Subsídio EBD Lição 10 – ESPÍRITO – O ÂMAGO DA VIDA HUMANA – 4°Trimestre 2025

Comentário do Tema O espírito humano é o âmago da vida, o cerne mais profundo do ser criado por Deus. É ele que nos capacita a ter comunhão com o Criador, distinguindo-nos das demais criaturas. O espírito é a parte imaterial que, ao ser vivificada pela graça divina, nos torna capazes de adorar, servir e caminhar em santidade. Ele é a fonte da vida espiritual, o lugar onde Deus habita e fala ao nosso interior. Comentário do texto Áureo O texto de Zacarias 12.1 revela que Deus é o formador do espírito do homem dentro dele. Zacarias usa a sequência da criação. Primeiro ele fala que Deus é o que estende o céu, revelando para nós que, o céu ao ser criado foi estendido como um lençol. Depois ele fala da fundação da Terra, visto que a bíblia diz: “No princípio, criou Deus os céus e a terra”. E em terceiro lugar, o espírito do homem foi formado, ou seja, embora o Gênesis diga que quando Deus soprou o homem foi feito ‘alma vivente’, Zacarias confirma que nesse momento o espírito do homem também foi formado. Comentário da verdade prática Uma vez livre, nossa alma recebe vida espiritual e dirige nosso corpo para adorar e servir ao Criador. O espírito vivificado é o motor da adoração genuína e do serviço fiel. Como disse Jesus: ‘O pai procura os verdadeiros adoradores…. Importa que…. adorem em espírito e em verdade’. É do nosso espírito que provém a verdadeira adoração, e isto, como já estudamos antes, é depois de alimentar a mente com a palavra, para fortalecer a nossa alma, tomar decisões que agradam a Deus, e então andar em espírito. Comentário da leitura bíblica em classe Gênesis 2.7 E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Este versículo mostra que o homem foi criado com um corpo material, mas recebeu vida espiritual pelo sopro divino. O espírito é o fôlego de Deus, que nos torna seres vivos e capazes de comunhão com Ele. Nós somos almas que tem corpo para viver nessa terra e espírito para se comunicar com Deus nos céus. Eclesiastes 12.7 e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. Aqui vemos que, ao morrer, o corpo retorna à terra, mas o espírito volta a Deus. O espírito é eterno, pois foi dado por Deus e a Ele retorna, mostrando que nossa essência espiritual sobrevive à morte física. E não somente isso, mas que a vida pertence a Deus. Só Ele tem poder de dar a vida e tirar. Como Ele diz: Vede agora que eu, eu o sou, e mais nenhum deus há além de mim; eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro, e ninguém há que escape da minha mão. Deuteronômio 32:39 Zacarias 12.1 Peso da Palavra do Senhor sobre Israel. Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele. Quando menciona o homem por dentro, parece que o profeta Zacarias esta visualizando a cena, o boneco de barro pronto, deitado ao chão, enquanto o Criador sopra sobre ele e o espírito se forma. João 4.24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. A adoração verdadeira só é possível quando o espírito humano está alinhado com Deus, pois Ele é Espírito e busca adoradores que O adore em espírito e verdade. Introdução da introdução O espírito humano é o âmago da vida, a parte mais profunda do ser criado por Deus. É ele que nos capacita a ter comunhão com o Criador, distinguindo-nos das demais criaturas. O espírito é a fonte da vida espiritual, o lugar onde Deus habita e fala ao nosso interior. Um exemplo clássico é a jumenta de Balaão, a inspiração do burrinho do Shrek. Deus não falou com ela, e nem ela falou com Deus. O Senhor apenas lhe abriu o entendimento e ela falou com Balaão. (Nm 22:28). Comentário do tópico I – O SOPRO DIVINO: A CONCESSÃO DO ESPÍRITO O tópico 1 trata do sopro divino como a concessão do espírito ao ser humano. O espírito é o fôlego de Deus, que nos torna seres vivos e capazes de comunhão com Ele. A palavra-chave aqui é “espírito”, que em hebraico é “ruach”, significando sopro, vento ou espírito. No tópico 1.1 o comentarista da lição diz: “O fôlego da vida. Feito de uma matéria pré-existente, o pó da terra, o corpo humano estava inerte até receber o sopro divino (o fôlego da vida), ato pelo qual Deus deu ao homem o espírito e o tornou alma vivente (Gn 2.7).” (Gn 2.7) E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gn 1.3) E disse Deus: Haja luz; e houve luz. (Gn 1.11) E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra; e assim foi. O sopro divino é o ato especial de Deus que nos torna seres espirituais, diferenciando-nos das demais criaturas. No tópico 1.2 o comentarista da lição diz: “A singularidade do espírito. Alma e espírito são mencionados ao longo do Antigo e do Novo Testamento como componentes imateriais distintos.” (Zc 12.1) Peso da Palavra do Senhor sobre Israel. Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele. (Ec 12.7) e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu. (Lc 16.22-25) E aconteceu que morreu o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E … Ler mais

