Sobre a Família e Sua Natureza
Sobre a família e sua natureza, bem sabemos que à família é um propósito de Deus para as nossas vidas, independente de religião raça ou nível social. O livro de Gênesis traz um breve resumo sobre este assunto. Para este projeto divino não existe prazo de validade, e continua valendo até os dias de hoje. É Sobre a Família e Sua Natureza o assunto que estaremos tratando nesta lição. I – A Origem 1 – O Homem e a Mulher No relato da criação homem e mulher aparecem juntos mostrando a igualdade de ambos. Em Gênesis 1:27 diz: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. ” Tanto no Grego como no Hebraico, as duas palavras nos revelam a igualdade de ambos, macho e fêmea; a diferença está apenas na sexualidade. Quando Deus uniu este casal instituiu o casamento. 2 – A Formação da Mulher A formação da mulher na história humana, não aparece nos antigos registros do Oriente Médio, mas sim, em Gênesis. Enquanto a formação do homem só aparece uma única vez (GN 6:7), a da mulher aparece seis vezes. Observe os (vv.18-23). A palavra adjutora usada no (v.18), tem como significado “auxiliadora” na tradução de Almeida Revista e Atualizada e “Adjudadora” na tradução Brasileira. Isso não inferioriza a mulher, ainda porque estes termos Ajudador e auxiliador devem ser entendidos à luz do contexto do que está escrito em: (Sl 54:4; Hb 13:6). II – A Família 1 – Conceito de Família Entre os Antigos Hebreus. O lar é formado por pai, mãe e filhos, como descreve (Sl 128:1-4). No Antigo Israel a base da economia, era a agricultura e o pastoreio; No entanto uma família de poucos membros, passavam por dificuldades por falta de mão de obra, para o trabalho doméstico. Por isso era comum que ela se estendesse a tios, primos, sobrinhos, era normal duas ou três gerações viverem juntas, (Gn 24:67). Arqueólogos descobriram que essas famílias ampliadas eram formadas por quinze membros. Quando a família era rica como a de Abraão, acrescentavam ainda servos e estrangeiros. A bíblia faz menção a família de Saul, tendo como componemte: seu pai, avô, bisavô e trisavô além da tribo em que ele pertencia, (1 Sm 9:1,2). 2 – O Papel da Mulher na Sociedade Israelita Homem e mulher, tinham as mesmas tarefas. A mulher cuidava da casa e ajudava o marido diariamente no sustento da família. Com a sentença de Deus relatada em (Gn 3:16) “E a mulher disse: multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”, está sentença significa que a mulher além de se dedicar ao trabalho diário da mesma forma que o homem, também teria de dedicar-se a maternidade. Ela nunca foi inferior e também nunca será, mas o homem é o chefe e pastor do lar, cuidando também da segurança e bem-estar da família. Em estado de gestação, as mulheres além de carregar a criança no ventre continuava exercendo suas tarefas diárias, era um período de risco, devido ao trabalho pesado, para ela e para o bebê. III – Princípios Básicos 1 – Casamento. É a união intima e verdadeira entre duas pessoas de sexo oposto, que se amam e decidem viverem juntas, Diante de um pacto solene e legal, a manifestação do desejo de viverem juntas é pública. Entre seres vivos inteligentes, não existe uma intimidade maior do que existe entre marido e mulher; Exceto ao da trindade. A família foi estabelecida para a felicidade e companheirismo, para que ambos possam ter uma convivência amorosa. (GN 2:24) esta passagem apresenta três princípios básicos para o casamento: 1°) Monogamia (1 Co 7:2) 2°) Heterossexualidade (Gn 4:1,25) 3°) Indissolubilidade (Mt 19:6) 2 – Monogamia. Monogamia, diz a respeito as sociedades que adotam o princípio do casamento de um homem com uma mulher e vice-versa, conforme estabelecido pelo Criador. As palavras “ e apegar-se-á a sua mulher” no (v24), apontam para o principio monogâmico; O texto não diz “as suas mulheres”, mas, pelo contrário, “a sua mulher. Isso mostra o pensamento bíblico (1 Co 7:2; 1Tm 3:2). ” Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7:2). 3 – Heterossexualidade Deus tinha um propósito na criação do homem e da mulher que era a procriação, visando a conservar os seres humanos na terra: “[…] macho e fêmea os criou e Deus os abençoou e lhe disse: frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra” (Gn 1:27,28). Quando Deus formou a mulher da costela de adão, a bíblia afirma “[…] deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher” (Gn 2:24). Isso mostra que a diferenciação dos sexos assegura as particularidades de cada um na união conjugal, postura necessária para a formação do casal. O homem se une sexualmente a sua esposa, não só para procriar mas para uma vivência afetuosa, agradável e prazerosa (Pv 5:18). O relacionamento sexual aprovado na bíblia é de um homem com uma mulher dentro do matrimonio. O pai e a mãe são referenciais para a criação tanto do menino quanto da menina. A cima de qualquer coisa, o comportamento para o homem e para a mulher que deve ser seguido, deve vim da palavra de Deus. 4 – Indissolubilidade O casamento que tem uma natureza indissolúvel, desde que foi criado, como disse Deus no (v. 24b) “E serão ambos uma só carne” Temos a comprovação dessa indissolubilidade em Mateus 19:6 que diz: “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. ” O voto de fidelidade, que juram um ao outro, não é mera formalidade, e sim uma afirmação Divina, na qual deixa o casamento livre deste voto em apenas três casos, que são eles: 1°) Morte de um Dos Cônjuges (Rm 7:3) … Ler mais