Mansidão: Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas – EBD Lição 10 – 05/03/2017

Mansidão Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas

A paz do Senhor amados, hoje vamos ver o subsídio da EBD, cujo tema é: Mansidão: Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas. Essa é a lição 10 marcada para essa data: 05/03/2017. E nesse subsidio escola dominical como sempre, nossa irmã Silvânia Soares diretamente, da casa dela mesmo, traz pra você professor o comentário do comentário da lição. Você pode acompanhar todos os comentários e subsídios EBDs do nosso site, através da seção: Escola Dominical. Venha conhecer também nossa escola que te ensina a como pregar a palavra de Deus corretamente. O Clube de Pregadores. Como você sabe, vez ou outra eu gosto de deixar meus comentários também sobre a lição, por isso, eles ficam destacados em verde. A lição esta na cor normal do texto, enquanto que os comentários da querida irmã Silvânia estão em azul. Faça bom proveito. Escola Bíblica dominical – Mansidão: Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas – EBD Lição 10 – 05/03/2017 Lição 10 – 5/03/2017 Tema: Mansidão: torna o crente apto para evitar pelejas Texto Áureo: (Ef 4:1,2) Verdade Prática: A mansidão como fruto do Espirito, torna o crente apto para evitar contendas, pelejas e dissensões.  INTRODUÇÃO Na lição de hoje, estudaremos mais um aspecto do fruto do Espírito, a mansidão. Veremos também as pelejas como obra da carne e como oposição à brandura. Para ser manso, o crente precisa ter outra virtude que é a humildade. A arrogância, assim como as pelejas, são obras da carne e quem as pratica não pode agradar a Deus, pois Ele abomina o altivo de coração (Pv 16.5). O Senhor fez todas as coisas para atender aos seus próprios desígnios, até o ímpio para o dia do mal. Abominação é ao Senhor todo o altivo de coração; não ficará impune mesmo de mãos postas. Pela misericórdia e verdade a iniqüidade é perdoada, e pelo temor do Senhor os homens se desviam do pecado. Provérbios 16:4-6 Na Palavra de Deus, os crentes são comparados às ovelhas. Por que tal alegoria? Porque as ovelhas são animais dóceis, mansos e submissos ao pastor (Jo 10.14,15). Se você é ovelha de Jesus, então aprenda a ser manso e humildade. Ouça a voz do Bom Pastor. “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas ovelhas” (Jo 10:14,15). O bom pastor conhece muito bem suas ovelhas e delas é conhecido. A comunhão entre Jesus e seus servos é a mesma que há entre o pai e seu filho. Nesse texto, Jesus esta falando que logo irá se entregar para ser crucificado, ele fala da hora da sua maior dificuldade com toda mansidão. I – MANSIDÃO, O OPOSTO DA ARROGÂNCIA 1. Mansidão não é covardia. Ser manso é ser humilde, amável e cortês. A mansidão, como fruto do Espírito, é uma atitude interior que nos leva a agir com graça e amor, mesmo diante de situações difíceis. Paulo, ao escrever a Segunda Epístola aos Coríntios, estava enfrentando uma situação muito difícil. Alguns falsos apóstolos estavam difamando-o, distorcendo suas mensagens, enfraquecendo sua autoridade e seu apostolado (2 Co 10-13). Contudo, o apóstolo agiu com mansidão e bondade para com os irmãos. Ele inicia a epístola falando a respeito do consolo que recebera de Deus e dos irmãos (2 Co 1.1-6). Muitos podem pensar que Paulo era um tanto rígido com os irmãos,  mas ele era muito equilibrado. Quando era preciso usava de firmeza para com aqueles que, não querendo andar na verdade, desafiavam sua autoridade apostólica (1 Co 4.21), mas, no trato com os crentes, era como uma paciente e amorosa ama (1 Ts 2.7). “Que quereis? Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?” (1Co 4:21) Paulo usa neste versículo a mesma palavra grega rhabdos para vara, usada por Lucas para descrever o instrumento utilizado para espancar Paulo e Silas (At 16:22,24). O termo também é usado de forma figurada para referir-se à autoridade de Cristo para julgar (Ap 19:15).Deus deu a Paulo autoridade para punir os agitadores em corinto, ainda que o apóstolo  preferisse  não fazer valer tal poder. 2. Ser manso é ser corajoso. A mansidão não faz do crente um covarde ou tímido, mas permite que se oponha ao espírito da arrogância e viva de maneira que o nome do Senhor seja exaltado. Moisés era manso, mas, ao mesmo tempo, demonstrou força e coragem (Nm 11.15; 12.3). Jeremias era um forte proclamador das verdades divinas, mas disse que não passava de um manso cordeiro (Jr 11.19). E eu era como um cordeiro, como um boi que levam à matança; porque não sabia que maquinavam propósitos contra mim, dizendo: Destruamos a árvore com o seu fruto, e cortemo-lo da terra dos viventes, e não haja mais memória do seu nome. Jeremias 11:19 O senhor mo fez saber. Deus revelou a jeremias um plano que estava sendo tramado contra sua vida. Como um manso cordeiro, que levam a matança. Essa ilustração remete a Is 53:7 e ao sacrifício de Jesus Cristo. Os habitantes de Anatote haviam imaginado projetos para o assassinato do profeta. 3. A mansidão, fruto do Espírito. Como fruto do Espírito, a mansidão faz parte das qualidades que devem estar presentes na vida dos súditos do Reino de Deus (Mt 5.11). Jesus ensinou a mansidão e ofereceu o seu fardo a todos aqueles que estavam sofrendo com as cargas impostas pelo judaísmo, pelos romanos e por Satanás (Mt 11.29,30). Jesus era simples, humilde e dócil (Mt 11.29). As pessoas tinham prazer em estar ao seu lado. É muito difícil estar ao lado de pessoas altivas. A simplicidade e humildade de Jesus é evidente, mas não pode ser confundida com fraqueza ou medo. Jesus sabia pegar pesado quando era preciso, e a bíblia deixa claro os momentos onde ele usou a vara, na maioria das vezes contra os fariseus. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, … Ler mais