Comentário da Lição 01 – O HOMEM – CORPO, ALMA E ESPÍRITO

Lição 1 5 de Outubro de 2025 O HOMEM – CORPO, ALMA E ESPÍRITO TEXTO ÁUREO “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Ts 5.23) VERDADE PRÁTICA Deus nos fez corpo, alma e espírito para glorificá-lo eternamente com todo o nosso ser. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Gênesis 1.26-28; 2.7,18,21-23 Gênesis 1 26 – E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra. 27 – E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. 28 – E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. Gênesis 2 7 – E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. 18 – E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele. 21 – Então, o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar. 22 – E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão. 23 – E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. COMENTÁRIO DA INTRODUÇÃO Deus criou o homem de forma especial, com um propósito especial (Gn 1.27,28), como um ato de coroamento de sua criação. E fez isso de maneira sublime e distinta em relação a todos os demais seres viventes. Muito além da expressão “produza a terra”, a partir da qual foram criados os animais (Gn 1.24), o homem é resultado de uma ação divina, pessoal e plural (Gn 1.26). Sua formação é constituída de uma modelagem sobrenatural — “do pó da terra” — e pelo sopro de Deus em seus narizes (Gn 2.7). Neste trimestre, estudaremos essa solene, maravilhosa e exclusiva criação, bem como a importância de uma vida equilibrada e saudável no espírito, na alma e no corpo, sob a perspectiva cristã. Abordaremos a Queda e a Redenção, firmados na esperança de nosso completo, iminente e eterno retorno ao Criador (1 Ts 4.15-17). COMENTÁRIO DO TÓPICO I – A TRICOTOMIA HUMANA 1. Doutrina e teologia A Doutrina do Homem está fundamentada em toda a Escritura, numa revelação suficiente para demonstrar quem é o homem, como foi criado e com que propósito (Gn 1.26–29; 2.15; Sl 8.3–9; Ef 1.3–6). No campo da Teologia Sistemática, ela é conhecida como Antropologia Bíblica, que estuda o homem desde sua origem, constituição e existência, considerando o período anterior à Queda, o pecado original e suas consequências, o plano redentor e a eternidade. Relaciona-se com todas as outras grandes doutrinas da Bíblia e responde às intrigantes e milenares perguntas: Quem é o homem? De onde veio? Para onde vai? Em um tempo de tanta psicologização da fé e intensa busca de respostas para os problemas humanos em concepções não cristãs, um piedoso e profundo estudo das Escrituras é cada vez mais necessário e urgente, a fim de desfazer toda e qualquer dúvida existencial e gerar uma fé bíblica genuína, sadia e equilibrada (1 Co 2.1–16; 2 Tm 3.16,17; Hb 4.12). 2. A tríplice natureza A teologia utiliza o termo “tricotomia” para tratar da tríplice constituição do ser humano: o corpo, a alma e o espírito. Essas três substâncias, ou componentes do homem, são descritas tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (Dt 4.9; Sl 42.11; 139.16; Dn 7.15; Zc 12.1; Mt 10.28; Lc 1.46,47; 1 Co 14.14,15). O próprio Jesus Cristo, o Filho de Deus encarnado — plenamente homem e plenamente Deus — possuía essa constituição (Lc 24.39; Jo 12.27; Lc 23.46). A primeira divisão — as partes material e imaterial — é explicitamente apresentada no ato de formação do homem: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida, e o homem foi feito alma vivente” (Gn 2.7). 3. Físico e espiritual O processo formativo usado pelo Criador, que é Espírito (Jo 4.24), foi constituído de uma combinação única: o elemento físico (pó da terra) com o elemento espiritual (o sopro divino), tornando o homem um ser vivente diferente de todos os demais. Os anjos são seres espirituais, porém sem corpo material (Sl 33.6; Hb 1.13,14). Os animais não possuem a parte imaterial que há no homem (alma e espírito). A “alma” do animal (sua vida) se restringe ao corpo e se esvai com ele (Lv 17.12-14). Já o termo hebraico para “vida”, em Gênesis 2.7, alusivo ao homem, é chayim (no plural), permitindo a expressão literal “fôlego das vidas”. Isso pode significar que, em um único substantivo, o texto sagrado esteja aludindo implicitamente à vida do espírito humano, da alma humana e do corpo humano. COMENTÁRIO DO TÓPICO II – A DISTINÇÃO ENTRE ALMA E ESPÍRITO 1. A alma Do hebraico nephesh e do grego psyché, “alma” é uma das muitas palavras polissêmicas da Bíblia — possui vários significados. Aparece 755 vezes somente no Antigo Testamento. Seu primeiro sentido é “ser vivo”, como em Gênesis 1.20: “alma vivente”. Nesta acepção, a palavra “alma” é usada também para os animais (Gn 1.24) e significa simplesmente “vida”. A distinção entre a alma do homem e a do animal é evidenciada no processo criativo: procedente do sopro de Deus (Gn 2.7), a alma do homem constitui uma substância … Ler mais

Belém e os Belemitas: contexto histórico e teológico

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A Importância Teológica e Bíblica da Terra de Belém e os Belemitas/Efrateus Introdução A Terra de Belém e seus habitantes, os belemitas ou efrateus, têm uma importância teológica e bíblica significativa nas Escrituras. Belém é conhecida como a cidade do nascimento de Davi, o grande rei de Israel, e também como o local onde o Messias, Jesus Cristo, nasceu. Neste artigo, exploraremos a relevância teológica da Terra de Belém e os belemitas/efrateus, examinando as passagens bíblicas que destacam esses temas. Belém na Bíblia Belém, cujo nome significa “casa de pão”, é uma cidade mencionada em várias passagens bíblicas. Inicialmente, é conhecida como o local de nascimento do Rei Davi, um dos líderes mais proeminentes de Israel e um ancestral de Jesus Cristo (1 Samuel 16:1-13; Mateus 1:1-17). Além disso, o profeta Miquéias profetizou que o Messias nasceria em Belém (Miquéias 5:2), cumprindo-se em Jesus (Mateus 2:1-6). Belém desempenha um papel fundamental na história da redenção de Deus, como o lugar onde o grande Rei e o Messias vieram ao mundo. Os Belemitas/Efrateus na Bíblia Os belemitas ou efrateus são os habitantes nativos de Belém. A cidade é mencionada várias vezes no contexto de seus habitantes, como em Rute, onde é chamada de Belém-Efrata (Rute 1:2). Além disso, a expressão “Efrata” é usada em outros contextos, referindo-se à região ou ao povo de Belém (Salmos 132:6; Miquéias 5:2). O termo “efrateu” também é associado aos habitantes de Belém em outros textos bíblicos (1 Samuel 17:12). O Significado Teológico de Belém e os Belemitas/Efrateus A Terra de Belém e seus habitantes têm um significado teológico profundo nas Escrituras. Belém é um símbolo de humildade e pequenez, pois Deus escolheu um lugar aparentemente insignificante para o nascimento do Rei Davi e do Messias. Isso demonstra a natureza paradoxal do reino de Deus, onde os últimos serão os primeiros e os pequenos se tornarão grandes (Mateus 20:16; 23:12). Os belemitas ou efrateus representam a fé e a devoção dos pequenos e humildes, como exemplificado na história de Rute. Rute, uma moabita, foi acolhida e abençoada por Deus por causa de sua lealdade e fé em seguir sua sogra, Noemi, a Belém. Essa história enfatiza que a graça de Deus se estende a todas as nações e povos, independentemente de sua origem étnica ou status social. Conclusão A Terra de Belém e os belemitas/efrateus são símbolos importantes nas Escrituras, destacando a humildade e a fidelidade que Deus valoriza em Seu povo. Belém é a cidade do nascimento do Rei Davi e do Messias Jesus, reforçando a importância da escolha de Deus de usar o pequeno e o humilde para cumprir Seus propósitos. A história de Rute, uma belemita, exemplifica a inclusividade da graça divina, demonstrando que a fé e a devoção são as características essenciais que Deus busca em Seus filhos. Que possamos aprender com Belém e os belemitas/efrateus a importância de uma fé sincera e humilde em nosso relacionamento com Deus.

