Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança

Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança

Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança, este é o tema da lição que estudaremos está semana. O autor aos Hebreus usa sua argumentação a respeito do sacerdocio e do sacrificio de Cristo. Ele reserva toda a seção do capitulo 10:1-18, para lembrar, reforçar e concluír os argumentos que antes eram expostos sobre a eficiência da obra expiatória de Jesus. Depois ele destaca vários privilégios desfrutados pelos crentes graças a superioridade da Nova Aliança, tais como o acesso direto a Deus, graça e mediação de Cristo Cristo. Mas ao mesmo tempo que destaca as benções, o autor também chama a atenção para as responsabilidades que vem delas. I – A Dádiva da Nova Aliança 1. Uma Única Oferta. O Antigo Testamento destaca centenas de sacrifícios que eram realizados todos os anos no culto judaico. Era impressionante a quantidade de animais mortos nessas celebrações. Estudiosos e especialistas da cultura e na língua Judaica afirmam Que em determinadas situações os filhos de Arão (Nadabe e Abiu) se gabavam de ficar cobertos de sangue sacrificial até os tornozelos. No livro guerras Judaicas o historiador Flávio Josefo fala em centenas de milhares de sacrifícios, Mas para o autor aos Hebreus esses sacrifícios não passam de uma sombra da qual Cristo era a realidade (Hb 10:1). “Enquanto que Cristo com apenas um sacrifício realizou a obra da redenção.” 2. Um Único Ofertante. A oferta, como o ofertante foram um único. Como já havíamos falado antes, o autor destaca Cristo como sacerdote e rei. Esta é a diferença entre: sistema sacerdotal entre leviticalismo e o do cristianismo. À semelhança com Melquisedeque, Cristo não apenas deixa oficializado como sacerdote, mas também governa como rei. Depois de fazer a purificação do pecado do povo com seu próprio sangue, Ele agora como rei assentou-se a direita de Deus (Hb 1:3). 3. Uma Única Vez. Uma única oferta, uma única vez, por um único sumo sacerdote (Hb 10:10)! O autor aos Hebreus destaca como ponto único o caráter do sacrifício de Cristo. Em quanto os sacrifícios da Antiga Aliança precisavam ser constantemente repetidos, O sacrifício de Cristo, foi feito uma única vez em favor de todos. Isso nos deixa claro, sem sombras de dúvidas, que os sacrifícios de animais eram imperfeitos e jamais poderiam aperfeiçoar alguém e por outro lado o sangue de Jesus Cristo, pode satisfazer a justiça de Deus. II – Os Privilégios da Nova Aliança 1. Regeneração. No capitulo 8 o autor mostra a diferença da antiga e da Nova aliança considerando o contraste em seu aspecto cerimonial e ritual. Os muitos sacrifícios e rituais que não podiam causar mudança interna. A grandeza da Nova Aliança Está na mudança interna que ela produz no coração (Hb 10:16), em outras palavras o apóstolo Paulo diz a mesma coisa em (Rm 2:29). 2. Adoração. A Adoração na antiga aliança era imperfeita, porque poucos tinham acesso à presença de Deus. O povo era representado pelos sacerdotes. Na Nova Aliança o próprio crente tem acesso ao lugar santíssimo por intermédio de Jesus Cristo, o perfeito Sumo sacerdote (Hb 10:19). A única atitude necessária, é de chegarmos a Deus “com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa” (Hb 10:22). 3. Comunhão. O autor de Hebreus tem o conceito da igreja como o corpo de Cristo. A igreja só passou a existir depois do calvário, Embora antes os antigos povos formavam uma “congregação no deserto”, não era igreja no sentido Hebreus Sem comunhão, sem congregação, não há igreja. É impossível ser crentes sozinhos , isolados assim como é  importantíssimo Para a saúde espiritual do crente desfrutar da perfeita comunhão com Deus e com os irmãos. III – As Responsábilidades da Nova Aliança 1. Vigilância. O autor aos hebreus faz um duro tom de exortação nos cap. 2 e 6. Com certeza que ele acreditava que o crente poderia decair da graça. Em primeiro ele aconselha o crente a se firmar na fé (Hb 10:23). Outra duas vezes o autor já havia falado a palavra “reter”. Essa palavra é usada no evangelho de Lucas, para os que “retêm a palavra”, para não se desviar dela. Esse apego do autor era justificado segundo a pergunta feita por ele em (Hb 10:29): “Quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?” 3. Confiança. O autor aos Hebreus tenta animar os crentes, mencionando o histórico de vida deles. Lembrando que eles tinham experimentado sofrimento, abandono, mas, Mesmo assim permaneceram firme, dai o questionamento do autor, Porque eles estavam perdendo a confiança? Quando o crente perde a capacidade de confiar em Deus, ele perde a motivação pelas coisas celestiais “O céu é para quem tem esperança”. 3. Perseverança. O autor acaba o capítulo mostrando que na jornada o crente deve ter paciência (Hb 10:36), Essa palavra “paciência” e “perseverança “que no grego se escreve “hypomoné” aparece 32 vezes no Novo Testamento. CONCLUSÃO  No final desta lição podemos observar que o autor esgota o assunto em torno do Sacerdócio de Cristo, comparando detalhadamente as duas alianças, para mostrar a superioridade da Nova Aliança em relação a antiga. Com tudo o cristão não deve se acomodar e nem negligenciar a Nova Aliança, abusando da graça e do poder de Deus, ao invés disso o cristão deve demostrar vigilância e perseverança no caminhar com Cristo. Veja Outras Lições Aqui

Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança

Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança

A lição desta semana, Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança, tem por finalidade mostrar a diferença entre a antiga e a nova adoração usada pelo sistema sacerdotal da antiga aliança e a nova aliança com serviços pestados por Jesus Cristo no tabernáculo eterno da nova aliança.  I – O Culto E Seus Elementos na Antiga Aliança  O culto e seus utensílios. A semana passada o autor demostrou ter muito conhecimento, ao falar do tabernáculo e dos seus utensílios. O autor tem na mente as duas principais divisões do antigo santuário, o lugar santo, onde estavam o candelabro e a mesa dos pães da preposição. E o segundo compartimento onde ficava a arca da aliança e o incensário de ouro, o santo dos santos que estavam divididos apenas por cortinas.  O Culto: Seus Oficiantes e Liturgia. Existia toda uma tipologia bíblica e cada componente do tabernáculo tinha uma simbologia, O candelabro por exemplo representava o testemunho do povo de Deus; a mesa dos pães da proposição, representava a comunhão com Deus; O altar do incenso representava a oração, e a Arca do Concerto a presença de Deus. No lugar santo os sacerdotes entravam todos os dias para prestar culto Enquanto no lugar santíssimo, só o sumo sacerdote entrava uma vez por ano para oficiar. Todo esse serviço prestado Não passava de uma sombra que não resolvia o problema da culpa. Cristo entrou no santo dos santos para resolver o problema do pecado e da culpa II – A Eficária do Culto na Nova Aliança  Uma Redenção Eterna. A diferença entre a antiga e a nova aliança era muito grande e podia se ver no contexto de cada uma. O culto levítico com seus rituais trazia apenas pureza cerimonial enquanto que o sacrifício de Cristo na cruz trouxe a redenção eterna, Ou seja, “libertação mediante o pagamento de um preço” esse é o significado da palavra grega “lytrôsis” ou seja: “redenção”. Uma Consciência Limpa. Os sacrifícios da antiga aliança, tinham um aspecto cerimonial, eles não conseguiam tratar com o problema interno do homem, Esses sacrifícios cobriam os pecados da humanidade, mas não removiam. Com tudo o sacrifício de Cristo na cruz, purifica e limpa a consciência tornando-a apta para a adoração a Deus. Uma Herança Eterna. A purificação tem um efeito imediato e vem através do sangue do Jesus, isso vemos na palavra do autor (Hb 9:15), Quando ele afirma que os chamados receberam a promessa da herança eterna. Essa herança eterna, traduzida do grego Kleronomia Traz o sentido de algo que alguém por direito possui. Já no Novo Testamento é usado em relação a coisas terrenas e celestiais (Lc 12:13), Dando um sentido de que Cristo nos chamou para uma aliança incorruptível (1 Pe 1:4), por esse motivo a nossa herança é celestial, espiritual e eterna. III – A Singularidade do Culto da Nova Aliança  O Santuário Celeste. Nós vimos na aula passada, que o tabernáculo terrestre é um tipo de santuário celeste, onde Cristo tem o oficio de sumo sacerdote (Hb 9:24). O culto na antiga aliança em seu santuário terrestre era apenas uma sombra onde o santuário celeste é a realidade. Entendemos que o verdadeiro modelo de adoração não pode ser visto se olharmos para a terra e sim para o céu.  Um Sacrifício Superior. O serviço que era prestado pelos sacerdotes no culto de adoração do Antigo testamento é contrastado com o serviço de Cristo na nova aliança. Os sacerdotes precisavam repetir o seu sacrifício ao contrário de Cristo que fez apenas um sacrifício e não precisou de sangue de animais (Hb9:25). O culto realizado no antigo concerto era imperfeito, porque os seus sacerdotes eram imperfeitos também. O verdadeiro culto é perfeito e só foi possível porque o cordeiro de Deus deu-se em nosso lugar.  Uma Promessa Gloriosa. O culto na antiga aliança é encerrado com uma frase de promessa: “Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação” (Hb 9:28). O autor aos Hebreus resume a obra de Cristo, dizendo que “se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb 9:26). Agora comparece por nós no céu (Hb 9:24), mas aparecerá para levar-nos ao seu lar (Hb 9:28). A base destes “três tempos de salvação” está consumada na cruz do calvário. CONCLUSÃO O objetivo de mostrar a diferença entre a Antiga Aliança e a Nova Aliança, foi conseguido com sucesso. A adoração terrena da antiga aliança era imperfeita, incompleta. Enquanto o novo pacto é firmado em princípios celestiais, eternos e perfeitos. A nossa adoração é superior a antiga aliança porque o nosso Senhor encontra-se acima dos anjos. Veja Outras Lições Aqui

Uma Aliança Superior

Uma Aliança Superior

Uma Aliança Superior, este é o assunto que iremos estudar nesta semana. O autor revela no  capítulo 8 da carta aos Hebreus, uma aliança, um santuário, um sumo sacerdote, e um ministério igualmente superior. O antigo santuário (terreno) deu lugar a um novo santuário (celestial), onde o próprio Jesus tem um oficio de Sumo Sacerdote. Mas Jesus não é apenas Sumo sacerdote, Ele é, Sumo Sacerdote-Rei. Que está sentado a direita do pai para interceder pelo seu povo. A antiga aliança tornou-se ultrapassada diante da Nova Aliança, por ter natureza espiritual e se firmar em promessas superiores. I – UM SANTUÁRIO SUPERIOR 1. Pertencente a Uma Dimensão Superior. Tanto Judeus como cristãos estavam familiarizados com a figura do tabernáculo de Moisés. Todas as instruções para a construção do Santuário, dadas por Deus a Moisés, estavam no livro de Êxodo (Êx 25:1-9). Todas as recomendações dadas a Moisés, conforme os registros das Escrituras, eram para a construção de um santuário, onde Deus Habitaria com eles, observe (Êx 25:8). Portanto essa era a finalidade terrena do tabernáculo móvel. E era nesse tabernáculo, que tanto os sacerdotes como o Sumo Sacerdote exerciam seu ministério. Portanto foi no santuário Celestial, que Cristo entrou para oficializar como sumo sacerdote em nosso favor. Para o escritor aos Hebreus, esse tabernáculo é o próprio céu que é chamado de “Verdadeiro Tabernáculo” porque pertencer a uma dimensão celestial (Hb 8:2). 2. Possuidor de Uma Natureza Superior. O santuário terreno mesmo tendo sido construído com metais preciosos, não era o verdadeiro tabernáculo, mas apenas o modelo dele. Observe (Hb 5:8) “Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou” Esse santuário terreno era na verdade um tipo que apontava para o santuário celestial. “O santuário terreno era o lado visível de uma realidade invisível, mas real!” Foi nesse santuário que Jesus tornou-se “ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo” (Hb 8:2). 3. Possuidor de Uma Importância Superior. O contraste entre esses dois tabernáculos é muito evidente. Certo autor destaca três grandes importâncias dos tabernáculos terrestre: 1°) Relacionamento e Comunhão O tabernáculo propiciava todas as condições necessárias para manter o relacionamento com Deus em comunhão. Enquanto que no tabernáculo celestial essa condição é totalmente satisfeita. 2°) Garantia da Presença Divina O tabernáculo era a garantia da presença divina no meio do seu povo. E isso fazia com que o tabernáculo se conforme em cada detalhe ao seu caráter divino. Deus quer um santuário; O Deus santo exige um povo santo. 3°) Perfeição e Harmonia do Caráter de Deus O tabernáculo revelava a perfeição e a harmonia do caráter de Deus vista na arquitetura como nas peças em metais, O grau de santidade exibido no átrio, o lugar santo e o santo dos santos. Tudo isso mostrando apenas a sombra da perfeição do tabernáculo celeste. II – UM MINISTÉRIO SUPERIOR 1. No Aspecto Posicional. Através dos seus argumentos, o autor mostra que Jesus deve ser visto como sumo sacerdote-rei. Na lição anterior vimos que no Antigo Testamento nenhum rei exerceu a função de sacerdote-rei. Apenas dois reis tentaram ser sacerdotes, mas isso não lhes caiu muito bem, foi o caso de Saul e Uzias. Só Jesus Cristo conseguiu cumprir as exigências da profecia bíblica descrita em (Sl 110:4) e ser o único sacerdote rei de uma ordem superior a ordem de Melquisedeque. 2. No Aspecto Funcional. No Antigo Testamento, os sacerdotes entravam várias vezes no tabernáculo para oferecer seus sacrifícios, o Sumo sacerdote só uma (Hb 8:3). Cristo tinha a semelhança ao sistema sacerdotal arônico, embora fosse diferente pois Ele mesmo se deu em sacrifício (1 Co 5:7). Diferente dos sacrifícios Levitas o sacrifício de Cristo não se repete, foi feito de uma vez por todas. 3. No Aspecto Cultual. A atividade do sumo sacerdote e as outras funções exercidas pelos sacerdotes era restrita ao culto. Havia ainda nos seus dias sacerdotes que ofereciam sacrifícios e ofertas de acordo com a lei (Hb8:4). Assim o sacerdócio de Cristo era superior em tudo, porque sua atividade cultural era realizada no santuário celestial III – UMA PROMESSA SUPERIOR 1. De Natureza Interior e Espiritual. Na antiga aliança Deus chamou Israel para ser seu povo. Deus escreveu em tábuas de pedra a aliança que fez com seu povo e desta maneira revelou o seu lado exterior, desta maneira a lei agia de fora para dentro (Hb 8:9). Como o povo falhou e não conseguiu cumprir com as suas exigências, Deus prometeu fazer uma nova aliança. A lei de Deus não seria mais escrita em táboas de pedras, mais no coração, do lado de dentro, não do lado de fora como na antiga aliança. 2. De Natureza Individual e Universal. A antiga aliança é diferente da nova, quanto ao seu alcance, na antiga aliança nem todos conheciam a Deus, o conhecimento estava restrito ao sacerdote, escribas, e aqueles que estudavam minunciosamente as leis, era comum se encontrar nos tempos de Jesus, os Mestres da lei, essas pessoas eram constantemente consultados sobre os detalhes do Torá. Na nova aliança o Senhor nos prometeu: “todos me conhecerão” (Hb 8:11), e o conhecimento do Senhor está disponível a qualquer um que queira 3. De Natureza Relacional. Podemos evidenciar a natureza relacional observando este versículo: “Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais”(v.12). A nova aliança é um pacto de misericórdia, graça e perdão. Na nova aliança em vez de uma “recordação de pecados todos os anos” como descreve (Hb 10:3 – ARA). Agora na nova aliança Deus não se lembra mais do pecado de ninguém. Conclusão: Durante toda a lição o autor aos Hebreus já havia mostrado que o sacerdócio de Jesus era superior ao arônico, levítico; vindo de uma ordem pertencente a de Melquisedeque. Agora o autor mostra que esse sacerdote possui um ministério superior porque governa de um santuário superior, e como nós desfrutamos dessa aliança superior nós também desfrutamos de promessas bem mais superiores, e damos-lhe glórias a Deus por essa benção. … Ler mais

