Jesus – Sumo Sacerdote de Uma Ordem Superior

Jesus - Sumo Sacerdote de Uma Ordem Superior

Na lição desta semana, Jesus – Sumo Sacerdote de uma Ordem Superior, o autor apresenta o sacerdócio de Jesus em uma nova perspectiva, Jesus é um sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110:4 cf. Hb 7:17). O autor mostra que a profecia do Salmista revela um sacerdócio de uma ordem, superior à de Arão e à levítica que teve seu cumprimento em Jesus (Hb 7:13). Mesmo Jesus tendo a mesma ordem sacerdotal, em (Hb 7:3) o autor afirma: “foi feito semelhante ao filho de Deus” com essas palavras o autor afirma que Jesus mesmo pertencendo a mesma ordem sacerdotal que Melquisedeque era superior a ele. Existem muitas especulações sobre Melquisedeque, mas devemos vê-lo como uma figura histórica de natureza tipológica, Ele deve ser visto como um tipo que aponta para Jesus, mostrando que o sacerdócio de Cristo é de natureza eterna, imutável e perfeita.  I – QUANTO AO ASPECTO DE SUA TIPOLOGIA 1 – Um Sacerdócio Com Realeza. Em Hebreus 7:2, o autor destaca que Melquisedeque era sacerdote e rei, pois recebeu dízimo de Abraão como sacerdote e governava Salém como rei. Só o sacerdote levita poderia oferecer sacrifícios e representar o povo diante de Deus (1 Sm13:9,13; 2 Cr 26:16-18). Aos sacerdotes não eram reis, a ordem do sacerdócio não previa a existência de um sacerdote- rei. Para o contexto bíblico só poderia acontecer a existência de um sacerdote-rei se fosse segundo uma outra ordem. Jesus era levantado por Deus segundo essa nova ordem, da qual Melquisedeque é o tipo (Sl 110:4). 2 – Um Sacerdócio Firmado na Justiça. O autor aos Hebreus destaca que Melquisedeque era “rei de justiça e depois também rei de Salém, que é rei de paz” (Hb 7:2). A história de Melquisedeque aparece em Genesis 14:18-20 e tem no contexto a guerra dos cinco reis, contra quatro que aconteceu no vale do rei. O autor interpreta Melquisedeque, que significa Sedeque é rei, como rei da justiça, escrito em, (Hb 7:2). Não temos dúvida de que Melquisedeque é um tipo de Jesus, que iria reinar com justiça num reinado sem fim (Is 32:1; Jr 23:5; Lc 1:33). 3 – Um Sacerdócio Com Legitimidade Divina.  “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.” (Hb 7:3) Essa expressão “sem pai, sem mãe, sem genealogia” – demostra o contraste entre o sacerdócio levítico e o de Melquisedeque. O sacerdócio levítico dependia da genecologia para poder ser legitimo, quem não fosse da tribo de Levi não podia exercer essa função sacerdotal. O autor de Hebreus mostra que o sacerdócio de Melquisedeque não dependia de genecologia e ainda assim era legitimo, Da mesma maneira o sacerdócio de Jesus Cristo era também legítimo, porque pertencia a uma ordem superior, a ordem de Melquisedeque. II – QUANTO AO ASPECTO DE SUA NATUREZA 1 – Um Sacerdócio Perfeito. A palavra Grega teleiôsis que significa (perfeição), o autor usa no cap. 7:11, essa palavra significa também (alvo a ser atingido). Neste contexto esta palavra é usada Nesse contexto esta palavra é usada para se referir ao relacionamento com Deus. observe que nem a lei e nem o sistema sacerdotal do Antigo Testamento pode resolver o problema da culpa e produzir o perdão que a santidade de Deus exigia da humanidade. O autor destaca que esse problema só podia ser resolvido por um sacrifício perfeito que nenhum levita poderia realizar. 2 – Um Sacerdócio Imutável. Continuando no capitulo 7 vemos que “mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei” (Hb 7:12). No Salmo 110:4 O Espírito Santo tinha falado por boca de Davi que chagaria um sumo sacerdote que seria de outra ordem, A ordem de Melquisedeque. E que ia se instalar uma nova ordem, isso significa que a antiga passaria. Quando essa profecia fosse cumprida a lei mosaica e o sacerdócio levítico seriam antiquados, ultrapassados. Só o sacerdócio de Jesus não poderia ser mudado. 3 – Um Sacerdócio Eterno. O sacerdócio de Cristo “não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível” (Hb 7:16). É uma referencia a ressureição de Jesus e sua vitória sobre a morte, mostrando assim o seu caráter eterno. Cristo não foi sacerdote por imposição humana e sim atribuição divina. Como diz o versículo 17: “Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque” (Hb 7:17). III – QUANTO AO ASPECTO DE SEUS ATRIBUTOS 1 – Um Sacerdócio Santo. Como atributo de Deus a santidade é afirmada pelo autor aos hebreus que sem “a santificação, […] ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). Que o sumo sacerdote não apresentasse defeito nenhum, incluindo o físico (Lv 21:16-23). Devido a condição humana nem os sacerdotes eram perfeitos como o sistema levítico era todo imperfeito. Só Cristo podia atender as exigências de um sacerdócio santo e perfeito (Hb 7:26). 2 – Um Sacerdócio Inculpável. Todas as exigências de uma vida santa e pura, requerida para um sumo sacerdote, foram cumpridas por Jesus. Além de todos esses atributos ele deveria ser também inocente (Hb 7:26). A palavra AKAKOS, traduzida como inocente, Significa também sem maldade, descrita como ausência de tudo que é ruim e errado. Pedro, afirmou que Jesus: “não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano” (1 Pe 2:22). No sacerdócio de Cristo, não havia culpa e nem imperfeição. 3 – Um Sacerdócio Imaculado. No capítulo 7:26, o autor aos Hebreus usa um termo “AMIANTOS” para dizer que Jesus é um sacerdote “sem macula”, que tem o sentido de “sem machas”, Estava sendo usada também, no contexto bíblico para se referir tanto a pureza ética como a pureza ritual. Foi a essa vida ética e não apenas ritual que o autor retrata o Senhor Jesus Cristo como sendo “separado dos pecadores”. Jesus assumiu a forma humana e se fez pecado pelos homens (2 Co 5:21), mas sem pecar. CONCLUSÃO O único texto escrito no Novo Testamento … Ler mais

