Os 3 Chamados de Moisés

3 Chamados de Moisés

Então disse Deus: “Não se aproxime. Tire as sandálias dos pés, pois o lugar em que você está é terra santa”. (Êxodo 3:5) O chamado de Moisés é igual o nosso, da mesma forma que Deus chamou Moisés, ele também te chama! 👉 Obviamente, a sarça de hoje é a bíblia sagrada, que ao olhar para ela com atenção, percebemos que essa palavra queima e arde no coração (Lc 24:32), e mesmo sendo de papel não se consome. Ninguém consegue falar tanto, usando poucas palavras como nosso Deus. E ao olhar as mensagens de Cristo, percebemos a mesma característica, Ele fala muito usando pouquíssimas palavras. Da mesma forma, percebo que o chamado de Moisés é triplo! Moisés queria se aproximar mais, aprofundar mais, chegar mais perto da sarça. Porém, o Senhor disse que era necessário fazer uma renúncia, caso contrário, não poderia se aproximar, pois ali era terra santa. 📌 Conforme historiadores, as sandálias que Moisés usava eram egípcias, e sendo ele príncipe no Egito, suas sandálias traziam o símbolo do deus rá, o sol para os egípcios. Dessa forma, quando Deus pede para que ele tire as sandálias, esta chamando para abandonar o pecado, deixar o Egito 100% para trás. Mesmo um detalhe pequeno como uma sandália, deveria ser abandonado. 👉 Este é o primeiro chamado de Deus em nossas vidas, somos chamados para abandonar o pecado! Esquecer o Egito, e se tiver que voltar ao Egito, não será para viver lá, mas será para resgatar almas de lá, assim como Moisés tirou o povo do Egito. 📌 No tempo em que Moisés viveu, existiam escravos em toda a terra. O povo de Israel era escravo no Egito. Porém, nem todo escravo era oprimido como Israel. Existiam escravos que eram tratados com o mínimo de dignidade, recebiam roupa, comida e até salário. Uma das características dos escravos, é que eles andavam descalços. Lembra do filho pródigo, perdeu tudo e virou escravo, mas ao voltar seu pai lhe deu sandálias. Quando Deus manda Moisés tirar as sandálias, ficando descalço; esta deixando claro quem manda e quem obedece, quem tem poder e quem não tem, quem pode e quem não pode, quem faz e quem não faz, quem é Senhor e quem é servo! 👉 Assim também nós, para se aproximar de Deus, desfrutar da comunhão com Ele, ouvir sua voz no coração e ter o reflexo do fogo do Espírito Santo queimando em nossos olhos, precisamos descer do salto, assumir nossa posição de servos do altíssimo e estar a disposição para fazer a vontade de Deus. Este é o segundo chamado de Deus em nossas vidas, somos chamados para servir. (Mc 10:44). Ao pedir que Moisés tire as sandálias, Deus sabe que ele vai pisar em terra santa, e a intenção é essa. 👉 Deus quer que Moisés pise em solo sagrado, Deus quer que ele sinta a areia nos pés e que se envolva com a santidade! A bíblia diz em: 1Pe 1:16. Sede santos, porque eu sou santo. (Veja também Hb 12:14). ✍ A santidade é algo que vem de Deus para nós, o homem não pode ser santo, a menos que se aproxime de Deus. Ao pisar na areia, Moisés poderia se aproximar, isto para mostrar que santidade começa pelos pés, os caminhos por onde nós andamos, revelam nossa santidade. (Ec 5:1). Não se engane, você foi chamado para abandonar o pecado, servir e andar em santidade com Deus. Oremos por um avivamento em nós! Pregador Manasses https://clubedepregadores.com.br/

Como ter certeza de Que Sou Sal da Terra?

Como Ter Certeza de Que Sou Sal da Terra?

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. (Mateus 5:13) Você tem certeza de que é o sal da terra? Isso não te preocupa? Pois deveria preocupar. Pelo simples fato de que, se você não é SAL, então você não presta para nada, e será lançado fora para ser pisado pelos homens. ✍ Imagine comer um punhado de sal. Você irá ficar inquieto, impaciente, incomodado, começará a suar, sentirá uma necessidade enorme de beber água, se preciso for, você dará seu dinheiro pela água, se preciso for você caminhará e correrá para obtê-la, e se estiver de noite você não conseguirá dormir até bebê-la! E o que dizer da pessoa que te deu um punhado de sal? A pessoa que te causou esse transtorno? Você poderá xingá-la, poderá praguejá-la, difamá-la, até bater nela, só porque lhe deu sal, mas não poderá negar o fato de que precisa de água urgente! Você pode tentar comer açúcar ou qualquer outra coisa, porém nada vai te satisfazer melhor do que a água mais pura e limpa! 👉É isso que o sal faz, ele dá uma sede incontrolável! Não é sede que pode esperar para depois, é sede que clama por água! 📌Afinal o que Jesus quis dizer na sua palavra, com a expressão sal da terra? A resposta esta nos versículos anteriores, pois essa expressão surge como conclusão da primeira parte do sermão da montanha. Dos versos 3 a 11, ele fala dos “Bem aventurados”. E o bem aventurado é o sal da terra; simples assim. O sal da terra são os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os famintos por justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os que são perseguidos pela justiça. Todas essas virtudes devem ser encontradas na vida do cristão que verdadeiramente é sal da terra. E se você tem essas virtudes, você será perseguido e caluniado. E é por isso, que o resultado é ser perseguido, caluniado e difamado por causa de Jesus Cristo. Se isto acontecer, significa que você esta salgando pra valer. Por isso, o sal da terra são os perseguidos, difamados e caluniados por causa de Jesus Cristo (Mt 5:12). Se você não se encaixa nessas virtudes, não as possui, se ninguém te persegue por causa de Cristo, ou da justiça, então você não é sal coisa nenhuma. A função do sal é salgar, e nada mais. Por isso Jesus disse que aqueles que dizem ser sal, mas não tem sabor para salgar, serão desprezados, jogados fora, servindo de tapete para os homens. ▪• Cadê os crentes que incomodam os ímpios apenas com sua presença? ▪• Cadê os crentes que mostram uma calma e paz tão grande em meio a tempestades, que os outros deixam de se incomodar com a tempestade, para se incomodar com a sua paz tentando tirá-la? ▪• Cadê os crentes sal da terra que são maltratados por falar a verdade, mas que provocam sede nos outros, sede pela água da vida que é Cristo! ▪• Cadê os crentes cuja vida é tão correta e justa, que incomodam os que tem vida torta? ▪• Cadê os crentes que não conseguem ter amizade com ímpios, porque os ímpios correm deles para não comer sal? Onde esta o sal da terra nos nossos dias? Pois o que estamos vendo são muitos “crentes” descartáveis, porque foram jogados fora, e estão iguais aos ímpios, sem sabor nenhum. A pergunta é: Como anda sua vida? Por acaso esta sendo pisado pelos homens? Clame a Cristo, clame a Deus! E diga a Ele: 💦 Oh Senhor, não quero ser lançado fora, não quero ser pisado pelos homens, faz-me útil para ti, faz-me sal da terra, converte meu coração e dai-me a virtude do Santo Espírito! Oremos por um avivamento em nós! Pregador Manasses