Terra de Moabe e os Moabitas: História, Contexto e Lições Teológicas

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A Terra de Moabe e os moabitas têm uma presença significativa na narrativa bíblica, desempenhando papéis importantes tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento. Neste artigo, exploraremos a história, contexto e lições teológicas relacionadas a Moabe e seu povo com base nas referências bíblicas. 1. Contexto Histórico e Geográfico A Terra de Moabe estava localizada a leste do rio Jordão, ao sul de Jericó, em uma região montanhosa. Moabe era uma nação vizinha de Israel e compartilhava uma história complexa com o povo de Deus. A origem dos moabitas é narrada em Gênesis 19:30-38, quando a filha de Ló deu à luz Moabe após um relacionamento incestuoso com seu pai. A partir de então, a descendência de Moabe formou a nação de Moabe. 2. Relações com Israel A história de Moabe está intimamente relacionada a Israel. Quando os israelitas saíram do Egito, Moabe recusou-se a dar-lhes passagem em sua terra (Números 22:1-4). Isso resultou na história de Balaão e sua mula falante (Números 22-24), onde Deus proibiu Balaão de amaldiçoar Israel e, em vez disso, abençoou-os. 3. Moabitas e Religião Pagã A influência religiosa pagã de Moabe foi uma tentação para os israelitas. Eles adoravam o deus Quemós e ofereciam sacrifícios a ídolos (Números 25:1-3). A imoralidade e idolatria dos moabitas levaram a um castigo divino e uma praga que matou muitos israelitas. 4. Rute: A Moabita Justa Embora a relação de Israel com Moabe tenha sido complicada, a história de Rute oferece um vislumbre de esperança. Rute, uma moabita, decidiu seguir Noemi, sua sogra israelita, após a morte de seus maridos (Rute 1:16). Sua fidelidade, amor e conversão ao Deus de Israel são evidências da graça divina, e ela se tornou uma antepassada de Jesus Cristo (Rute 4:17-22; Mateus 1:5). 5. Profecias Contra Moabe Várias profecias bíblicas foram dirigidas a Moabe por meio dos profetas. Jeremias profetizou a destruição de Moabe por sua arrogância e idolatria (Jeremias 48). Isaías também anunciou juízo contra Moabe (Isaías 15-16), e Ezequiel proclamou a devastação de suas cidades (Ezequiel 25:8-11). 6. Moabe e o Evangelho Embora Moabe tenha sido uma nação inimiga de Israel em alguns momentos, Jesus incluiu Moabe em Seu plano redentor. Os moabitas, assim como todos os povos, são convidados a receber a salvação por meio de Cristo (João 3:16; Atos 2:21). 7. Lições Teológicas Moabe serve como um lembrete da importância de seguir o verdadeiro Deus, evitando a tentação da idolatria. A história de Rute destaca a graça e misericórdia divinas, mostrando que Deus acolhe todos os que O buscam sinceramente. As profecias contra Moabe são uma advertência contra a arrogância e a rebelião contra Deus. Conclusão A Terra de Moabe e os moabitas são elementos importantes na narrativa bíblica, retratando a complexa relação de Israel com nações vizinhas. Embora tenham ocorrido conflitos e juízos contra Moabe, a história de Rute e a inclusão de Moabe no plano redentor de Deus mostram a extensão do amor e da salvação divina. Essas lições teológicas continuam relevantes para nós hoje, incentivando-nos a seguir a Deus com fidelidade e humildade, evitando a idolatria e recebendo Sua graça e redenção por meio de Jesus Cristo.

Esboços de Pregações em Gênesis

  Tema: A criação do mundo e a soberania de Deus Texto base: Gênesis 1 Introdução: Apresentação do livro de Gênesis e do contexto histórico. A importância do relato da criação para a compreensão da fé cristã. Tópico 1: A criação do mundo Subtópicos: A ordem e o propósito da criação. A criação dos seres vivos e a diversidade da vida. A criação do ser humano e sua posição especial na criação. Tópico 2: A soberania de Deus Subtópicos: Deus como criador e sustentador do universo. A onipotência e onipresença de Deus. A sabedoria e o amor de Deus evidenciados na criação. Tópico 3: O papel do ser humano na criação Subtópicos: A responsabilidade do ser humano como mordomo da criação. O pecado original e suas consequências para a criação. A redenção da criação e a esperança cristã para a restauração do mundo. Conclusão: Destaque para a importância de reconhecer a soberania de Deus na criação e na vida cristã. Encorajamento para assumir a responsabilidade como mordomos da criação e cuidar do mundo. Oração final de adoração a Deus como criador e sustentador de todas as coisas. Tema: Perseverança na provação Texto base: Gênesis 26:17-25 Introdução: Apresentação do contexto histórico e do personagem bíblico Isaque. Tópico 1: A oposição dos filisteus Subtópicos: A inveja dos filisteus pela prosperidade de Isaque. A obstrução das fontes de água. A resistência de Isaque diante da oposição. Tópico 2: A perseverança de Isaque Subtópicos: A fé de Isaque em Deus. A determinação em cavar poços. A persistência em continuar mesmo diante da adversidade. Tópico 3: A bênção de Deus Subtópicos: A intervenção divina para suprir as necessidades de Isaque. A renovação do pacto de Deus com Isaque. A confirmação da bênção sobre Isaque e sua descendência. Conclusão: Destaque para a importância da perseverança na vida cristã. Encorajamento para seguir em frente mesmo diante das provações e oposições. Oração final de gratidão a Deus pela sua fidelidade e bênção sobre nossas vidas.

