisas é também do céu. E agora entendemos a parábola, quando ele diz: Que vos parece? O que vocês acham? Analisem isso: Um homem tinha dois filhos, e pediu a ambos que fossem trabalhar hoje na vinha. Um disse que iria, mas não foi. Outro disse Não, mas depois arrependeu-se e foi. Ora: O filho que disse que iria, mas não foi. Representa os fariseus, sacerdotes, escribas, membros do sinédrio. Que tem aparência de que agradam a Deus, por suas palavras positivas á lei de Deus, mas na verdade não praticam o que falam nem o que ensinam. (Mt 23:3). Eles rejeitaram o ministério de João Batista (Lc 7:29,30), e agora rejeitam abertamente o ministério de Jesus, mesmo vendo ele fazendo tantos sinais e milagres se cumprindo diante de seus olhos, as profecias acerca do Messias. Você pensa que milagres convecem a todos? Na verdade não. (Lc 16:31). O filho que disse Não, mas arrependido foi. Representa os publicanos e pecadores, que a princípio rejeitaram o conselho de Deus por intermédio de João Batista, mas depois se arrependeram e foram batizados por ele, reconhecendo também o ministério de Jesus. A pergunta de Jesus: Que vos parece? Foi feita aos membros do sinédrio. E eles responderam. (Mt 21:31). E pela resposta deles Jesus lhes ensinou isto: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. (Mateus 21:31b) Quer dizer, não adianta ter todo estudo, toda sabedoria, pertencer a mais alta classe de autoridade religiosa, e não crer no filho de Deus. E por que eles não conseguiam crer? Ora, porque a inveja não deixa, o ciúmes, o orgulho pelo poder. Eles viam Jesus como concorrência, e por isso não queriam perder seu posto de autoridade religiosa sobre o povo. Quantos líderes e pastores veem jovens pregadores como concorrência e ficam com medo de perder o seu posto de pastor e favorito da igreja, e por isso, atacam ou deixam totalmente sem oportunidades os jovens pregadores que pregam melhor do que eles? Que possamos aprender essa parábola, que todos somos filhos de Deus, e que Deus nos chama a todos, para trabalhar em sua vinha.