Ética Cristã, pena de Morte e Eutanásia

Ética Cristã, pena de Morte e Eutanásia

Graça e paz a todos, na lição desta semana estudaremos sobre Ética Cristã, Pena de Morte e Eutanásia, veremos sobre a pena de morte no Antigo e no Novo Testamento, Veremos que a prática da eutanásia vai implicar na ética e na vida do ser humano. A vida do ser humano é o ponto de partida para todos os direitos. É preciso assegurar o direito a vida para podermos assegurar outros valores. A pena de morte e o direito a eutanásia são temas, que frequentemente estão sendo discutidos e aceitos na nossa sociedade. I – A Pena de Morte Nas Escrituras O Antigo Testamento manda que matem, já o Novo Testamento reconhece a pena, mas não normaliza.  A lei no Antigo Testamento ordenava a pena de morte para vários casos: Assassinato (Êxodo 21:12), sequestro (Êxodo 21:16), deitar-se com animais (Êxodo 22:19), adultério (Levítico 20:10), homossexualismo (Levítico 20:13), ser um falso profeta (Deuteronômio 13:5), Prostituição e estupro (Deuteronômio 22:4), e diversos outros crimes. Porém Deus tem mostrado sua eterna misericórdia quando a pena de morte era dada. Por fim, todo e qualquer pecado que nós cometermos deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23). Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos condenando, Mas nos absorvendo. Veja o que diz a palavra de Deus: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8). 1 – No Antigo Testamento No pacto de Deus com Noé e na lei Mosaica a pena de morte aparece como forma de retribuir o mal, provocado por alguém” Sangue por sangue e vida por vida” (Gn 9:6; Êx 21:23). Este era um dos propósitos para punir com a morte assassinos de crimes premeditado (Êx 21:12). A lei não contrariava o sexto mandamento, Porque o verbo hebraico rãtsah, que está presente expressão “Não matarás” (Êx 20:13), significa “Não assassinarás”, isto é, proíbe que o homem tire a vida de outro, porque era proibido matar E se alguém matasse, a lei exigia que o estado fizesse justiça punindo com a morte e para isso, bastava apenas ter duas testemunhas (Dt 17:6). Assim a morte de quem matou era vista como justiça contra a impunidade. Mas, havia exceções, como no caso de Davi que premeditou a morte de Urias, A pena não foi aplicada ao monarca, mas, a punição veio do próprio Deus (2 Sm12:10-12). Que o puniu atraindo a espada sobre a sua própria casa. 2 – No Novo Testamento Aos romanos, Paulo constata a legalidade da pena de morte e que é legitimo o estado usar a espada como punição ao transgressor (Rm 13:4). No entanto o apóstolo não normaliza a aplicação da pena, não ordena e nem proíbe, ele apenas reconhece a existência da lei como punição aos agressores. No evangelho de João, ele registra o caso de uma mulher apanhada em adultério (Jo 8:4). Os escribas e Fariseus exigiram o parecer de Jesus sobre a aplicação da pena de morte para a adultera. No entanto os acusadores se comportaram de forma parcial, trazendo apenas a mulher para ser julgada deixando de fora o adultero e as testemunhas (Nm 35:30; Lv 20:10), Cristo se recusou a participar desse juízo malicioso e irresponsável. Absolveu a mulher, perdoou seus pecados e aconselhou que ela não pecasse mais (Jo 8:11). II – Eutanásia: Conceito e Implicações 1 – O Conceito de Eutanásia A palavra eutanásia vem de dois termos gregos EU que significa “boa” ou “fácil” e, THÁNATOS que significa “morte”, juntando esses dois termos temos “boa morte” que também é conhecida como “morte misericordiosa”, Esse vocábulo foi usado pelo filósofo inglês Francis Bacon (1561-1627). Tecnicamente Eutanásia significa antecipar ou acelerar a morte de pacientes em estagio terminal Ou que estejam padecendo de dores intensas em consequência de alguma doença incurável. É o ato de matar o paciente para não prolongar o seu sofrimento e o da sua família. As formas usadas podem ser classificadas em eutanásia passiva e ativa. A eutanásia passiva, desligam-se todos os aparelhos e máquinas que mantém o paciente vivo; Já a eutanásia ativa aplica-se uma dose de alguma droga que possa acelerar o processo de morte do paciente em estado terminal. 2 – As Implicações da Eutanásia Há três tipos de implicações, a legal, moral e ética. A constituição brasileira assegura a “inviolabilidade do direito à vida” (Art.5º). Assim ela é tida como crime no código penal brasileiro (Art. 122), mas, tramita no senado Federal um projeto de lei no 236/12 do (Novo código penal) Onde um juiz poderá deixar de aplicar punição para quem cometer a eutanásia, seja ela passiva ou ativa. Quanto as questões morais, nos deparamos com a violação do sexto mandamento de Deus “Não matarás” escrito em Êx 20:13. Quando a eutanásia é consentida pelo paciente, sabemos que é pecado o suicídio. A motivação para esta prática parece ser mais de ordem econômica do que humanitária. As perguntas éticas podem ser resumidas em: É lícito exterminar pessoas doentes? Sabemos que só Deus tem o poder sobre a morte. III – A vida Humana Pertence a Deus 1 – A Fonte Originária da Vida O livro de Gênesis nos ensina que Deus trouxe o universo a existência e que Ele próprio sustenta todas as coisas (Hb 1:3). Deus criou toda espécie de seres vivos. A humanidade é uma obra prima de Deus, Ele nos criou a sua imagem e semelhança (Gn 1:27) e essas características que temos não foi dada a nenhuma outra criatura. A vida humana passou a existir por causa da vontade de Deus bem como é até agora, como está escrito “todas as coisas subsistem por Ele” (Cl 1:17). Deus tem o controle de todas as coisas (Dt 32:39). Portanto, o Deus vivo é a fonte originária da vida e só Ele tem autoridade exclusiva para concedê-la ou tirá-la (1 Sm 2.6). 2- O Caráter Sagrado da Vida. A vida do homem é sagrada por que tem origem divina. Por isso é proibido alguém tirar a vida … Ler mais