Fidelidade, Firmes na Fé – EBD Lição 9 – 26/02/2017

Fidelidade firmes na fe EBD Lição 9 – 26 02 2017 EBD Pregador Manasses

A paz do Senhor Jesus amados, nova semana, novo estudo subsídio para a escola dominical. Estudaremos a lição 9 Fidelidade Firmes na Fé. E dessa vez eu quero comentar um pouco da lição junto a nossa irmã Silvania Soares, que trabalha comigo na Equipe do Clube de Pregadores, e que é mais que capacitada para lecionar na EBD. Eu apenas estarei comentando essa lição junto com ela, porque fé, é um assunto que gosto por demais. O meu comentário vai estar em verde, o comentário da querida Silvânia vai estar em azul. Lembrando que você pode deixar seu comentário no final, e também fazer o download desse subsídio EBD para apoiar suas aulas. Outro detalhe é que durante o estudo e subsídio EBD temos alguns links que apontam para estudos bíblicos e mensagens relacionados com a lição, isso é bom pra quem gosta de se aprofundar. E em nosso site, você pode navegar a vontade pelas seções, estudo bíblico, pregações evangélicas, pregações para jovens, e inclusive conferir vários artigos que tem por objetivo lhe ensinar sobre como pregar a palavra de Deus. Para conferir todas as lições visite a seção: Escola Dominical. Fidelidade, firmes na Fé – EBD Lição 9 – 26/02/2017 Lição 9 – 26/02/2017 Fidelidade, firmes na fé Texto Áureo: (2Tm 2:13) Verdade Prática: A fidelidade, como fruto do Espírito, ajuda o crente a permanecer firme na fé em Cristo.  INTRODUÇÃO Nesta lição, estudaremos outro aspecto do fruto do Espírito, a fidelidade. Veremos também a idolatria e as heresias como obras da carne e como oposições, ou seja, contrárias à fidelidade. Como novas criaturas, precisamos crer e confiar em Deus de todo o coração, pois a nossa fé vai nos ajudar a permanecer fiéis até o dia em que nos encontraremos com o Senhor. Aquele que realmente crê no Pai e no Filho não se deixa levar por qualquer sorte de doutrina, pois está sempre vigilante e atento à voz do Senhor. Nessa introdução podemos enfatizar os ataques a fé cristã que acontecem nos dias atuais e assim trazer maior importância para a lição de hoje. Falsos mestres com seus programas de tv, templos gigantes, jornais, revistas e congregações espalhadas nas principais cidades, estão extremamente preparados e organizados para enganar e vem trazendo uma nova definição de fé para todos, já que eles são vistos por crentes e descrentes. E nós precisamos estar atentos a essas práticas, para não deixar que nossos filhos, familiares, amigos e nossa igreja venha a acreditar em falsos profetas e acabar pensando que a fé é uma ferramenta para arrancar de Deus as bençãos materiais. Tópico I – O SIGNIFICADO DE FIDELIDADE 1. Definição. Fidelidade, segundo o Dicionário Houaiss é a “característica do que é fiel, do que demonstra zelo, respeito por alguém ou algo, lealdade”. Logo, podemos afirmar que a fidelidade é a característica de quem é leal. 2. A fidelidade como