Estudo 5/5 da Primeira Carta aos Coríntios – Quando Deus prepara a igreja para viver em poder, ordem e eternidade

1° Carta de Paulo aos Coríntios – Estudo Bíblico

🔥 Quando Deus prepara a igreja para viver em poder, ordem e eternidade   Depois de alinhar a vida pessoal, os relacionamentos, a consciência e o comportamento no culto, Paulo agora entra no nível mais visível da espiritualidade da igreja: as manifestações espirituais. E aqui existe um perigo muito grande. Porque é possível ter manifestação… sem maturidade. É possível ter dons… sem caráter. E é exatamente isso que Paulo começa a tratar, deixando claro desde o início que não quer que a igreja seja ignorante acerca das coisas espirituais (1Co 12:1). Ou seja, não basta sentir… tem que entender. E isso me leva a perguntar: Quando é que você vai estudar teologia? Visto que hoje, na maioria das igrejas, as mensagens são só motivacionais, e não ensinam com profundidade. Isso por si só, devia te alertar. Em muitos lugares, ter dons é visto como comprovação de autoridade, ou de maturidade espiritual. Alguns chegam até, a simular a manifestação, para manter o seu “status profético”. E assim vão levando a obra, pecado em cima de pecado, blasfêmia sobre blasfêmia, um erro bíblico após outro. Não há outra solução para isso, a não ser o estudo da palavra, que é a máxima autoridade e traz a verdadeira maturidade. Ele começa organizando a base: existem diferentes dons, diferentes ministérios e diferentes operações, mas o mesmo Espírito (1Co 12:4-6). Isso destrói qualquer espírito de competição dentro da igreja. Porque dom não é prêmio… é ferramenta. Dom não é para exaltação pessoal… é para edificação coletiva (1Co 12:7). E aqui já começa o confronto. Porque muita gente quer dom para aparecer, para ser reconhecido, para se sentir importante. Mas Paulo corta isso pela raiz. O foco não é você. O foco é o corpo. E então ele desenvolve essa ideia de forma profunda, mostrando que a igreja é como um corpo (1Co 12:12). Cada membro tem sua função. Cada parte tem sua importância. E ninguém pode dizer “não preciso de você” (1Co 12:21). Isso confronta diretamente o individualismo espiritual. Porque tem gente que acha que pode viver isolado, desconectado, independente. Mas isso não é espiritualidade… isso é imaturidade. Só que Paulo não para nos dons. Ele faz algo que poucos fazem: ele coloca um freio. E esse freio é o amor. Ele chama de caminho mais excelente (1Co 12:31). E aqui está um dos pontos mais fortes de toda a carta. Porque Paulo praticamente diz: você pode ter dons, pode falar em línguas, pode profetizar, pode ter fé… mas sem amor, não vale nada (1Co 13:1-2). Isso é pesado. Porque quebra completamente a ideia de que manifestação é sinal de maturidade. Não é. Isso deveria colocar toda a igreja em busca do amor. Caráter vem antes de manifestação. O amor é o filtro de tudo. Sem amor, o dom vira barulho. Sem amor, o conhecimento vira arrogância. Sem amor, a espiritualidade vira aparência. E sejamos sinceros… hoje não falta gente com manifestação. Falta gente com amor. Nos dias de hoje: Esta faltando Barnabé, esta sobrando Balaão. Falta quem abra caminhos aproximando pessoas, como Barnabé aproximou Saulo, veja que, os frutos do apóstolo são por conta que Barbané o trouxe ao ministério (At 11:25). E esta sobrando Balaão, fala de Deus, ouve Deus, mas não vive pra Deus. Mas que bom que Paulo então descreve esse amor (1Co 13:4-7), e não como algo emocional, mas como um padrão de comportamento. Paciente, benigno, sem inveja, sem soberba… ou seja, completamente contrário à natureza da carne. E isso revela algo profundo: o maior sinal de espiritualidade não é o que você manifesta… é como você vive. Depois de estabelecer esse fundamento, Paulo volta aos dons, mas agora com ordem. Ele mostra que o objetivo da manifestação espiritual não é confusão… é edificação (1Co 14:3). E aqui entra um problema muito comum. Gente que acha que quanto mais “movido”, mais espiritual, quanto mais “barulho” mais presença. Mas Paulo ensina o contrário. Se não edifica, está errado. Se não traz entendimento, está fora do propósito. Dorme com esse barulho pregador. Ele começa a organizar o culto, mostrando que tudo deve ser feito para edificação (1Co 14:26). E então vem a chave: Deus não é Deus de confusão, mas de paz (1Co 14:33). Isso precisa ser dito. Porque tem ambientes que chamam desordem de “mover de Deus”. Mas Deus não se contradiz. O Espírito não gera caos. Ele gera ordem. E então Paulo estabelece o princípio final dessa parte: tudo seja feito com decência e ordem (1Co 14:40). Ou seja, espiritualidade verdadeira não é descontrole. É alinhamento. É equilíbrio. É saber fluir… sem perder o fundamento. E quando parece que já está tudo alinhado, Paulo leva a igreja para o ponto mais alto da fé cristã: a ressurreição (1Co 15:12). Porque no fim das contas, tudo isso só faz sentido por causa disso. Se Cristo não ressuscitou, a fé é inútil (1Co 15:14). Se não há ressurreição, não há esperança. Mas Cristo ressuscitou (1Co 15:20). E isso muda tudo. Porque agora não estamos vivendo só para esse mundo. Existe eternidade. Existe transformação. Existe um corpo glorificado (1Co 15:52). E isso coloca a vida cristã em outro nível. Porque deixa de ser apenas comportamento… e passa a ser preparação. Preparação para algo eterno. Preparação para um encontro real. E Paulo fecha com uma declaração que resume tudo o que foi ensinado até aqui: sede firmes, constantes, sempre abundantes na obra do Senhor (1Co 15:58). Ou seja, depois de todo confronto, de todo alinhamento, de toda correção… permaneça. Continue. Não pare. E ele ainda acrescenta algo poderoso: o trabalho no Senhor não é vão. Nada do que você faz para Deus se perde. Nada. E no capítulo final, Paulo trata de orientações práticas, ofertas, relacionamentos e despedidas (1Co 16:1-13), mostrando que a vida espiritual não termina no culto… ela continua na prática diária. Uma igreja que começou dividida… carnal… imatura… Agora está sendo chamada a viver em ordem, maturidade, amor e consciência da eternidade. E a pergunta é: Você quer viver uma fé superficial… ou está disposto a viver preparado para a eternidade? Porque no fim… não é sobre dons. não é … Ler mais

Estudo 3/5 da primeira carta aos Coríntios: Quando Deus começa a tratar a igreja com seriedade