Lições da Parábola dos Talentos Mateus 25

a parábola dos talentos mateus 25

Dia 20 – A Parábola dos Talentos Lições da Parábola dos Talentos E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe. (Mateus 25:15) A parábola dos talentos é clara e objetiva, mas precisamos prestar atenção aos detalhes e as lições que aprendemos com ela. O senhor obviamente é Deus. Os servos obviamente somos nós. Os talentos são dons, morais e naturais que Deus nos deu. Dons morais, isto é, aqueles que dizem respeito ao fruto do Espírito Santo. (Gl 5:22). Esses dons precisam ser trabalhados para que cresçam e se multipliquem em nossas vidas. Ou seja, o Senhor nos dá talentos, mas nós precisamos desenvolvê-los para crescermos em Deus. (Jo 15:16. 1Pe 2:2). Os dons morais também são as lições de vida, do que é certo e errado que a bíblia ensina. E que nós recebemos e aceitamos, por causa de nossa conversão, que nos torna servos de Cristo e portanto obedientes a Deus e sua palavra. Por isso, você cristão sabe o que é certo, sabe o que é melhor! E o velho homem vai lutar para que você faça o que é errado. (Gl 5:17. Rm 8:5. Jo 3:6. 6:63). Mas Deus te deu um talento moral, seus mandamentos, suas ordenanças, Deus deixou seu Santo Espírito habitando em você, para pesar sua consciência e te lembrar de se afastar do mal e praticar o bem. (Dt 10:12. Jo 13:34. 14:26. Mt 28:19,20. Pv 21:21. Is 32:17). E a prática do bem, é o que você precisa desenvolver, para multiplicar o talento que Deus te deu. (Mq 6:8. Rm 12:21. 1Pe 3:11. Ef 4:27). Os dons naturais são aqueles que Deus permitiu você desenvolver ao longo da sua vida. Ora, todos nós sabemos que ninguém nasce com dom algum. Todos nós nascemos neutros e ao longo da vida vamos aprendendo e adquirindo habilidades. O caminho que você percorreu, é onde você adquiriu dons e talentos, e ainda irá adquirir novos com o tempo. Esses são os dons naturais. Dons que todo ser humano pode ter, se aprender, praticar e desenvolver. E isto vem de Deus! Como diz a bíblia: Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Rm 11:36). Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (Jo 15:5). Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos (At 17:28a). Todos esperam de ti, que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno. (Sl 104:27). O que você sabe fazer? Isto é dom de Deus. E Deus espera que você use com sabedoria o que Ele te deu, pois irá te cobrar depois. Vejamos algumas lições importantes: Mt 25:15. Cada um possui uma capacidade diferente. Os talentos são distribuídos conforme a capacidade de cada pessoa. Igual ao que recebeu 5 talentos, não podemos nos achar melhores, mas sim fazer o nosso trabalho com fidelidade e granjear mais 5 talentos. Igual ao que recebeu 2 talentos, não podemos ter inveja dos que receberam mais e são mais talentosos do que nós, mas sim, igualmente devemos ser fiéis e fazer o nosso trabalho para Deus, e granjear mais 2 talentos. Igual ao que recebeu 1 talento, não podemos ter medo de usar o dom que Deus nos deu. Ainda que pareça pequeno, devemos ser fiéis no que recebemos e granjear mais 1 talento. Infelizmente o que recebeu apenas 1 talento, se acovardou, não valorizou o que tinha recebido. Ei, irmão, Deus esta falando contigo! Não despreze o que Deus te deu, por menor que seja, o Senhor te conhece, e sabe da sua capacidade, reconheça que Deus é bom, e faça sua parte! Granjeie mais talentos, faça seu talento crescer para glória de Deus. Mt 25:21,23. A recompensa do que tinha 10 talentos foi a mesma do que tinha 4 talentos. Por quê?? Ora, porque ambos granjearam 100% do que receberam. Ambos dobraram o número de talentos que receberam. Deus é justo. Cada pessoa tem uma capacidade diferente, isto não quer dizer que um é melhor do que o outro. Ambos receberam a mesma recompensa. Você pode ser pequeno na quantidade de talentos, mas fazendo um bom trabalho, terá a mesma recompensa que os outros que tem mais talentos que você! Porém o terceiro servo disse: E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. (Mateus 25:25) Ele queria parecer honesto em guardar o talento e devolver ao seu Senhor. Mas foi mau e negligente. (Mt 25:26). E o que quer dizer negligente? Falta de cuidado; incúria. Falta de apuro, de atenção; desleixo, desmazelo. Falta de interesse, de motivação; indiferença, preguiça. É aquele cristão que não tem cuidado com as coisas de Deus! E não pense você que “as coisas de Deus” são as que estão na igreja; porque as coisas de Deus são tudo que você tem! Nada é seu, tudo é dom de Deus para você. (1Co 4:7). Sua família, é dom de Deus para você; Cuide! Seu trabalho, é dom de Deus para você; Cuide! Seus bens, são dons de Deus para você; Cuide! Tudo tudo que você tem, desde a casa até o chinelo, é dom de Deus para você; Cuide! O servo negligente não quis negociar para multiplicar o seu talento. Ele não quis aprender a negociação, achou que estaria salvo se apenas preservasse o talento como Deus lhe deu. E o que é a negociação? A negociação é o aprendizado bíblico para crescimento em todas as áreas da vida. A bíblia diz: Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (2Tm 3:17). Veja alguns exemplos de servo mau e negligente: — Crente que é casado, mas não se dedica a aprender … Ler mais