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia

Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia é a lição que estaremos estudando está semana, em Hebreus 5:12, o autor teria dito que os crentes necessitavam que alguém lhe ensinasse os rudmentos da fé. A vida Cristã é como uma dinâmica e exige dos discipulos um esforço além dos primeiros passos. Isso não acontecia com a comunidade em que o autor estava se relacionando, Muito pelo contrário, os irmãos davam sinais de cansaço, imaturidade e negligencia espiritual e como consequência o esfriamento e o fracasso na fé. O autor mostra que para não cair é necessário que se tenha fé e confiança nas promessas de Deus. I – A NECESSIDADE DO CRESCIMENTO ESPIRITUAL Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Arrependimento e fé. Bem sabemos que a doutrina do arrependimento e da fé não é mais necessária, o que o autor quer mostrar é quê ela é importante, Mas o que constitui o ABC doutrinário da fé cristã? Segundo Marcos 1:15, a vida cristã começa com arrependimento e fé. Em diversos versículos, a bíblia nos mostra que para ser salva, primeiro deve-se crer (Mc 16:16; At 16:31; Rm 1:16; Ef 2:8; 1 Tm 1:16) Portanto não para por aí, há um longo caminho pela frente e seus leitores parece que tinham estacionado na jornada.  Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Batismos e Imposição de Mãos. Em hebreus 6:2, temos o segundo bloco de fundamentos da doutrina que o autor ensina sobre batismo e imposições de mãos. O contexto mostra em Hb 6:2, que temos como referencia o batismo cristão em contraste com outros batismos no judaísmo. Na igreja primitiva o batismo em águas, era necessário para o arrependimento para remissão dos pecados (Mc 1:4; At 10: 47), O batismo não tinha poder de salvar, era feita essa prática para como um testemunho público demostrando a fé em cristo. Por outro lado, a doutrina das imposições das mãos é comprovada em várias passagens bíblicas, Mas era demostrada como um símbolo exterior da prática da oração (At 6:6; 13:3). Indo Além Dos Rudimentos Doutrinários Sobre Ressurreição e Juízo. Fica comprovadamente legal para o leitor do Novo Testamento, que a pregação feita pelos apóstolos era fundamentada na ressureição de Jesus (At 4:33; 17: 18). O autor demostra que a doutrina da ressurreição dos mortos como a doutrina do juízo vindouro, são fontes de esperança para os cristãos (Hb 10: 36,37). Essas doutrinas eram indispensáveis para que o cristão tivesse sua expectativa no povir. Mas não ficaria só aí, deveriam avançar, Porque crescer espiritualmente é ir além das doutrinas do arrependimento e da fé, do batismo, da imposição das mãos, da ressurreição e do juízo. O autor aos Hebreus coloca a renúncia de uma religião ou da fé religiosa como algo que é possível um perigo real que precisa ser evitado por quem nasceu de novo. II – A NECESSIDADE DA VIGILÂNCIA ESPIRITUAL Apostasia, uma possibilidade para quem foi iluminado e regenerado. Em Hebreus 6:4, as palavras do autor começam com um vocábulo Grego adynato, é traduzido aqui como “impossível”. Essa tradução nos diz, que a advertência é mais forte em todo o Novo Testamento, essa advertência é a respeito de decair da graça. Algumas pessoas observam que o seu sentido aqui é destacar o que vem depois da conversão, observe: (Hb 6:4) “Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo,” Podemos observar que o autor se refere a crentes, e não de descrentes, pois os descrentes não foram iluminados nem tão pouco experimentaram do dom celestial. Já no 10:32, o autor usa a expressão iluminados para se referir a conversão dos seus leitores. Observe que as palavras: “Uma vez” descrita em (HB 6:4) e a palavra “outra vez” que está em (Hb 6:6), Mostrando o antes e o depois da conversão dos seus leitores. Essas expressões são usadas para pessoas que são regeneradas. A apostasia, que nos traz o perigo de decair a fé, é demostrada pelo autor de Hebreus como algo que pode ser feito ou acontecer, Ou seja é um perigo real, que deve ser evitado por quem teve o novo nascimento em Cristo Jesus. Apostasia, Uma Possibilidade Para Quem Vivenciou a Palavra e o Espírito. Para decair, ou seja, tombar, o cair da graça é colocada para aqueles que “se fizeram participantes do Espírito Santo e provaram da boa palavra” (Hb 6:4,5). O autor já havia falado como uma pessoa se torna participantes de alguma coisa. Os crentes salvos se tornam participantes da vocação celestial, Isso é o que relata (Hb 3:1), participantes de Cristo (Hb3:14), da mesma forma se tornaram participantes do Espírito Santo (Hb 6:4). O texto mostra que a mensagem foi realmente enviada para às pessoas regeneradas, para crentes que realmente Tinham se tornado participantes do Espírito Santo (Jo 14:17) e da palavra de Deus. Somente os nascidos de novo, Aqueles que foram regenerados participam do Espírito Santo e da palavra de Deus (At 8:14; 1 Ts 2:13). Portanto esta é uma advertência para os salvos. Apostasia, Uma Possibilidade Para Quem Viveu as Expectativas do Reino. Esses crentes que o autor estava se referindo experimentaram “as virtudes do século futuro” (HB 6:5). Essa expressão é usada no contexto da cultura Neotestamentaria, que se refere a uma porção do Novo Testamento. Assim que receberam a Cristo como seu salvador, eles já participam antecipadamente, da benção do reino de Deus. O estado de vigilante é requerido para os salvos que ingressaram neste reino. Quem desprezar a Graça de Deus, Jamais vai se tornar um “cidadão real” deste reino. Quando eu, você recebeu à Jesus como nosso único e suficiente Salvador pessoal nós já fazemos parte antecipadamente das benções do Reino de Deus. Ainda que não recebemos o reconhecimento dos homens, teremos o reconhecimento de Deus. III – A NECESSIDADE DE CONFIAR NAS PROMESSAS DE DEUS O Serviço Cristão e a Justiça de Deus. O autor usa um tom forte motivando e deixando claro que … Ler mais

Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica

Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica

Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica, este é o assunto que vamos tratar nesta semana, Observe que a partir de Hebreus 4:14-16, começa a ser e revelado a doutrina do secardócio de Jesus. Nesse versículo o autor apresenta Jesus como “o grande sumo sacerdote que penetrou os céus”. Jesus, era um Sumo Sacerdote grandioso, misericordioso e compassivo. Já no cap. 5:1-10, o autor de Hebreus, mostra uma discursão na qual tratam das atribuições e qualificações do sacerdócio. A intenção do autor era  mostrar que o sacerdócio de Jesus era em tudo superior ao sacerdócio arônico, Sacerdocio arônico foi aquele que Deus deu a Moisés. O autor alegava que todo sacerdócio humano era coberto de fraqueza e defeitos. Por essa razão pouco poderiam fazer pelos homens, e acaba a discursão, criticando os crentes pela ignorância. I – Um Sacerdócio Superior Quanto à Qualificação 1 – Por Representar Melhor os Homens Diante de Deus. O autor aos Hebreus mostra que o sumo sacerdote do Antigo Testamento era escolhido dentre seus pares (Hb 5:1). E desta forma o autor chama a atenção para o ministério da encarnação, quando Deus toma forma humana para tratar com os homens, como disse certo teólogo “é necessário que um homem seja escolhido para representar todos os homens ao tratar dos pecados deles contra Deus”. Jesus, nosso sumo sacerdote se apresenta diante de Deus, e ofereceu sua própria vida como oferta a Deus em seu próprio favor (Hb 4:14-16). 2 – Por Compreender a Condição Humana. O autor aos hebreus continua mostrando a função sacerdotal. O sumo sacerdote era alguém tirado do meio do povo com a capacidade e entender a condição humana, Essa pessoa ia trabalhar com as exigências da lei e com as fraquezas humanas. Isso o deixaria como uma figura simbólica, Que precisava fazer sacrifícios pelos os pecados alheios e os seus, ele não poderia ser complacente e nem severo com o pecado. Na mente do autor, sagrado só Jesus, o sumo sacerdote perfeito poderia cumprir essas exigências. 3 – Pela Posição Que Exerceu. O sumo sacerdote era aquele há quem o Senhor chamasse (Hb 5:4). Observando o contexto, fica claro que a palavra honra tem o sentido de “cargo” ou “posição” E que está relacionada ao ministério sacerdotal, ao qual o Senhor entregou a alguém. Então ser um ministro do altar era algo honroso, De grande importância e muita responsabilidade, Arão e seus filhos foram escolhidos por Deus (Êx28:1). Jesus o nosso sumo sacerdote foi em tudo superior a Arão, ele pertenceu a uma ordem sacerdotal superior e foi enviado para está missão diretamente do céu. II – UM SACERDÓCIO SUPERIOR QUANTO AO SERVIÇO 1 – Pela Realeza e o Propósito Pelo Qual Viveu. Em sua exposição sobre o sacerdócio de Cristo o autor aos Hebreus faz a combinação dos salmos: 2:7 que diz: “Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.” Com o salmo 110:4: “O teu povo será mui voluntário no dia do teu poder; nos ornamentos de santidade, desde a madre da alva, tu tens o orvalho da tua mocidade.” Com essas citações o autor argumenta a favor da filiação divina e do sacerdócio de Jesus. Respeitados especialistas no Antigo Testamento, ressaltam que o messias, esperado pelos judeus da época de Jesus era de natureza político – religiosa, Embora os textos mostram que Jesus não era um messias político, mas aclamado por Deus em (Sl 2:7) e reconhecido pelo pai como sumo sacerdote em (Sl 110:4). O Messias que nós reconhecemos como Filho de Deus, Rei e Sumo sacerdote da nova aliança.  2 – Pela vida santa que possuía. O autor aos Hebreus usa o cap. 5:7, para se referir a vida piedosa de Jesus, a interseção, compaixão, oração e suplicas Como qualidades presentes em um verdadeiro sacerdote. Alguns interpretes destacam que esses fatos estão relacionados com a oração de Jesus no Getsêmani (Mt 14:33-36). 3 – Pela Submissão Que Demonstrou. Observe que a expressão “foi ouvido quanto ao que temia” que está em Hebreus 5:7 da ARC = Almeida Revista e Corrigida; está traduzida na (ARA)=Almeida Revista Atualizada “tendo sido ouvido por causa da sua piedade”. Há uma diferença nessas traduções, que está na palavra eulabeia, esta palavra é usada pelo autor. Essa palavra aparece apenas duas vezes no Novo Testamento Grego e as duas vezes é no livro de Hebreus. A primeira no capítulo 5, e a segunda no capítulo 12:28. Em Hebreus 12:28, tanto na Almeida Revista e Corrigida como na Almeida Revista e Atualizada tem a tradução de “reverencia”. Portanto não há dúvida, EULABEIA, ou seja, REVERÊNCIA dá um sentido de piedoso e reverente. Jesus tinha um viver piedoso e temente fato que o conduziu a suportar o sofrimento em favor da humanidade completando a obra expiatória. III – UM SACERDÓCIO SUPERIOR QUANTO À IMPORTÂNCIA TEOLÓGICA 1 – Uma doutrina transcendente. A ultima seção do livro, o autor aos Hebreus chama a atenção da importância teológica que tinha essa doutrina – o sacerdócio de Jesus Cristo, Era importantíssimo que houvesse a compreensão desta doutrina. Mas foi difícil fazer com que os cristãos compreendessem A doutrina que transcendia os princípios formados pela fé cristã, eles precisavam ter maturidade, O que só seria possível se eles exercitassem suas mentes na meditação da Palavra. 2 – Uma doutrina essencial. A natureza e compreensão desta doutrina traz substância a nossa fé, os hebreus estavam desleixados, desanimados e fracos, Eles não tinham maturidade suficiente na vida cristã, e quando não se tem maturidade cristã fica difícil e as vezes impossível de se fazer escolhas certas. CONCLUSÃO No final do capítulo 4, e todo o capítulo 5, trazem assuntos interessantes sobre o sistema sacerdotal nos dias bíblicos. O autor mostra primeiro as qualificações que eram exigidas para um sacerdote, depois faz um contraste com o sumo sacerdote Jesus, Filho de Deus, perfeito, habilitado para interceder por nós, esta doutrina todos nós devemos conhecer muito bem. Veja outras lições aqui