1° Carta de Paulo aos Coríntios – Estudo Bíblico

🔥 Deus não trata imaturidade para sempre🔥 📌Chega um momento na caminhada cristã em que Deus para de apenas instruir e começa a confrontar com mais peso. Nos capítulos anteriores, Paulo tratou da sabedoria espiritual e da carnalidade dos coríntios, mas agora ele eleva o nível da conversa. Ele deixa claro que permanecer como menino espiritual não é apenas uma limitação, é um risco. A imaturidade não tratada se transforma em problema estrutural dentro da vida espiritual (1Co 3:1-3). Paulo então introduz uma verdade poderosa: ninguém está parado na vida espiritual. Todos estão construindo alguma coisa sobre o fundamento que é Cristo. Não existe neutralidade. A vida cristã é um processo contínuo de edificação, consciente ou inconsciente. E é aqui que entra o discernimento espiritual, porque não basta construir, é preciso construir certo, com materiais que suportem o juízo de Deus (1Co 3:11-12). Ele explica que existem obras feitas com ouro, prata e pedras preciosas, que representam uma vida alinhada com Deus, baseada em santidade, verdade e temor. Mas também existem obras feitas com madeira, feno e palha, que até podem parecer bonitas por fora, mas são frágeis espiritualmente. O problema é que, no presente, muitas dessas obras parecem equivalentes, mas o dia da prova revelará a verdadeira natureza de cada uma (1Co 3:13). E detalhe: Paulo não está falando de salvação, mas de recompensa. Ele deixa claro que alguém pode ser salvo, mas perder tudo o que construiu, como alguém que escapa pelo fogo. Isso é extremamente sério, porque mostra que não basta “estar na igreja” ou “servir”. A questão é: Deus está aprovando o que você está construindo? (1Co 3:14-15). A tensão aumenta quando Paulo declara que os crentes são o templo de Deus, e que o Espírito habita neles. Isso muda completamente o nível da responsabilidade espiritual. Não estamos falando apenas de comportamento externo, mas de um ambiente espiritual onde Deus decidiu habitar. A vida cristã não é apenas ética, é presença divina constante (1Co 3:16). E então vem uma das advertências mais fortes de toda a carta: se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Isso não é simbólico ou leve. Paulo está falando de gente que causa divisão, contaminação espiritual e destruição dentro da igreja. E Deus não trata isso como algo pequeno ou irrelevante. Ele se posiciona contra isso de forma direta (1Co 3:17). Na sequência, Paulo confronta o orgulho espiritual que estava dominando os coríntios. Eles estavam se gloriando em líderes humanos, criando divisões baseadas em preferências ministeriais. Mas Paulo desmonta isso dizendo que ninguém deve se gloriar em homens, porque todos são apenas instrumentos. O crescimento verdadeiro vem exclusivamente de Deus (1Co 3:21; 3:7). Isso revela um problema que ainda existe hoje: quando alguém começa a depender emocionalmente de líderes, ministérios ou estruturas, ele já saiu do centro. Deus usa homens, mas nunca permite que eles ocupem o lugar dEle. A maturidade espiritual exige discernimento para reconhecer isso, sem cair na idolatria disfarçada de admiração (1Co 3:5-7). A partir daí, Paulo redefine o conceito de ministério. Ele diz que os líderes são despenseiros dos mistérios de Deus, ou seja, administradores de algo que não pertence a eles. Isso muda completamente a perspectiva. O ministro não é dono da mensagem, nem da igreja, nem das pessoas. Ele é um servo responsável por algo que foi confiado a ele (1Co 4:1). E o critério de Deus não é o mesmo dos homens. Enquanto as pessoas valorizam visibilidade, influência e resultados aparentes, Deus exige fidelidade. Isso confronta diretamente a lógica moderna, onde sucesso ministerial é medido por números. Para Deus, a pergunta sempre será: você foi fiel ao que eu te entreguei? (1Co 4:2). Paulo também aborda o julgamento humano, deixando claro que a opinião das pessoas não define o valor de um ministério. Ele afirma que nem ele mesmo se julga, porque quem realmente julga é o Senhor. Isso traz um equilíbrio necessário: nem orgulho quando há elogio, nem desespero quando há crítica. O foco permanece em Deus (1Co 4:3-4). Em seguida, ele confronta diretamente a arrogância dos coríntios. Eles estavam vivendo como se já tivessem alcançado plenitude espiritual, como se já reinassem. Paulo ironiza essa postura, mostrando o contraste entre a realidade apostólica e a ilusão deles. Isso revela um perigo espiritual grave: achar que já chegou (1Co 4:8). Esse tipo de mentalidade paralisa o crescimento. Porque quem acha que está cheio, não busca mais. Quem acha que já sabe, não aprende mais. E no Reino de Deus, estagnação é regressão. O crescimento espiritual exige humildade constante e consciência da própria dependência de Deus (Mt 5:3). Paulo então traz um princípio essencial: o Reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder. Aqui ele desmonta qualquer espiritualidade baseada apenas em discurso. Não adianta falar bonito, pregar bem ou ter conhecimento teológico, se não houver transformação real de vida. O verdadeiro evangelho se manifesta em poder (1Co 4:20). Na sequência, o apóstolo entra em um dos temas mais delicados: o pecado tolerado dentro da igreja. Havia um caso claro de imoralidade sexual entre eles, algo que nem mesmo os de fora aceitariam. E ainda assim, a igreja estava lidando com isso de forma superficial, como se não fosse um problema sério (1Co 5:1). O mais grave não era apenas o pecado, mas a atitude da igreja. Eles estavam ensoberbecidos, talvez achando que estavam sendo “amorosos” ou “espirituais” ao tolerar aquilo. Isso revela uma distorção perigosa: confundir graça com permissividade. O evangelho não ignora o pecado, ele confronta e transforma (1Co 5:2). Paulo então ordena disciplina. Ele deixa claro que aquele que vive deliberadamente no pecado, sem arrependimento, não pode permanecer no meio da comunhão. Isso não é falta de amor, é zelo espiritual. A disciplina bíblica tem como objetivo preservar a santidade da igreja e, ao mesmo tempo, despertar o pecador (1Co 5:5). Ele usa a metáfora do fermento para explicar que o pecado não é algo isolado. Um pouco de fermento leveda toda a massa. Ou seja, aquilo que … Ler mais