O Cristão É… Cidadão do céu | O Cristão e a Política

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O Cristão É… Cidadão do céu Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando- as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. (Hebreus 11:13) Esse texto de forma simples sugere que, o cristão é um cidadão do céu. Embora o texto não diga isso claramente, ele sugere. Pois ao mencionar o povo de Deus como peregrinos e estrangeiros na terra, logo fica subentendido que a terra não é o país oficial deles. O próprio Jesus prometeu moradas na casa do pai (Jo 14:1-3). Obviamente que, existe todo um contexto e uma literalidade no texto. Porém, olhando o texto de forma espiritual aplicada ás nossas vidas, podemos sim, dizer e afirmar que somos cidadãos do céu. Nós somos chamados para sermos uma nova criatura, para uma nova vida, uma nova morada, uma nova terra e um novo céu. Então, por que o cristão precisaria entender de política? Por que o cristão iria se preocupar com questões dessa terra, sendo que, ele não é dessa terra? A verdade é que, se somos de fato cidadãos do céu então temos uma responsabilidade maior ainda do que os cidadãos da terra enquanto estamos aqui. Vejamos: Um cidadão do céu, e neste caso o céu seria referência á outro país, é um embaixador na terra. Pois se você não esta no seu país, e tem morada fixa aqui, então você é um embaixador. E Paulo é quem afirma isso em 2 Coríntios 5:20. Um cidadão do céu, além de embaixador é um recrutador. Pois Jesus mandou a todos que fossem pregando o evangelho e fazendo discípulos (Mt 28:19,20). Ora, fazer discípulos é transformar os cidadãos da terra em cidadãos do céu e igualmente embaixadores também. E a principal função de um embaixador é proteger os cidadãos do seu país. Um embaixador é um representante legal, isto é, com poder e autoridade das leis do seu país, para aplica-las no lugar onde ele esta. Por exemplo, a embaixada americana que fica em Santo Amaro São Paulo, tem poder e autoridade legal sobre os americanos que circulam pelo Brasil. E sua principal função é justamente proteger os americanos que por quaisquer motivos, estão no Brasil. E se somos embaixadores, e temos como função proteger os nossos irmãos em Cristo, que também são cidadãos do céu. Então, a política faz parte dos nossos interesses porque ela pode prejudicar os cidadãos do céu. Outro detalhe muito importante e absurdamente claro nas escrituras, é que uma pessoa pode ter várias cidadanias quanto quiser. A bíblia mostra um homem que comprou a cidadania romana, e ao mesmo tempo mostra Paulo, um Judeu, que nasceu romano. (At 22:27,28). Então Paulo é cidadão judeu e romano ao mesmo tempo. E além disso, é também um cidadão do céu. E isso acontece porque, a cidadania Judaica não tem a ver com território e sim com sangue, pois não é judeu quem nasce em Israel, só é judeu quem descende de Abraão, Isaque e Jacó. Da mesma forma, ser um cidadão do céu também não tem a ver com território, mas sim com o sangue de Jesus. Só é cidadão do céu quem nasceu de novo, da água e do Espírito. Como esta escrito: Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. (João 3:5). E por isso, somos chamados também de filhos de Abraão pela fé. (Gl 3:9). E igualmente a Paulo que era romano de nascimento, assim também você é brasileiro de nascimento, caso tenha nascido no Brasil, ou seja, sua cidadania terrena é conforme o lugar que você nasceu. Enquanto que a cidadania celestial é conforme o sangue de Cristo que nos aproxima a todos e por isso somos irmãos em Cristo e filhos de Deus. Mas assim como a cidadania celestial não impedia Paulo de usar seus direitos de cidadão romano, assim também nós podemos fazê-lo. E se Paulo usou seus direitos de cidadão romano para defender a si mesmo e beneficiar a si mesmo (At 25:11. 28:19), muito mais nós podemos usar o nosso direito como cidadãos do Brasil para beneficiar a igreja de Jesus Cristo até o seu retorno ajudando os nossos irmãos aqui. Então a política é importante para o cristão, porque é importante para qualquer cidadão terreno. Aliás, você como cristão já exerce sua cidadania terrena em muitas áreas, por exemplo: Se for vítima de roubo, você exerce seu direito como cidadão e chama a polícia, faz boletim de ocorrência. E se for vítima de abuso e exploração na firma aonde trabalha, você exerce seu direito como cidadão e processa. E se ficar doente, você exerce seu direito como cidadão e vai ao médico, ao sus, ao convênio. Enfim, todas essas coisas e muitas outras fazem parte da sua cidadania terrena. E isso significa que, não é possível viver aqui na terra sem exercer sua cidadania. Portanto, dizer que não se importa com política, é hipocrisia. Pois esta em nossas mãos escolher a liderança do país. Porque se o cristão não escolher a melhor opção para governar a nação, então os ímpios irão escolher. Se você não fizer o bem, deixará espaço para outros fazerem o mal. A bíblia esta cheia de pessoas que participaram ativamente na política de um país que não era deles. E podemos sim, seguir o exemplo, começando com José no Egito. Ele não era do Egito, mas aceitou governar aquela nação e por causa do governo dele, Deus abençoou todo o Egito. Assim o cristão não é da terra, mas pode e deve participar ativamente exercendo poder e autoridade legal enquanto viver aqui. A bíblia mostra Abraão fazendo acordos e parcerias com as lideranças políticas da terra aonde ele era peregrino. Fez aliança com Melquisedeque REI de Salém (Gn 14:18ss). Fez a aliança com Abimeleque REI de Gerar (Gn 21:23,24). Assim como também a bíblia mostra o mesmo Abraão enfrentando e batendo de … Ler mais