A Parábola do Amigo Importuno | Lucas 11.5

parabola do amigo importuno

Dia 19 – A Parábola do Amigo Importuno O Pedido Correto na Oração Disse-lhes também: Qual de vós terá um amigo, e, se for procurá-lo à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, (Lucas 11:5) A parábola do amigo importuno é incrível. Ela mostra, entre tantas coisas, como fazer a Deus um pedido correto na oração. Jesus falava de oração antes de contar esta parábola (Lc 11:1-4). E agora, usa a parábola para ensinar coisas profundas sobre o modo, a forma e o poder da oração. Vejamos os 3 personagens da parábola: O amigo importuno = representa você! O amigo dentro da casa com os filhos na cama = representa Deus. O amigo que chegou de viagem = representa sua necessidade. Esta parábola ainda traz muitos outros detalhes interessantes, como por exemplo; A meia noite = revela o segredo da oração. Os 3 pães = tipo da palavra de Deus, da comunhão e do corpo de Cristo. A porta fechada = revela o poder da oração para abrir portas. Como filhos de Deus, devemos ser amigos importunos na oração. Devemos insistir, perseverar, até que a porta venha a se abrir. Afinal, esta é a conclusão da parábola: Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á. (Lucas 11:10) Ver também: 1Ts 5:17. Rm 12:12. Cl 4:2. Sl 102:17. At 6:4. Quantas vezes você desistiu da oração, porque não soube esperar? Quantas vezes, deixou de orar por falta de paciência para alcançar o que pede? O problema em deixar de orar por não gostar de esperar… É mais sério do que se imagina! Pois ao desistir da oração, na verdade, estamos perdendo a fé. Quem desiste de orar, desiste de crer. Por isso, seja como o amigo importuno, BATA até a porta ABRIR. O amigo importunado representa Deus, e nesta parábola Jesus o coloca em uma situação onde não há chances de atender. Já é tarde da noite, não esta deitado, os filhos estão com ele, enfim, ele não irá levantar. E isto é um contraste, para mostrar o quão poderosa é a oração, ainda que pareça não haver nenhuma chance de resposta! Insista! Deus irá se levantar para atender o seu clamor! E o texto diz: Se não for por amizade… (Lc 11:8) Será por insistência, perseverança! Isso quer dizer: Se não for pela intimidade e comunhão que você tem com Deus, será por insistência. Existem aqueles que desfrutam de uma intimidade maior e uma comunhão mais próxima de Deus, os quais são atendidos rapidamente. Porém, mesmo alguém sem comunhão e intimidade, se perseverar, será atendido. O amigo que chegou de viagem é a sua necessidade, isto é, o que você precisa resolver, é sua responsabilidade, que chegou de surpresa até você, no meio da noite, que tirou o seu sono, e você não teve saída a não ser descer na madrugada para clamar ao Senhor. Os 3 pães, são incríveis. Pois na oração, em busca de uma resposta, tentamos ouvir Deus falar por meio de sua palavra. Os crentes que oram com a bíblia, são mais experientes na oração, pois já descobriram que Deus responde ali, pela bíblia, lhe trazendo uma revelação. Por isso, faço uma conjectura. No seu momento de oração com Deus na madrugada esperando uma resposta na bíblia: O primeiro pão é para que Deus mostre a palavra, livro, capítulo. O segundo pão é para que Deus revele esta palavra, de maneira que você possa entender o que Deus diz. O terceiro pão é para o seu amigo, a palavra profética que você irá pronunciar na oração, crendo desde já na vitória. Dessa forma, Sua oração começa com suas palavras, mas termina com a palavra de Deus. Sua oração começa falando do problema, mas termina profetizando a solução. E assim a palavra de Deus se cumpre mais uma vez quando diz: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á;” (Lucas 11:9). Pois a tua oração, perseverante, tem o poder de abrir qualquer porta, mesmo que seja a porta do quarto de Deus no céu.