Estudo 1/5 – 1 Coríntios: A Igreja em Crise e a Sabedoria da Cruz

1° Carta de Paulo aos Coríntios – Estudo Bíblico

⚔️ Quando a Carne Ameaça a Comunhão Irmãos, vamos ser francos: a igreja de Corinto era uma bagunça. Não era um mar de rosas, não. Era um campo de batalha onde a carne estava ganhando da espiritualidade. Paulo, o apóstolo, escreve essa carta não para elogiar, mas para confrontar. Ele começa saudando a igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos (1 Coríntios 1:2). Peraí, “santos”? Com tudo o que estava acontecendo lá? Sim, porque a santidade é uma posição em Cristo, mas também uma prática diária. É o que somos n’Ele e o que devemos nos tornar por Ele. Corinto era uma cidade rica, cosmopolita, cheia de vícios e filosofias gregas. E adivinha? Tudo isso entrou na igreja. A cultura do mundo não ficou do lado de fora; ela invadiu os bancos, o púlpito, as reuniões. E o resultado? Divisões. Paulo ouviu falar que havia contendas entre eles (1 Coríntios 1:11). Uns diziam: “Eu sou de Paulo!” Outros: “Eu sou de Apolo!” E tinha os “espirituais” que se achavam superiores: “Eu sou de Cristo!” (1 Coríntios 1:12). Que absurdo! Cristo está dividido? (1 Coríntios 1:13). É como se hoje alguém dissesse: “Eu sou do pastor fulano”, ou “Eu sou da igreja tal”, esquecendo que somos todos do Senhor Jesus. Isso é carnalidade pura, irmãos. É a carne se manifestando no meio do povo de Deus. Paulo não perde tempo e vai direto ao ponto: a mensagem da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (1 Coríntios 1:18). Eles estavam buscando sabedoria humana, retórica eloquente, sinais espetaculares. Os judeus pediam sinais, e os gregos buscavam sabedoria (1 Coríntios 1:22). Mas Paulo pregava Cristo crucificado, que era escândalo para os judeus e loucura para os gentios (1 Coríntios 1:23). A cruz é o divisor de águas. Ela humilha o orgulho intelectual e a busca por poder. Ela nos lembra que Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar as sábias, e as fracas para envergonhar as fortes (1 Coríntios 1:27). Por quê? Para que ninguém se glorie na presença d’Ele (1 Coríntios 1:29). Essa é a verdade que precisamos engolir: a sabedoria de Deus não é a sabedoria do mundo. A sabedoria de Deus é a cruz. É o sacrifício, a humilhação, a entrega total. E é essa sabedoria que deve governar a igreja, não as nossas preferências, não os nossos “gurus” espirituais, não a nossa intelectualidade. Se a igreja de Corinto estava dividida, era porque a sabedoria da cruz tinha sido substituída pela sabedoria humana, pelo orgulho, pela vaidade. E o que acontece quando a cruz é deixada de lado? A carne assume o controle. A comunhão se quebra. A santidade é comprometida. Então, qual é a lição para nós hoje? Olhe para sua vida, olhe para a sua igreja. Há divisões? Há panelinhas? Há um espírito de “eu sou melhor que você”? Se sim, é porque a cruz não está no centro. É porque a sabedoria de Deus foi trocada pela sabedoria do homem. Voltemos à cruz, irmãos. É lá que encontramos a verdadeira unidade, o verdadeiro poder e a verdadeira santidade. É lá que o nosso “eu” morre para que Cristo viva em nós. E é só assim que a igreja avança, com poder e propósito, sem a bagunça da carne. Que Deus nos ajude a ser essa igreja!  

A Crise de Liderança na Igreja Moderna

EI PASTOR Você está pronto para a mudança?   Essa pergunta é importante porque existem milhares de igrejas que nunca crescem, elas nascem em uma garagem e ficam nessa garagem por uns 10 anos. E quando finalmente saem da garagem, vão para um salão do mesmo tamanho da garagem.   Nessa mensagem, iremos refletir sobre a crise de liderança atual começando por identificar as causas.   1. Identificando as Causas   A primeira causa, é sem dúvidas, a Falta de Preparo:   📖 2 Timóteo 2:15 – “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”   Líderes devem se preparar diligentemente, especialmente no manuseio correto das Escrituras. Contra fatos não há argumentos.   E é um fato, tanto quanto uma realidade, que a maioria das igrejas pequenas sempre tem um líder que não é formado em teologia, ou então que teve uma formação fraca e parou de estudar, e não esta aberto a crescer no conhecimento. E você identifica isso facilmente pela forma de pregar e ensinar desse líder.   Ao mesmo tempo, o oposto também é um fato. Igrejas grandes estão cheias de líderes que se formaram teologicamente, e que permanecem estudando para crescer cada vez mais.   Frequente uma igreja grande por algum tempo, e você verá que lá, tem vários pastores que continuam estudando, e que os líderes possuem escritórios e bibliotecas dentro de casa, colecionam livros, indicam livros, e estão cheios de diplomas e certificados nas paredes.   📖 Oséias 4:6 – “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento.”   Para uma igreja grandona fechar, é somente pela queda do líder em algum pecado. Mas para uma igreja pequena fechar, não precisa de muito,, só a demanda de trabalho e problemas a resolver, já deixam o líder desesperado sem saber o que fazer (porque não estuda), e ele acaba desistindo do chamado, do ministério, abandonando a igreja.   É uma realidade que: A falta de conhecimento e preparo pode levar à destruição da igreja e de seu impacto.   A segunda causa, eu considero que seja a Falta de Compromisso:   📖 Lucas 9:62 – “Jesus lhe disse: Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus.”   O compromisso total é fundamental para quem lidera; não há espaço para distração ou falta de dedicação. Infelizmente, muitas lideranças já iniciam totalmente desfalcadas, em um casamento, onde não há concordância ministerial. Algo que acontece muito, é a esposa do pastor querer mandar na igreja e no pastor, ignorando totalmente a hierarquia. E isso é resultado também de falta de estudo para entender essas questões que se discernem espiritualmente.   E essa falta de concordância na própria liderança, gera a frustração, tanto do líder, quanto dos liderados. E por isso, muitos pastores não conseguem levantar obreiros, porque ninguém quer se meter em briga de marido e mulher.   Outro problema na falta de compromisso, é a vida financeira. Se o líder estiver com foco em crescer financeiramente, ele estará fadado ao fracasso ministerial. Pois o foco no dinheiro corrompe o ministério. Por isso, após alguns anos, se a ‘renda’ da igreja não aumentar, esse líder ficará desmotivado.   A nossa motivação deve ser atender o chamado de Deus, ganhando almas para Cristo, e mudando a vida delas para melhor, ensinando a andar com Deus.   📖 Mateus 25:21 – “Bem está, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei.”   A fidelidade no serviço é uma marca essencial de liderança. O pastor deve prestar um serviço de qualidade independente da quantidade de membros que possui.   A terceira causa não menos importante, é a Falta de Visão:   📖 Provérbios 29:18 – “Onde não há visão, o povo perece; mas o que guarda a lei, esse é bem-aventurado.”   A falta de visão divina na liderança pode levar à estagnação e decadência da igreja.   E como identificar a falta de visão? É quando a motivação desaparece, quando fazer cultos não faz sentido, quando nos perguntamos: Por que estamos fazendo isso mesmo? Esse sentimento de perda de foco, onde parece não ter futuro, revela que não há visão.   Pois a visão nos dá sempre a direção, motiva e nos mantem focados nela. Como um navio indo em direção ao horizonte no por do sol, todo dia ele sabe a direção, e todo dia ele tem a motivação para continuar seguindo em frente.   Ora, o sábio já disse que a visão é a palavra de Deus (Pv 29:18). O povo perece sem visão, e isso na prática do dia a dia de uma igreja, quer dizer que o povo vai embora, eles mudam para outra igreja onde possam achar um líder que tem visão.   Pois até na igreja precisamos ter resultados e mostrar resultados para os liderados. Não basta só fazer culto por fazer, não basta só cantar por cantar, pregar por pregar… A pergunta é: Por que fazemos isso? Para onde estamos indo? E quais são os resultados que revelam que nós estamos avançando?   Em uma teologia saudável e de qualidade, você irá entender tudo isso e muito mais. As melhores revelações, os maiores segredos, as coisas mais importantes que precisamos aprender, não estão no google. As coisas mais importantes que precisamos aprender, estão ainda nos livros, e são pagas, porque tem valor.   📖 Habacuque 2:2 – “Então o Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão, e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa.”   Sua comunidade precisa ter uma visão. A visão precisa ser clara, comunicada e implementada.   Espero ter conduzido você a reflexão. Na parte 2, continuaremos a tratar melhor esse assunto, saindo da teoria e indo mais para a prática. Porém, a melhor coisa que você fará por você mesmo e por seu ministério, é iniciar a sua formação teológica.   … Ler mais