Arminianismo: Sumário e Refutação

Hélio de Menezes Silva, 2017 Queremos tratar não das modernas versões do arminianismo modificadas por Wesley, ou pelos Holiness, ou por Finney, etc., mas do Arminiano original, clássico, iniciado pelo holandês Jacobus Arminius (1560 – 1609) e consolidado na Remonstrância (1610), tendo sua versão final do Sínodo de Dort (1618–19). Para início de conversa, devemos ter cuidado para não “seguir a moda” e, injusta e vergonhosamente, caluniarmos o arminianismo clássico afirmando que defendeu e iguala-se completamente ao semipelagianismo, que um é sinônimo do outro. Para se avaliar qualquer corrente de pensamento, temos que ler seus originadores (o que eles mesmos ensinaram), só depois ler seus críticos, compararmos tudo, chegarmos a honestas e fundadas conclusões, mas a maioria dos críticos do arminianismo que conheço nunca leu nas fontes. Ora, há uma importantíssima diferença: o arminianismo clássico ensina a total depravação do homem, enquanto o semipelagianismo odiou este ensino. Para comprovarmos que o arminianismo clássico ensina a total depravidade do homem deixado a si mesmo, vejamos algumas frases de alguns teólogos arminianos: – Armínio: “Neste estado [caído], o livre-arbítrio do homem para o verdadeiro bem não está apenas ferido, enfermo, inclinado, e enfraquecido; mas ele está também preso, destruído, e perdido. E os seus poderes não só estão debilitados e inúteis a menos que seja assistido pela graça, mas não tem poder algum exceto quando é animado pela graça divina.” [Arminius, James The Writings of James Arminius (three vols.), tr. James Nichols and W.R. Bagnall (Grand Rapids: Baker, 1956), I:252] – Simon Episcopius, discipulo de Armínio: “O homem não tem fé salvadora em si mesmo; nem ele nasce de novo ou se converte pelo poder de seu próprio livre arbítrio: se achando no estado de pecado, ele não pode pensar, muito menos querer ou fazer qualquer bem que seja de fato salvificamente bom a partir de si mesmo: mas é necessário que ele seja regenerado e totalmente renovado por Deus em Cristo pela Palavra do Evangelho e pela virtude do Espírito Santo, em conjunto com o seguinte: no entendimento, afeições, vontade e todos os seus poderes e faculdades, para que ele possa ser capaz de compreender, meditar, querer e realizar essas coisas que são salvificamente boas.” [Simon Episcopius, Confessions of Faith of Those Called Arminians (London: Heart & Bible, 1684), 118.] – H. Orton Wiley: “Depravação é total na medida em que afeta todo o ser do homem“. [H. Orton Wiley, Christian Theology (Kansas City, MO: Beacon Hill, 1941), 2:98.] Agora, adaptaremos a partir de textos tirados de http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/277-silas-daniel/976-silas-daniel-em-defesa-do-arminianismo, resumindo, a bem da concisão omitindo palavras e sentenças (usualmente indicando por isso por reticências “…”), adicionando ênfases, versículos, [comentários entre colchetes] e refutações. 1) … Deus determinou salvar algumas pessoas e condenar as demais a partir de Seu PRÉ-CONHECIMENTO  sobre a fé ou a incredulidade futuras dessas pessoas. Ou seja, a eleição ou a condenação divinas não são decisões arbitrárias de Deus, mas decisões tomadas por Deus desde a eternidade com base em Sua presciência em relação às escolhas futuras das pessoas. Escreveu Arminius: “Deus determinou salvar e condenar certas pessoas em particular. Este decreto tem seu fundamento no PRÉ-CONHECIMENTO de Deus, pelo qual Ele conheceu desde toda a eternidade aqueles indivíduos que, por meio da Sua graça PREVENIENTE, creriam; e por meio de sua graça subsequente, perseverariam; […] e por esse mesmo pré-conhecimento, Ele semelhantemente conheceu aqueles que não creriam e não perseverariam” (GONZÁLES, Ibid., p. 285). [Hélio: graça preveniente, para os arminianos (e para mim), tem significado diferente de para calvinistas: é aquela indispensável graça de Deus que convence, chama, ilumina e capacita, ao chamar, e que precede a conversão e torna o arrependimento e a fé possíveis, mas capacita sem obrigar.] [HÉLIO: A TERMINOLOGIA ARMINIANA SOBRE “O SALVO PERSEVERAR” É ERRADA: NO MÍNIMO É OBSCURA E ESCORREGADIA. NA PRÁTICA, É O MAIS MORTÍFERO VENENO ARMINIANO QUE LEVA TANTOS AO INFERNO, POIS CONDUZ À MISTURA DE FÉ E OBRAS PARA A SALVAÇÃO FINAL, LEVA À INSEGURANÇA DE SE IMAGINAR SE SE VAI OU NÃO PERSEVERAR SUFICIENTEMENTE. O CERTO E BÍBLICO É SE CONFIAR NA PERSEVERANÇA DO SALVADOR EM NOS PRESERVAR, CONSERVAR SALVOS (SOMENTE PELO FATO DE JÁ TERMOS CRIDO BIBLICAMENTE EM CERTO DIA), APESAR DE NOSSAS FRAQUEZAS E QUEDAS, NÃO PELA NOSSA PERSEVERANÇA. JO 3:18; 10:28-29; RM 8:28-30,35,38-39; 1CO 5:3-5; EF 4:30. EM OUTRO ARTIGO DESTA SÉRIE EXPLICAREMOS MELHOR.] Paulo afirma: “…os que DANTES CONHECEU, também os predestinou…” (Rm 8.29,30). E Pedro assevera que somos “eleitos, segundo a PRESCIÊNCIA de Deus Pai” (1Pe 1.2). Portanto, os calvinistas erram ao vincular a presciência divina à causalidade. Para ser mais preciso: eles erram ao afirmar que Deus conhece previamente todas as coisas porque predestinou todas as coisas. Ora, o texto bíblico é claro: a presciência vem antes da predestinação e da eleição. Estas decorrem daquela, e não o contrário. Deus conhece previamente tudo porque é onisciente, e não porque predeterminou tudo. Deus não precisa predeterminar tudo para saber de tudo. Sim, Ele predetermina muitas coisas, mas não tudo. Além desses textos bíblicos que colocam claramente a presciência antes da predestinação e da eleição, há muitos textos bíblicos que falam da onisciência divina de forma geral sem sugerir que ela decorre de uma predeterminação de todas as coisas. Salmos 139.2-4 é um deles. Além disso, a maior prova de que a onisciência divina não é fruto de predeterminação é que a Bíblia diz que Deus conhece até mesmo o “futuro contingente condicional”. O futuro contingente condicional não é aquilo que acontecerá, mas aquilo que aconteceria se as circunstâncias e as decisões fossem outras. Ou seja, Deus não sabe só o que vai acontecer, mas também “o que aconteceria se”. O exemplo clássico desse tipo de conhecimento divino é o da oração de Davi acerca do povo de Queila (1Sm 23.1-13). Davi perguntou a Deus se era verdade o que tinha ouvido de que Saul estava descendo à cidade de Queila para pegá-lo, e Deus respondeu que sim, num caso clássico de conhecimento do futuro causal. Porém, na sequência, Davi perguntou também se o povo de Queila, mesmo depois de tudo que Davi fizera por eles contra os filisteus, mesmo depois de recebê-lo tão bem com os seus homens, o trairiam mais à frente, entregando-o a Saul na primeira oportunidade; e Deus respondeu que sim, que entregariam, e Davi então saiu … Ler mais