A Parábola da Rede lançada ao Mar

parabola da rede lançada ao mar

Dia 18 – A Parábola da Rede lançada ao Mar É Tempo de Puxar a Rede Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes. (Mateus 13:47) A parábola da rede lançada ao mar é semelhante a do trigo e do joio. Boa parte dos discípulos eram pescadores, de maneira que eles puderam entender perfeitamente bem esta parábola. A rede lançada ao mar é aquela chamada de arrastão. Ela é lançada e deixada no mar por algum tempo, enquanto vai arrastando na água pegando todo tipo de peixe. Esta é uma parábola que anula a interpretação calvinista de que só os “eleitos” são salvos. Aqui fica claro que a rede apanha todo tipo de peixe e não somente os eleitos. Pois a interpretação da parábola da rede lançada ao mar é simples: A rede = O evangelho O mar = O mundo Os peixes = As almas de toda raça, tribo, língua e nação Os pescadores = Os discípulos de Cristo Os que separam na praia = Os anjos no juízo (Mt 13:48,49) Interessante que o texto diz: Estando cheia… (Mt 13:48). Isto fala do tempo! Este tempo acaba quando a rede fica cheia. E a bíblia diz algo curioso que é: E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mateus 24:14). A pergunta é: O que é o fim? A resposta é simples: Fim é juízo final. Ou seja, fim nada tem a ver com arrebatamento! Arrebatamento é uma coisa, O FIM é outra coisa. Não pense que primeiro temos que pregar o evangelho no mundo todo para depois vir o arrebatamento. Pelo contrário, primeiro virá o arrebatamento e depois é que o evangelho será pregado no mundo todo. O arrebatamento da igreja esta prestes a acontecer, certamente falta pouco tempo. Como diz a bíblia: “Filhinhos, é já a última hora;” (1Jo 2:18). O tempo de puxar a rede esta chegando. E quanto mais a tecnologia avança, quanto mais as redes sociais crescem, mais fácil fica anunciar o evangelho no mundo inteiro de uma só vez. Sabemos que existem muitos escândalos na igreja, e isto é normal, pois a rede pega todo tipo de peixe, inclusive os ruins, que serão descartados no dia do juízo. (Mt 13:49). Outrossim os escândalos são uma marca dos últimos dias. Como diz: Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. (2 Timóteo 3:1-5) Quanto mais o evangelho é pregado, mais se aproxima o tempo de puxar a rede. O que nos resta é ouvir o que diz o Cristo: Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir. (Mt 25:13)

A Parábola da Pérola – A Pérola que Cristo Comprou

parabola da perola

Dia 17 – A Parábola da Pérola A Pérola que Cristo Comprou Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a. (Mateus 13:45,46) A parábola do negociante que busca boas pérolas é simples, porém profunda, revelando não somente o imenso amor de Deus, mas também o valor da igreja comprada por Ele. É importante entender como eram os negociantes e as pérolas na antiguidade. O negociante é um homem rico, que coleciona pérolas. Ele é especialista em reconhecer e validar pérolas. Enquanto que as pérolas, na antiguidade, mais do que hoje, possuíam um valor inestimável e eram raríssimas. Sendo assim, percebemos que: O negociante que busca boas pérolas é o próprio Cristo. Ele é o homem rico que conhece tudo sobre pérolas. Ele é o negociante que vende tudo quanto tem, para obter a pérola de grande valor. Como diz o apóstolo Paulo: “Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis” (2Co 8:9). O negociante é quem busca a pérola, isto porque a bíblia diz: “ … não há ninguém que busque a Deus” (Rm 3.11). Ou seja, a pérola, que é a igreja, não busca o negociante, pelo contrário, é encontrada por ele. (Jo 15:16). Como o próprio Cristo diz: Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. (Lc 19:10). Como na própria parábola diz: o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante… CRISTO é o reino dos céus. Porque o reino dos céus é uma extensão de Deus, ele vem dos céus, é o que podemos chamar de jardim do Éden, pois é uma extensão do jardim de Deus na Terra, um pedacinho do céu que Deus plantou aqui para nós. Assim como Cristo é o pedacinho do céu que veio para nos salvar e levar consigo. Por isso, a pérola de grande valor é a igreja, por isso a bíblia diz várias vezes que fomos comprados. (1Co 6:20. 7:23. 1Tm 2:6. 1Pe 1:18,19. 2:9. Ap 5:9). Sendo assim, você e eu, temos imenso valor para com Deus. E é importante entender isso. Não somos valiosos por nós mesmos, pois em nós não há nada bom (Ec 7:20. Rm 3:23), porém, o nosso valor é dado por Deus. Só temos valor, porque Deus nos ama. E é o seu amor que nos valoriza, como o metal sem valor que é banhado em ouro e então passa a valer. Assim somos nós, banhados no sangue de Cristo, e por isto, agora temos um valor inestimável. Por isso, o mesmo valor que tem o sangue do filho de Deus, temos nós também, porque fomos comprados por este mesmo sangue. Como diz o hino: Quero que valorize o que você tem, você é um ser, você é alguém tão importante para Deus. Oh sim, você tem valor! Aleluia.