Jesus – Sumo Sacerdote de Uma Ordem Superior

Jesus - Sumo Sacerdote de Uma Ordem Superior

Na lição desta semana, Jesus – Sumo Sacerdote de uma Ordem Superior, o autor apresenta o sacerdócio de Jesus em uma nova perspectiva, Jesus é um sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110:4 cf. Hb 7:17). O autor mostra que a profecia do Salmista revela um sacerdócio de uma ordem, superior à de Arão e à levítica que teve seu cumprimento em Jesus (Hb 7:13). Mesmo Jesus tendo a mesma ordem sacerdotal, em (Hb 7:3) o autor afirma: “foi feito semelhante ao filho de Deus” com essas palavras o autor afirma que Jesus mesmo pertencendo a mesma ordem sacerdotal que Melquisedeque era superior a ele. Existem muitas especulações sobre Melquisedeque, mas devemos vê-lo como uma figura histórica de natureza tipológica, Ele deve ser visto como um tipo que aponta para Jesus, mostrando que o sacerdócio de Cristo é de natureza eterna, imutável e perfeita.  I – QUANTO AO ASPECTO DE SUA TIPOLOGIA 1 – Um Sacerdócio Com Realeza. Em Hebreus 7:2, o autor destaca que Melquisedeque era sacerdote e rei, pois recebeu dízimo de Abraão como sacerdote e governava Salém como rei. Só o sacerdote levita poderia oferecer sacrifícios e representar o povo diante de Deus (1 Sm13:9,13; 2 Cr 26:16-18). Aos sacerdotes não eram reis, a ordem do sacerdócio não previa a existência de um sacerdote- rei. Para o contexto bíblico só poderia acontecer a existência de um sacerdote-rei se fosse segundo uma outra ordem. Jesus era levantado por Deus segundo essa nova ordem, da qual Melquisedeque é o tipo (Sl 110:4). 2 – Um Sacerdócio Firmado na Justiça. O autor aos Hebreus destaca que Melquisedeque era “rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz” (Hb 7:2). A história de Melquisedeque aparece em Genesis 14:18-20 e tem no contexto a guerra dos cinco reis, contra quatro que aconteceu no vale do rei. O autor interpreta Melquisedeque, que significa Sedeque é rei, como rei da justiça, escrito em, (Hb 7:2). Não temos dúvida de que Melquisedeque é um tipo de Jesus, que iria reinar com justiça num reinado sem fim (Is 32:1; Jr 23:5; Lc 1:33). 3 – Um Sacerdócio Com Legitimidade Divina.  “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.” (Hb 7:3) Essa expressão “sem pai, sem mãe, sem genealogia” – demostra o contraste entre o sacerdócio levítico e o de Melquisedeque. O sacerdócio levítico dependia da genecologia para poder ser legitimo, quem não fosse da tribo de Levi não podia exercer essa função sacerdotal. O autor de Hebreus mostra que o sacerdócio de Melquisedeque não dependia de genecologia e ainda assim era legitimo, Da mesma maneira o sacerdócio de Jesus Cristo era também legítimo, porque pertencia a uma ordem superior, a ordem de Melquisedeque. II – QUANTO AO ASPECTO DE SUA NATUREZA 1 – Um Sacerdócio Perfeito. A palavra Grega teleiôsis que significa (perfeição), o autor usa no cap. 7:11, essa palavra significa também (alvo a ser atingido). Neste contexto esta palavra é usada Nesse contexto esta palavra é usada para se referir ao relacionamento com Deus. observe que nem a lei e nem o sistema sacerdotal do Antigo Testamento pode resolver o problema da culpa e produzir o perdão que a santidade de Deus exigia da humanidade. O autor destaca que esse problema só podia ser resolvido por um sacrifício perfeito que nenhum levita poderia realizar. 2 – Um Sacerdócio Imutável. Continuando no capitulo 7 vemos que “mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei” (Hb 7:12). No Salmo 110:4 O Espírito Santo tinha falado por boca de Davi que chagaria um sumo sacerdote que seria de outra ordem, A ordem de Melquisedeque. E que ia se instalar uma nova ordem, isso significa que a antiga passaria. Quando essa profecia fosse cumprida a lei mosaica e o sacerdócio levítico seriam antiquados, ultrapassados. Só o sacerdócio de Jesus não poderia ser mudado. 3 – Um Sacerdócio Eterno. O sacerdócio de Cristo “não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível” (Hb 7:16). É uma referencia a ressureição de Jesus e sua vitória sobre a morte, mostrando assim o seu caráter eterno. Cristo não foi sacerdote por imposição humana e sim atribuição divina. Como diz o versículo 17: “Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 7:17). III – QUANTO AO ASPECTO DE SEUS ATRIBUTOS 1 – Um Sacerdócio Santo. Como atributo de Deus a santidade é afirmada pelo autor aos hebreus que sem “a santificação, […] ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). Que o sumo sacerdote não apresentasse defeito nenhum, incluindo o físico (Lv 21:16-23). Devido a condição humana nem os sacerdotes eram perfeitos como o sistema levítico era todo imperfeito. Só Cristo podia atender as exigências de um sacerdócio santo e perfeito (Hb 7:26). 2 – Um Sacerdócio Inculpável. Todas as exigências de uma vida santa e pura, requerida para um sumo sacerdote, foram cumpridas por Jesus. Além de todos esses atributos ele deveria ser também inocente (Hb 7:26). A palavra AKAKOS, traduzida como inocente, Significa também sem maldade, descrita como ausência de tudo que é ruim e errado. Pedro, afirmou que Jesus: “não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano” (1 Pe 2:22). No sacerdócio de Cristo, não havia culpa e nem imperfeição. 3 – Um Sacerdócio Imaculado. No capítulo 7:26, o autor aos Hebreus usa um termo “AMIANTOS” para dizer que Jesus é um sacerdote “sem macula”, que tem o sentido de “sem machas”, Estava sendo usada também, no contexto bíblico para se referir tanto a pureza ética como a pureza ritual. Foi a essa vida ética e não apenas ritual que o autor retrata o Senhor Jesus Cristo como sendo “separado dos pecadores”. Jesus assumiu a forma humana e se fez pecado pelos homens (2 Co 5:21), mas sem pecar. CONCLUSÃO O único texto escrito no Novo Testamento … Ler mais