Mentira do Diabo: Você Não Vai Vencer!

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Mentira do Diabo: Você Não Vai Vencer! (Jz 6:14-15) Então, o Senhor olhou para ele e disse: Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu? E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai. Frases como: “Você não vai vencer”, “Não vai dar certo”, “Não vai conseguir”, “Não vai funcionar”, “Não adianta tentar”, “Não tem nenhuma chance”… São tão comuns, que parecem até inteligentes em muitos casos. As pessoas dizem ‘não’, depois acham um motivo para justificar o ‘não’ e assim desistem de tentar, e depois vivem se consolando dizendo a si mesmas que: “Foi a escolha certa, não iria dar certo mesmo, só iria perder tempo e dinheiro, não vale a pena, você foi sábio em desistir”. Tenho certeza de que você pensou isso várias vezes. Pensou em parar. Pensou em desistir. Pensou que não vai conseguir. E de algumas coisas, ou talvez muitas, você realmente desistiu. Infelizmente, o ‘não’ faz parte das nossas vidas mais do que o necessário. E confesso a você que, tenho minhas falhas também e meus momentos de incredulidade. E que igual a você, já desisti de coisas boas porque pensei que não iria conseguir. Porém, o nosso Deus é tão bom e poderoso que continua nos dando chances e oportunidades para tentar outra vez. Essa ideia de desistir, esse pensamento de voltar atrás, é sempre maligno quando se trata de uma boa causa. Ou seja, se for uma causa perdida, um caminho errado, uma estrada de pecados, então voltar atrás é necessário quando voltar significa voltar para Deus. Mas quando voltar atrás significa abandonar o sonho, desistir da promessa, renunciar coisas boas, nobres e honrosas. Então certamente é um pensamento maligno, uma ideia que veio das profundezas do inferno. O diabo não vai dizer claramente para você desistir, porque ele sabe que fazer isso só te fará mais forte. Nem mesmo para Jesus no monte da tentação ele disse isso. Ele não mandou Jesus desistir. Mas ele tentou dar ao Senhor opções mais fáceis. Uma vida mais fácil. Parafraseando, é como se ele estivesse dizendo a Jesus: “Cara, você é o messias, nasceu pra ser rei, então vou te ajudar. Eu tenho sob meu poder todos os reinos do mundo, e eles podem ser seus agora, afinal, você merece. Só precisa se prostrar e me adorar, e pronto, já desce desse monte como o rei que você nasceu para ser, dono do mundo”. (Mt 4:8-9). Entenda, o diabo é especialista em colocar mentiras na cabeça das pessoas sem precisar dizer isso á elas. Porque se o inimigo aparecer na sua frente dizendo: “Você não vai vencer!” Isso só te dará mais força, e vai te deixar determinado para vencer. Porque vai querer provar pra ele que você consegue. Mas então o que ele faz? Ele usa as circunstâncias ao seu redor para te fazer acreditar que não vai vencer. Ele usa seu medo contra você. Pois melhor do que dizer isso á você, é fazer você dizer isso á si mesmo. Veja o caso de Gideão. Ele disse para Deus: “Ai senhor meu…” Isso é incredulidade, ele lamenta por não acreditar que possa vencer. A falta de fé traz sofrimento, porque a incredulidade te faz pensar que não vai vencer, e por isso você lamenta, sente dor e chora. É engraçado que, Gideão tinha acabado de ouvir uma palavra de fé, de ânimo, de ousadia, de coragem, algo muito lindo que Deus disse á Ele: “O Senhor é contigo varão valoroso”. E é incrível como que, isso significa “varão valente” ou “homem corajoso” e nós vemos pelo próprio texto, nas palavras de Gideão, na resposta dele, fica evidente que ele não tem coragem nenhuma. Mas Deus esta dizendo que tem. E eu pergunto para Deus: “É sério? Esse cara medroso chorão que só sabe reclamar, fica aí lamentando porque é pobre, porque é o caçula da família etc etc… Esse cara é valente?” A resposta do Senhor ao meu coração foi bem convincente. Gideão não era valente, até o Senhor dizer que era. Gideão não era corajoso, até Deus determinar que é. Gideão não é valoroso até que o Senhor disse que é. Pois a palavra de Deus tem o poder de determinar as coisas. Então o anjo disse á ele: O Senhor é contigo… Em outras palavras: Agora o Senhor é contigo. E também disse: Varão valoroso. Em outras palavras, agora porque o Senhor é contigo a coragem te revestirá. Porque Deus é contigo a coragem se apossará de você. Porque o Senhor é contigo a ousadia que tu precisas pra vencer te acompanhará. E não somente isso, não apenas coragem, mas também força. Porque se o Senhor é contigo, você ganha coragem e força. E por isso diz: Vai nessa tua força! E é incrível como que Gideão ainda continua reclamando. Significa que, ele não percebeu a coragem que recebeu e nem a força que ganhou. Porque Deus não é mágico de circo para ficar fazendo coisas aparecerem e desaparecerem brincando com as nossas emoções e jogando confetes para nos entreter. Deus faz e pronto, num piscar de olhos esta feito. Mesmo não sentindo nada, mesmo não percebendo nada. Quer dizer: Tem coragem de Deus aí na tua vida agora, só pelo fato de estar recebendo essa palavra. Mesmo sem ver nada. Tem coragem de Deus em você. Mesmo sem sentir nada. Tem coragem de Deus em você. Pois o mesmo Deus que dá o sonho também te capacita á viver esse sonho. O mesmo Deus que faz a promessa, também te capacita para alcançar, conquistar e desfrutar da promessa. Em uma alegoria simples e pequena para te fazer entender melhor, o Deus que dá o capacete que é coisa barata e simples de adquirir, também te dá a moto pra pilotar. A carteira de motorista é coisa … Ler mais

Mentira do Diabo: Seu Pecado não tem Perdão!