A Parábola do Fermento – Três Medidas de Farinha na Vida do Cristão

1 Reis 17 - A Farinha da Panela Não Vai Acabar e Nem o Azeite da Botija 1

Dia 16 – A Parábola do Fermento Três Medidas de Farinha na Vida do Cristão Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado. (Mateus 13:33) A parábola do fermento em três medidas de farinha tem uma base literal no antigo testamento (Gn 18:1-8). Essa história aconteceu de verdade com Abraão, Sara e os 3 visitantes. Sara é a mulher que preparou 3 medidas de farinha e colocou fermento nelas. E isto foi feito a pedido de Abraão, por motivo de 3 visitantes que chegaram. Logo após, o juízo de Sodoma e Gomorra foi decretado. É importante notar que os visitantes de Abraão, são uma clara teofania da divindade, que é: Pai, Filho e Espírito Santo. Eles recebem adoração. (Gn 18:2). Eles tem o poder de dar vida. (Gn 18:10). Eles são chamados de SENHOR. (Gn 18:17). Eles estão conectados um ao outro. (Gn 18:21-23). Mas a narrativa de Gênesis deixa bem claro que é o Senhor Deus quem fala com Abraão. Tanto que Abraão intercede em favor de seu sobrinho Ló. (Gn 18:22-33). E sendo assim, temos aqui Deus esperando que Abraão lhe faça uma oferta. E Abraão pede a Sara que faça 3 bolos, 3 medidas de farinha com fermento. (Gn 18:6). Isto é, Abraão representa Cristo aqui na terra, que deixou seu ensino, seus mandamentos, suas ordenanças para sua esposa, que é a Igreja (Mt 16:18). Ou seja, Sara representa a igreja. E após fazer isto, Cristo oferece um sacrifício a Deus. (Gn 18:7. Jo 19:30). E agora que tudo esta consumado, a igreja deve crescer e dar frutos. Por isso Ele diz: “Por este tempo virei e Sara terá um filho”. (Gn 18:10). Como também afirma Paulo (Rm 9:7-9). Por isso, temos a interpretação da parábola do fermento em três medidas: Cristo é quem traz o reino dos céus para nós, deixando as ordenanças para sua igreja. Que deve fermentar 3 medidas de farinha. As 3 medidas sendo fermentadas falam do crescimento do reino dos céus em nós e no mundo. Pois é certo que esta parábola fala do crescimento do reino, pois vem em conjunto com a parábola do grão de mostarda. (Mt 13:31,32). Fermento = Poder de influência do Reino dos céus, o evangelho, que é introduzido na nossa vida e no mundo e começa a fermentar, até fazer diferença total em nós! Mulher = É a igreja. E por quê? Ora, porque é a igreja que tem o Espírito Santo e a Palavra de Cristo. E é a igreja que esta fermentando esse mundo pelo poder do Espírito e da Palavra de Deus, desde que Cristo veio e pediu que ela preparasse bolos, enquanto ele ofereceu um sacrifício perfeito a Deus. As três medidas de farinha, indicam o tempo. Pois logo após, veio juízo de Deus sobre Sodoma e Gomorra. (Gn 18). Podem ser 3 grandes ondas de avivamento na história. Podem ser 3 grandes eventos, como a descida do Espírito Santo, a propagação do evangelho mundial e o arrebatamento da igreja. Podem ser 3 eventos de evangelismo mundial, o primeiro com os apóstolos, o segundo com os avivamentos que marcaram a história, e o terceiro a proclamação do evangelho eterno (Ap 14:6). Mas seja como for, tudo ficou levedado, isto é, tudo foi influenciado, muito ou pouco, pelo fermento, o evangelho. Como Cristo mesmo diz: E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mateus 24:14). A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: O quanto este evangelho já mudou a minha vida? Nós estamos contribuindo para espalhar o evangelho, e ajudar a fermentar nossa geração? Ou estamos atrasando a obra de Cristo vivendo como crentes que não influenciam ninguém? Que o poder do evangelho fermente você até não conseguir dormir, sem antes falar de Cristo para alguém.