A Superioridade de Jesus em Relação a Moisés

A Superioridade de Jesus em Relação a Moisés

A Superioridade de Jesus em Relação a Moisés é o que vamos estudar Neste terceiro capítulo de Hebreus, nota-se que o autor conhecia seus ouvintes e que sabia que tinham grande admiração por Moisés, Pois eram judeus e conheciam a história do grande legislador hebreu que foi chamado para conduzir o povo a terra santa. Ainda que Moisés assumiu grande missão em conduzir o povo de Deus, Moisés jamais poderia ser comparado a Jesus. Moisés é retratado como servo, Jesus como filho. I – UMA TAREFA SUPERIOR 1 – Uma vocação superior  O autor do livro aos Hebreus, coloca os versículos (vv. 1-6), como ponto de partida inicial, ao que já havia dito antes, Ele havia falado que Jesus era o autor e mediador da nossa salvação, Confira em (Hb 2: 14-18). Para que seus leitores ficassem atentos ao que seria dito, desta vez escrito em (Hb 3:1). Aos seus leitores que ele costumava chamar carinhosamente de irmãos santos, “Por isso, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão,” (Hb 3:1) Os irmãos em cristo deveriam entender que eles não eram mais um povo nômade a procura de terra, E não necessitaria mais ficar andando no deserto escaldante, mas eles eram herdeiros, com uma tendência natural as coisas celestiais de Deus. Os irmãos hebreus não deveriam ter dúvidas nenhumas de que Jesus estaria conduzindo-os para um reino eterno e que ele era maior do que Moisés. 2. Uma Missão Superior. Pela primeira vez o autor aos hebreus usa a palavra apóstolo em relação a jesus (Hb 3:1), Essa palavra é usada para alguém que recebe uma comissão a desempenhar, ou que seja um representante legal. Sem dúvida que Moisés tinha sido um homem enviado por Deus e um grande legislador, que teria uma missão, mas Jesus teve a missão maior e mais importante: a) A Missão de Moisés: A missão de Moisés, tirar o povo do Egito, conduzir a terra santa, b) A Missão de Jesus: Jesus teve a missão de conduzir a igreja para a Canaã celestial. 3. Uma Mediação Superior. Aqui o autor tanto afirma que jesus era “o apostolo” como diz também que Ele é o “Sumo Sacerdote da nossa confissão” Trazendo a certeza de que Jesus era superior a Moisés, em todos os sentidos. A palavra confissão no original traduzido significa Homologia, que tem o sentido de concordância. Quando confessamos Jesus como salvador, concordamos que ele é e está em primeiro lugar, sendo Senhor de tudo e de todos. II – UMA AUTORIDADE SUPERIOR 3. Construtor, Não Apenas Administrador. O autor faz questão de destacar que tanto Moisés como Jesus foram fieis na missão que lhe foram confiadas, mas que o mérito de Jesus era maior do que o mérito de Moisés. Jesus era o construtor do edifício, da casa de Deus enquanto Moisés apenas o mordomo, os crentes precisavam ver isto e assim valorizarem mais a salvação. 2. O perigo de ver, mas não crer.  “[…] E viram, por quarenta anos, as minhas obras” (Hb 3.9). É um erro pensar e só acredita no que vê, parece quê; quem muito ver, menos crer, e acaba ficando acostumado com o sobrenatural. E era exatamente isso que aconteceu tanto com a comunidade dos primeiros leitores de Hebreus como como povo no deserto. Causa-nos preocupação quando o crente se naturaliza e acaba se acostumando com o sobrenatural, 3. O Perigo de Começar, Mas Não Terminar. “Estes sempre erram em seu coração e não conheceram os meus caminhos” (Hb 3.10b). com este versículo, o autor aos Hebreus mostra o perigo de começar, mas não chegar, de andar, mas não desviar. III – UM DISCURSO SUPERIOR 1. O perigo de ouvir, mas não atender. Na bíblia hebraica o autor cita o Salmos 95:7-11 para nos trazer grandes advertências. E uma delas é Que no passado o povo de Deus tinha ouvido a mensagem de Deus, mas não tinha atendido! O mesmo erro estava se repetindo. O salmista advertia os leitores a não endurecerem o coração, esse apelo é feito também nos dias de hoje, Pois o povo de Deus continua tardando em ouvir o Espírito Santo falando de forma profética. 2. A Humilhação do Servo. O filho de Deus (Jesus), começou a se humilhar desde que se esvaziou da sua glória para tomar a forma de servo, aceitando passar pelo sofrimento até a morte e morte de cruz (Fp 2:7,8). Sua humilhação está relacionada ao seu sofrimento, a sua perseguição e seu desprezo pelas autoridades. Ele tudo suportou em silêncio, para que se cumprisse cada detalhe da profecia de Isaías 53. 3. O Exemplo a Ser Seguido. Quando andou sobre a terra, Ele nos ofereceu o melhor exemplo fazendo a vontade do pai e amando o próximo. A partir da vida e do exemplo do nosso Salvador, nós somos chamados a dar prioridade ao reino de Deus, a pessoa do altíssimo, em todas as áreas de nossa vida. CONCLUSÃO Quando o autor da carta aos hebreus demostra a superioridade de Jesus sobre Moisés, ele não tem a intenção de exaltar Jesus e desprezar Moisés, Mas deixar claro a relevância da obra de Cristo no calvário, para que os crentes possam dar o devido valor. Moisés que não era divino, não morreu no calvário, em lugar de ninguém ele merecia ser ouvido, Então Jesus sendo Ele filho de Deus, Senhor da igreja, e superior aos anjos também merecia ter o reconhecimento ainda maior? Esse foi o principal problema que estava acontecendo na igreja e que o autor aos hebreus escreveu para esclarecer e demostrar a superioridade de Jesus sobre Moisés. Veja Outras Lições Aqui