fruto do Espírito. Já vimos que a fidelidade é a característica de quem é leal, mas, como fruto do Espírito, tal virtude é desenvolvida em nós pela ação do Espírito Santo (Gl 5.22). À medida que confiamos em Deus e passamos a ter uma maior comunhão com Ele, mediante a leitura da Palavra, oração e jejum, desenvolvemos o fruto do Espírito. “Saberás, pois, que o Senhor teu Deus, ele é Deus, o Deus fiel”. Deuteronômio 7:9. A fidelidade é um dos atributos de maior conforto e doçura. A fidelidade pertence a Deus; a inconstância caracteriza o homem pecador. A fidelidade de Deus é uma verdade prática ao crente. É travesseiro para a cabeça cansada, estímulo ao coração que desfalece e apoio para os joelhos fracos. Em todas as exigências da vida, podemos contar assegurada mente com Ele. Ele nunca decepcionará a alma que confia. Sua fidelidade nunca falhará. A fidelidade de Deus, juntamente com Seu imenso poder é nossa esperança eterna. 3. A fidelidade de Deus. Fidelidade é um dos atributos morais de Deus. Ele é fiel em sua natureza (2 Ts 3.3). O Deus que é fiel, pela sua graça, nos salvou e nos deu uma nova vida a fim de que tenhamos comunhão com Ele e com o seu Filho (1 Co 1.9). Como filhos de Deus e novas criaturas, precisamos ter para com Deus a mesma atitude de lealdade que Ele tem para conosco. Importante explicar aqui, que para ser fiel ao Senhor, só tem um caminho. Muitos tentam ser fiéis se obrigando a fazer as boas obras e se martirizando e se sacrificando. Isso não é necessário. o Espírito Santo nos convence da justiça, do pecado e do juízo. Uma vez convencidos, vamos desejar fazer tudo que agrada a Deus, e isso será para nós um prazer e não um sacrifício. A nossa fidelidade ao Senhor nos ajuda a resistir à idolatria e às heresias que tão de perto nos rodeiam. É importante ressaltar que idolatria não é somente adorar imagens de escultura, mas é tudo que toma o lugar de Deus em nossos corações, sejam pessoas, sejam objetos. Que Deus ocupe sempre o primeiro lugar em nossas vidas. Muitos infelizmente têm deixando que os bens materiais, os talentos e os cargos eclesiásticos ocupem o lugar em seus corações, lugar que deve ser somente do Pai (Dt 6.5). Que o Senhor nos livre de cometer tal loucura. “Fidelidade – Esta palavra é corretamente traduzida em Romanos 3.3 (fidelidade). Em Gálatas 5.22, a ARA corrige fé (ARC) por fidelidade. Fé, pistis, primeiramente, ‘persuasão firme’, convicção fundamentada no ouvir (cognato de peitho, ‘persuadir’, sempre é usado no Novo Testamento acerca da ‘fé em Deus ou em Jesus, ou às coisas espirituais’. A palavra é usada com referência: (a) à confiança (por exemplo, Rm 3.25); (b) à fidedignidade, fidelidade, lealdade (por exemplo, Mt 23.23); (c) por metonímia, ao que é criado, o conteúdo da crença, a fé (At 6.7); (d) à base para a ‘fé’, a garantia, a certeza (At 17.31); (e) a um penhor de fidelidade, fé empenhada (1 Tm 5.12). Os principais elementos da fé em sua … Ler mais