A Parábola do Tesouro Escondido – Nosso Tesouro em Cristo

parábola do tesouro escondido

Dia 15 – A Parábola do Tesouro Escondido O Nosso Tesouro em Cristo Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. (Mateus 13:44) A parábola do tesouro escondido é de um versículo só. É um resumo do evangelho, podemos dizer que a interpretação desta parábola esta no Evangelho de João 3:16. Veja que ele diz claramente que o reino dos céus é o tesouro escondido num campo! E certamente este homem que achou e escondeu, é o próprio Deus. E pela alegria que este reino lhe proporciona, ele vende tudo quanto tem. Isto é, o tesouro é o reino dos céus, e o reino dos céus é o que Deus sonhou para nós. (Jr 29:11. Jo 3:3. At 14:22). No plano perfeito de Deus, viveremos para sempre com Ele nos céus, em seu maravilhoso reino, ainda que o homem tenha caído no éden, este plano não foi frustrado, Deus ainda irá reunir o seu povo eternamente no reino dos céus. (Jo 14:1-3). E este plano de vivermos para sempre com Deus, é o que dá muita alegria ao Senhor, por isso ele escondeu o tesouro num campo, isto é: O lugar onde escondeu é na nação de Israel, que recebeu a lei, a aliança, as promessas, e de onde vem o Cristo. E o campo é o mundo, onde a nação de Israel esta. Como Israel não valorizou o que lhe foi confiado, pois eles deveriam ser a nação sacerdotal para evangelizar o mundo (Ex 19:5,6). Então Deus precisou comprar logo o campo inteiro, que é o mundo! E para isto, o Senhor Deus vendeu tudo quanto tinha, isto é, seu amado filho foi entregue por nós. Já que o valor de uma alma é caríssima, (Sl 49:7-9) logo Deus pagou o mais alto preço em tudo: Ele deu o que mais amava no céu, seu filho Jesus. Como Deus Ele pagou o mais alto valor, deixando seu trono de glória e se humilhando como homem. (Fl 2:6,7). Ele prestou o mais alto serviço, que é o de servo de todos. (Mc 10:45). Ele trabalhou no mais alto nível, que é o de obediência até a morte. (Fl 2:8). E na forma de homem, pagou o mais alto preço que um homem poderia pagar, que é o de sangue. (1Pe 1:18,19). Tudo isso para comprar o campo, que é o mundo! Tudo isso pela alegria daquele tesouro, que é o reino dos céus, que é exatamente isso: Você, eu e o nosso Deus vivendo juntos para todo o sempre. Amém! Portanto, não deixe nada e ninguém roubar a tua fé, e a esperança que tens em Deus. Como diz: Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (1 Coríntios 15:58) Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. (Romanos 8:18) Aguenta firme com Cristo, e nos veremos no reino dos céus!