Uma Salvação Grandiosa

Uma Salvação Grandiosa

Uma Salvação Grandiosa – o autor do livro aos Hebreus, inicia o livro com uma forte advertência, era necessário que os crentes tivessem maior firmeza em relação as coisas espirituais. Foi observado pelo autor, que havia um certo desinteresse por parte dos cristãos da época no que diz respeito a salvação. I – UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA  1 – Testemunhada Pelo Senhor  O autor do livro aos Hebreus faz uma diferença entre a antiga aliança e a nova aliança, enquanto a antiga aliança foi intermediada por anjos a nova aliança teve Jesus Cristo como seu mediador. Então o autor passa a analisar as duas alianças para que o contraste entre as elas fique bem definido. Foi Jesus o filho de Deus e não os anjos quem anunciou essa tão maravilhosa salvação. 2. Proclamada Pelos Que a Ouviram. A salvação foi anunciada em primeiro pelo Senhor, e depois por “aqueles que a ouviram” (Hb 2:3), Fica claro neste texto que o autor não foi uma testemunha dos feitos de Jesus, mas foi um dos que, receberam a palavra por meio de outros, dos que a “ouviram”. Mesmo não tendo recebido a palavra diretamente de Jesus o autor não tinha duvidas de que a mensagem apostólica que recebera era de fato a palavra de Deus. Por isso se fazia importante que os crentes fossem diligentes e observasse os preceitos do Novo Testamento. 3. Confirmada pelo Espírito Santo. A mensagem do evangelho que foi anunciada pelo Salvador Jesus e depois testemunhada por aqueles que a ouviram, foi feita instrumento pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é quem está por traz de cada milagre e sinais que foram operados na história do povo de Deus, tanto no passado na história de Israel como no presente hoje, na nossa história. II – UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA  1. Por intermédio da humanização do Redentor. O autor aos Hebreus, escreve ao seu publico judeus que tinha uma mentalidade de que o homem foi feito a coroa da criação e a ele fora dado todo o domínio, Mas, devido a queda esse domínio fora tomado. Esse foi o motivo do autor ter citado o Salmos 8 como pano de fundo, Porque esse salmo jamais poderia se aplicar a Adão, nem a nenhuma raça após a queda, mas única e exclusivamente a jesus, o messias, que através da cruz veio restaurar a homem caído. 2. Por Meio do Sofrimento do Redentor A ideia de um messias sofredor para um judeu do século primeiro era escandalosa, eles não aceitariam a ideia de um messias que tivesse morrido na cruz, Como poderia o autor assegurar que Jesus era superior aos anjos se ele mesmo morreu na cruz? O autor de Hebreus usou o versículo 5 do Salmo 8: “Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.” (Sl 8:5) Jesus teria se feito um “pouco” menor do que os anjos por causa da sua humanização. Dai os intérpretes entendem que as palavras “pouco” e “pouco tempo” citados em Hb 2:7,9 podem está se referindo a posição de tempo. Em outras palavras Jesus tornou-se “menor” do que os anjos enquanto estava vivendo os limites da condição humana e experimentou o sofrimento que veio deste estado de humilhação, no entanto foi através deste mesmo sofrimento de Cristo que os homens tornaram se livres. 3. Por Intermédio da Glorificação do Redentor Na mente do autor, cristo foi coroado de glória e de honra por intermédio do seu sofrimento “coroado de glória e de honra, […] para que, pela graça de Deus, provasse a morte de todos (Hb 2:9). Em outras palavras Cristo não sofreu para ser glorificado, mas Ele foi glorificado porque sofreu. III – UMA SALVAÇÃO EFICAZ 1. Vitória Sobre o Diabo O autor termina seu argumento concluindo que era preciso que o Salvador sofresse e morresse pelos homens, somente por meio de sua morte na cruz, o diabo seria derrotado. 2. Vitória Sobre a Morte A morte passou a ser um inimigo temido, depois que o pecado entrou no mundo, a morte era uma arma poderosa nas mãos de satanás, Mas quando cristo morreu na cruz Jesus venceu a morte, os homens continuam a morrer, mas aqueles que aceitarem Jesus como salvador, Tem a vida eterna, pois a morte não tem mais domínio sobre eles. 3. Vitória Sobre a Tentação No capítulo 2, versículos17, pela primeira vez o autor usa a palavra “sumo sacerdote” Referindo-se a Jesus, Depois o autor resolve explorar com mais profundidade em posteriores passagens(Hb 3:1; 4: 14-16; 5:1-10; 6:20; 7:14-19, 26-28; 8:16; 9:11-20; 10:1-39). O autor aponta Jesus como o sumo sacerdote misericórdioso e fiel, por ter assumido forma humana E se identificado com os homens nos seus limites, Ele sabe o que é ser tentado e está pronto a nos ajudar. Conclusão Foi através da cruz que Jesus tornou-se o sumo sacerdote que representa a humanidade, os anjos são seres que estão a serviço de Deus, Mas Jesus veio buscar a descendência de Abrão, os crentes. Através do seu sofrimento e morte, Jesus pode dar vida aos que estão mortos. Veja Outras Lições da EBD Aqui

A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo

A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo

Vamos dar início a mais um trimestre, A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo cujo objetivo desta lição é a carta escrita aos Hebreus. E é baseado neste livro que vamos estudar nos próximos três meses. Este documento é muito especial e em nenhum outro encontramos um apelo tão forte à exortação, levando os crentes de Hebreus a firme conclusão de que Jesus Cristo é maior do que todos os profetas, anjos, Moisés e tudo que possa haver nos céus e terra. I – Autoria, Destinatário e Propósito Autoria. Não sabemos ao certo quem foi o autor desta carta, surgiram controvérsias em torno do autor. Clemente de Alexandria atribuiu ao apóstolo Paulo a sua autoria e afirmou que Paulo teria escrito em Hebraico e Lucas teria traduzido para o Grego, Foi duramente questionado. Apesar de ser de autoria desconhecida nada mudou ou diminuiu sua autoridade. 2. Destinatários. Esta carta foi escrita aos cristãos judeus e enviada a uma comunidade de cristãos. O autor conhece o publico e até espera encontrar-se com eles, como nos mostra em (Hb 13: 19-23). 3. Propósito. Foi observado pelo escritor I. Howard Marshal, que esta carta combina instrução e exortação. A carta aos Hebreus exorta os crentes a terem ânimo, confiança e fé. Veja o quadro abaixo simplificado: AUTORIA Desconhecida. DESTINATÁRIO Cristãos judeus, provavelmente. Propósito Exortar os cristãos a terem ânimo e fé em tempos de apostasia. II – CRISTO – A PALAVRA SUPERIOR A DOS PROFETAS  A Revelação Profética e a Antiga Aliança. O autor da carta aos Hebreus quando fala da supremacia de Jesus o faz em relação aos profetas, no passado Deus fala através dos profetas e no presente através do seu filho Jesus Cristo (Hb 1:1). Foi essa revelação que fez com que seu povo se distinguisse dos demais povos, o autor mostra um Deus que se revela e se comunica e não um Deus mudo. A revelação profética e a nova aliança. Deus falou aos cristãos da nova aliança através de seu filho, isso conta em (Hb 1:1). O autor usa expressões na palavra, como: “havendo falado” ou “depois de ter falado” mostrando que a ação de Deus foi um fato consumado. O uso desta expressão é bem mais compreendido, quando nos dá um significado de que Deus falou de forma completa, nos tempos do autor. Cristo a revelação final. O autor tinha o objetivo de mostrar que Cristo era o ponto central da revelação profética. Ele é a revelação final! O ministério profético da antiga aliança! O maior castigo para o povo de Israel com certeza foi o silencio profético. Os profetas eram de suma importância para aquele povo, Mas a relevância deles estava muito longe daquela possuída por Jesus Cristo, o Filho de Deus. III – CRISTO – SUPERIOR AOS ANJOS 1. Cristo: Superior em natureza e essência  Cristo: O autor aos Hebreus mostra intencionalmente que Cristo é superior aos anjos e outras ordens da criação. Jesus é o reflexo da glória de Deus e possui a mesma essência Divina (Hb 1:3), o autor usa dois vocábulos gregos que deixam isso bastante claro: a) Apaugasma Que significa radiância b)Character Que significa reflexo Embora sendo diferente possuem as mesmas essências, Jesus é o Deus revelado. 2. Cristo: superior em magestade e deidade Cristo é maior em majestade, o autor passa a mostrar a supremacia de Cristo em relação aos anjos através de vários documentos nas escrituras. O filho é gerado e não criado; observado por C. S. Lewis, o que Deus gera é Deus, assim o que o homem gera é homem Desta forma, o que Deus cria não é Deus e o que o homem cria não é homem, desta vem a razão de os homens não serem filhos de Deus no mesmo sentido que Jesus Cristo. CONCLUSÃO O autor de Hebreus não quis se identificar, mas isso em nada compromete a autoridade desse documento. Desde o princípio da igreja, os ensinos desta carta são usada para fortalecer a fé de muitos cristãos que encontra-se vacilantes devemos prestar atenção para os sábios conselhos que esta carta nos traz: “se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:7). Veja Outras Lições Aqui  