Matando Novos Convertidos na Igreja de Jacó | Esboço

Matando Novos Convertidos na Igreja de Jacó Esboço número 67. Do ebook: 101 Esboços de Pregações em Gênesis   Texto base: Então responderam os filhos de Jacó a Siquém e a Hamor, seu pai, enganosamente, e falaram, porquanto havia violado a Diná, sua irmã. (Gênesis 34:13)   Raciocínio: O que aconteceu com Diná foi lamentável, porém a vingança foi deveras pior, pois segundo a lei de Moisés um casamento resolveria a questão (Dt 22:28-29). E eles sentenciaram á morte todos os homens, que aliás, eram homens que estavam dispostos á seguir os costumes de Israel. I. Analogia e significados: Jacó é o pastor A família de Jacó são as ovelhas, a igreja. Os filhos de Jacó são os obreiros e líderes que o ajudam. Diná, representa os jovens que se aventuram por aí e dão trabalho á liderança. (Gn 34:1). Hamor e Siquém, representam pessoas do mundo que se envolvem com os ‘crentes’ e decidem abraçar a fé. Portanto, são novos convertidos. II. Os Jovens: A. São curiosos e aventureiros Exemplos: Sansão, Absalão, Amnom, Filho pródigo. B. Gostam de andar com outros jovens Ter muitos amigos, ainda que sejam amigos do mundo, o importante é ter como Diná que saiu para fazer amizades. (Gn 34:1). C. Não percebem quando estão correndo perigo Por isso se arriscam muito como foi com Diná. (Gn 34:2) Exemplos de Jovens que não perceberam que estavam em perigo: Abel, Esaú, José, Tamar, Sansão. III. Os Novos Convertidos A. Novos convertidos chegam até a igreja pelo contato direto ou indireto com algum membro da igreja. Dificilmente alguém visita uma igreja, sem ter contato com alguém de dentro. B. Os novos convertidos ainda possuem costumes mundanos. Hamor e Siquém pareciam não perceber a gravidade do problema que causaram e o trataram como sendo algo simples, e não era. C. Novos convertidos são cheios de disposição Para aceitar, obedecer e abraçar a fé e estão dispostos a ir longe para conseguir, como fizeram os homens de Siquém, todos eles sem reclamar, se submeteram a uma cirurgia nas partes íntimas, mesmo não entendendo totalmente o motivo disso. D. Novos convertidos são enganados facilmente quando o assunto é sobre a religião Eles estão encantados por Diná e sua igreja, mas quanto ás doutrinas, usos, costumes, mandamentos, eles não sabem nada e são facilmente iludidos, como de fato foram por Simeão e Levi. E. São empolgados e ansiosos para anunciar as boas e novas notícias, o que muitas vezes resulta em mais pessoas para agregar na igreja. (Gn 34:20-21). IV. Os Obreiros A. São respeitosos com o pastor e seguem seu comando e autoridade Assim como os filhos de Jacó, mas nem todos e nem sempre, como foi o caso de Simeão e Levi. B. Obreiros tem conhecimento dos usos e costumes E por isso, podem iludir, enganar e confundir novos convertidos se deixarem seu coração ser dominado por sentimentos negativos como a maldade e a vingança. (Gn 34:13) Por isso, não é qualquer um que pode ser obreiro, pois o poder e a autoridade nas mãos de homens maus ou imaturos, podem ser de grande prejuízo ao rebanho do Senhor. C. São obreiros, não são pastores pelo simples fato de não estarem totalmente preparados para ser, como ficou claro no mau exemplo de Simeão e Levi, eles não estavam preparados para lidar com aquela situação. D. É muito bom que os obreiros dominem a espada A espada é símbolo da palavra de Deus, para ajudarem o pastor nas ministrações.   Porém, obreiros que se deixam dominar pela raiva entre outros sentimentos negativos, acabam usando a palavra(espada) e matando pessoas, como fizeram Simeão e Levi. V. O Pastor: A. Condenar? Punir? Castigar? – Gênesis 34:5-7 Quando Jacó soube do estupro de sua filha, ele ficou indignado com os homens de Siquém e condenou sua ação. No entanto, ele não agiu de forma decisiva para punir os agressores ou proteger a honra de sua filha. Cabe ao pastor tomar as decisões mais importantes, e Jacó como sendo prejudicado não cobrou nem exigiu nada daqueles homens para repararem seu erro. Mas aceitou a ideia que veio deles. Muitas pensam que a função do pastor é condenar, castigar e punir, quando na verdade, é manter a paz e apascentar o rebanho. B. Pastor também erra! – Gênesis 34:30 Quando seus filhos Simeão e Levi mataram os homens de Siquém, Jacó não tomou uma posição clara sobre suas ações, e não expressou uma opinião forte a favor ou contra o ato de vingança. Jacó ficou sem ação e não estabeleceu nenhuma medida punitiva ou disciplinar para com seus filhos. Muitas vezes, pastores agem assim, sem saber como disciplinar ou o que fazer e de que forma proceder para ser justo e coerente. C. Preocupação com a reputação – Gênesis 34:30 Jacó estava preocupado com a reputação e a segurança de sua família depois dos acontecimentos em Siquém, e temia que as outras tribos vizinhas se unissem contra eles. Todo pastor vela pelo rebanho, e a reputação do rebanho é fundamental, pois uma reputação ruim corta toda oportunidade de crescimento e pode até mesmo ser a causa da destruição do rebanho. D. Maturidade e aprendizado – Gn 49:5-7 No momento da sua morte quando abençoava seus filhos, Jacó agora mais velho e mais experiente, resolve corrigir o erro do passado quando os deixou sem punição e a bênção deles é abreviada e a punição finalmente chega. Essa atitude de punição tardia de Jacó nos ensina que, a punição não precisa vir no momento imediato, mas ela pode esperar até que o pastor tenha mais maturidade para lidar com a questão e trazer a punição correta e justa.     Se você gostou desse esboço, saiba que tem mais 100 te esperando no meu ebook: 101 Esboços de Pregações em Gênesis. Acesse aqui e saiba mais.