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Mentira do Diabo: Seu Pecado não tem Perdão! Série: 10 mentiras que o diabo coloca na cabeça das pessoas At 10:43 A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome. Alguma vez você já pensou que não teria perdão para você? Que Deus não te perdoaria outra vez? Que agora você foi longe demais nos seus pecados, e que a graça de Deus acabou para ti? Que o amor do Senhor passou, e sobrou apenas ira para derramar sobre ti? Que Deus já esta cansado de perdoar você toda vez pelo mesmo pecado? Sejamos sinceros. Há pecados que não sabemos e por isso caímos neles. E ficamos aliviados por ter pelo menos uma “justificativa” para falar diante de Deus dizendo: “Senhor, eu não sabia que isso era errado”. Porém, os pecados que não conhecemos são poucos, quase inexistentes. Sejamos sinceros. Conhecemos praticamente todos os pecados que cometemos. E assim, em 99% das vezes que pecamos, é consciente. Nós sabíamos que era pecado. Nós sabíamos e mesmo assim pecamos. É possível enganar os homens. Mas é impossível enganar a Deus que sonda corações e mentes. Então sim, Deus sabe que você sabia que era pecado e mesmo assim o fez. E por que estou falando disso? É porque é assim mesmo que acontece. Depois de cometer vários pecados conscientes, sabendo que são pecados, e pecando mesmo assim; é aí então que o diabo vem para colocar na sua cabeça que você passou dos limites e que a graça de Deus acabou! Que o Senhor esta cansado de te perdoar. Que o sangue de Jesus não é para desperdiçar com alguém tão mal e cheio de defeitos e vícios como você. Que Deus prefere perdoar aqueles que são melhores do que você, porque eles sim, valorizam o perdão de Deus. Eu não quero defender o pecado de ninguém. E também não quero defender pecadores. Não há necessidade disso. Mas quero, pela palavra de Deus, desfazer a mentira do diabo. Veja que, primeiro, todos os profetas dão testemunho de que todos os que nele creem, receberão o perdão dos pecados pelo seu nome. (At 13:43). Acontece que, por algum motivo, nós pensamos que essas coisas são só para novos convertidos, que só podemos receber esse perdão uma vez. Eu não duvido de que isso tenha sido posto na nossa mente pelo diabo também. Afinal, que absurdo! Como assim Deus irá nos perdoar só uma vez? Não faz sentido nenhum. Imagine ensinar seu filho a escrever, e perdoar só uma vez. Caso ele não aprenda de primeira, receberá o castigo. Imagine ensinar a criança a andar de bicicleta, e perdoar só uma vez. Se ela cair na segunda, já era, perdeu a chance. Imagine se você tivesse só uma chance para aprender a andar? Então estaria engatinhando até hoje. Se nós que somos maus, damos várias chances aos nossos. Quanto mais nosso pai celestial não nos dará muitas oportunidades? Se ele mesmo ensinou que devemos perdoar nossos irmãos 70×7? E se esse é o nível de perdão entre irmãos, quão alto e elevado é o nível de perdão entre pai e filho? Quantas vezes então Deus, o pai, estará disposto a perdoar seus filhos? Perdoar só uma vez, é como limitar o sangue de Cristo, diminuindo seu poder, de maneira que ele não cobriu os pecados de toda humanidade, mas cobriu apenas 1 pecado para cada pessoa. E se fosse assim, ninguém se salvaria. Porque não há um só homem que tenha pecado apenas uma vez. Com exceção do diabo, que pecou só uma vez e perdeu a chance. Mas ele não é homem, é só um espírito caído cujo fim esta chegando depressa em breve. Graças a Deus a bíblia diz: 1Jo 2:2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. Veja que João é enfático. Ele diz: “todo o mundo”. Na versão ARA diz assim: “mundo inteiro”. Isto porque no original grego, é possível que a palavra “mundo” não faça referência ao planeta, mas somente ao que conhecemos, ao nosso ‘mundinho’. Por isso, ele usa um complemento que é, “todo” ou “inteiro”. Para deixar claro que Cristo é a propiciação pelos pecados de toda a humanidade. Porque em Romanos 3:23 diz: “Todos pecaram…” Se esse ‘todos’ aqui se refere á todo ser humano que já existiu e que ainda irá existir, então a propiciação também precisa alcançar ‘todos’ na mesma proporção. E obviamente, que você irá dizer: “Quem me dera ter caído só duas ou três vezes”. Ainda assim, há perdão para ti. Porque cair várias vezes faz parte do processo de aperfeiçoamento através do arrependimento que se repete e amadurece mais toda vez que você se recupera. Em outras palavras, toda vez que você se levanta de uma queda, levanta mais forte. (Pv 24:16). E a pergunta é: Como eu posso me levantar outra vez? Sendo que já perdi as contas de quantas vezes eu caí? A bíblia diz: At 13:39 E de tudo o que, pela lei de Moisés, não pudestes ser justificados, por ele é justificado todo aquele que crê. Então esse segredo simples, a lei não pode te justificar, portanto seguir regras nunca irá justificar você. Não é por seguir regras que Deus te perdoa. Em outras palavras, isso é como os homens agem. Eles dizem: “Você errou, você falhou. Mas como foi um bom funcionário, que durante anos seguiu as regras direitinho, então eu vou te dar o benefício da dúvida.” Entenda, não é assim que Deus perdoa alguém. Não é assim que Deus dá outra chance para você. Porque a lei de Moisés, que é de Deus, que é superior a qualquer lei e melhor do que qualquer conjunto de regras, da qual esta escrito que é perfeita e justa e boa (Sl 19:7. Rm 7:12); ela não pode te justificar, por mais perfeita que seja. Mas o que te … Ler mais