Parábola dos Lavradores Maus – Explicação

parabola dos lavradores maus

Dia 14 – A Parábola dos Lavradores Maus Parábola dos Lavradores Maus – Explicação Ouvi, ainda, outra parábola: Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado, e construiu nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e ausentou-se para longe. (Mateus 21:33) Eis uma parábola profética, que se cumpriu, e continua se cumprindo em nossos dias. Um homem pai de família aponta para Deus, pai de toda criação. Plantou uma vinha, isto é, o reino de Deus na nação de Israel. Pois a vinha é uma plantação de uvas, atividade comum na palestina, a qual as escrituras usam como referência a Israel. (Is 5:1,2. 27:2. Jr 2:21. Jl 1:7). A vinha é plantada com Abraão, Isaque e Jacó, e começa a germinar com os filhos de Jacó, as tribos de Israel. Cercou de uma sebe ou valado, é proteção contra ladrões e animais selvagens. Deus protegeu o seu povo em toda a história, enquanto muitas nações afundaram e caíram no esquecimento, o povo de Deus esta de pé até hoje. Essa proteção ficou evidente em todo o mundo antigo, quando Deus tirou o seu povo do Egito, destruindo totalmente a nação mais poderosa daquele tempo. Edificou uma torre, que serve para vigiar, para guardar mantimentos e também como alojamento para os agricultores. Isto é uma referência para a segurança e garantia que temos em Deus. (Pv 18:10. Sl 61:3). Esta torre pode apontar para a lei de Deus, entregue a Moisés, que faz promessas e dá garantias ao povo. Na lei do Senhor, eles podem descansar. (Sl 111:7). Construiu um lagar. O lagar é feito com 2 tanques, um maior e outro menor, eles são ligados entre si por uma espécie de cano. As uvas são pisadas no tanque maior e o suco escorre para o menor. O lagar fala de resultado das nossas obras. Como na parábola de Isaías da qual Jesus tirou a base para esta parábola, (Is 5:2) o resultado foi ruim, porque a vinha deu uvas bravas, que não tem suco. A reflexão aqui é: Qual tem sido o resultado do nosso trabalho no reino de Deus? Nossos lagares estão cheios ou vazios? Pois o lagar vazio é resultado de frieza espiritual, pecado e rebeldia contra Deus. (Os 9:1,2). Mas o lagar cheio é sinal de prosperidade espiritual, de quem esta gozando de um relacionamento pleno com Deus. (Pv 3:10. Jl 2:24). O lagar não pode ficar vazio, ele precisa ser cheio de um jeito ou de outro. A bíblia deixa claro que quando os lavradores não pisam no lagar, o próprio Deus os pisará para que o lagar se encha com o sangue deles, isto é juízo de Deus. (Is 63:2,3. Ap 14:19. 19:15). Há um tipo literal dessa justiça do Senhor na bíblia sagrada, como foi o juízo contra o príncipe dos midianitas, Zeebe que significa Lobo, inimigo número um das ovelhas. Ele foi morto no lagar, que foi cheio com o sangue dele. (Jz 7:25). Arrendou-a a uns lavradores, isto é um aluguel. Deus comandava sua vinha, até que o povo o rejeitou (1Sm 8:7). Então ele alugou aos reis, começando com Saul. Passando os anos, chegou o tempo da colheita, Deus requer os frutos! E envia seus servos, isto é, os profetas. E os lavradores, apoderando-se dos servos, feriram um, mataram outro, e apedrejaram outro. (Mateus 21:35) Uma clara referência de como os profetas foram recebidos, principalmente pelos reis. (Mt 22:6. 23:31,35,37. Lc 13:37. 1Rs 18:4; 19:10; 22:24; 2Cr 24:21,37. Ne 9:26. Jr 2:30; 20:1-2. 26:20-21. 37:15. 38:6). Enviou seu filho, isto significa autoridade máximo, é o mesmo que o dono vir em pessoa. Isto é uma clara referência a Jesus Cristo, filho de Deus. (Hb 1:1-2. Jo 3:16-17. 1Jo 4:9). Matar o filho, é uma profecia de que Jesus seria morto. Como revela João a intenção deles em matar Jesus (Jo 11:47-53). Eles o arrastaram para fora e mataram. (Mt 21:39). Disto fala o autor aos Hebreus. (Hb 13:12). Quando, pois, vier o senhor da vinha, que fará àqueles lavradores? (Mt 21:40). Essa pergunta foi feita aos fariseus, de maneira que eles responderam condenando a si mesmos (Mt 21:41). Como diz a palavra do Senhor: Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado. (Mateus 12:37). A pedra de esquina é usada para alinhar todas as outras em uma construção, como também é a base de todo o projeto. Jesus é a pedra, que na sua ressurreição será a principal pedra de esquina. (At 4:11. Rm 9:33. 1Pe 2:4. Ef 2:30, 1Co 3:11). Até aqui a parábola já se cumpriu. Em seguida, ela continua se cumprindo quando diz: Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. (Mateus 21:43). Nós somos a nação que recebeu a vinha, isto é, recebemos o reino de Deus, e o objetivo é dar frutos. E estes frutos precisam ser bons e dar suco, e encher o lagar, para alegria do nosso Senhor! Aí de mim e você, se quando o Senhor voltar, o lagar estiver vazio.