A igreja passará pela grande tribulação? – Estudo Bíblico

grande tribulação

A igreja passará pela grande tribulação? Mas vocês, irmãos, não estão em trevas, para que esse Dia os apanhe de surpresa como ladrão. (1 Tessalonicenses 5:4). Quando Jesus menciona a grande tribulação, ele diz que ela é a maior de todos os tempos. Como nunca houve, nem jamais haverá. Portanto, não há comparações a fazer. Por isso, toda vez que alguém diz: “A igreja vai passar pela grande tribulação, porque sempre passou por tribulações no passado.” Logo temos uma comparação. Aquele que assim o diz, esta comparando as tribulações do passado com a grande tribulação. De maneira que, se a igreja passou por tribulações, obviamente passará pela grande tribulação. E isso ignora totalmente as palavras do Senhor Jesus. Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora e nunca jamais haverá. (Mateus 24:21). Pois se, nunca houve, e também, nunca jamais haverá; logo não podemos comparar com as tribulações do passado. Ele usa expressões que chegam a cansar a leitura dizendo: “Nunca” e “jamais.” e “Antes” e “desde o princípio do mundo.” E de novo “nunca jamais haverá.” A simples cronologia do apóstolo Paulo, que escreveu as cartas á igreja de Tessalônica, nos mostra que, primeiro ele fala do arrebatamento na primeira carta especificamente. E na segunda, fala da segunda vinda de Cristo com mais detalhes. Isto por si só, cronologicamente é a ordem dos fatos. Primeiro o arrebatamento, depois a segunda vinda. E não somente isto, mas vemos essa cronologia nos capítulos 4 e 5 da primeira carta aos Tessalonicenses. Pois no capítulo 4, ele fala do arrebatamento e o descreve em detalhes. Agora, no capítulo 5, ele fala da segunda vinda de Jesus resumidamente, apenas alertando, leia: Verso 1. Irmãos, no que se refere aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu lhes escreva. Verso 2. Porque vocês sabem perfeitamente que o Dia do Senhor vem como ladrão à noite. Opa! Já era do conhecimento da igreja a segunda vinda de Cristo. Paulo já os havia ensinado sobre isso, logo aqui ele os faz lembrar dos cultos de ensino. Verso 3. Quando andarem dizendo: “Paz e segurança”, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à mulher que está para dar à luz; e de modo nenhum escaparão. Não é a igreja quem vai dizer: Paz e segurança! É o mundo. E Paulo diz que não irão escapar do dia do Senhor, isto é, a grande tribulação. Paulo ainda menciona “as dores de parto”, que é uma referência ao princípio das dores do sermão de Jesus Cristo (Mt 24). Verso 4. Mas vocês, irmãos, não estão em trevas, para que esse Dia os apanhe de surpresa como ladrão. Fica claro que: Esse dia é para quem esta em trevas. O dia do Senhor não é para a igreja, pois a igreja esta na luz. Logo, a grande tribulação não é para a igreja, mas sim aos ímpios. Os que andam em trevas. Verso 5. Porque vocês todos são filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas. Verso 6. Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios. Paulo deveria exortar a igreja a se preparar para a grande tribulação, caso esta fosse passar por ela. Mas não irá. A igreja não passará. Basta apenas que esteja na luz. Verso 7. Ora, os que dormem é de noite que dormem, e os que se embriagam é de noite que se embriagam. Verso 8. Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação. A esperança da salvação. Qual? Salvação eterna? Salvação da grande tribulação? O contexto dirá, leia o próximo: Verso 9. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo, O que é a “ira”? Ora, a ira de Deus é justamente a grande tribulação. É nela que Deus irá abrir selos tocar trombetas e derramar as taças da sua ira. Porém, isso não esta destinado a nós. Verso 10. que morreu por nós para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos em união com ele. “Vigiar” é para não ficar aqui durante a grande tribulação, visto que, ele já descreveu o arrebatamento no capítulo anterior (1Ts 4:13-17). Agora, dormir, é uma forma suave de dizer: ‘morrer’. Então, vigiando para subir no arrebatamento, ou morrendo agora, de qualquer forma estaremos em união com o Senhor. Portanto, consolem uns aos outros e edifiquem-se mutuamente, como vocês têm feito até agora. (1Tessalonicenses 5:1-11). Consolar? Sim, porque subiremos no arrebatamento. E por mais terrível que seja o dia do Senhor, ou a grande tribulação, nós não estaremos aqui. Afinal, se a igreja vai passar pela grande tribulação, como pois ela será consolada com essa notícia? Como esta escrito: Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras. (1 Tessalonicenses 4:18). Ele fala do arrebatamento no capítulo 4 e diz que isso é motivo de consolo. Depois ele diz que não estamos destinados para a ira, e diz novamente que isto é consolo. Afinal, como disse Jesus: “Grande tribulação como nunca antes houve, nem jamais haverá”. Não menospreze a grande tribulação achando que é fácil e tranquilo passar por ela. É um tempo tão terrível, que o apóstolo que mais aguenta apanhar, disse: “Consolai-vos, sabendo que não somos destinados a ira.” Afinal, seremos arrebatados antes. Aleluia.