Casal Nota 10 – Jesus e a Igreja | Pregação para Casais

Jesus e a igreja

Casal Nota 10 – Jesus e a Igreja Maridos, que cada um de vocês ame a sua esposa, como também Cristo amou a igreja e se entregou por ela, (Efésios 5:25). O maior exemplo para o nosso casamento é o próprio Cristo. Embora ele nunca tenha sido casado quando andou por essa terra, sabemos que sua noiva é a igreja. (Ap 19:7,8). Embora Cristo não tenha dado um ensino longo e específico sobre casamento além de Mt 19 onde o tema central é o divórcio e não o casamento em si; Todavia a sua relação com a igreja é o principal modelo de imitação para o nosso casamento. Cristo é o marido, ou o esposo. E a igreja é a noiva, ou a esposa. E dessa relação podemos extrair incansáveis lições para nós. Até mesmo Paulo, quando ensina sobre casamento em Efésios 5, ele faz questão de mencionar Cristo e a Igreja. E o próprio Cristo se coloca como noivo na parábola das 10 virgens. (Mt 25). Porém, não pense que Cristo irá se casar com 10 mulheres. Pois essas 10 virgens nada tem a ver com a igreja. Afinal, a igreja é uma só. A parábola é conforme o casamento judaico daquela época, e as virgens são uma espécie de madrinhas de casamento, amigas da igreja, pessoas que ficaram aqui, e infelizmente não subiram junto á igreja no arrebatamento. Nessa parábola, a noiva não aparece. Ela esta oculta. Porque na segunda vinda de Cristo, a igreja não estará aqui, mas terá já um lugar com o noivo. Pois nessa parábola, o casamento já esta acontecendo, e as virgens estão esperando uma chance de participar da festa do casamento. Isso nos ensina que festejar o casamento é válido, é digno, é para ser feito. Pois Cristo festejou, ou ainda irá festejar o casamento com a igreja realizando uma grande festa (Ap 19:7,8). Porém, a festa do casamento de Cristo, não é para qualquer um, é só para quem tem azeite nas lamparinas. A lição para nós, é que não devemos trazer pessoas que não tem azeite, ou melhor, que não tem o Espírito Santo na vida. Quantos casamentos chamados “cristãos” hoje em dia, tocam músicas mundanas, fazem danças sensuais, e alguns servem até bebidas após a saída do pastor que fez o casamento? Não se escandalize, isso tem acontecido muito nesses últimos dias. Casamentos cristãos que começam com hinos e terminam com músicas mundanas. Porque como aquelas virgens loucas, o seu azeite acabou faz tempo, porém, mesmo assim eles querem entrar na festa. Se você vai fazer uma festa de casamento, seja a união, ou as bodas de 10 anos, 25 anos, 50 anos. Tenha temor de Deus no seu coração e siga o exemplo de Cristo, só convide os salvos, só convide os santos, só convide aqueles que tem azeite para que a bênção sobre sua vida e seu casamento seja completa. E que comece com louvor e termine com oração. Jesus esta voltando. A forma como Cristo trata a igreja é exemplo para nós. Ele primeiro conquistou a sua noiva. Ele não foi conquistado, ele conquistou! Como esta escrito que Ele nos amou primeiro. (1Jo 4:19). E também diz: “…Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí.” (Jr 31:3b). Isso nos ensina um princípio básico. É o homem quem deve conquistar a mulher. A mulher deve se guardar e se fazer de difícil, de maneira que somente aquele que realmente a amar de verdade, irá insistir até conquistar. Obviamente, não significa que caso a mulher tenha feito esse papel de conquistadora, o casamento será um fracasso. Porém, via de regra, de modo geral, o casamento é muito mais bem sucedido quando o homem teve trabalho para conquistar a sua donzela. Pois assim, irá valorizá-la. Os filmes, desenhos, séries, a cultura de forma geral ensina o contrário. Ensina que deve ser igual Sodoma e Gomorra, ninguém é de ninguém, e todos podem ficar com todos. O mundo hoje prega que o casamento é falso, é ilusão, não vale a pena, é complicado e desnecessário. Isso porque na sua infinita falta de sabedoria e abundante arrogância, o mundo não entendeu o que é felicidade. Quando namoram, eles gastam o dinheiro em passeios enquanto seus pais pagam as contas de casa. E quando casam, já não podem passear, porque agora não tem mais papai e mamãe para pagar as contas, por isso, não podem mais fazer tudo que faziam quando eram namorados. E a falta de sabedoria é tão grande (pra não dizer burrice), que eles não percebem essa diferença. E associam aqueles passeios do tempo do namoro com felicidade, ou seja, nunca amaram um ao outro de verdade, eles amavam curtir a vida e gastar dinheiro naquilo que não é pão. E agora, como tem contas e responsabilidades, e não podem mais passear vivendo a vida louca. Eles dizem: “Casei e sou infeliz. Casamento não vale a pena.” Porém, o que acontece é que eles nunca cresceram, são crianças ainda sentindo falta da casa dos pais. E nunca aprenderam a amar, não descobriram o amor e muito menos a felicidade. O mundo pensa que sexo é amor. E pensa que felicidade é ter dinheiro “sobrando” para fazer o que quiser. Mas a igreja sabe, que o amor é Jesus (1Jo 4:16). E que felicidade é amar e ser amado. Felicidade é saber que Cristo não vai te abandonar não importa o que aconteça. E sempre vai te perdoar, e sempre vai te abençoar. E que você pode confiar total e plenamente no Senhor, ele sempre vai compreender você. Isso é felicidade. Agora, coloque isso no casamento. Felicidade é saber que sua esposa te ama de paixão, que nunca vai te deixar, nem te abandonar, sempre vai te perdoar, sempre vai te compreender. E vice versa. Felicidade é saber que você pode confiar total e plenamente no seu marido. E que pode contar com ele para enfrentarem juntos qualquer desafio. E vice versa. Em outras palavras, … Ler mais

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