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia é a lição que estaremos estudando está semana, em Hebreus 5:12, o autor teria dito que os crentes necessitavam que alguém lhe ensinasse os rudmentos da fé. A vida Cristã é como uma dinâmica e exige dos discipulos um esforço além dos primeiros passos. Isso não acontecia com a comunidade em que o autor estava se relacionando, Muito pelo contrário, os irmãos davam sinais de cansaço, imaturidade e negligencia espiritual e como consequência o esfriamento e o fracasso na fé. O autor mostra que para não cair é necessário que se tenha fé e confiança nas promessas de Deus. I – A NECESSIDADE DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Arrependimento e fé. Bem sabemos que a doutrina do arrependimento e da fé não é mais necessária, o que o autor quer mostrar é quê ela é importante, Mas o que constitui o ABC doutrinário da fé cristã? Segundo Marcos 1:15, a vida cristã começa com arrependimento e fé. Em diversos versículos, a bíblia nos mostra que para ser salva, primeiro deve-se crer (Mc 16:16; At 16:31; Rm 1:16; Ef 2:8; 1 Tm 1:16) Portanto não para por aí, há um longo caminho pela frente e seus leitores parece que tinham estacionado na jornada.  Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Batismos e Imposição de Mãos. Em hebreus 6:2, temos o segundo bloco de fundamentos da doutrina que o autor ensina sobre batismo e imposições de mãos. O contexto mostra em Hb 6:2, que temos como referencia o batismo cristão em contraste com outros batismos no judaísmo. Na igreja primitiva o batismo em águas, era necessário para o arrependimento para remissão dos pecados (Mc 1:4; At 10: 47), O batismo não tinha poder de salvar, era feita essa prática para como um testemunho público demostrando a fé em cristo. Por outro lado, a doutrina das imposições das mãos é comprovada em várias passagens bíblicas, Mas era demostrada como um símbolo exterior da prática da oração (At 6:6; 13:3). Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Ressurreição e Juízo. Fica comprovadamente legal para o leitor do Novo Testamento, que a pregação feita pelos apóstolos era fundamentada na ressureição de Jesus (At 4:33; 17: 18). O autor demostra que a doutrina da ressurreição dos mortos como a doutrina do juízo vindouro, são fontes de esperança para os cristãos (Hb 10: 36,37). Essas doutrinas eram indispensáveis para que o cristão tivesse sua expectativa no povir. Mas não ficaria só aí, deveriam avançar, Porque crescer espiritualmente é ir além das doutrinas do arrependimento e da fé, do batismo, da imposição das mãos, da ressurreição e do juízo. O autor aos Hebreus coloca a renúncia de uma religião ou da fé religiosa como algo que é possível um perigo real que precisa ser evitado por quem nasceu de novo. II – A NECESSIDADE DA VIGILÂNCIA ESPIRITUAL Apostasia, uma possibilidade para quem foi iluminado e regenerado. Em Hebreus 6:4, as palavras do autor começam com um vocábulo Grego adynato, é traduzido aqui como “impossível”. Essa tradução nos diz, que a advertência é mais forte em todo o Novo Testamento, essa advertência é a respeito de decair da graça. Algumas pessoas observam que o seu sentido aqui é destacar o que vem depois da conversão, observe: (Hb 6:4) “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo,” Podemos observar que o autor se refere a crentes, e não de descrentes, pois os descrentes não foram iluminados nem tão pouco experimentaram do dom celestial. Já no 10:32, o autor usa a expressão iluminados para se referir a conversão dos seus leitores. Observe que as palavras: “Uma vez” descrita em (HB 6:4) e a palavra “outra vez” que está em (Hb 6:6), Mostrando o antes e o depois da conversão dos seus leitores. Essas expressões são usadas para pessoas que são regeneradas. A apostasia, que nos traz o perigo de decair a fé, é demostrada pelo autor de Hebreus como algo que pode ser feito ou acontecer, Ou seja é um perigo real, que deve ser evitado por quem teve o novo nascimento em Cristo Jesus. Apostasia, Uma Possibilidade Para Quem Vivenciou a Palavra e o Espírito. Para decair, ou seja, tombar, o cair da graça é colocada para aqueles que “se fizeram participantes do Espírito Santo e provaram da boa palavra” (Hb 6:4,5). O autor já havia falado como uma pessoa se torna participantes de alguma coisa. Os crentes salvos se tornam participantes da vocação celestial, Isso é o que relata (Hb 3:1), participantes de Cristo (Hb3:14), da mesma forma se tornaram participantes do Espírito Santo (Hb 6:4). O texto mostra que a mensagem foi realmente enviada para às pessoas regeneradas, para crentes que realmente Tinham se tornado participantes do Espírito Santo (Jo 14:17) e da palavra de Deus. Somente os nascidos de novo, Aqueles que foram regenerados participam do Espírito Santo e da palavra de Deus (At 8:14; 1 Ts 2:13). Portanto esta é uma advertência para os salvos. Apostasia, Uma Possibilidade Para Quem Viveu as Expectativas do Reino. Esses crentes que o autor estava se referindo experimentaram “as virtudes do século futuro” (HB 6:5). Essa expressão é usada no contexto da cultura Neotestamentaria, que se refere a uma porção do Novo Testamento. Assim que receberam a Cristo como seu salvador, eles já participam antecipadamente, da benção do reino de Deus. O estado de vigilante é requerido para os salvos que ingressaram neste reino. Quem desprezar a Graça de Deus, Jamais vai se tornar um “cidadão real” deste reino. Quando eu, você recebeu à Jesus como nosso único e suficiente Salvador pessoal nós já fazemos parte antecipadamente das benções do Reino de Deus. Ainda que não recebemos o reconhecimento dos homens, teremos o reconhecimento de Deus. III – A NECESSIDADE DE CONFIAR NAS PROMESSAS DE DEUS O Serviço Cristão e a Justiça de Deus. O autor usa um tom forte motivando e deixando claro que … Ler mais

Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica

Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica

Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica, este é o assunto que vamos tratar nesta semana, Observe que a partir de Hebreus 4:14-16, começa a ser e revelado a doutrina do secardócio de Jesus. Nesse versículo o autor apresenta Jesus como “o grande sumo sacerdote que penetrou os céus”. Jesus, era um Sumo Sacerdote grandioso, misericordioso e compassivo. Já no cap. 5:1-10, o autor de Hebreus, mostra uma discursão na qual tratam das atribuições e qualificações do sacerdócio. A intenção do autor era  mostrar que o sacerdócio de Jesus era em tudo superior ao sacerdócio arônico, Sacerdocio arônico foi aquele que Deus deu a Moisés. O autor alegava que todo sacerdócio humano era coberto de fraqueza e defeitos. Por essa razão pouco poderiam fazer pelos homens, e acaba a discursão, criticando os crentes pela ignorância. I – Um Sacerdócio Superior Quanto à Qualificação 1 – Por Representar Melhor os Homens Diante de Deus. O autor aos Hebreus mostra que o sumo sacerdote do Antigo Testamento era escolhido dentre seus pares (Hb 5:1). E desta forma o autor chama a atenção para o ministério da encarnação, quando Deus toma forma humana para tratar com os homens, como disse certo teólogo “é necessário que um homem seja escolhido para representar todos os homens ao tratar dos pecados deles contra Deus”. Jesus, nosso sumo sacerdote se apresenta diante de Deus, e ofereceu sua própria vida como oferta a Deus em seu próprio favor (Hb 4:14-16). 2 – Por Compreender a Condição Humana. O autor aos hebreus continua mostrando a função sacerdotal. O sumo sacerdote era alguém tirado do meio do povo com a capacidade e entender a condição humana, Essa pessoa ia trabalhar com as exigências da lei e com as fraquezas humanas. Isso o deixaria como uma figura simbólica, Que precisava fazer sacrifícios pelos os pecados alheios e os seus, ele não poderia ser complacente e nem severo com o pecado. Na mente do autor, sagrado só Jesus, o sumo sacerdote perfeito poderia cumprir essas exigências. 3 – Pela Posição Que Exerceu. O sumo sacerdote era aquele há quem o Senhor chamasse (Hb 5:4). Observando o contexto, fica claro que a palavra honra tem o sentido de “cargo” ou “posição” E que está relacionada ao ministério sacerdotal, ao qual o Senhor entregou a alguém. Então ser um ministro do altar era algo honroso, De grande importância e muita responsabilidade, Arão e seus filhos foram escolhidos por Deus (Êx28:1). Jesus o nosso sumo sacerdote foi em tudo superior a Arão, ele pertenceu a uma ordem sacerdotal superior e foi enviado para está missão diretamente do céu. II – UM SACERDÓCIO SUPERIOR QUANTO AO SERVIÇO 1 – Pela Realeza e o Propósito Pelo Qual Viveu. Em sua exposição sobre o sacerdócio de Cristo o autor aos Hebreus faz a combinação dos salmos: 2:7 que diz: “Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.” Com o salmo 110:4: “O teu povo será mui voluntário no dia do teu poder; nos ornamentos de santidade, desde a madre da alva, tu tens o orvalho da tua mocidade.” Com essas citações o autor argumenta a favor da filiação divina e do sacerdócio de Jesus. Respeitados especialistas no Antigo Testamento, ressaltam que o messias, esperado pelos judeus da época de Jesus era de natureza político – religiosa, Embora os textos mostram que Jesus não era um messias político, mas aclamado por Deus em (Sl 2:7) e reconhecido pelo pai como sumo sacerdote em (Sl 110:4). O Messias que nós reconhecemos como Filho de Deus, Rei e Sumo sacerdote da nova aliança.  2 – Pela vida santa que possuía. O autor aos Hebreus usa o cap. 5:7, para se referir a vida piedosa de Jesus, a interseção, compaixão, oração e suplicas Como qualidades presentes em um verdadeiro sacerdote. Alguns interpretes destacam que esses fatos estão relacionados com a oração de Jesus no Getsêmani (Mt 14:33-36). 3 – Pela Submissão Que Demonstrou. Observe que a expressão “foi ouvido quanto ao que temia” que está em Hebreus 5:7 da ARC = Almeida Revista e Corrigida; está traduzida na (ARA)=Almeida Revista Atualizada “tendo sido ouvido por causa da sua piedade”. Há uma diferença nessas traduções, que está na palavra eulabeia, esta palavra é usada pelo autor. Essa palavra aparece apenas duas vezes no Novo Testamento Grego e as duas vezes é no livro de Hebreus. A primeira no capítulo 5, e a segunda no capítulo 12:28. Em Hebreus 12:28, tanto na Almeida Revista e Corrigida como na Almeida Revista e Atualizada tem a tradução de “reverencia”. Portanto não há dúvida, EULABEIA, ou seja, REVERÊNCIA dá um sentido de piedoso e reverente. Jesus tinha um viver piedoso e temente fato que o conduziu a suportar o sofrimento em favor da humanidade completando a obra expiatória. III – UM SACERDÓCIO SUPERIOR QUANTO À IMPORTÂNCIA TEOLÓGICA 1 – Uma doutrina transcendente. A ultima seção do livro, o autor aos Hebreus chama a atenção da importância teológica que tinha essa doutrina – o sacerdócio de Jesus Cristo, Era importantíssimo que houvesse a compreensão desta doutrina. Mas foi difícil fazer com que os cristãos compreendessem A doutrina que transcendia os princípios formados pela fé cristã, eles precisavam ter maturidade, O que só seria possível se eles exercitassem suas mentes na meditação da Palavra. 2 – Uma doutrina essencial. A natureza e compreensão desta doutrina traz substância a nossa fé, os hebreus estavam desleixados, desanimados e fracos, Eles não tinham maturidade suficiente na vida cristã, e quando não se tem maturidade cristã fica difícil e as vezes impossível de se fazer escolhas certas. CONCLUSÃO No final do capítulo 4, e todo o capítulo 5, trazem assuntos interessantes sobre o sistema sacerdotal nos dias bíblicos. O autor mostra primeiro as qualificações que eram exigidas para um sacerdote, depois faz um contraste com o sumo sacerdote Jesus, Filho de Deus, perfeito, habilitado para interceder por nós, esta doutrina todos nós devemos conhecer muito bem. Veja outras lições aqui