EBD Lição 8 – 19/02/2017 – A BONDADE QUE CONFERE VIDA

A bondade que Confere Vida - Capa EBD Pregador Manasses

A paz do Senhor Jesus amados, nova semana, novo estudo subsídio para a escola dominical. Estudaremos a lição 8 A Bondade que Confere Vida e a nossa comentarista é a queridíssima irmã Silvania Soares, que trabalha comigo na Equipe do Clube de Pregadores, que aliás esta com inscrições abertas. A irmã Silvania é professora da EBD de Senhoras e tem muita experiência com as lições da CPAD. (Casa Publicadora das Assembleias de Deus). Lembrando que você pode deixar seu comentário no final, e também fazer o download desse subsídio EBD para apoiar suas aulas. Outro detalhe é que durante o estudo e subsídio EBD temos alguns links que apontam para estudos bíblicos e mensagens relacionados com a lição, isso é bom pra quem gosta de se aprofundar. EBD Lição 8 – 19/02/2017 – A BONDADE QUE CONFERE VIDA Lição 8 – 19/02/2017 A BONDADE QUE CONFERE VIDA TEXTO Áureo (1 Jo 3:15)  Verdade prática: A vida é um dom de Deus e ninguém tem o direito de tirá-la a não ser o próprio Deus. Introdução Você já teve o coração transformado e regenerado pelo Senhor Jesus? Então, não há mais espaço, em sua vida, para sentimentos e desejos que faziam parte da sua velha natureza. Na lição de hoje, veremos que os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, falso testemunho e blasfêmias procedem do interior do homem,  ou seja, da velha natureza adâmica (Mt 15.18,19).  “Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem. Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” O que a pessoa pensa no seu coração, isto é o que ela é.Mas como é que os pensamentos nascem no coração, a fonte de toda reflexão? Por meio da visão, da audição e dos demais sentidos. A matéria prima de nossas ações é o que recebemos na mente e permitimos que chegue ao coração. Davi expressou tal verdade desta maneira: Escondi a tua palavra no teu coração, para eu não pecar contra ti(Sl 119:11). I – BONDADE: O FIRME COMPROMISSO PARA O BENEFÍCIO DOS OUTROS 1 – A bondade como fruto do Espírito Podemos afirmar que a bondade e a benignidade são frutos gêmeos. A palavra grega para bondade é agathosüne, e esta palavra pode ser aplicada  em relação a  Deus como um ser perfeito e completo (Mc 10.18), e em relação à benevolência de alguém  (Mt 12.35; At 11.24; 1 Pe 2.18). Como um dos aspectos do fruto do Espírito, podemos dizer que a bondade é uma qualidade nobre, gerada por Deus, nos corações daqueles que experimentaram o novo nascimento (Jo 3.3). Quem já experimentou a regeneração, em Jesus Cristo, é nova criatura e naturalmente inclinado a fazer o bem (2 Co 5.17). O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mateus 12:35 Porque era homem de bem e cheio do Espírito Santo e de fé. E muita gente se uniu ao Senhor. Atos 11:24 Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus. 1 Pedro 2:18 E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus. Marcos 10:18 Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. João 3:3 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17 “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. ” Em cristo. Paulo apresenta os resultados da morte de Cristo a favor dos Cristãos e da morte dos cristãos em Jesus (v 14). Pelo fato de estarem unidos com Cristo em sua morte e ressureição, os cristãos participam da nova criação, e recebem os benefícios de serem restaurados por Cristo à condição que Deus estabelecera em seu plano original (Gn1:26; 1Co 15:45-49). Tudo se fez novo. A vida do cristão deve mudar porque ele está sendo transformado à semelhança de Cristo (2 Co 3:18). Em vez de viver para si próprio, a nova criatura agora vive para Cristo (v 15). Em vez de avaliar os outros com base nos padrões deste mundo, o cristão enxerga esse mundo com os olhos da fé (v 16). 2 – A bondade de Deus. A bondade de Deus é singular. Ele é bom para todos os homens, independentemente da condição destes (Sl 145.9). A bondade do Pai pode ser revelada na sua provisão, pois Ele faz com que o sol e a chuva se levante sobre os justos e injustos (Mt 5.45). Contudo, a maior prova da bondade de Deus está no fato de Ele ter enviado seu Filho unigênito para morrer por nós, homens pecadores e maus por natureza (Jo 3.16; Rm 5.8). Em geral costumamos agir bondosamente somente com aqueles que nos tratam com benevolência, mas o Criador é bom para com todos; e, como filhos seus, precisamos seguir o seu exemplo. ”Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. ” (Rm 5:8) O amor de Deus é verdadeiramente notável. É possível que alguém se encoraje a morrer por um justo (gr. dikaíõs), ou seja, por um homem íntegro e honesto, um cidadão respeitável e bom, uma pessoa útil ou benevolente (gr agathós). Porém Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (gr.hamartõles). Essa é uma demonstração clara do amor de Deus. Ele nos recebe do jeito que estamos e, a partir daí, começa a fazer algo novo e belo. 3 – Um homem bondoso e uma mulher bondosa. Na Bíblia, encontramos vívidos exemplos de homens bondosos, e Jó é um desses homens. Ele não era somente justo e paciente, mas também bondoso para com os outros (Jó 29.15-17; 31.32) e para com seus filhos, oferecendo a Deus holocaustos por eles (Jó 1.5). … Ler mais