A Salvação pela Graça

A Salvação pela Graça

 A salvação pela graça, é a lição que vamos estudar esta semana. Iremos aprender que a lei no Antigo Testamento instruía e ensinava ao povo o que Deus tinha estabelecido. Ou seja, ao povo de Israel, para terem um convívio de harmonia prosperidade e passividade na terra prometida (Canaã). Esses mandamentos tinham preceitos indispensáveis de ética, moral e vida religiosa, que sem eles, o povo viveria em um verdadeiro caos. I – LEI E GRAÇA  O Propósito da Lei. A lei também iria revelar mais tarde quão grande a necessidade que a humanidade teria de ser salva pela graça, porque era impossível cumprir plenamente a lei de Deus no Antigo Testamento. Portanto, a lei de Deus é uma expressão de sua graça e representa a revelação clara de sua vontade santa, justa, boa e agradável (RM 7:12) A Lei Nos Conduziu a Cristo. Para encontrarmos a Cristo por meio da graça, a lei serviu como guia. Pela impossibilidade de ser cumprida, a lei nos convence de que não alcançamos a salvação sem Cristo. Sendo assim, a salvação só é possível mediante a graça de Deus. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (EF 2:8) A Graça Revela Que a Lei é Imperfeita. O espírito é superior a lei, por isso nós morremos para a lei (Rm 7:4). Logo, a lei é imperfeita segundo o escritor aos Hebreus (Hb 8:6), Do mesmo modo, o apóstolo João afirma que foi Cristo quem trouxe a graça e a verdade (Jo 1:17). Isso mesmo, a graça é superior à lei!!! Segundo a bíblia, só existe lei por causa do pecado e para apontá-lo: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei” (Rm7:7). II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS  A Superabundante Graça. A graça de Deus alcança a todos os pecadores, por pior que sejam. Aonde abundou o pecado, que foi apontado pela lei, superabundou a graça (Rm 5:20). a) Fé e Graça. A fé e a graça agem juntas. A graça é um presente de Deus que nós não merecíamos. Não é a fé que traz salvação e sim a graça de Deus que atua mediante a fé que o crente tem no filho do homem, Jesus Cristo. (Rm 3:28). b) A Graça Não é Salvo Conduto Para Pecar. A palavra de Deus nos ensina que a graça jamais deve ser vista como um salvo conduto, ou seja, um passaporte livre para que se possa pecar e ter a certeza de que serão perdoados de todos os pecados cometidos. Ao contrário, a graça de Deus nos leva a obediência áquele que nos deu a graça. III – O ESCÂNDALO DA GRAÇA Seria a Graça Injusta? Vendo sob a ótica humana, a graça acaba tornando-se injusta, porque quem recebe a graça divina não merece, mas a justiça divina é imensamente perdoadora. Logo sabemos que a graça e a lei jamais poderão andar juntas. Paulo, no livro de Gálatas, diz: “Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo” (15.11). Assim, pela lei é impossível o que o pecador encontre salvação, mas dependendo única e exclusivamente da graça de Deus, ele encontrará descanso para a alma (Mt 11.28-30). A Divina Graça Incompreendida. No tempo do apóstolo Paulo, muitos não compreenderam seus ensinamentos sobre a graça de Deus. Por isso, ao longo da história estiveram presentes dois extremos à cerca da compreensão da graça: 1°) Eles Teriam Liberdade Total Para Pecar “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Rm 6:1,2). Esse primeiro extremo leva o ser humano a libertinagem, mas a palavra de Deus mostra que vira um grande castigo para quem profanar, ofender e insultar o Espírito da graça. 2°) A Impossibilidade de Receber Tão Valioso Presente “Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça” (Gl 5:4,5). Esse segundo extremo leva a humanidade ao legalismo, aquela ideia de que para ser salvo precisamos de dar algo em troca. Essa atitude pode levar o crente ao orgulho e gerar todo tipo de comportamento hipócrita. (Mt 23:23) Se Deixar Presentear Pela Graça. Nós sabemos que é impossível para o crente que foi alcançado pela graça, ter como retribuir a Deus por tão grande salvação. Se fosse possível, isso não seria graça (favor imerecido) mas sim um mérito pessoal que ia tirar de Deus a autoria divina da salvação. No relacionamento que temos com Deus, todo mérito é do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Fp 2:9-11). Para nós que compreendemos esse favor imerecido sabemos que tudo é dadiva, presente, e favor imerecido. CONCLUSÃO Na maravilhosa lição desta semana estudamos a relação da lei e da graça e aprendemos que graça é um favor imerecido, Compreendemos que chega a ser um escândalo para aqueles que não creem; portanto estamos cientes de que somos salvos pela graça mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo (Ef 2:8). Veja outras lições aqui