O Que é Ética Cristã

O que é Ética Cristã? este é o tema da lição que iremos estudar nessa semana. Ética é Parte da Filosofia que estuda os fundamentos da moral; é também um conjunto de regras de conduta. É importante estudar sobre Ética, para aperfeiçoar nossos relacionamentos e conduta na sociedade. Nesta lição veremos O Que é Ética Cristã é como ela é diferente da Ética secular. A Ética secular está fundamentada em valores materialistas e relativistas, enquanto que a Ética Cristã está fundamentada na palavra de Deus, na revelação divina imutável. Diante da época em que vivemos é importante identificar os principais fundamentos da Ética cristã afim de melhorar nossa vida de comunhão com Deus e testemunho cristão à sociedade (Mt 5:13,14). I – O CONCEITO DE ÉTICA CRISTÃ Definição Geral. A palavra Ética, tem origem no vocábulo Grego que significa: costumes ou hábitos. No latim o termo corresponde, a (moral) No sentido de normas ou regras. Ética e Moral. A ciência e a Ética, pode ser entendida como área da filosofia que investiga os fundamentos da moral adotada por uma sociedade. Consequentemente, a moral refere-se ao comportamento social em relação às regras estabelecidas. Essas regras podem variar de uma cultura para outra, isso depende de referencia de autoridade que serve de fundamento para uma conduta social.  Ética Cristã. A Ética Cristã tem como objetivo indicar a conduta ideal para a retidão do comportamento cristão. O fundamento da Ética cristã é a palavra de Deus, por isso não é alterada. Princípios da Ética Cristã. Está no Deus trino, santo e imutável. Deus se revelou nas santas Escrituras, por isso, a bíblia é inspirada por Ele. Os princípios Ético cristão são imutáveis e divinos eles vêm da própria Escritura. São princípios que se aplicam a todas as épocas, pois são universais. Assim esses padrões nunca passarão (Mt 24:35) “o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. II – FUNDAMENTOS DA ÉTICA CRISTÃ   Neste tópico, mostraremos as principais seções bíblicas, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento . Esses assuntos orientam o senso Ético de todo cristão: O Decálogo, As Epístolas, os profetas, os evangelhos, o sermão do monte, as epístolas Paulinas e as Gerais. O Decálogo. Os Dez Mandamentos são preceitos éticos que fazem parte da lei moral de Deus (Êx 20.1-17). Os quatro primeiros tratam da relação do homem para com o Criador: 1. Adorar Exclusivamente a Deus, 2. Zelo Pela Integridade da Vida, 3. Repudio ao Adultério, 4. Proibição ao Furto,  A Mentira e a Cobiça Que é Desejar as  Coisas Que é do Próximo (Ex 20:12-17). Os seis últimos mandamentos referem-se à relação do homem com o próximo: 1. Honra Teu Pai e Tua Mãe, 2. zelo pela integridade de vida, 3. Repúdio ao Adultério, 4. Proibição ao Furto, 5. A Mentira 6. A Cobiça (Êx 20:12-17). Jesus ensinou que os dez mandamentos se resumem nesses dois: Amar a Deus e Amar o próximo (Mt 22:37-39). Os Profetas. A mensagem que os profetas traziam no Antigo Testamento tem uma grande influência para os seguidores de Jesus, no sentido da Ética e da moral (Jr 17:1-11; Ml 1:6-14; 2:10-16) Abarcando as esferas sociais Temos: (Is 58; Ml 2:1-15) e nas Espirituais (Jr 31:31,32) Os Evangelhos. Evangelho são as boas novas de salvação (Mt 9.35). Os evangelistas registraram mensagem de arrependimento, renuncia ao pecado, oferta de perdão, esperança de salvação e por fim identidade de vida. (Mt 3:2; Lc 1:77). Todos os que seguem a Cristo são convocados a viverem as doutrinas do Evangelho e a adotarem uma Ética e moral do reino de Deus como estilo de vida. (Mc 10:42-45) O Sermão do Monte. O sermão do monte, contém o mais alto princípio de ideia moral. Nele são revelados à ética e a moral do reino de Deus em questões como: 1. a ira, 2. o adultério, 3.o divórcio, 4.o juramento, 5.a vingança e 6. o amor (Mt 5.22,28,32,37,39,44); também o sermão aborda à esmola, a oração e os jejuns (Mt 6.1,5,16); Por isso o Senhor convida, seus seguidores a priorizarem o reino de Deus e a sua justiça (Mt 6:33) As Epístolas Paulinas e Gerais. As epístolas Paulina trazem ensinamentos aprofundados sobre a nossa relação Com Deus, observe Romanos: 12:1,2; Com relação ao estado: 1 Pe2:11-17; Com relação ao próximo: Romanos 13:8-10; A injustiça social: Tg 2:1-13; 5:1-6; E a questões da sexualidade cristã e do casamento (1Co 6:12-20; 7:10-24). III – CHAMADOS A VIVER ETICAMENTE Os israelitas foram reprovados em não obedecer a lei moral Outorgada, ou seja, dada imposta por Deus no deserto. As escrituras falam acerca do perigo de não vivermos o ideal ético do Reino de Deus (1Co 10:5) “Mas Deus não se agradou da maior parte deles, por isso foram prostrados no deserto.”  “Não Cobiceis as Coisas Más.” Em coríntios Paulo adverte a igreja, para não cobiçar (1 Co 10:6): “E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.” (Nm 11:4,5) os israelitas quando estavam atravessando o deserto, cobiçaram o que lhe era proibido e por isso sentiram saudades do Egito. Ainda hoje alguns pseudocristão = duvidoso, mentiroso, falsos crentes que desejam e preferem os prazeres do mundo. Essas pessoas preferem o hedonismo e a escravidão do pecado, do que cumprir a lei moral de Deus. hedonismo = O hedonismo é caracterizado como uma doutrina moral que defende que o único propósito da vida é a busca pelo prazer.  “Não Vos Torneis Idólatras.” Em coríntios o apóstolo exorta a respeito da idolatria (1 Co 10:7) “Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar.” Enquanto Moisés estava recebendo as tábuas da lei os israelitas se denigriam adorando um bezerro de ouro (Êx 32:1-6). A idolatria não é apenas adorar uma imagem. Falsos crentes despreparados e desprovidos da ética contidas nas Escrituras adoram o dinheiro e os bens materiais. A bíblia chama de idolatria (Cl 3:5) “Não Nos Prostituamos.” O apóstolo alerta acerca da … Ler mais