Casal Nota 10 – Jesus e a Igreja | Pregação para Casais

Jesus e a igreja

Casal Nota 10 – Jesus e a Igreja Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa, como também Cristo amou a igreja e se entregou por ela, (Efésios 5:25). O maior exemplo para o nosso casamento é o próprio Cristo. Embora ele nunca tenha sido casado quando andou por essa terra, sabemos que sua noiva é a igreja. (Ap 19:7,8). Embora Cristo não tenha dado um ensino longo e específico sobre casamento além de Mt 19 onde o tema central é o divórcio e não o casamento em si; Todavia a sua relação com a igreja é o principal modelo de imitação para o nosso casamento. Cristo é o marido, ou o esposo. E a igreja é a noiva, ou a esposa. E dessa relação podemos extrair incansáveis lições para nós. Até mesmo Paulo, quando ensina sobre casamento em Efésios 5, ele faz questão de mencionar Cristo e a Igreja. E o próprio Cristo se coloca como noivo na parábola das 10 virgens. (Mt 25). Porém, não pense que Cristo irá se casar com 10 mulheres. Pois essas 10 virgens nada tem a ver com a igreja. Afinal, a igreja é uma só. A parábola é conforme o casamento judaico daquela época, e as virgens são uma espécie de madrinhas de casamento, amigas da igreja, pessoas que ficaram aqui, e infelizmente não subiram junto á igreja no arrebatamento. Nessa parábola, a noiva não aparece. Ela esta oculta. Porque na segunda vinda de Cristo, a igreja não estará aqui, mas terá já um lugar com o noivo. Pois nessa parábola, o casamento já esta acontecendo, e as virgens estão esperando uma chance de participar da festa do casamento. Isso nos ensina que festejar o casamento é válido, é digno, é para ser feito. Pois Cristo festejou, ou ainda irá festejar o casamento com a igreja realizando uma grande festa (Ap 19:7,8). Porém, a festa do casamento de Cristo, não é para qualquer um, é só para quem tem azeite nas lamparinas. A lição para nós, é que não devemos trazer pessoas que não tem azeite, ou melhor, que não tem o Espírito Santo na vida. Quantos casamentos chamados “cristãos” hoje em dia, tocam músicas mundanas, fazem danças sensuais, e alguns servem até bebidas após a saída do pastor que fez o casamento? Não se escandalize, isso tem acontecido muito nesses últimos dias. Casamentos cristãos que começam com hinos e terminam com músicas mundanas. Porque como aquelas virgens loucas, o seu azeite acabou faz tempo, porém, mesmo assim eles querem entrar na festa. Se você vai fazer uma festa de casamento, seja a união, ou as bodas de 10 anos, 25 anos, 50 anos. Tenha temor de Deus no seu coração e siga o exemplo de Cristo, só convide os salvos, só convide os santos, só convide aqueles que tem azeite para que a bênção sobre sua vida e seu casamento seja completa. E que comece com louvor e termine com oração. Jesus esta voltando. A forma como Cristo trata a igreja é exemplo para nós. Ele primeiro conquistou a sua noiva. Ele não foi conquistado, ele conquistou! Como esta escrito que Ele nos amou primeiro. (1Jo 4:19). E também diz: “…Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí.” (Jr 31:3b). Isso nos ensina um princípio básico. É o homem quem deve conquistar a mulher. A mulher deve se guardar e se fazer de difícil, de maneira que somente aquele que realmente a amar de verdade, irá insistir até conquistar. Obviamente, não significa que caso a mulher tenha feito esse papel de conquistadora, o casamento será um fracasso. Porém, via de regra, de modo geral, o casamento é muito mais bem sucedido quando o homem teve trabalho para conquistar a sua donzela. Pois assim, irá valorizá-la. Os filmes, desenhos, séries, a cultura de forma geral ensina o contrário. Ensina que deve ser igual Sodoma e Gomorra, ninguém é de ninguém, e todos podem ficar com todos. O mundo hoje prega que o casamento é falso, é ilusão, não vale a pena, é complicado e desnecessário. Isso porque na sua infinita falta de sabedoria e abundante arrogância, o mundo não entendeu o que é felicidade. Quando namoram, eles gastam o dinheiro em passeios enquanto seus pais pagam as contas de casa. E quando casam, já não podem passear, porque agora não tem mais papai e mamãe para pagar as contas, por isso, não podem mais fazer tudo que faziam quando eram namorados. E a falta de sabedoria é tão grande (pra não dizer burrice), que eles não percebem essa diferença. E associam aqueles passeios do tempo do namoro com felicidade, ou seja, nunca amaram um ao outro de verdade, eles amavam curtir a vida e gastar dinheiro naquilo que não é pão. E agora, como tem contas e responsabilidades, e não podem mais passear vivendo a vida louca. Eles dizem: “Casei e sou infeliz. Casamento não vale a pena.” Porém, o que acontece é que eles nunca cresceram, são crianças ainda sentindo falta da casa dos pais. E nunca aprenderam a amar, não descobriram o amor e muito menos a felicidade. O mundo pensa que sexo é amor. E pensa que felicidade é ter dinheiro “sobrando” para fazer o que quiser. Mas a igreja sabe, que o amor é Jesus (1Jo 4:16). E que felicidade é amar e ser amado. Felicidade é saber que Cristo não vai te abandonar não importa o que aconteça. E sempre vai te perdoar, e sempre vai te abençoar. E que você pode confiar total e plenamente no Senhor, ele sempre vai compreender você. Isso é felicidade. Agora, coloque isso no casamento. Felicidade é saber que sua esposa te ama de paixão, que nunca vai te deixar, nem te abandonar, sempre vai te perdoar, sempre vai te compreender. E vice versa. Felicidade é saber que você pode confiar total e plenamente no seu marido. E que pode contar com ele para enfrentarem juntos qualquer desafio. E vice versa. Em outras palavras, … Ler mais