A Abrangência Universal da Salvação

A Abrangência Universal da Salvação

A Abrangência Universal da Salvação é a lição que vamos estudar esta semana. Essa lição nos traz confiança e segurança de que a nossa salvação vem por meio da fé em nosso Senhor e salvador Jesus Cristo.  Deus ama a todos incondicionalmente, independente de raça tribo e nação, e deseja nos salvar através da fé em seu filho amado, Jesus Cristo. I – O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO?  A Necessidade de Expiação. A palavra expiação significa remir uma pessoa de um crime ou erro cometido. A obra expiatória tornou-se necessária Porque o pecado atingiu a humanidade a ponto do ser humano não poder mais resolver esse problema. Em Romanos 5: 20,21 vemos que no contexto da passagem, essa obra expiatória de Cristo expressa pela morte dele na cruz do calvário, substituiu o pecador, esse ato expressa amor do pai, por meio de jesus Cristo.  A Abrangência do Pecado. A bíblia afirma que todos pecam e por isso foram afastados de Deus, esse problema do pecado é bem sério porque causa a separação entre Deus e o homem. E por isso a terra geme, aguardando ser restaurada por meio da redenção dos filhos de Deus.  A Expiação de Cristo. Os sacrifícios do Antigo Testamento apontavam para a obra de cristo, onde uma vítima inocente morreria pelo culpado para remir o pecado e a culpa dele. No Antigo Testamento esses sacrifícios apenas minimizavam a situação do pecador, mas a obra expiatória de Cristo consegue resolver de uma vez por todas o grave problema do pecado.  II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO A Impossibilidade Humana. Por mais que o homem procurasse se manter puro diante de Deus, todas essas tentativas foram em vão. As escrituras mostram que a lei é incapaz de justificar o homem diante do Deus todo poderoso (Rm 3:20), Esse problema sério do pecado não podia ser resolvido pelo homem, pois o mesmo não conseguia esconder seus pecados de Deus. Só Jesus, o filho de Deus poderia resolver esse problema. Cristo Ocupou o Lugar do Pecador. Quando Jesus morreu na cruz, Ele fez esse sacrifício por nós, em nosso lugar. Jesus completou a necessidade que o homem tinha de se reconciliar com Deus. A morte do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo significa a nossa morte (2 Co 5:14), pois o sacrifício de Cristo na cruz, nos resgatou da maldição da lei, porque Ele fez maldição por nós (Gl 3:13) Alcance Universal da Obra Expiatória. A obra expiatória de Jesus tem um alcance universal, essa obra envolve o homem por completo, através desta obra de Cristo nós temos garantia de redenção, reconciliação, justificação, adoção e o perdão dos pecadores. Através da fé em Cristo Jesus.   III – CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO O MUNDO  Perdão, Libertação e Cura. O perdão dos pecados e a reconciliação do homem com Deus é o maior resultado da salvação que foi operada por Jesus. Além de outros benefícios, como ser liberto de espíritos opressores e cura material e espiritual. A Salvação é Para Todo o Mundo. Esta afirmação está contida na própria palavra de Deus (Jo 3:15), A salvação virá por meio da fé e arrependimento sincero (At 15:9). Assim que o pecador confesse a Cristo como seu único salvador pessoal. A Responsabilidade do Cristão. Todo cristão salvo deve cumprir o “ide” que foi ordenado por Jesus, temos a responsabilidade de compartilhar o evangelho da salvação (Mt 28:19). Devemos evangelizar e discipular todas as pessoas que estão no nosso contato, seja pessoalmente ou virtualmente.  CONCLUSÃO A salvação oferecida por Cristo é algo que vai além da nossa imaginação ele é primordial e liberta o homem do pecado. Através da morte de cristo na cruz, Deus ofereceu salvação a humanidade. Veja Outras Lições Aqui  

A Obra Salvífica de Jesus Cristo

A Obra Salvífica de Jesus Cristo

A obra salvífica de Jesus Cristo, foi um preço muito alto, custou o seu próprio sangue derramado na cruz. Esta obra nos garante a salvação, porque foi completa, perfeita e definitiva. Temos certeza de salvação e garantia de vida eterna, por que Jesus concluiu esta obra maravilhosa de amor. I – O SACRIFÍCIO DE JESUS. 1. O Sacrifício Completo. Nenhum sacrifício de animais no Antigo Testamento teve o poder de apagar os pecados do passado, do presente, e nem do futuro. Jesus Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1:29). Só através dEle foi possível apagar uma antiga aliança e recomeçar uma nova aliança, Um novo tempo de relacionamento com Deus (Hb 9:26), criando uma nova aliança, superior e perfeita. Só assim o sistema de sacrifícios e estruturas da lei serviram como guia para nos levar a Cristo (Gl 3:24). 2. O Sacrifício Meritório. No Antigo Testamento a sociedade Judaica criou uma ideia de mérito através do sistema de sacrifícios de animais. Bastava uma vítima inocente ser apresentada no templo e a pessoa satisfazia a sua própria consciência. Mas este sistema era ineficiente (Hb 8:13). Depois do sacrifício de Jesus Cristo (advento da nova aliança) não há mais mérito pessoal, O mérito da salvação pertence única e exclusivamente a Jesus Cristo (Gl 2:21), porque: a) Só Cristo é Capaz de Cobrir Todo e Qualquer Pecado b) Só Cristo Reestabelece a Comunhão do Pecador com Deus Por isso o único mérito aceito por Deus nesta nova aliança é o mérito de Cristo. “E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, ” (Hb 10:11,12). 3. O Sacrifício Remido. O pecado nega a autoridade de Deus e coloca dúvida em tudo que diz respeito ao criador. a) O Pecado é Horrendo b) O Pecado Separa o Homem de Deus c) O Pecado Apodrece o Caráter do ser Humano Deformando no homem a imagem de Deus, o sacrifício de Cristo aparece para redimir o pecador e trazer de volta a integridade e estabelecer o caráter do homem, para que ele possa viver em comunhão com o Pai. II – A nossa Reconciliação Com Deus Pai 1. O Fim da Inimizade. Jesus nos resgatou, e isso fez com que possamos ter reconciliação com Deus. Nós formos libertos do pecado e unidos a Deus. O ser humano precisava dessa reconciliação, o seu relacionamento com Deus não andava nada bem, Porque o homem pecador não podia ter comunhão com Deus que é santo (Is 16:5). É necessário se converter através do Espírito Santo (Jo16:8-11), para que aconteça a regeneração e a justificação do pecador. Assim, todo o processo de salvação, para derrubar a inimizade entre nós e Deus, ocorreu através do sacrifício de Cristo na cruz, colocando um fim nesta separação. 2. A Eliminação da Causa da Inimizade. A causa da inimizade do homem com Deus é o pecado. Para que esta causa fosse eliminada da vida do ser humano, Jesus Cristo pagou a oferta de perdão na cruz do calvário. Agora somos novas criaturas, livres do poder do pecado, embora não livres de pecar. 3. A Vivificação. Depois de conciliados com Deus, fomos vivificados por Ele. Quando andávamos no pecado e nas ofensas éramos mortos para Deus. Só que o Espírito Santo produziu em nós uma vida por meio da obra de Jesus Cristo na cruz, como uma fonte transbordante e colocando em nós: a) Sede da Palavra (Sl 42:1,2) b) Fazendo Uma Fonte de Agua Viva (Jo 4:10) c) Nos Enviando Para Produzir Muitos Vídeos d) Capacitando Para o Conhecimento da Salvação em Cristo (Lc 4:19) Assim a maior consequência da vivificação espiritual é a capacidade de pregar o evangelho e a disposição em fazê-lo. III – A Redenção Eterna 1. O Estado Perdido do Pecador. As escrituras revelam que o pecado é um estado de separação diante de Deus. E quando as pessoas não confessam que Jesus Cristo é o Senhor e salvador da sua vida, elas são escravas do pecado. “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (Jo 8:34). As pessoas que são escravas, elas ficam presas e impossibilitadas de se livrar do pecado. Essas pessoas pervertem a imagem de Deus no jardim do Éden, buscam a ídolos e desejos pervertidos que vão prejudicar a elas mesmas e os outros (Rm 1:22-25). 2. A Redenção do Pecador. Redenção é quando o ser humano se redime, ou seja, é liberto e salvo do pecado através de um pagamento feito. Na bíblia a redenção é a libertação de um escravo ou um livramento do mal (Mt 20:28).Essa atitude de resgatar e tirar do poder de algo ou alguém de libertar do cativeiro. O preço pago pelo ser humano foi altíssimo, pois custou a vida do filho de Deus. Só Deus poderia fazer isso pelo ser humano porque ele nos ama e é rico em misericórdia para conosco. 3. Uma Redenção Plena. A condição do ser humano quando redimido traz benefícios não só para o presente como para a vida eterna, temos a certeza de morar com Cristo no paraíso (Ap 19:9; Lc23:43). Portanto lembre-se de que a redenção eterna vem através do sacrifício de Cristo na Cruz (1 Co 15:9) Conclusão Cristo pagou um alto preço na cruz por nós e isso faz com que nós o glorifiquemos em todas as dimensões da nossas vidas, por isso vem o desejo de evangelizar, para todas as pessoas possam usufruir desse grande privilégio da salvação. Veja outras lições aqui  