Os Gigantes da Fé e o Seu Legado Para a Igreja

Os Gigantes da Fé e o seu Legado para a Igreja

Os Gigantes da Fé e o Seu Legado Para a Igreja, Na lição desta semana o autor aos Hebreus acaba de fazer uma longa exposição sobre a supremacia de Cristo, o seu sacerdócio e a nova aliança em relação à antiga. Essa exposição começa do primeiro capítulo e se estendeu por quase todo o capítulo dez. Ele faz um resumo da vida de homens e mulheres de Deus no antigo pacto, mostrando que isso deveria servir de exemplo para os crentes da nova aliança. I – A FÉ QUE GERA CONFIANÇA EM DEUS O Sacrifício de Abel. O autor inicia sua galeria de fé, falando de Abel, (Hb 11:4). Abel foi um homem que ousou em confiar em Deus pois ofereceu um sacrifício que agradou ao Senhor. Há especulações sobre a natureza do sacrifício Abel, apesar das escrituras nada falarem a este respeito. O que é importante, é que a fé de Abel, diferente da fé de Caim, agradou a Deus e que ele teve uma fé operante, diferente da fé do seu irmão Caim. Para o autor aos hebreus, os cristãos deveriam ser como Abel, confiantes em tudo, pois o cristo a quem seguem é superior, a Abel em tudo (Hb 12:24). O Testemunho de Enoque. Poucas coisas a bíblia relato sobre a vida de Enoque, mas o pouco que sabemos podemos notar que ele era um homem de fé e confiança (Hb 11:5). Somente dois personagens foram citados pela bíblia que não experimentaram a morte e Enoque é uma deles. A bíblia relata que ele foi transladado, porque andava com Deus. Veja que grande exemplo temos no caminhar com Deus, andar com Deus é a melhor coisa que pode acontecer na vida de um cristão. A Confiança de Noé. Jesus refere-se a Noé, no seu sermão como de uma época em que as pessoas eram insensíveis umas com as outras. Era uma geração bem parecida com a nossa, neste tempo se vivia o hedonismo, as pessoas se preocupavam apenas com aquilo que dava prazer imediato(Mt 24:37-39), Eles não perceberam, mas Noé sim, “Pela fé, Noé, divinamente avisado das  coisas  que ainda não se viam, temeu, e,  para salvação da sua família, Preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé” (Hb 11:7). II – A FÉ QUE FAZ VER O INVISÍVEL A Obediência de Abraão. O autor também fala da fé de Abraão, o patriarca das nações, todos os exemplos que demos até agora são tidos como exemplo de fé, Mas, nenhuma se compara a fé de Abraão. Quando chamado por Deus para uma terra desconhecida e longe dos seus parentes, Abraão obedeceu e sua fé o guiou (Hb 11:8). Todos os cristãos deveriam seguir os passos de Abraão em obediência e fé.  A Fidelidade de José. A palavra de Deus, testemunha sobre a fé de José que ainda sendo vendido por seus irmãos nunca se vendeu, A fé que ele tinha o manteve vivo no Egito. É essa fé que nos faz enxergar o invisível (Hb 11:22). É essa fé que nos faz ver o desconhecido e acreditar no futuro. Permanecer firme em meio a tentação, fugir do pecado e manter-se fiel a Deus  honrando seu superior, fizeram de José um grande exemplo para nós.  A Determinação de Moisés. Moisés liderou o povo judaico durante 40 anos no deserto, mas sua jornada de fé, começou bem antes (Hb 11:24,25). Moisés foi ousado, determinado, confiante e cheio de fé. Sua fé permitiu que visse o invisível pois teve: “por maiores riquezas, o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito” (Hb 11:26). Que bom se todos os cristãos seguissem o seu exemplo. III – A FÉ QUE DÁ PODER PARA AVANÇAR A Ousadia de Josué. Coube a Josué a missão de introduzir o povo dentro da terra prometida, mas isso só seria possível quando Jericó caísse. Não adiantaria nada ficar fora da terra prometida, jerico era uma fortaleza e o povo hebreu despreparado. O autor não mostra como eles venceram, mas que com certeza foi pela fé (Hb 11:30), que fizeram eles avançar rumo a terra prometida e vencerem uma guerra, que aos olhos humanos estaria perdida, mas aos olhos da fé Israel foi mais que vencedor. vamos tomar o exemplo de Josué e prevalecer nas batalhas. A Coragem de Raabe. Raabe escapou com vida da queda de Jerico pela fé (Hb 11:21), essa mulher está regada de coragem, fé e determinação. Mas pela fé ela ainda fez mais, pela fé, Raabe, mesmo sendo gentia, entrou na linhagem do povo de Deus (Mt 1.5). Deus não faz acepção de pessoas, somos todos iguais pernte Deus. Tome isso por exemplo, pois todos somos iguais aos olhos de Deus. O Heroísmo de Gideão. O autor termina sua lista de heróis com Gideão que era um dos juízes durante o regime tribal israelita (HB 11:32). Gideão venceu uma batalha impossível, com apenas 300 homens e enfrentando todo tipo de desvantagens, Mas tinha a promessa de Deus e pela fé foi vencedor. Deus conta com quem tem fé e determinação. CONCLUSÃO O autor compara o caminhar de vários personagens bíblicos com a carreira proposta aos cristãos. Os personagens tinham em comum o longo e desafiador percurso. Todos conseguiram chegar ao seu destino sem retroceder, caminhando sempre com fé pois acreditavam que a fé derruba todos os obstáculos, abate o inimigo e levanta o caído. Assim seremos vencedores se prosseguirmos a carreira que nos é imposta com fé e determinação. Veja Outras Lições Aqui

Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança

Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança

Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança, este é o tema da lição que estudaremos está semana. O autor aos Hebreus usa sua argumentação a respeito do sacerdocio e do sacrificio de Cristo. Ele reserva toda a seção do capitulo 10:1-18, para lembrar, reforçar e concluír os argumentos que antes eram expostos sobre a eficiência da obra expiatória de Jesus. Depois ele destaca vários privilégios desfrutados pelos crentes graças a superioridade da Nova Aliança, tais como o acesso direto a Deus, graça e mediação de Cristo Cristo. Mas ao mesmo tempo que destaca as benções, o autor também chama a atenção para as responsabilidades que vem delas. I – A Dádiva da Nova Aliança 1. Uma Única Oferta. O Antigo Testamento destaca centenas de sacrifícios que eram realizados todos os anos no culto judaico. Era impressionante a quantidade de animais mortos nessas celebrações. Estudiosos e especialistas da cultura e na língua Judaica afirmam Que em determinadas situações os filhos de Arão (Nadabe e Abiu) se gabavam de ficar cobertos de sangue sacrificial até os tornozelos. No livro guerras Judaicas o historiador Flávio Josefo fala em centenas de milhares de sacrifícios, Mas para o autor aos Hebreus esses sacrifícios não passam de uma sombra da qual Cristo era a realidade (Hb 10:1). “Enquanto que Cristo com apenas um sacrifício realizou a obra da redenção.” 2. Um Único Ofertante. A oferta, como o ofertante foram um único. Como já havíamos falado antes, o autor destaca Cristo como sacerdote e rei. Esta é a diferença entre: sistema sacerdotal entre leviticalismo e o do cristianismo. À semelhança com Melquisedeque, Cristo não apenas deixa oficializado como sacerdote, mas também governa como rei. Depois de fazer a purificação do pecado do povo com seu próprio sangue, Ele agora como rei assentou-se a direita de Deus (Hb 1:3). 3. Uma Única Vez. Uma única oferta, uma única vez, por um único sumo sacerdote (Hb 10:10)! O autor aos Hebreus destaca como ponto único o caráter do sacrifício de Cristo. Em quanto os sacrifícios da Antiga Aliança precisavam ser constantemente repetidos, O sacrifício de Cristo, foi feito uma única vez em favor de todos. Isso nos deixa claro, sem sombras de dúvidas, que os sacrifícios de animais eram imperfeitos e jamais poderiam aperfeiçoar alguém e por outro lado o sangue de Jesus Cristo, pode satisfazer a justiça de Deus. II – Os Privilégios da Nova Aliança 1. Regeneração. No capitulo 8 o autor mostra a diferença da antiga e da Nova aliança considerando o contraste em seu aspecto cerimonial e ritual. Os muitos sacrifícios e rituais que não podiam causar mudança interna. A grandeza da Nova Aliança Está na mudança interna que ela produz no coração (Hb 10:16), em outras palavras o apóstolo Paulo diz a mesma coisa em (Rm 2:29). 2. Adoração. A Adoração na antiga aliança era imperfeita, porque poucos tinham acesso à presença de Deus. O povo era representado pelos sacerdotes. Na Nova Aliança o próprio crente tem acesso ao lugar santíssimo por intermédio de Jesus Cristo, o perfeito Sumo sacerdote (Hb 10:19). A única atitude necessária, é de chegarmos a Deus “com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa” (Hb 10:22). 3. Comunhão. O autor de Hebreus tem o conceito da igreja como o corpo de Cristo. A igreja só passou a existir depois do calvário, Embora antes os antigos povos formavam uma “congregação no deserto”, não era igreja no sentido Hebreus Sem comunhão, sem congregação, não há igreja. É impossível ser crentes sozinhos , isolados assim como é  importantíssimo Para a saúde espiritual do crente desfrutar da perfeita comunhão com Deus e com os irmãos. III – As Responsábilidades da Nova Aliança 1. Vigilância. O autor aos hebreus faz um duro tom de exortação nos cap. 2 e 6. Com certeza que ele acreditava que o crente poderia decair da graça. Em primeiro ele aconselha o crente a se firmar na fé (Hb 10:23). Outra duas vezes o autor já havia falado a palavra “reter”. Essa palavra é usada no evangelho de Lucas, para os que “retêm a palavra”, para não se desviar dela. Esse apego do autor era justificado segundo a pergunta feita por ele em (Hb 10:29): “Quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?” 3. Confiança. O autor aos Hebreus tenta animar os crentes, mencionando o histórico de vida deles. Lembrando que eles tinham experimentado sofrimento, abandono, mas, Mesmo assim permaneceram firme, dai o questionamento do autor, Porque eles estavam perdendo a confiança? Quando o crente perde a capacidade de confiar em Deus, ele perde a motivação pelas coisas celestiais “O céu é para quem tem esperança”. 3. Perseverança. O autor acaba o capítulo mostrando que na jornada o crente deve ter paciência (Hb 10:36), Essa palavra “paciência” e “perseverança “que no grego se escreve “hypomoné” aparece 32 vezes no Novo Testamento. CONCLUSÃO  No final desta lição podemos observar que o autor esgota o assunto em torno do Sacerdócio de Cristo, comparando detalhadamente as duas alianças, para mostrar a superioridade da Nova Aliança em relação a antiga. Com tudo o cristão não deve se acomodar e nem negligenciar a Nova Aliança, abusando da graça e do poder de Deus, ao invés disso o cristão deve demostrar vigilância e perseverança no caminhar com Cristo. Veja Outras Lições Aqui

Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança

Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança

A lição desta semana, Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança, tem por finalidade mostrar a diferença entre a antiga e a nova adoração usada pelo sistema sacerdotal da antiga aliança e a nova aliança com serviços pestados por Jesus Cristo no tabernáculo eterno da nova aliança.  I – O Culto E Seus Elementos na Antiga Aliança  O culto e seus utensílios. A semana passada o autor demostrou ter muito conhecimento, ao falar do tabernáculo e dos seus utensílios. O autor tem na mente as duas principais divisões do antigo santuário, o lugar santo, onde estavam o candelabro e a mesa dos pães da preposição. E o segundo compartimento onde ficava a arca da aliança e o incensário de ouro, o santo dos santos que estavam divididos apenas por cortinas.  O Culto: Seus Oficiantes e Liturgia. Existia toda uma tipologia bíblica e cada componente do tabernáculo tinha uma simbologia, O candelabro por exemplo representava o testemunho do povo de Deus; a mesa dos pães da proposição, representava a comunhão com Deus; O altar do incenso representava a oração, e a Arca do Concerto a presença de Deus. No lugar santo os sacerdotes entravam todos os dias para prestar culto Enquanto no lugar santíssimo, só o sumo sacerdote entrava uma vez por ano para oficiar. Todo esse serviço prestado Não passava de uma sombra que não resolvia o problema da culpa. Cristo entrou no santo dos santos para resolver o problema do pecado e da culpa II – A Eficária do Culto na Nova Aliança  Uma Redenção Eterna. A diferença entre a antiga e a nova aliança era muito grande e podia se ver no contexto de cada uma. O culto levítico com seus rituais trazia apenas pureza cerimonial enquanto que o sacrifício de Cristo na cruz trouxe a redenção eterna, Ou seja, “libertação mediante o pagamento de um preço” esse é o significado da palavra grega “lytrôsis” ou seja: “redenção”. Uma Consciência Limpa. Os sacrifícios da antiga aliança, tinham um aspecto cerimonial, eles não conseguiam tratar com o problema interno do homem, Esses sacrifícios cobriam os pecados da humanidade, mas não removiam. Com tudo o sacrifício de Cristo na cruz, purifica e limpa a consciência tornando-a apta para a adoração a Deus. Uma Herança Eterna. A purificação tem um efeito imediato e vem através do sangue do Jesus, isso vemos na palavra do autor (Hb 9:15), Quando ele afirma que os chamados receberam a promessa da herança eterna. Essa herança eterna, traduzida do grego Kleronomia Traz o sentido de algo que alguém por direito possui. Já no Novo Testamento é usado em relação a coisas terrenas e celestiais (Lc 12:13), Dando um sentido de que Cristo nos chamou para uma aliança incorruptível (1 Pe 1:4), por esse motivo a nossa herança é celestial, espiritual e eterna. III – A Singularidade do Culto da Nova Aliança  O Santuário Celeste. Nós vimos na aula passada, que o tabernáculo terrestre é um tipo de santuário celeste, onde Cristo tem o oficio de sumo sacerdote (Hb 9:24). O culto na antiga aliança em seu santuário terrestre era apenas uma sombra onde o santuário celeste é a realidade. Entendemos que o verdadeiro modelo de adoração não pode ser visto se olharmos para a terra e sim para o céu.  Um Sacrifício Superior. O serviço que era prestado pelos sacerdotes no culto de adoração do Antigo testamento é contrastado com o serviço de Cristo na nova aliança. Os sacerdotes precisavam repetir o seu sacrifício ao contrário de Cristo que fez apenas um sacrifício e não precisou de sangue de animais (Hb9:25). O culto realizado no antigo concerto era imperfeito, porque os seus sacerdotes eram imperfeitos também. O verdadeiro culto é perfeito e só foi possível porque o cordeiro de Deus deu-se em nosso lugar.  Uma Promessa Gloriosa. O culto na antiga aliança é encerrado com uma frase de promessa: “Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação” (Hb 9:28). O autor aos Hebreus resume a obra de Cristo, dizendo que “se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb 9:26). Agora comparece por nós no céu (Hb 9:24), mas aparecerá para levar-nos ao seu lar (Hb 9:28). A base destes “três tempos de salvação” está consumada na cruz do calvário. CONCLUSÃO O objetivo de mostrar a diferença entre a Antiga Aliança e a Nova Aliança, foi conseguido com sucesso. A adoração terrena da antiga aliança era imperfeita, incompleta. Enquanto o novo pacto é firmado em princípios celestiais, eternos e perfeitos. A nossa adoração é superior a antiga aliança porque o nosso Senhor encontra-se acima dos anjos. Veja Outras Lições Aqui