A Superioridade de Jesus em Relação a Moisés

A Superioridade de Jesus em Relação a Moisés

A Superioridade de Jesus em Relação a Moisés é o que vamos estudar Neste terceiro capítulo de Hebreus, nota-se que o autor conhecia seus ouvintes e que sabia que tinham grande admiração por Moisés, Pois eram judeus e conheciam a história do grande legislador hebreu que foi chamado para conduzir o povo a terra santa. Ainda que Moisés assumiu grande missão em conduzir o povo de Deus, Moisés jamais poderia ser comparado a Jesus. Moisés é retratado como servo, Jesus como filho. I – UMA TAREFA SUPERIOR 1 – Uma vocação superior  O autor do livro aos Hebreus, coloca os versículos (vv. 1-6), como ponto de partida inicial, ao que já havia dito antes, Ele havia falado que Jesus era o autor e mediador da nossa salvação, Confira em (Hb 2: 14-18). Para que seus leitores ficassem atentos ao que seria dito, desta vez escrito em (Hb 3:1). Aos seus leitores que ele costumava chamar carinhosamente de irmãos santos, “Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão,” (Hb 3:1) Os irmãos em cristo deveriam entender que eles não eram mais um povo nômade a procura de terra, E não necessitaria mais ficar andando no deserto escaldante, mas eles eram herdeiros, com uma tendência natural as coisas celestiais de Deus. Os irmãos hebreus não deveriam ter dúvidas nenhumas de que Jesus estaria conduzindo-os para um reino eterno e que ele era maior do que Moisés. 2. Uma Missão Superior. Pela primeira vez o autor aos hebreus usa a palavra apóstolo em relação a jesus (Hb 3:1), Essa palavra é usada para alguém que recebe uma comissão a desempenhar, ou que seja um representante legal. Sem dúvida que Moisés tinha sido um homem enviado por Deus e um grande legislador, que teria uma missão, mas Jesus teve a missão maior e mais importante: a) A Missão de Moisés: A missão de Moisés, tirar o povo do Egito, conduzir a terra santa, b) A Missão de Jesus: Jesus teve a missão de conduzir a igreja para a Canaã celestial. 3. Uma Mediação Superior. Aqui o autor tanto afirma que jesus era “o apostolo” como diz também que Ele é o “Sumo Sacerdote da nossa confissão” Trazendo a certeza de que Jesus era superior a Moisés, em todos os sentidos. A palavra confissão no original traduzido significa Homologia, que tem o sentido de concordância. Quando confessamos Jesus como salvador, concordamos que ele é e está em primeiro lugar, sendo Senhor de tudo e de todos. II – UMA AUTORIDADE SUPERIOR 3. Construtor, Não Apenas Administrador. O autor faz questão de destacar que tanto Moisés como Jesus foram fieis na missão que lhe foram confiadas, mas que o mérito de Jesus era maior do que o mérito de Moisés. Jesus era o construtor do edifício, da casa de Deus enquanto Moisés apenas o mordomo, os crentes precisavam ver isto e assim valorizarem mais a salvação. 2. O perigo de ver, mas não crer.  “[…] E viram, por quarenta anos, as minhas obras” (Hb 3.9). É um erro pensar e só acredita no que vê, parece quê; quem muito ver, menos crer, e acaba ficando acostumado com o sobrenatural. E era exatamente isso que aconteceu tanto com a comunidade dos primeiros leitores de Hebreus como como povo no deserto. Causa-nos preocupação quando o crente se naturaliza e acaba se acostumando com o sobrenatural, 3. O Perigo de Começar, Mas Não Terminar. “Estes sempre erram em seu coração e não conheceram os meus caminhos” (Hb 3.10b). com este versículo, o autor aos Hebreus mostra o perigo de começar, mas não chegar, de andar, mas não desviar. III – UM DISCURSO SUPERIOR 1. O perigo de ouvir, mas não atender. Na bíblia hebraica o autor cita o Salmos 95:7-11 para nos trazer grandes advertências. E uma delas é Que no passado o povo de Deus tinha ouvido a mensagem de Deus, mas não tinha atendido! O mesmo erro estava se repetindo. O salmista advertia os leitores a não endurecerem o coração, esse apelo é feito também nos dias de hoje, Pois o povo de Deus continua tardando em ouvir o Espírito Santo falando de forma profética. 2. A Humilhação do Servo. O filho de Deus (Jesus), começou a se humilhar desde que se esvaziou da sua glória para tomar a forma de servo, aceitando passar pelo sofrimento até a morte e morte de cruz (Fp 2:7,8). Sua humilhação está relacionada ao seu sofrimento, a sua perseguição e seu desprezo pelas autoridades. Ele tudo suportou em silêncio, para que se cumprisse cada detalhe da profecia de Isaías 53. 3. O Exemplo a Ser Seguido. Quando andou sobre a terra, Ele nos ofereceu o melhor exemplo fazendo a vontade do pai e amando o próximo. A partir da vida e do exemplo do nosso Salvador, nós somos chamados a dar prioridade ao reino de Deus, a pessoa do altíssimo, em todas as áreas de nossa vida. CONCLUSÃO Quando o autor da carta aos hebreus demostra a superioridade de Jesus sobre Moisés, ele não tem a intenção de exaltar Jesus e desprezar Moisés, Mas deixar claro a relevância da obra de Cristo no calvário, para que os crentes possam dar o devido valor. Moisés que não era divino, não morreu no calvário, em lugar de ninguém ele merecia ser ouvido, Então Jesus sendo Ele filho de Deus, Senhor da igreja, e superior aos anjos também merecia ter o reconhecimento ainda maior? Esse foi o principal problema que estava acontecendo na igreja e que o autor aos hebreus escreveu para esclarecer e demostrar a superioridade de Jesus sobre Moisés. Veja Outras Lições Aqui