EBD Lição 7 – 12/02/2017 – Benignidade: um Escudo Protetor Contra as Porfias

Lição 7 Adultos Benignidade um Escudo Protetor Contra as Porfias EBD Pregador Manasses

Continuando nossa série de subsídio para escola dominical, acompanhando a revista da CPAD. Vamos tratar hoje da lição 7 Benignidade: um escudo protetor contra as Porfias. Ao final, tem o link para você fazer o download em PDF. Os comentários são da nossa querida irmã Silvânia Soares, que faz parte da equipe do Clube de Pregadores. E também contribui com estudos bíblicos para o nosso site. Deus seja louvado através da vida dela. EBD Lição 7 – 12/02/2017 – Benignidade: um Escudo Protetor Contra as Porfias Lição 7 – 12/02/2017 Benignidade: um escudo protetor contra as Porfias Texto Áureo: (Ef 4:32) Verdade Prática: a benignidade na vida do crente torna-o uma testemunha do amor de Deus Introdução Na lição de hoje estudaremos mais um aspecto do fruto do Espírito, a benignidade e mais um aspecto das obras da carne, a porfia. Veremos que o crente cheio do Espírito Santo tem um coração benigno e procura ter relacionamentos saudáveis, evitando discussões, disputas e polêmicas. O conselho de Paulo a Timóteo foi para que ele fugisse das discussões, polêmicas e debates acerca da lei, pois tais discussões são inúteis e não acrescentam nada à fé dos irmãos (Tt 3.9). “ Mas não entres em questão loucas, genealogias e contendas e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs. ” I – A Benignidade Fundamenta-se no Amor O que é benignidade? Você conhece o significado dessa palavra? Benignidade significa índole boa, bom caráter; benevolência, humanidade e bondade. No crente, essas características não são o resultado de uma boa formação acadêmica ou de uma família funcional. É o resultado do fruto do Espírito. Não conseguimos ser bondosos pelo nosso próprio esforço. A bondade que estamos estudando vem de Deus, pois Ele é a fonte de toda benevolência e amor (1 Jo 4.8).  Deus é amor, logo, a benignidade é uma das características do crente. “Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. ” Não conhece a Deus. Conhecer a Deus aqui refere-se a um conhecimento íntimo, vivenciado de Deus, e não a mera informação sobre Deus. João nunca diz que quem não ama não é nascido de Deus (1 Jo 4:7). Mas é impossível conhecer a Deus com intimidade sem amar outras pessoas, porque Deus é amor. Aquele em que Deus está reflete seu caráter. Afirmar conhecer a Deus e ao mesmo tempo não amar os outros é mentir (1 Jo 1:16) Jesus, exemplo de benignidade. Jesus, como homem perfeito, é o nosso maior exemplo de benignidade e amor (Jo 3.16). Ele amou os ricos e os pobres e sempre ajudou a todos que foram até Ele, como por exemplo, a mulher cananeia cuja filha estava miseravelmente endemoninhada (Mt 15.21-28). A princípio, parece que Jesus não estava se importando com o clamor daquela mãe. Porém, o Mestre estava testando a fé daquela mulher. Jesus mesmo declarou: “Ó mulher, grande é a tua fé” (Mt 