Uma Aliança Superior

Uma Aliança Superior

Uma Aliança Superior, este é o assunto que iremos estudar nesta semana. O autor revela no  capítulo 8 da carta aos Hebreus, uma aliança, um santuário, um sumo sacerdote, e um ministério igualmente superior. O antigo santuário (terreno) deu lugar a um novo santuário (celestial), onde o próprio Jesus tem um oficio de Sumo Sacerdote. Mas Jesus não é apenas Sumo sacerdote, Ele é, Sumo Sacerdote-Rei. Que está sentado a direita do pai para interceder pelo seu povo. A antiga aliança tornou-se ultrapassada diante da Nova Aliança, por ter natureza espiritual e se firmar em promessas superiores. I – UM SANTUÁRIO SUPERIOR 1. Pertencente a Uma Dimensão Superior. Tanto Judeus como cristãos estavam familiarizados com a figura do tabernáculo de Moisés. Todas as instruções para a construção do Santuário, dadas por Deus a Moisés, estavam no livro de Êxodo (Êx 25:1-9). Todas as recomendações dadas a Moisés, conforme os registros das Escrituras, eram para a construção de um santuário, onde Deus Habitaria com eles, observe (Êx 25:8). Portanto essa era a finalidade terrena do tabernáculo móvel. E era nesse tabernáculo, que tanto os sacerdotes como o Sumo Sacerdote exerciam seu ministério. Portanto foi no santuário Celestial, que Cristo entrou para oficializar como sumo sacerdote em nosso favor. Para o escritor aos Hebreus, esse tabernáculo é o próprio céu que é chamado de “Verdadeiro Tabernáculo” porque pertencer a uma dimensão celestial (Hb 8:2). 2. Possuidor de Uma Natureza Superior. O santuário terreno mesmo tendo sido construído com metais preciosos, não era o verdadeiro tabernáculo, mas apenas o modelo dele. Observe (Hb 5:8) “Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou” Esse santuário terreno era na verdade um tipo que apontava para o santuário celestial. “O santuário terreno era o lado visível de uma realidade invisível, mas real!” Foi nesse santuário que Jesus tornou-se “ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo” (Hb 8:2). 3. Possuidor de Uma Importância Superior. O contraste entre esses dois tabernáculos é muito evidente. Certo autor destaca três grandes importâncias dos tabernáculos terrestre: 1°) Relacionamento e Comunhão O tabernáculo propiciava todas as condições necessárias para manter o relacionamento com Deus em comunhão. Enquanto que no tabernáculo celestial essa condição é totalmente satisfeita. 2°) Garantia da Presença Divina O tabernáculo era a garantia da presença divina no meio do seu povo. E isso fazia com que o tabernáculo se conforme em cada detalhe ao seu caráter divino. Deus quer um santuário; O Deus santo exige um povo santo. 3°) Perfeição e Harmonia do Caráter de Deus O tabernáculo revelava a perfeição e a harmonia do caráter de Deus vista na arquitetura como nas peças em metais, O grau de santidade exibido no átrio, o lugar santo e o santo dos santos. Tudo isso mostrando apenas a sombra da perfeição do tabernáculo celeste. II – UM MINISTÉRIO SUPERIOR 1. No Aspecto Posicional. Através dos seus argumentos, o autor mostra que Jesus deve ser visto como sumo sacerdote-rei. Na lição anterior vimos que no Antigo Testamento nenhum rei exerceu a função de sacerdote-rei. Apenas dois reis tentaram ser sacerdotes, mas isso não lhes caiu muito bem, foi o caso de Saul e Uzias. Só Jesus Cristo conseguiu cumprir as exigências da profecia bíblica descrita em (Sl 110:4) e ser o único sacerdote rei de uma ordem superior a ordem de Melquisedeque. 2. No Aspecto Funcional. No Antigo Testamento, os sacerdotes entravam várias vezes no tabernáculo para oferecer seus sacrifícios, o Sumo sacerdote só uma (Hb 8:3). Cristo tinha a semelhança ao sistema sacerdotal arônico, embora fosse diferente pois Ele mesmo se deu em sacrifício (1 Co 5:7). Diferente dos sacrifícios Levitas o sacrifício de Cristo não se repete, foi feito de uma vez por todas. 3. No Aspecto Cultual. A atividade do sumo sacerdote e as outras funções exercidas pelos sacerdotes era restrita ao culto. Havia ainda nos seus dias sacerdotes que ofereciam sacrifícios e ofertas de acordo com a lei (Hb8:4). Assim o sacerdócio de Cristo era superior em tudo, porque sua atividade cultural era realizada no santuário celestial III – UMA PROMESSA SUPERIOR 1. De Natureza Interior e Espiritual. Na antiga aliança Deus chamou Israel para ser seu povo. Deus escreveu em tábuas de pedra a aliança que fez com seu povo e desta maneira revelou o seu lado exterior, desta maneira a lei agia de fora para dentro (Hb 8:9). Como o povo falhou e não conseguiu cumprir com as suas exigências, Deus prometeu fazer uma nova aliança. A lei de Deus não seria mais escrita em táboas de pedras, mais no coração, do lado de dentro, não do lado de fora como na antiga aliança. 2. De Natureza Individual e Universal. A antiga aliança é diferente da nova, quanto ao seu alcance, na antiga aliança nem todos conheciam a Deus, o conhecimento estava restrito ao sacerdote, escribas, e aqueles que estudavam minunciosamente as leis, era comum se encontrar nos tempos de Jesus, os Mestres da lei, essas pessoas eram constantemente consultados sobre os detalhes do Torá. Na nova aliança o Senhor nos prometeu: “todos me conhecerão” (Hb 8:11), e o conhecimento do Senhor está disponível a qualquer um que queira 3. De Natureza Relacional. Podemos evidenciar a natureza relacional observando este versículo: “Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais”(v.12). A nova aliança é um pacto de misericórdia, graça e perdão. Na nova aliança em vez de uma “recordação de pecados todos os anos” como descreve (Hb 10:3 – ARA). Agora na nova aliança Deus não se lembra mais do pecado de ninguém. Conclusão: Durante toda a lição o autor aos Hebreus já havia mostrado que o sacerdócio de Jesus era superior ao arônico, levítico; vindo de uma ordem pertencente a de Melquisedeque. Agora o autor mostra que esse sacerdote possui um ministério superior porque governa de um santuário superior, e como nós desfrutamos dessa aliança superior nós também desfrutamos de promessas bem mais superiores, e damos-lhe glórias a Deus por essa benção. … Ler mais

