A Nacessidade de Termos Uma Vida Santa

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa

A Lição desta semana vem explicar A Necessidade de Termos uma Vida Santa, assim como as possibilidades que temos para isto. Nós entendemos que quando um pecador se arrepende e recebe Jesus como seu salvador pessoal, ele passa a ser regenerado, ou seja, abandona a vida de pecado para seguir a luz. Assim passa a fazer parte da família de Jesus. A regeneração vem do Espírito Santo e é instantânea e progressiva, por que vai se estender durante toda a vida do crente. I – Definindo os Termos 1. A Santidade de Deus A santidade de Deus é absoluta, pois Ele é santo em caráter e essência. Essa santidade é uma característica própria e não adquirida, veja o que diz Amós: “Jurou o Senhor DEUS, pela sua santidade, ” (Am 4:2) a) A Santidade de Deus É a plenitude gloriosa da excelência moral de Deus. b) A Santidade Pertence a Deus Ela existe em Deus e nEle se originalizou, Ele não adquiriu de ninguém. 2. Significado Santificar, dedicar, consagrar, significa “separar” tem também como proveniente o verbo hebraico “qadash”, que significa ser santo. Quando usado na região de Israel nos dá a ideia de “separar para Deus” ou seja, retirar do uso comum. Assim, santidade nos dá um sentido de afastar-se de tudo o que é pecaminoso, e de tudo o que contamina, por isso vem a nacessidade de termos uma vida santa. 3. Exclusividade Quando dizemos que uma pessoa, objeto ou qualquer coisa é separada à Deus, significa dizer que esta pessoa ou objeto pertence a Ele; ou serve a Ele com exclusividade, veja o que lemos em: Êxodo 13:2 “Santifica-me todo o primogênito, o que abrir toda a madre entre os filhos de Israel, de homens e de animais; porque meu é.” Podemos entender que o que é sagrado não pode ter uso comum, o azeite da unção e o incenso do santuário não podiam ter outro uso; o sagrado deve ser tratado como sagrado, os antigos hebreus levavam a santidade muito a sério. II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA 1. Israel Deus escolheu a nação de Israel para ser seu povo, por isso há um apelo para que o povo tenha santidade. É por isso que temos a necessidade de uma vida santa. Ele escolheu Israel para ser sua propriedade particular. Observe (Êxodo 19:5,6) “ […]então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. […]” A santidade exigida por Deus era mais que natural, porque além dele ser santo os israelitas foram separados, do meio dos outros povos para Deus. 2. A Igreja Os três propósitos de Deus com Israel, são os mesmo para a igreja de hoje, e nos levam a nacessidade de termos uma vida santa. 1°) Sacerdócio Real Os sacerdotes eram escolhidos por Deus, eles não podiam escolher-se a si mesmo e havia um proposito que era servir a Deus com suas vidas oferecendo sacrifício.    2°) Nação Santa Deus através de Pedro, não se refere a Israel nem a nações como o Brasil, Grécia ou outra qualquer. Deus está se referindo a um povo escolhido, separado. Mas que povo é este? Estas pessoas são as que foram regeneradas e fazem parte do corpo de Cristo. 2°) Povo Adquirido Esse povo adquirido é uma geração eleita, é o povo de Deus. Podemos ser membros de qualquer igreja, não importa, mas ninguém pode dizer que é povo de Deus sem ser escolhido por ele mesmo (I Ts 1:4). Essa eleição é de Deus e não nossa, e tem o intuito de separar um povo santo para a sua adoração.   3°) Uma Exigência Natural Essa exigência é de Deus, ela age naturalmente por que Ele é santo, observe o que diz: (1 Pe 1:15,16) “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. ” Assim como Deus escolheu e santificou o povo de Israel, assim Ele também nos escolheu e santificou para servi-lo. Israel precisava afarar-se das práticas pecaminosas e nós hoje como povo escolhido precisamos nos afastar da prostituição e tudo que possa contaminar a santidade de Deus. III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA 1. A Santificação Posicional. É o primeiro aspecto de uma santificação, também chamada de santificação passada ou instantânea, ela acontece na mudança do ser humano de pecador para santificado, e está descrita em At 26:18, que diz: “Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim. ” Essa santificação instantânea é o começo de uma vida cheia de progressos. Todos nós salvos, somos santos e reconhecidos no Novo Testamento, e é assim que o apóstolo Paulo refere-se a nós: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. ” (Rm 1:7). Lembrando que temos Jesus Cristo como base desta santificação. E isso não vem de nós. 2. A Santificação Real. É conhecida como santificação presente, ela também é progressiva como diz (Pv 4:18). Observe o diz Paulo: “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. ” (2 Co 3:18) Podemos observar que existiam crentes carnais na igreja de Corinto mesmo assim eles são considerados santos. Por isso precisamos de crescimento espiritual. 3. Santificação Futura É o terceiro aspecto de santificação e é conhecida também como glorificação. É quando na ressureição seremos completos e poderemos ver o Senhor como realmente Ele é. Jesus falou que iria transformar nosso corpo cansado e abatido para ser um corpo como o dele, ou seja um corpo glorioso. 4. É Possível Ser … Ler mais