15.28). Jesus, em sua bondade, não se prendeu a debates religiosos ou políticos, pois sabia que a sua missão era salvar e resgatar os que estavam perdidos (Lc 19.10). “ Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. ” (Lc 19:10) .A benignidade na prática. O evangelista Billy Graham disse que é muito fácil ser indelicado e impaciente com os que erram e falham. É fácil ser  bondoso e gentil com quem nos trata bem, mas precisamos ser benignos com aqueles que erram, tropeçam e ainda  nos tratam mal. Para isso, precisamos ser cheios do Espírito Santo (Ef 5.18). A Terceira Pessoa da Trindade, habitando em nosso interior, nos leva a ser bondosos em todas as circunstâncias. Muitas pessoas rejeitam o cristianismo porque alguns cristãos não amam como o seu Mestre. Jesus foi gentil para com os publicanos e os pecadores. Ele se assentava e comia com essas pessoas (Mt 9.11,12). “E os fariseus, vendo isso, disseram aos seus discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas sim, os doentes. Jesus citou Oséias 6:6 (e o fez novamente em Mateus 12:7) para enfatizar que Deus está mais interessado no amor sincero das pessoas do que na observância cerimonial, externa da lei. Jesus se referiu aos fariseus chamando-os ironicamente de os justos. Na verdade, eles não eram justos, mas consideravam-se justos e piedosos por serem zelosos com a lei (Fp 3:6). Entretanto Jesus explicou usando as palavras do antigo testamento que eles conheciam muito bem, que Deus já há muito considerava sem valor os sacrifícios sem misericórdia. O Mestre também fez questão de pousar na casa do publicano Zaqueu (Lc 19.1-10). Os publicanos, por serem os cobradores de impostos, eram odiados pelo povo, pois em geral, cobravam mais do que as pessoas deviam. Na cruz, Jesus demonstrou benignidade ao atender o pedido de um salteador (Lc 23.42,43). II – Porfia Fundamenta-se na Inveja e no Orgulho. Inimizade e porfia. Embora estas duas palavras pareçam ter o mesmo significado, elas são distintas. Segundo o Dicionário Houaiss, inimizade é ódio, indisposição e malquerença; porfia significa contendas de palavras, discussão, disputa e polêmica. Embora tenham significados distintos, elas são obras da carne, da velha natureza, por isso, devemos fugir de tais ações (Gl 5.20,21). Evódia e Síntique. Eram irmãs valorosas que serviam a Deus na igreja de Filipos (Fp 4.2). “ Rogo a Evódia e rogo a Síntique que sintam o mesmo no Senhor. ” Em sua epístola a igreja de filipense, as duas primeiras pessoas que o apostolo menciona pelo nome são mulheres Evódia e Síntique (Fp 4:2) Paulo mostra que elas se uniram a ele como companheiras de igual valor em sua atividade e em seu ensino missionário. A natureza exata do papel de liderança que Evódia e Síntique exerciam na igreja em Filipos é incerta. A autoridade delas era suficiente, no entanto, para Paulo incentiva-las há procurar harmonia uma com a outra (Fp4:2). Ele até pediu a alguém a quem chama de verdadeiro companheiro … Ler mais