Uma Salvação Grandiosa

Uma Salvação Grandiosa

Uma Salvação Grandiosa – o autor do livro aos Hebreus, inicia o livro com uma forte advertência, era necessário que os crentes tivessem maior firmeza em relação as coisas espirituais. Foi observado pelo autor, que havia um certo desinteresse por parte dos cristãos da época no que diz respeito a salvação. I – UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA  1 – Testemunhada Pelo Senhor  O autor do livro aos Hebreus faz uma diferença entre a antiga aliança e a nova aliança, enquanto a antiga aliança foi intermediada por anjos a nova aliança teve Jesus Cristo como seu mediador. Então o autor passa a analisar as duas alianças para que o contraste entre as elas fique bem definido. Foi Jesus o filho de Deus e não os anjos quem anunciou essa tão maravilhosa salvação. 2. Proclamada Pelos Que a Ouviram. A salvação foi anunciada em primeiro pelo Senhor, e depois por “aqueles que a ouviram” (Hb 2:3), Fica claro neste texto que o autor não foi uma testemunha dos feitos de Jesus, mas foi um dos que, receberam a palavra por meio de outros, dos que a “ouviram”. Mesmo não tendo recebido a palavra diretamente de Jesus o autor não tinha duvidas de que a mensagem apostólica que recebera era de fato a palavra de Deus. Por isso se fazia importante que os crentes fossem diligentes e observasse os preceitos do Novo Testamento. 3. Confirmada pelo Espírito Santo. A mensagem do evangelho que foi anunciada pelo Salvador Jesus e depois testemunhada por aqueles que a ouviram, foi feita instrumento pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é quem está por traz de cada milagre e sinais que foram operados na história do povo de Deus, tanto no passado na história de Israel como no presente hoje, na nossa história. II – UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA  1. Por intermédio da humanização do Redentor. O autor aos Hebreus, escreve ao seu publico judeus que tinha uma mentalidade de que o homem foi feito a coroa da criação e a ele fora dado todo o domínio, Mas, devido a queda esse domínio fora tomado. Esse foi o motivo do autor ter citado o Salmos 8 como pano de fundo, Porque esse salmo jamais poderia se aplicar a Adão, nem a nenhuma raça após a queda, mas única e exclusivamente a jesus, o messias, que através da cruz veio restaurar a homem caído. 2. Por Meio do Sofrimento do Redentor A ideia de um messias sofredor para um judeu do século primeiro era escandalosa, eles não aceitariam a ideia de um messias que tivesse morrido na cruz, Como poderia o autor assegurar que Jesus era superior aos anjos se ele mesmo morreu na cruz? O autor de Hebreus usou o versículo 5 do Salmo 8: “Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.” (Sl 8:5) Jesus teria se feito um “pouco” menor do que os anjos por causa da sua humanização. Dai os intérpretes entendem que as palavras “pouco” e “pouco tempo” citados em Hb 2:7,9 podem está se referindo a posição de tempo. Em outras palavras Jesus tornou-se “menor” do que os anjos enquanto estava vivendo os limites da condição humana e experimentou o sofrimento que veio deste estado de humilhação, no entanto foi através deste mesmo sofrimento de Cristo que os homens tornaram se livres. 3. Por Intermédio da Glorificação do Redentor Na mente do autor, cristo foi coroado de glória e de honra por intermédio do seu sofrimento “coroado de glória e de honra, […] para que, pela graça de Deus, provasse a morte de todos (Hb 2:9). Em outras palavras Cristo não sofreu para ser glorificado, mas Ele foi glorificado porque sofreu. III – UMA SALVAÇÃO EFICAZ 1. Vitória Sobre o Diabo O autor termina seu argumento concluindo que era preciso que o Salvador sofresse e morresse pelos homens, somente por meio de sua morte na cruz, o diabo seria derrotado. 2. Vitória Sobre a Morte A morte passou a ser um inimigo temido, depois que o pecado entrou no mundo, a morte era uma arma poderosa nas mãos de satanás, Mas quando cristo morreu na cruz Jesus venceu a morte, os homens continuam a morrer, mas aqueles que aceitarem Jesus como salvador, Tem a vida eterna, pois a morte não tem mais domínio sobre eles. 3. Vitória Sobre a Tentação No capítulo 2, versículos17, pela primeira vez o autor usa a palavra “sumo sacerdote” Referindo-se a Jesus, Depois o autor resolve explorar com mais profundidade em posteriores passagens(Hb 3:1; 4: 14-16; 5:1-10; 6:20; 7:14-19, 26-28; 8:16; 9:11-20; 10:1-39). O autor aponta Jesus como o sumo sacerdote misericórdioso e fiel, por ter assumido forma humana E se identificado com os homens nos seus limites, Ele sabe o que é ser tentado e está pronto a nos ajudar. Conclusão Foi através da cruz que Jesus tornou-se o sumo sacerdote que representa a humanidade, os anjos são seres que estão a serviço de Deus, Mas Jesus veio buscar a descendência de Abrão, os crentes. Através do seu sofrimento e morte, Jesus pode dar vida aos que estão mortos. Veja Outras Lições da EBD Aqui

A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo

A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo

Vamos dar início a mais um trimestre, A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo cujo objetivo desta lição é a carta escrita aos Hebreus. E é baseado neste livro que vamos estudar nos próximos três meses. Este documento é muito especial e em nenhum outro encontramos um apelo tão forte à exortação, levando os crentes de Hebreus a firme conclusão de que Jesus Cristo é maior do que todos os profetas, anjos, Moisés e tudo que possa haver nos céus e terra. I – Autoria, Destinatário e Propósito Autoria. Não sabemos ao certo quem foi o autor desta carta, surgiram controvérsias em torno do autor. Clemente de Alexandria atribuiu ao apóstolo Paulo a sua autoria e afirmou que Paulo teria escrito em Hebraico e Lucas teria traduzido para o Grego, Foi duramente questionado. Apesar de ser de autoria desconhecida nada mudou ou diminuiu sua autoridade. 2. Destinatários. Esta carta foi escrita aos cristãos judeus e enviada a uma comunidade de cristãos. O autor conhece o publico e até espera encontrar-se com eles, como nos mostra em (Hb 13: 19-23). 3. Propósito. Foi observado pelo escritor I. Howard Marshal, que esta carta combina instrução e exortação. A carta aos Hebreus exorta os crentes a terem ânimo, confiança e fé. Veja o quadro abaixo simplificado: AUTORIA Desconhecida. DESTINATÁRIO Cristãos judeus, provavelmente. Propósito Exortar os cristãos a terem ânimo e fé em tempos de apostasia. II – CRISTO – A PALAVRA SUPERIOR A DOS PROFETAS  A Revelação Profética e a Antiga Aliança. O autor da carta aos Hebreus quando fala da supremacia de Jesus o faz em relação aos profetas, no passado Deus fala através dos profetas e no presente através do seu filho Jesus Cristo (Hb 1:1). Foi essa revelação que fez com que seu povo se distinguisse dos demais povos, o autor mostra um Deus que se revela e se comunica e não um Deus mudo. A revelação profética e a nova aliança. Deus falou aos cristãos da nova aliança através de seu filho, isso conta em (Hb 1:1). O autor usa expressões na palavra, como: “havendo falado” ou “depois de ter falado” mostrando que a ação de Deus foi um fato consumado. O uso desta expressão é bem mais compreendido, quando nos dá um significado de que Deus falou de forma completa, nos tempos do autor. Cristo a revelação final. O autor tinha o objetivo de mostrar que Cristo era o ponto central da revelação profética. Ele é a revelação final! O ministério profético da antiga aliança! O maior castigo para o povo de Israel com certeza foi o silencio profético. Os profetas eram de suma importância para aquele povo, Mas a relevância deles estava muito longe daquela possuída por Jesus Cristo, o Filho de Deus. III – CRISTO – SUPERIOR AOS ANJOS 1. Cristo: Superior em natureza e essência  Cristo: O autor aos Hebreus mostra intencionalmente que Cristo é superior aos anjos e outras ordens da criação. Jesus é o reflexo da glória de Deus e possui a mesma essência Divina (Hb 1:3), o autor usa dois vocábulos gregos que deixam isso bastante claro: a) Apaugasma Que significa radiância b)Character Que significa reflexo Embora sendo diferente possuem as mesmas essências, Jesus é o Deus revelado. 2. Cristo: superior em magestade e deidade Cristo é maior em majestade, o autor passa a mostrar a supremacia de Cristo em relação aos anjos através de vários documentos nas escrituras. O filho é gerado e não criado; observado por C. S. Lewis, o que Deus gera é Deus, assim o que o homem gera é homem Desta forma, o que Deus cria não é Deus e o que o homem cria não é homem, desta vem a razão de os homens não serem filhos de Deus no mesmo sentido que Jesus Cristo. CONCLUSÃO O autor de Hebreus não quis se identificar, mas isso em nada compromete a autoridade desse documento. Desde o princípio da igreja, os ensinos desta carta são usada para fortalecer a fé de muitos cristãos que encontra-se vacilantes devemos prestar atenção para os sábios conselhos que esta carta nos traz: “se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:7). Veja Outras Lições Aqui  