Jesus – Sumo Sacerdote de Uma Ordem Superior

Jesus - Sumo Sacerdote de Uma Ordem Superior

Na lição desta semana, Jesus – Sumo Sacerdote de uma Ordem Superior, o autor apresenta o sacerdócio de Jesus em uma nova perspectiva, Jesus é um sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110:4 cf. Hb 7:17). O autor mostra que a profecia do Salmista revela um sacerdócio de uma ordem, superior à de Arão e à levítica que teve seu cumprimento em Jesus (Hb 7:13). Mesmo Jesus tendo a mesma ordem sacerdotal, em (Hb 7:3) o autor afirma: “foi feito semelhante ao filho de Deus” com essas palavras o autor afirma que Jesus mesmo pertencendo a mesma ordem sacerdotal que Melquisedeque era superior a ele. Existem muitas especulações sobre Melquisedeque, mas devemos vê-lo como uma figura histórica de natureza tipológica, Ele deve ser visto como um tipo que aponta para Jesus, mostrando que o sacerdócio de Cristo é de natureza eterna, imutável e perfeita.  I – QUANTO AO ASPECTO DE SUA TIPOLOGIA 1 – Um Sacerdócio Com Realeza. Em Hebreus 7:2, o autor destaca que Melquisedeque era sacerdote e rei, pois recebeu dízimo de Abraão como sacerdote e governava Salém como rei. Só o sacerdote levita poderia oferecer sacrifícios e representar o povo diante de Deus (1 Sm13:9,13; 2 Cr 26:16-18). Aos sacerdotes não eram reis, a ordem do sacerdócio não previa a existência de um sacerdote- rei. Para o contexto bíblico só poderia acontecer a existência de um sacerdote-rei se fosse segundo uma outra ordem. Jesus era levantado por Deus segundo essa nova ordem, da qual Melquisedeque é o tipo (Sl 110:4). 2 – Um Sacerdócio Firmado na Justiça. O autor aos Hebreus destaca que Melquisedeque era “rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz” (Hb 7:2). A história de Melquisedeque aparece em Genesis 14:18-20 e tem no contexto a guerra dos cinco reis, contra quatro que aconteceu no vale do rei. O autor interpreta Melquisedeque, que significa Sedeque é rei, como rei da justiça, escrito em, (Hb 7:2). Não temos dúvida de que Melquisedeque é um tipo de Jesus, que iria reinar com justiça num reinado sem fim (Is 32:1; Jr 23:5; Lc 1:33). 3 – Um Sacerdócio Com Legitimidade Divina.  “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.” (Hb 7:3) Essa expressão “sem pai, sem mãe, sem genealogia” – demostra o contraste entre o sacerdócio levítico e o de Melquisedeque. O sacerdócio levítico dependia da genecologia para poder ser legitimo, quem não fosse da tribo de Levi não podia exercer essa função sacerdotal. O autor de Hebreus mostra que o sacerdócio de Melquisedeque não dependia de genecologia e ainda assim era legitimo, Da mesma maneira o sacerdócio de Jesus Cristo era também legítimo, porque pertencia a uma ordem superior, a ordem de Melquisedeque. II – QUANTO AO ASPECTO DE SUA NATUREZA 1 – Um Sacerdócio Perfeito. A palavra Grega teleiôsis que significa (perfeição), o autor usa no cap. 7:11, essa palavra significa também (alvo a ser atingido). Neste contexto esta palavra é usada Nesse contexto esta palavra é usada para se referir ao relacionamento com Deus. observe que nem a lei e nem o sistema sacerdotal do Antigo Testamento pode resolver o problema da culpa e produzir o perdão que a santidade de Deus exigia da humanidade. O autor destaca que esse problema só podia ser resolvido por um sacrifício perfeito que nenhum levita poderia realizar. 2 – Um Sacerdócio Imutável. Continuando no capitulo 7 vemos que “mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei” (Hb 7:12). No Salmo 110:4 O Espírito Santo tinha falado por boca de Davi que chagaria um sumo sacerdote que seria de outra ordem, A ordem de Melquisedeque. E que ia se instalar uma nova ordem, isso significa que a antiga passaria. Quando essa profecia fosse cumprida a lei mosaica e o sacerdócio levítico seriam antiquados, ultrapassados. Só o sacerdócio de Jesus não poderia ser mudado. 3 – Um Sacerdócio Eterno. O sacerdócio de Cristo “não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível” (Hb 7:16). É uma referencia a ressureição de Jesus e sua vitória sobre a morte, mostrando assim o seu caráter eterno. Cristo não foi sacerdote por imposição humana e sim atribuição divina. Como diz o versículo 17: “Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 7:17). III – QUANTO AO ASPECTO DE SEUS ATRIBUTOS 1 – Um Sacerdócio Santo. Como atributo de Deus a santidade é afirmada pelo autor aos hebreus que sem “a santificação, […] ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). Que o sumo sacerdote não apresentasse defeito nenhum, incluindo o físico (Lv 21:16-23). Devido a condição humana nem os sacerdotes eram perfeitos como o sistema levítico era todo imperfeito. Só Cristo podia atender as exigências de um sacerdócio santo e perfeito (Hb 7:26). 2 – Um Sacerdócio Inculpável. Todas as exigências de uma vida santa e pura, requerida para um sumo sacerdote, foram cumpridas por Jesus. Além de todos esses atributos ele deveria ser também inocente (Hb 7:26). A palavra AKAKOS, traduzida como inocente, Significa também sem maldade, descrita como ausência de tudo que é ruim e errado. Pedro, afirmou que Jesus: “não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano” (1 Pe 2:22). No sacerdócio de Cristo, não havia culpa e nem imperfeição. 3 – Um Sacerdócio Imaculado. No capítulo 7:26, o autor aos Hebreus usa um termo “AMIANTOS” para dizer que Jesus é um sacerdote “sem macula”, que tem o sentido de “sem machas”, Estava sendo usada também, no contexto bíblico para se referir tanto a pureza ética como a pureza ritual. Foi a essa vida ética e não apenas ritual que o autor retrata o Senhor Jesus Cristo como sendo “separado dos pecadores”. Jesus assumiu a forma humana e se fez pecado pelos homens (2 Co 5:21), mas sem pecar. CONCLUSÃO O único texto escrito no Novo Testamento … Ler mais