A Canção da Igreja nas Bodas e na Segunda Vinda de Cristo

A Canção da Igreja nas Bodas e na Segunda Vinda de Cristo

A Canção da Igreja nas Bodas e na Segunda Vinda de Cristo Sl 46:1 DEUS é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Este é um salmo total e completamente profético. A angústia se refere a grande tribulação. Porém, a igreja foi salva de passar por ela, pelo que Deus nos arrebatou antes. ( 1Ts 5:9. Ap 3:10). Portanto, não temeremos tudo que há de acontecer durante a grande tribulação. Ainda que a terra mude, ou os montes se abalem, ou as águas rujam e se perturbem. (Ap 8:7-11). Ou o mar, na sua braveza, ruja e se perturbe! Seja pela besta que subiu do mar, ou mesmo o monstro marinho. (Ap 13:1. Is 27:1). Nossos olhos estarão voltados para a beleza do céu, na presença do todo poderoso e isto será a nossa alegria e consolação quando vimos que: Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do altíssimo. E não somente isso, mas veremos que Deus esta no meio dela e não será abalada. E nesse caso, refere-se a noiva do cordeiro, aquela a quem Deus esta no meio e a ajudará ao romper da manhã. E por que precisaremos de ajuda se a igreja esta no céu conforme Apocalipse 19:7,8 ? Ora, é porque desceremos com Cristo na segunda vinda (Ap 19:14), para entrar na batalha do armagedom. E ao descer sobre a terra junto com Cristo, as nações se embraveceram, e os reinos se moveram, mas Ele (Cristo) estendeu a sua voz e a terra se derreteu. E nesse momento nós cantaremos: O Senhor dos exércitos esta conosco, e o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Então, como disse Zacarias, (Zc 9:14) o Senhor irá pelejar contra o exército do anticristo, pois o próprio anticristo não terá chance nenhuma, como esta escrito: então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. (2Ts 2:8). E como o Senhor irá lutar contra o exército do anticristo? Ora, na segunda vinda, ele já vem armado e pronto, montado em um cavalo branco, disposto a peleja. Como esta escrito: E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama fiel e verdadeiro e julga e peleja com justiça. (Ap 19:11). E como será essa luta? Será sem graça para os inimigos, mas para nós será um espetáculo! Pois Zacarias dá uma descrição do que Cristo irá fazer dizendo: Zc 12:4 Naquele dia, diz o SENHOR, ferirei de espanto todos os cavalos e de loucura os que montam neles; e sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos e ferirei de cegueira todos os cavalos dos povos. Ferirá de espanto? Claro, pelo resplendor da sua vinda. E abrirá os olhos e ferirá de cegueira? Sim, porque seus olhos são como chama de fogo. E nós diremos uns aos outros: Vinde, contemplai as obras do SEnhor; que desolações tem feito na terra! Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo. E o nosso Cristo irá bradar como trovão diante de toda a Terra dizendo: Aquieitai-vos e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre as nações; serei exaltado sobre a terra. E nós seguiremos cantando: O Senhor dos exércitos esta conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Por isso, é tempo de se arrepender, vigiar, orar e jejuar, porque Jesus em breve VEM. Que louvem á Ele somente os que irão subir!

O Arrebatamento da Igreja

o arrebatamento da igreja

O Arrebatamento da Igreja Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. (1 Tessalonicenses 4:16,17). O que você sabe sobre o arrebatamento? Paulo nos traz uma descrição brilhante de como será esse dia. Vejamos: 1 – O Senhor descerá do céu. Mas não até a terra. (Nos Ares). 2 – Os que morreram em Cristo serão ressuscitados. 3 – Depois os crentes que estiverem vivos, serão arrebatados. 4 – Crentes de todos os tempos se encontrarão de uma só vez nos ares com Cristo. 5 – Estaremos todos para sempre com o Senhor. Então o noivo sai do seu aposento só até metade do caminho, para se encontrar com sua noiva. E detalhe: A noiva de Cristo é a igreja completa. Por isso, os cristãos que já dormiram, ressuscitam e os vivos sobem aos ares, para que a noiva esteja completa. Assim como Isaque saiu da sua tenda para se encontrar com Rebeca. (Gn 24:62-65). E Eliézer, tipo do Espírito Santo, estava trazendo a noiva, Rebeca, tipo da igreja para entregá-la a Isaque. Pois é o Espírito Santo que já esta em nós, que nos arrebatará até os ares no céu, e nos entregará ao Senhor Jesus, o noivo, em pessoa. E assim, Paulo diz: Estaremos para sempre com o Senhor! E por quê? Ora, porque casamento para Deus é Eterno. Isso indica que o arrebatamento encerra nossa vida na terra. Teremos um corpo glorificado para sempre, e sempre com Jesus a partir daí. E é exatamente por causa dessa palavra final dizendo: “Para sempre com o Senhor”. Que não faz sentido o arrebatamento acontecer no final do governo do anticristo, após a grande tribulação. Porque nesse dia, o Senhor Jesus descerá até a terra, pisará aqui novamente (Zc 14:4). E lutará contra o anticristo e seu exército. (Zc 14:1-3). E por que cremos que o arrebatamento será antes da grande tribulação? Ora, porque na segunda vinda de Cristo, para vencer a batalha do armagedom, a igreja virá junto com Ele. A expressão do profeta Zacarias dizendo que os “santos” estão com Ele, se refere à igreja. (Zc 14:5). Também cremos que o arrebatamento é antes da grande tribulação, porque a grande tribulação não é da vontade do anticristo, mas sim de Deus. A grande tribulação é apenas o derramar da Ira de Deus, dessa vez mais forte do que nunca. Deus derramou a sua ira sobre os cananeus, usando Josué e seu exército. Deus derramou a sua ira sobre Israel no reino norte, usando o rei da Assíria e seu exército. Deus derramou a sua ira sobre Judá no reino sul, usando o rei da Babilônia e seu exército. E agora, Deus irá derramar a sua ira sobre a terra usando o anticristo e seu exército. Não pense que na grande tribulação o anticristo estará no controle. Pois em toda história, é sempre o nosso Deus todo poderoso quem esta acima de tudo, governando o mundo. E por isso Paulo diz que não estamos destinados a “ira”. Veja: Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, (3 anos e meio de paz) então lhes sobrevirá repentina destruição, (3 anos e meio de tribulação) como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, (nós, a igreja do Senhor) já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, (1 Tessalonicenses 5:2,3,4,9). A grande tribulação não é um plano arquitetado pelo anticristo, pelo contrário, é Deus derramando sua ira sobre a terra. Jesus disse que será como nos dias de Noé. A pergunta é: Quem mandou o dilúvio? O mundo antigo foi pego de surpresa pelo juízo de Deus que caiu sobre eles, quando ninguém esperava. (Mt 24:34). Sabemos que existem muitas expressões parecidas em toda a bíblia sobre este assunto. Dia do Senhor. Dia do filho do homem. Dia de Deus. Vinda do Senhor. Vinda de Cristo… Mas não se engane. Os profetas falaram muitas vezes do dia do Senhor, se referindo a destruição de Israel e Jerusalém e também a grande tribulação. (Joel 1:15. Am 5:18. Sf 1:14. Is 13:6. Jr 46:10. Is 2:12-21). E isto porque a sequência de eventos que temos é: 1° Arrebatamento da igreja. 2° No céu, bodas do cordeiro. 2° Na terra, governo do anticristo. 3° Batalha do armagedom e segunda vinda de Cristo. Mas quando Paulo fala do arrebatamento aos tessalonicenses, ele usa a expressão: A vinda do Senhor. (1Ts 4:15). E é fácil entender isso. Não é a segunda vinda de Cristo, mas é a vinda do Senhor só para a sua igreja, nos ares. Arrebatamento. Veja também 1Co 15:51-58. Paulo diz que este encontro será “entre nuvens” (1Ts 4:17). E creio sinceramente, que é a mesma nuvem que apareceu no monte da transfiguração (Lc 9:34); A mesma nuvem que cobriu o Senhor quando ele foi assunto ao céu (At 1:9); É a nuvem que irá envolver a igreja junto ao seu Cristo nos ares. A Shekinah de Deus. E estaremos para sempre, sempre, eternamente com o Senhor. Consolai uns aos outros com estas palavras.