A Salvação pela Graça

A Salvação pela Graça

 A salvação pela graça, é a lição que vamos estudar esta semana. Iremos aprender que a lei no Antigo Testamento instruía e ensinava ao povo o que Deus tinha estabelecido. Ou seja, ao povo de Israel, para terem um convívio de harmonia prosperidade e passividade na terra prometida (Canaã). Esses mandamentos tinham preceitos indispensáveis de ética, moral e vida religiosa, que sem eles, o povo viveria em um verdadeiro caos. I – LEI E GRAÇA  O Propósito da Lei. A lei também iria revelar mais tarde quão grande a necessidade que a humanidade teria de ser salva pela graça, porque era impossível cumprir plenamente a lei de Deus no Antigo Testamento. Portanto, a lei de Deus é uma expressão de sua graça e representa a revelação clara de sua vontade santa, justa, boa e agradável (RM 7:12) A Lei Nos Conduziu a Cristo. Para encontrarmos a Cristo por meio da graça, a lei serviu como guia. Pela impossibilidade de ser cumprida, a lei nos convence de que não alcançamos a salvação sem Cristo. Sendo assim, a salvação só é possível mediante a graça de Deus. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (EF 2:8) A Graça Revela Que a Lei é Imperfeita. O espírito é superior a lei, por isso nós morremos para a lei (Rm 7:4). Logo, a lei é imperfeita segundo o escritor aos Hebreus (Hb 8:6), Do mesmo modo, o apóstolo João afirma que foi Cristo quem trouxe a graça e a verdade (Jo 1:17). Isso mesmo, a graça é superior à lei!!! Segundo a bíblia, só existe lei por causa do pecado e para apontá-lo: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei” (Rm7:7). II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS  A Superabundante Graça. A graça de Deus alcança a todos os pecadores, por pior que sejam. Aonde abundou o pecado, que foi apontado pela lei, superabundou a graça (Rm 5:20). a) Fé e Graça. A fé e a graça agem juntas. A graça é um presente de Deus que nós não merecíamos. Não é a fé que traz salvação e sim a graça de Deus que atua mediante a fé que o crente tem no filho do homem, Jesus Cristo. (Rm 3:28). b) A Graça Não é Salvo Conduto Para Pecar. A palavra de Deus nos ensina que a graça jamais deve ser vista como um salvo conduto, ou seja, um passaporte livre para que se possa pecar e ter a certeza de que serão perdoados de todos os pecados cometidos. Ao contrário, a graça de Deus nos leva a obediência áquele que nos deu a graça. III – O ESCÂNDALO DA GRAÇA Seria a Graça Injusta? Vendo sob a ótica humana, a graça acaba tornando-se injusta, porque quem recebe a graça divina não merece, mas a justiça divina é imensamente perdoadora. Logo sabemos que a graça e a lei jamais poderão andar juntas. Paulo, no livro de Gálatas, diz: “Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo” (15.11). Assim, pela lei é impossível o que o pecador encontre salvação, mas dependendo única e exclusivamente da graça de Deus, ele encontrará descanso para a alma (Mt 11.28-30). A Divina Graça Incompreendida. No tempo do apóstolo Paulo, muitos não compreenderam seus ensinamentos sobre a graça de Deus. Por isso, ao longo da história estiveram presentes dois extremos à cerca da compreensão da graça: 1°) Eles Teriam Liberdade Total Para Pecar “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Rm 6:1,2). Esse primeiro extremo leva o ser humano a libertinagem, mas a palavra de Deus mostra que vira um grande castigo para quem profanar, ofender e insultar o Espírito da graça. 2°) A Impossibilidade de Receber Tão Valioso Presente “Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça” (Gl 5:4,5). Esse segundo extremo leva a humanidade ao legalismo, aquela ideia de que para ser salvo precisamos de dar algo em troca. Essa atitude pode levar o crente ao orgulho e gerar todo tipo de comportamento hipócrita. (Mt 23:23) Se Deixar Presentear Pela Graça. Nós sabemos que é impossível para o crente que foi alcançado pela graça, ter como retribuir a Deus por tão grande salvação. Se fosse possível, isso não seria graça (favor imerecido) mas sim um mérito pessoal que ia tirar de Deus a autoria divina da salvação. No relacionamento que temos com Deus, todo mérito é do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Fp 2:9-11). Para nós que compreendemos esse favor imerecido sabemos que tudo é dadiva, presente, e favor imerecido. CONCLUSÃO Na maravilhosa lição desta semana estudamos a relação da lei e da graça e aprendemos que graça é um favor imerecido, Compreendemos que chega a ser um escândalo para aqueles que não creem; portanto estamos cientes de que somos salvos pela graça mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo (Ef 2:8). Veja outras lições aqui

Este sitio web utiliza cookies para que usted tenga la mejor experiencia de usuario. Si continúa navegando está dando su consentimiento para la aceptación de las mencionadas cookies y la aceptación de nuestra política de cookies, pinche el enlace para mayor información.

ACEPTAR
Aviso de cookies