EBD Lição 6 – 5/02/2017 – Paciência: Evitando as dissenções

A paz do Senhor Jesus meus irmãos, estamos trazendo o subsídio da EBD Lição 6 – 5/02/2017 – Paciência: Evitando as dissenções. Para que você aluno possa aprender, e principalmente para que você professor possa utilizar em sua aula, ou simplesmente acrescentar em sua pesquisa para fazer o plano de aula da EBD. A nossa irmã Silvania, que faz parte da equipe do Clube de Pregadores é a autora por trás desse subsídio maravilhoso. Sabemos que o estudo bíblico é base para nossa fé (Rm 10:17), por isso, devemos sempre reforçar ao máximo o ensino da palavra de Deus através da escola dominical. As partes em preto, são da revista, e as partes coloridas são o comentário adicional á lição. Você pode comentar ao final e acrescentar ainda mais a esse estudo, assim deixando mais comentários para os demais irmãos que visitam nosso site para pegar subsídio para a EBD. EBD Lição 6 – 5/02/2017 – Paciência: Evitando as Dissenções Lição 6 – 5/02/2017 Paciência: Evitando as dissenções Texto Áureo: ( Rm 12:12 ) Verdade Prática: A paciência como fruto do espirito, é um Antidoto contra a ansiedade e as dissenções. Introdução: A impaciência é uma das características da vida moderna. As pessoas, a cada dia, estão mais ansiosas, o que contribui para o aumento das dissenções.  Significado de Dissensão. Falta de entendimento ou divergência de opiniões entre duas ou mais pessoas. Condição de disputa, litígio, desavença. Basta ler os noticiários para vermos casos de brigas e confusões. Muitos desses casos acabam em tragédia e família destruídas. Por isso, podemos de imediato perceber a relevância da lição de hoje para os nossos dias. Estudaremos a respeito da paciência, como fruto de espírito, e as dissenções, como obra da carne. I – Paciência, ato de resistência à ansiedade A paciência como fruto do Espírito. O termo paciência no grego é makrothümia e significa longanimidade, perseverança e firmeza (Hb 12:1). A paciência, fruto do espirito, nos habilita a suportar as provações e nos leva a ser complacentes com as falhas dos outros. Vivemos em um mundo onde as pessoas estão a cada dia mais ansiosas, mas os que tem esse aspecto do fruto sabem esperar em Deus com tranquilidade (Sl 40:1). “Esperei com paciência pelo Senhor; ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor.” O nosso maior exemplo de paciência está em Deus. Ele é longânimo para com os homens para que ninguém se perca (2 Pe 3:9).  “O senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.” Deus não está retardando seu juízo porque ele é tardio, mas porque o senhor é longânimo, paciente, com seu povo. Não querendo que alguns se percam. Esta passagem não quer dizer de modo algum que Deus determinou que todos sejam salvos (universalismo). Este texto não está referindo-se a um decreto de Deus, mas a um desejo seu. Mas é claro que tudo o que Deus soberano determinou irá cumprir-se. O que Pedro quer expressar aqui é o desejo soberano de Deus de que todos deixem sua vida desregrada e voltem-se para ele. Moisés, ao ter um encontro com o senhor no monte Sinai, declarou: “ jeová o senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade” (Êx 34:6). A paciência e a ansiedade. Muitos cristãos vivem sofrendo por antecipação, pois se esquecem do que jesus nos ordenou: ”[…] Não andes cuidadosos quanto à vossa vida[…]” (Mt 6:25) Depois de mostrar-nos o perigo de viver em função de juntar bens matérias, Jesus agora trata de uma tendência igualmente perigosa: a preocupação! Não andeis cuidadosos (gr. merimnao) quer dizer não fiquem ansiosos. A ansiedade é uma preocupação exagerada e prejudicial com nossas necessidades imediatas. É diferente de ter cuidado, preocupação e fé. Portanto até mesmo os pobres não precisam preocupar-se com o que vão comer, beber ou vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que a vestimenta? Essa pergunta indica que o equilíbrio mental e interior deve vir do espirito do homem, e não da provisão material. Colocar o coração  nos bens matérias e preocupar-se com a falta deles é viver sempre inseguro e privar a si mesmo a  de receber as bênçãos  espirituais de Deus. A ansiedade é uma perturbação interior causada pela incerteza, pelo medo. Ela gera angustia e sofrimento, porem Deus não quer que seus filhos vivam com o coração perturbado, ansioso (Jo 14:1). A paciência fruto do espirito, nos ajuda a enfrentar as lutas e os sofrimentos da vida sem desanimar. Os sofrimentos não são para nos destruir, mas serve para nos lapidar, para nos tornar mais pacientes e perseverantes (Hb 12:7-11). Precisamos aprender a esperar com paciência e tranquilidade em Deus. Tendo a certeza de que todas as coisas cooperam para o nosso bem (Rm 8:28). “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. ” Todas as coisas cooperam juntamente para o bem dos que amam a Deus. A referência feita primeiramente a todas as coisas diz respeito as aflições deste tempo presente. Todas as circunstâncias trabalharão juntas e cooperarão para o bem do cristão; ou seja, o cristão será moldado, no presente momento, por Jesus Cristo e, no porvir reinará com Ele. Lancemos diante do senhor tudo aquilo que nos aflige, pois ele é bom e tem cuidado de nós (1 Pe 5:7). Jó, exemplo de paciência em meio à dor. Jó é um exemplo de paciência, fé e persistência diante das tribulações. Ele perdeu em um único dia seus filhos, seus bens e sua saúde, mas não perdeu a sua fé em Deus. Em meio a dor de tão grandes perdas, ele declarou: “ porque eu sei que o meu redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19:25). A fé que Jó tinha em Deus … Ler mais