A Pecadora que Ungiu os Pés do Senhor Jesus

A Pecadora que Ungiu os Pés do Senhor Jesus

As parábolas de Jesus sempre nos revelam verdades profundas do reino de Deus, do mundo espiritual e principalmente, da forma como o nosso Deus enxerga as coisas. Ou seja, as parábolas de Jesus revelam a vontade de Deus sobre diversos assuntos práticos da nossa vida. E hoje quero compartilhar com você uma mensagem, sobre a passagem bíblica que é conhecida como: A pecadora que ungiu os pés de Jesus. Essa é mais uma das minhas pregações evangélicas em forma de texto para poder entregar o máximo de detalhes possível. Essa história esta em Lucas capítulo 7. Veja o texto: E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa. E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento. Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora. E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre. Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinqüenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais? E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento. Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados? E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz. Lucas 7:36-50 Esse texto possui uma revelação muito forte sobre o perdão de Deus e a salvação. Revelação tal, que pode responder muitas perguntas intrigantes que costumamos fazer no dia a dia sem perceber. Porque alguns crentes são mais fiéis do que outros? Porque alguns irmãos que acabaram de aceitar a Jesus, as vezes, se mostram mais amantes de Deus do que os que estão há anos na presença de Deus? Porque algumas pessoas morrem pelo nome de Jesus, enquanto outras, não tem coragem nem mesmo de deixar uma oferta na salva para a manutenção da casa do Senhor? Essas perguntas podem ser respondidas, observando a parábola que Jesus contou. Mas para ser fiel ao texto, quero iluminar seus pensamentos com a riqueza de detalhes que encontramos nessa passagem. Primeiro vamos falar dos 3 personagens principais que são: A mulher pecadora, Simão o Fariseu e Jesus Cristo de Nazaré, nosso salvador. Depois vamos aplicar suas atitudes e comportamentos em nossas vidas, tirando lições preciosíssimas desse texto. Pra começar, é interessante relatar que essa história aconteceu provavelmente na cidade de Naim, já que desde o episódio da viúva de Naim, a bíblia não registra Jesus entrando em outra cidade ou chegando em algum outro lugar. Quem foi a Pecadora que ungiu os pés de Jesus? Temos muito pouco para especular sobre a vida dessa mulher. Mas podemos conhecê-la a fundo, com as poucas informações no texto. Primeiro, ela soube que Jesus estava na casa do Fariseu e foi ao seu encontro. O que significa que ela estava procurando Jesus. Segundo, ela trazia consigo um vaso de alabastro. E alabastro é uma pedra rara, na cor branca, que possui valor e utilidade até os dias de hoje. Na época de Jesus, essa pedra só era encontrada em dois lugares, e um deles é o Egito. E por isso, era valiosa e custava caro importar objetos de alabastro do Egito para outros países e regiões. O Alabastro é uma pedra feita de calcita, que pode ser amolecida com ácido. Dessa forma era possível moldar o alabastro para fazer utensílios. O alabastro também, quando cortado em fatias finas, fica translucido e é utilizado na fabricação de lâmpadas e vidraças de janelas até os dias de hoje. Quando Simão diz, que essa mulher era uma pecadora, logo entendemos que se tratava de uma prostituta ou uma adúltera. No caso de ser uma prostituta, sabemos que essa profissão não era lucrativa, ao ponto de dar condições pra ela comprar um vaso de alabastro. Caso fosse uma adúltera, talvez estivesse agora sido abandonada pelo marido, o que significa que estava desamparada e por isso buscou o perdão do Senhor. Em outras palavras, aquela mulher esteve ajuntando dinheiro por algum tempo, para poder comprar o vaso. O unguento era uma espécie de pasta que quando em contato com a pele, derrete e começa a perfumar. E também possuía um valor muito alto, pois era preparado por perfumistas ou sacerdotes, que usavam grande variedade de substâncias aromáticas. E por isso era muito caro, pois existe o custo pelo trabalho de conseguir e reunir essas substâncias aromáticas, existe o custo pela mistura e produção do unguento, somando ainda o custo pela conservação que deveria ser feita preferencialmente em vasos de alabastro. E igual ao vinho, quanto mais velho, melhor e mais caro. Pois fica entendido que ela não comprou o vaso em si, mas comprou o vaso pelo unguento (perfume) que vem dentro do vaso. Ou seja, se a embalagem do produto é cara, muito mais caro é o conteúdo dentro da embalagem. … Ler mais

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