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia é a lição que estaremos estudando está semana, em Hebreus 5:12, o autor teria dito que os crentes necessitavam que alguém lhe ensinasse os rudmentos da fé. A vida Cristã é como uma dinâmica e exige dos discipulos um esforço além dos primeiros passos. Isso não acontecia com a comunidade em que o autor estava se relacionando, Muito pelo contrário, os irmãos davam sinais de cansaço, imaturidade e negligencia espiritual e como consequência o esfriamento e o fracasso na fé. O autor mostra que para não cair é necessário que se tenha fé e confiança nas promessas de Deus. I – A NECESSIDADE DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Arrependimento e fé. Bem sabemos que a doutrina do arrependimento e da fé não é mais necessária, o que o autor quer mostrar é quê ela é importante, Mas o que constitui o ABC doutrinário da fé cristã? Segundo Marcos 1:15, a vida cristã começa com arrependimento e fé. Em diversos versículos, a bíblia nos mostra que para ser salva, primeiro deve-se crer (Mc 16:16; At 16:31; Rm 1:16; Ef 2:8; 1 Tm 1:16) Portanto não para por aí, há um longo caminho pela frente e seus leitores parece que tinham estacionado na jornada.  Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Batismos e Imposição de Mãos. Em hebreus 6:2, temos o segundo bloco de fundamentos da doutrina que o autor ensina sobre batismo e imposições de mãos. O contexto mostra em Hb 6:2, que temos como referencia o batismo cristão em contraste com outros batismos no judaísmo. Na igreja primitiva o batismo em águas, era necessário para o arrependimento para remissão dos pecados (Mc 1:4; At 10: 47), O batismo não tinha poder de salvar, era feita essa prática para como um testemunho público demostrando a fé em cristo. Por outro lado, a doutrina das imposições das mãos é comprovada em várias passagens bíblicas, Mas era demostrada como um símbolo exterior da prática da oração (At 6:6; 13:3). Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Ressurreição e Juízo. Fica comprovadamente legal para o leitor do Novo Testamento, que a pregação feita pelos apóstolos era fundamentada na ressureição de Jesus (At 4:33; 17: 18). O autor demostra que a doutrina da ressurreição dos mortos como a doutrina do juízo vindouro, são fontes de esperança para os cristãos (Hb 10: 36,37). Essas doutrinas eram indispensáveis para que o cristão tivesse sua expectativa no povir. Mas não ficaria só aí, deveriam avançar, Porque crescer espiritualmente é ir além das doutrinas do arrependimento e da fé, do batismo, da imposição das mãos, da ressurreição e do juízo. O autor aos Hebreus coloca a renúncia de uma religião ou da fé religiosa como algo que é possível um perigo real que precisa ser evitado por quem nasceu de novo. II – A NECESSIDADE DA VIGILÂNCIA ESPIRITUAL Apostasia, uma possibilidade para quem foi iluminado e regenerado. Em Hebreus 6:4, as palavras do autor começam com um vocábulo Grego adynato, é traduzido aqui como “impossível”. Essa tradução nos diz, que a advertência é mais forte em todo o Novo Testamento, essa advertência é a respeito de decair da graça. Algumas pessoas observam que o seu sentido aqui é destacar o que vem depois da conversão, observe: (Hb 6:4) “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo,” Podemos observar que o autor se refere a crentes, e não de descrentes, pois os descrentes não foram iluminados nem tão pouco experimentaram do dom celestial. Já no 10:32, o autor usa a expressão iluminados para se referir a conversão dos seus leitores. Observe que as palavras: “Uma vez” descrita em (HB 6:4) e a palavra “outra vez” que está em (Hb 6:6), Mostrando o antes e o depois da conversão dos seus leitores. Essas expressões são usadas para pessoas que são regeneradas. A apostasia, que nos traz o perigo de decair a fé, é demostrada pelo autor de Hebreus como algo que pode ser feito ou acontecer, Ou seja é um perigo real, que deve ser evitado por quem teve o novo nascimento em Cristo Jesus. Apostasia, Uma Possibilidade Para Quem Vivenciou a Palavra e o Espírito. Para decair, ou seja, tombar, o cair da graça é colocada para aqueles que “se fizeram participantes do Espírito Santo e provaram da boa palavra” (Hb 6:4,5). O autor já havia falado como uma pessoa se torna participantes de alguma coisa. Os crentes salvos se tornam participantes da vocação celestial, Isso é o que relata (Hb 3:1), participantes de Cristo (Hb3:14), da mesma forma se tornaram participantes do Espírito Santo (Hb 6:4). O texto mostra que a mensagem foi realmente enviada para às pessoas regeneradas, para crentes que realmente Tinham se tornado participantes do Espírito Santo (Jo 14:17) e da palavra de Deus. Somente os nascidos de novo, Aqueles que foram regenerados participam do Espírito Santo e da palavra de Deus (At 8:14; 1 Ts 2:13). Portanto esta é uma advertência para os salvos. Apostasia, Uma Possibilidade Para Quem Viveu as Expectativas do Reino. Esses crentes que o autor estava se referindo experimentaram “as virtudes do século futuro” (HB 6:5). Essa expressão é usada no contexto da cultura Neotestamentaria, que se refere a uma porção do Novo Testamento. Assim que receberam a Cristo como seu salvador, eles já participam antecipadamente, da benção do reino de Deus. O estado de vigilante é requerido para os salvos que ingressaram neste reino. Quem desprezar a Graça de Deus, Jamais vai se tornar um “cidadão real” deste reino. Quando eu, você recebeu à Jesus como nosso único e suficiente Salvador pessoal nós já fazemos parte antecipadamente das benções do Reino de Deus. Ainda que não recebemos o reconhecimento dos homens, teremos o reconhecimento de Deus. III – A NECESSIDADE DE CONFIAR NAS PROMESSAS DE DEUS O Serviço Cristão e a Justiça de Deus. O autor usa um tom forte motivando e deixando claro que … Ler mais

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