Parábola do Fariseu e do Publicano – Interpretação

paraboal do fariseu e o publicano

Dia 13– A Parábola do Fariseu  e do Publicano Parábola do Fariseu e do Publicano – Interpretação Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. (Lucas 18:10) A  parábola do fariseu e do publicano ensina muito sobre atitude correta diante de Deus na oração. Jesus usa a figura de dois homens totalmente opostos um do doutro diante da sociedade. O fariseu é considerado um exemplo na sociedade diante do povo em qualquer lugar. Porém, o publicano, cobrador de impostos, é desprezado diante do povo em qualquer lugar. Jesus usa este contraste, para mostrar que não importa o quão religioso e fiel a Deus você é, se sua atitude é de exaltação, você será humilhado. (Lc 18:14). E neste caso, a humilhação é ser rejeitado por Deus, é não alcançar o perdão de Deus. Logo, esta humilhação não é vista pelos homens, mas é evidente nos céus. Ao mesmo tempo, a exaltação é alcançar o perdão de Deus e ser justificado, como foi o publicano. Também algo que não é visto pelos homens na terra, mas é visto por Deus no céu. Muitos de nós passamos situações semelhantes, somos humilhados na terra, mas exaltados nos céus! Não se preocupe se os homens te veem como publicano, o importante é como Deus te vê. O fariseu ficou de pé… (Lc 18:11). Orar em pé é normal (Mt 6:5; Mc 11:25), porém no caso do fariseu, quer dizer que ele queria ser notado pelos outros (Mt 23:5). Orava consigo… Quer dizer que ele falava em voz alta, conversava consigo mesmo a vista de todos. Porém, o publicano se escondeu em um canto. (Lc 18:13). O fariseu queria que todos ouvissem sua oração maravilhosa, enquanto se gabava, mas o publicano não queria nem mesmo ser visto, nem ousou se aproximar demais do templo. Bater no peito… (Lc 18:13) é sinal de arrependimento e tristeza (Lc 23:49).  O publicano faz a oração do salmo 51, seguindo o exemplo de Davi dizendo: Tem misericórdia de mim… E ele volta para casa com a promessa do Salmo 51:17. Isto porque o publicano sentia-se o mais miserável dos pecadores diante de Deus. Quando Jesus diz que ele foi justificado, significa que Deus agora olhava para ele como sendo homem justo, portanto perdoado. Veja que nada aconteceu, não houve sinal no céu, nem arrepio nas costas do publicano, não houve profecia, nem agitação nenhuma. Mesmo assim, ele foi justificado! (Lc 18:14). Não despreze tua oração sincera de arrependimento, porque dos céus o Senhor houve e perdoa pecados, ainda que seja do mais miserável pecador. Deus não fará sinal no céu nem na terra para provar que te perdoou. Pois é necessário que aquele que se aproxima de Deus CREIA que ele Existe e que é galardoador dos que o buscam. (Hb 11:6). Então creia! O fariseu certamente era tudo quanto dizia ser. Jejuava, orava e dava dízimos de tudo! Porém, o problema era sua postura… Pensando que suas obras lhe davam créditos com Deus, como se Ele não precisasse da graça de Deus. (Is 64:6. Rm 3:23; 6:23) O que levou o fariseu a ter essa postura, foi seu preconceito. Ele se julgava ser melhor do que os outros. E nós cristãos, precisamos entender isso! Não somos melhores do que as prostitutas Não somos melhores do que os mendigos Não somos melhores do que os assassinos Não somos melhores do que os ladrões e blasfemos Todos pecamos! Todos merecemos o inferno. A diferença, é que a graça de Deus nos alcançou! Só isso. Precisamos quebrar o nosso orgulho por conta própria, pois será muito mais doloroso se deixarmos Deus fazer isso. Como disse Paulo: Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também. (Romanos 11:20,21) Não podemos nos isolar e se fechar dentro de uma igreja, precisamos levar as boas novas do evangelho para que a graça de Deus alcance mais e mais pessoas, em nome de Jesus. Amém.  

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