EBD Lição 5 – 29/01/2017 – A paz de Deus: Antídoto Contra as Inimizades

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A paz do Senhor amados, estamos trazendo a você um subsídio para a EBD Lição 5 – 29/01/2017 – A paz de Deus: Antídoto Contra as Inimizades. Ao final, você tem o link para fazer download em PDF desse esboço resumido, caso necessite imprimir e levar a aula. Procure visitar também nossa seção de estudos bíblicos. Sabemos que muitos professores de EBD precisam de um auxílio para ministrar a aula, e o objetivo aqui é trazer apenas uma introdução em cada tópico da lição para que você possa deixar o Espírito Santo lhe guiar durante sua aula. O estudo da lição é uma contribuição da nossa querida irmã Silvânia, que faz parte da Equipe do Clube de Pregadores. Louvo a Deus pela vida dela. No subsídio, temos a repetição do texto da revista, para melhor acompanhamento dos comentários. O texto da revista esta em azul, e o comentário esta na cor normal cinza escuro. EBD Lição 5 – 29/01/2017 – A paz de Deus: Antídoto Contra as Inimizades Lição 5 – 29/01/2017 A paz de Deus: Antídoto contra as inimizades Texto Áureo: (Jo 14:27) Verdade prática: A paz como fruto do espirito não promove inimizades e dissenções. INTRODUÇÃO Na lição de hoje, estudaremos a paz como fruto do espirito e a inimizade com fruto da carne. O homem guiado pela velha natureza não pode sentir a paz que Jesus Cristo nos oferece. Essa paz não depende de situações e circunstância. Mesmo vivendo em uma sociedade violenta podemos ter paz, pois a serenidade que temos em nossos corações é fruto do espirito, e não depende das circunstâncias ou dos recursos financeiro (Gl 5:22). “O fruto do espirito é: Caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança, ” O fruto do espírito é a obra espontânea do Espirito Santo dentro de nós, O Espírito produz certos traços de caráter que são encontrados na natureza de Cristo. São os subprodutos de seu controle sobre a nossa vida – Se quisermos que o fruto do espirito cresça em nós devemos unir nossa vida à dEle. “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. ” (Jo 15:4a) O objetivo principal do Espírito Santo na vida do cristão é fazê-lo parecido com Cristo. 1 Cor 11;1. E o fruto do Espírito com seus 9 gomos, é o puro caráter de Jesus Cristo. I – A paz que excede todo entendimento 1 – PAZ. Podemos definir paz como um estado de tranquilidade e quietude interior que não depende de circunstancias externas. No grego o vocábulo paz é “”eirene”” e refere-se à unidade e harmonia. Vivemos em uma sociedade de onde a violência tem feito muitas vítimas e tirado a tranquilidade das pessoas, fazendo com que as pessoas adoeçam. Ultimamente temos visto o aumento da chamada síndrome do pânico, ou seja, um transtorno da ansiedade que leva a um pavor incontrolável, mesmo que não haja nenhum perigo iminente. A pessoa acometida por essa enfermidade perde a quietude. Quem está sendo acometido por esse mal precisa do acompanhamento de um psiquiatra, terapia e o carinho e a compreensão dos familiares e da igreja.  Jesus disse: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.João 14:27 A paz de Cristo não é apenas para nos proteger contra doenças psíquicas, falta de sono e depressão. A paz de Cristo no deixa tranquilos com a alegria da salvação, o que antes tirava nossa paz era não ter perspectiva de futuro, e agora sabemos exatamente o que esta reservado para nós, por isso, temos paz, aguardando a vinda de Cristo. 2 – PAZ COM DEUS. Como podemos estar em paz com Deus? Só existe uma maneira para estarmos em paz com o nosso criador: mediante a nossa justificação. A justificação ocorre quando nós pela fé, recebemos Jesus como nosso único e suficiente Salvador. Então, somos declarados justos diante de Deus (Rm 5:1) Paz com Deus. A paz mencionada aqui não é um sentimento subjetivo de sossego, mas um estado. É estarmos em paz em vez de estarmos em guerra. As hostilidades entre Deus e o cristão cessou. O cristão foi reconciliado com Deus. Quando recebemos Jesus, a inimizade que havia entre nós e Deus é desfeita, somos reconciliados com o pai e passamos a desfrutar de plena paz e comunhão com ele (2 Co 5:18-20).  Deus […] nos reconciliou consigo mesmo. Por causa da propiciação de cristo – e de ter satisfeito às exigências do pai – Deus agora pode voltar-se para nós. Deus nos faz novas criaturas em cristo e concede-nos o ministério da reconciliação, uma palavra que significa mudança de um relacionamento de inimizade para um relacionamento amistoso, pacifico. Aquele que foi reconciliado com Deus tem o privilégio de contar aos outros que eles também podem reconciliar-se com o criador. A nossa justificação, e reconciliação e a paz com Deus somente são possíveis por meio da morte e ressurreição de jesus cristo (Is 53:5; Ef 13:17) A repetição dos pronomes “ele” e “suas” com “nós” e “nos” reforça o fato de que o servo sofreu em nosso lugar. O castigo […] suas pisaduras. Para uma referência semelhante, veja 1 Pedro 2:24. A palavra paz resume o ministério de reconciliação, justificação, adoção e glorificação do servo. 3 – PROMOTOR DA PAZ. O crente que já recebeu a paz de Deus, em seu coração precisa partilhar dessa paz com todos os que estão aflitos, tornando-se um embaixador da paz (2 Co 5:20).  Embaixadores são mais do que simples mensageiros. São representantes do soberano que os enviou. Mais referências: Pv 13;17. Ef 6;20. Um embaixador é representante do seu país natal, de sua pátria. Fl 3;20. Hb 13;14. A paz concedida pelo espirito não é somente para o nosso bem-estar, mas também para o bem do próximo. Não podemos nos esquecer que amar ao semelhante é um mandamento do pai (Mt 22:39) “E o segundo, semelhante a este é: Amarás a teu próximo como a ti mesmo” Esse mandamento em … Ler mais