A Importância da Igreja de Cristo – Estudo e Pregação

A Importância da Igreja de Cristo

A Importância da Igreja de Cristo Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja. (Efésios 5:32) Quando você aceitou a Cristo, você aceitou só a cabeça de Cristo? Não aceitou também o seu corpo? Que diz a escritura? Esta, pois Cristo dividido? (1Co 1:13). Certamente, Cristo não esta dividido. Portanto, quem aceita a Cristo, o recebe completo com cabeça e corpo. Isto é, a cabeça é a liderança, o domínio de Cristo na sua vida. E o corpo é a graça de fazer parte da igreja. Eis a importância da igreja. Quem não esta na igreja, também não esta em Cristo. Pois a igreja é o corpo de Cristo. (Ef 1:22,23. 3:6. 4:12. 5:23. 1Co 10:16. 12:27. Rm 12:5. Cl 3:15). Mas não somente isso. A igreja é importantíssima nesse mundo por que: É somente através da igreja que o mundo pode ver o Cristo. (Ef 1:22. 3:9,10) O relacionamento de Cristo e a igreja é o modelo para as famílias. (Ef 5:18 a 6:4) A igreja é a única organização nesse mundo poderosa suficiente para enfrentar os espíritos malignos que assolam a humanidade. (Ef 6:10-18) O Mundo só Pode ver Jesus através da Igreja A pergunta é: Onde esta o corpo de Cristo? Você sendo muito teológico diz: Jesus subiu ao céu com corpo e tudo. Sim, mas espiritualmente falando, Jesus deixou seu corpo aqui na Terra, que é a Igreja. Por isso, quando o mundo olha para a igreja, deve ver o corpo do Cristo glorificado, que não esta sem cabeça, pelo contrário. O mundo verá o brilho da glória de Deus em nós, isto é, a cabeça, Jesus Cristo. O que o mundo deve ver na igreja? Isto: Ap 1:10-15. Cabelos brancos = Santidade Olhos como chama de fogo = Cheios do Espírito Santo Voz como de trombeta = Anunciando o evangelho Voz como de muitas águas = Denunciando pecado Vestes talares = Conduta irrepreensível Cinto de ouro = Vitoriosa, Alegre! Pés como bronze polido = Sempre avançando A relação entre Cristo e sua Igreja é nosso modelo Familiar O amor de Cristo pela igreja é o modelo de amor do marido pela esposa (Ef 5:25-30). E a devoção da igreja por Cristo é o modelo de cuidado da esposa com o marido (Ef 5:22-24). Assim como a igreja não se sente diminuída, nem desprezada, nem humilhada, nem perdendo espaço, ou ficando inútil diante da utilidade de Cristo, assim também a esposa submissa não terá nenhum desses sentimentos em relação ao marido. Essa relação de marido e mulher, á luz da bíblia, só é possível no casal cheio do Espírito Santo. (Ef 5:18). Não queira discutir a submissão da mulher ao marido entre casais vazios de Deus, principalmente se você é vazio do Espírito. E este exemplo dos pais é naturalmente transmitido aos filhos. O menino crescerá respeitoso com as mulheres, porque tem o exemplo do pai que ama muito sua mãe. A menina crescerá feminina, como princesa, pois tem o exemplo de sua mãe. E nisto, Paulo cita novamente o Gênesis (Ef 5:31). Pois o homem foi feito para trabalhar, isto é, para viver com um propósito, um plano, atividades a concluir. Tanto é verdade isso, que quando o homem não tem propósito, ele entristece e perde o sentido da vida, ainda que tenha dinheiro e mulheres vive infeliz. Mas a mulher foi feita para ser amada, porquanto o homem estava só e precisava de algo a concentrar o amor que recebe de Deus. Tanto é verdade, que a mulher só consegue ser feliz quando recebe amor na sua plenitude, carinho, atenção, afeto, cuidado etc. O marido que não ama a esposa, é um assassino, esta matando-a aos poucos. A mulher que não apoia o propósito de vida do marido, esta limitando e minando sua razão de existir. A igreja é a Única que pode Vencer os Demônios A armadura de Deus é dada a igreja (Ef 6:10-18) o texto é plural. Por exemplo; Todos devem portar a espada do Espírito e usá-la quando necessário. Mas Lembre-se, que nem todo mundo foi chamado a pregar e ensinar, isto é, nem todo mundo foi chamado a manejar bem a espada do Espírito. Todos devem ter o escudo da fé, mas nem todos tem o mesmo nível de fé. Logo, o escudo de alguns é bem mais forte do que de outros. Da mesma forma, que todos devem ter vida de oração, mas nem todos tem o chamado da intercessão. E igualmente, todos devem ter calçados os pés para evangelizar, mas nem todos têm chamado de viajar por cidades, aldeias e países pregando o evangelho e plantando novas igrejas. Por isso, quando a igreja esta reunida na luta contra o reino das trevas, ela deve se organizar igual um exército que monta acampamentos, separa grupos de soldados conforme habilidades, assim também a igreja deve organizar seus membros para a grande luta. Montar acampamentos de oração. Enviar grupos de soldados bem calçados no evangelho da paz. Criar barreiras de soldados que tem um fortíssimo escudo da fé. Colocar na linha de frente os que manejam bem a espada do Espírito. Pois neste exército, não existem arqueiros. Só espadachins. Eis aí, um pouco da importância da igreja. E sabemos que, a mesma igreja que deve funcionar como exército, também deve atuar como hospital. Pois mesmo na guerra, os soldados montam hospedarias móveis para cuidar dos feridos em meio à batalha. Não é fácil pertencer a uma igreja, pois nem todos são soldados formados, ainda temos muitos alunos em processo de formação e aprendizagem cometendo diversos erros que incomodam a todos. Mas ao mesmo tempo em que não é fácil, é um grande prazer e privilégio pertencer ao corpo do Senhor Jesus Cristo por todas as bênçãos espirituais que temos no Amado.

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