Salvação – O Amor e a Misericórdia de Deus

Salvação- O Amor e a Misericordia de Deus

Salvação, o amor e a misericórdia de Deus, esta obra maravilhosa do imenso amor de Deus é a lição que estudaremos está semana. Deus amou tanto o homem a ponto de dar seu Filho para morrer no lugar da humanidade. Através da sua misericórdia, Deus perdoou o pecador e fez dele seu filho adotivo dando-lhe vida, e vida em abundância. I – O MARAVILHOSO AMOR DE DEUS 1 . Deus é Amor. Se é difícil medir o amor que uma mãe tem por seu filho, imagine o amor que Deus tem por nós? O profeta Oseias, usado por Deus, pôde mostrar ao povo Israelita o verdadeiro amor que Deus sentia pelo seu povo, (Os 11:1-4). Amar é a natureza do próprio Deus. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 Jo 4:8) Por isto a maior demonstração desse amor foi em Deus ter dado seu filho amado, para morrer pela humanidade. 2 . Um Amor Que Não se Pode Conter. Deus sempre amou o ser humano, a maior prova desse amor foi a criação do homem e da mulher, que está descrito em (Gn 1:26,27). O amor de Deus é incondicional e não pode ser aumentado nem diminuído, mas existe uma tensão entre o amor de Deus e a sua justiça. Será que existe meios de conciliar isto? A bíblia mostra que o ser humano tem o livre- arbítrio para abandonar este amor. Isto mostra que Deus respeita a vontade do homem a ponto de entregá-lo a própria sorte. Desta forma, o amor e a justiça de Deus se conciliam. Observe o que diz (Rm 1:18-32). 3 . A Certeza do Amor de Deus. Nos relacionamentos entre os seres humanos, existem trocas em quase todas as coisas, por isso temos dificuldades de receber tamanho amor gratuitamente. Nós pensamos que quando decepcionamos a Deus com atitudes pecaminosas, Ele virará as costas para nós, Como estamos acostumados a fazer com aquelas pessoas que nos decepcionam. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Sl 51:17) 1°) Quebrantamento de Coração 2°) Verdadeiro Arrependimento 3°) Atitude de Retorno Sincero Assim, o convite do Senhor é para que o homem possa experimentar o seu perdão e desfrutar do seu amor. Isso se dá porque o amor de Deus não é baseado no amor do homem, que é sua criatura, mas no seu próprio amor, que é uma fonte inesgotável. II – UM DEUS MISERICORDIOSO 1 . O Que é Misericórdia? É a fidelidade de Deus estabelecida através do amor que tem pela humanidade, mesmo sendo a humanidade infiel. Portanto, a misericórdia de Deus torna-se um favor imerecido para com o pecador que merecia a condenação e morte eterna, tanto material como espiritual. 2 . O Pai da Misericórdia. Deus é o pai da misericórdia (2Co 1:3) “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;” Deus conhece a estrutura humana, pois Ele mesmo a criou. Sabe que somos fracos e falhos, por isso exerce sua misericórdia demorando a irar-se; Por esta razão, quando um pecador que se arrepende de verdade, pode descansar seu coração sabendo que será perdoado e reconciliado com Deus. 3 . Misericórdia Com o Pecador. A misericórdia de Deus pode ser experimentada a cada dia, pois nunca acaba. Deus sempre dá novas chance de perdão e de libertação dos pecados, porque Ele é logânimo. Pela misericórdia de Deus somos: a) Livres Dos Nossos Adversários. (Ne 9:27) b) Livres da Destruição. (Ne 9:31) Apesar da situação triste e dramática de cada pecador, a misericórdia do Senhor o alcança. III – AMOR, BONDADE E COMPAIXÃO NA VIDA DO SALVO 1 . Amor Como Adoração a Deus. Segundo a palavra de Deus em Romanos 5:10 e Lucas 19:14, quando o pecador não é alcançado pela graça divina, passa a ser inimigo de Deus e chega até a odiá-lo. Através do sacrifício de Cristo na cruz, Deus torna possível ao pecador que já esteja salvo a amá-lo, como descreve 1João 4:11. Por esta razão, o maior de todos os mandamentos é amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Esta é não só uma lei moral, mas um sentimento devocional do coração, uma necessidade que Deus deu ao homem para que ele desfrute da sua maravilhosa graça 2 . Amar ao Próximo. O apóstolo Paulo deixou escrito que “Porque o amor de Cristo nos constrange,” (2Co 5:14 a). Está é a razão do salvo amar a seu irmão. Embora haja  no nosso dia a dia, devemos amar nossos irmãos sem esperar nada em troca , Não a quem nós escolhemos, mas a quem aparece na nossa caminhada. O nosso desafio é apenas amar sem restrições. 3 . Amor Como Serviço Diaconal. “Amar uns aos outros” e servir em favor do próximo são características próprias de uma vida sacrifical em favor de nossos irmãos. Este exemplo foi deixado pelo próprio Jesus quando lavou os pés dos seus discípulos (Jo 13:14), Ele ensinou na prática como seus discípulos deveriam agir, amando e servindo uns aos outros. Conclusão O amor e a misericórdia de Deus pela humanidade vão além da compreensão humana. Nada pode descrever este amor. Nem mesmo o amor de uma mãe pelo seu filho poderá sobrepor o amor e a misericórdia de Deus. Assim, só nos resta expressar este amor em nossas relações com os irmãos, amigos, parentes e vizinhos. Veja Aqui Outras Lições

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