A Abrangência Universal da Salvação

A Abrangência Universal da Salvação

A Abrangência Universal da Salvação é a lição que vamos estudar esta semana. Essa lição nos traz confiança e segurança de que a nossa salvação vem por meio da fé em nosso Senhor e salvador Jesus Cristo.  Deus ama a todos incondicionalmente, independente de raça tribo e nação, e deseja nos salvar através da fé em seu filho amado, Jesus Cristo. I – O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO?  A Necessidade de Expiação. A palavra expiação significa remir uma pessoa de um crime ou erro cometido. A obra expiatória tornou-se necessária Porque o pecado atingiu a humanidade a ponto do ser humano não poder mais resolver esse problema. Em Romanos 5: 20,21 vemos que no contexto da passagem, essa obra expiatória de Cristo expressa pela morte dele na cruz do calvário, substituiu o pecador, esse ato expressa amor do pai, por meio de jesus Cristo.  A Abrangência do Pecado. A bíblia afirma que todos pecam e por isso foram afastados de Deus, esse problema do pecado é bem sério porque causa a separação entre Deus e o homem. E por isso a terra geme, aguardando ser restaurada por meio da redenção dos filhos de Deus.  A Expiação de Cristo. Os sacrifícios do Antigo Testamento apontavam para a obra de cristo, onde uma vítima inocente morreria pelo culpado para remir o pecado e a culpa dele. No Antigo Testamento esses sacrifícios apenas minimizavam a situação do pecador, mas a obra expiatória de Cristo consegue resolver de uma vez por todas o grave problema do pecado.  II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO A Impossibilidade Humana. Por mais que o homem procurasse se manter puro diante de Deus, todas essas tentativas foram em vão. As escrituras mostram que a lei é incapaz de justificar o homem diante do Deus todo poderoso (Rm 3:20), Esse problema sério do pecado não podia ser resolvido pelo homem, pois o mesmo não conseguia esconder seus pecados de Deus. Só Jesus, o filho de Deus poderia resolver esse problema. Cristo Ocupou o Lugar do Pecador. Quando Jesus morreu na cruz, Ele fez esse sacrifício por nós, em nosso lugar. Jesus completou a necessidade que o homem tinha de se reconciliar com Deus. A morte do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo significa a nossa morte (2 Co 5:14), pois o sacrifício de Cristo na cruz, nos resgatou da maldição da lei, porque Ele fez maldição por nós (Gl 3:13) Alcance Universal da Obra Expiatória. A obra expiatória de Jesus tem um alcance universal, essa obra envolve o homem por completo, através desta obra de Cristo nós temos garantia de redenção, reconciliação, justificação, adoção e o perdão dos pecadores. Através da fé em Cristo Jesus.   III – CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO O MUNDO  Perdão, Libertação e Cura. O perdão dos pecados e a reconciliação do homem com Deus é o maior resultado da salvação que foi operada por Jesus. Além de outros benefícios, como ser liberto de espíritos opressores e cura material e espiritual. A Salvação é Para Todo o Mundo. Esta afirmação está contida na própria palavra de Deus (Jo 3:15), A salvação virá por meio da fé e arrependimento sincero (At 15:9). Assim que o pecador confesse a Cristo como seu único salvador pessoal. A Responsabilidade do Cristão. Todo cristão salvo deve cumprir o “ide” que foi ordenado por Jesus, temos a responsabilidade de compartilhar o evangelho da salvação (Mt 28:19). Devemos evangelizar e discipular todas as pessoas que estão no nosso contato, seja pessoalmente ou virtualmente.  CONCLUSÃO A salvação oferecida por Cristo é algo que vai além da nossa imaginação ele é primordial e liberta o homem do pecado. Através da morte de cristo na cruz, Deus ofereceu salvação a humanidade. Veja Outras Lições Aqui  

A Obra Salvífica de Jesus Cristo

A Obra Salvífica de Jesus Cristo

A obra salvífica de Jesus Cristo, foi um preço muito alto, custou o seu próprio sangue derramado na cruz. Esta obra nos garante a salvação, porque foi completa, perfeita e definitiva. Temos certeza de salvação e garantia de vida eterna, por que Jesus concluiu esta obra maravilhosa de amor. I – O SACRIFÍCIO DE JESUS. 1. O Sacrifício Completo. Nenhum sacrifício de animais no Antigo Testamento teve o poder de apagar os pecados do passado, do presente, e nem do futuro. Jesus Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1:29). Só através dEle foi possível apagar uma antiga aliança e recomeçar uma nova aliança, Um novo tempo de relacionamento com Deus (Hb 9:26), criando uma nova aliança, superior e perfeita. Só assim o sistema de sacrifícios e estruturas da lei serviram como guia para nos levar a Cristo (Gl 3:24). 2. O Sacrifício Meritório. No Antigo Testamento a sociedade Judaica criou uma ideia de mérito através do sistema de sacrifícios de animais. Bastava uma vítima inocente ser apresentada no templo e a pessoa satisfazia a sua própria consciência. Mas este sistema era ineficiente (Hb 8:13). Depois do sacrifício de Jesus Cristo (advento da nova aliança) não há mais mérito pessoal, O mérito da salvação pertence única e exclusivamente a Jesus Cristo (Gl 2:21), porque: a) Só Cristo é Capaz de Cobrir Todo e Qualquer Pecado b) Só Cristo Reestabelece a Comunhão do Pecador com Deus Por isso o único mérito aceito por Deus nesta nova aliança é o mérito de Cristo. “E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, ” (Hb 10:11,12). 3. O Sacrifício Remido. O pecado nega a autoridade de Deus e coloca dúvida em tudo que diz respeito ao criador. a) O Pecado é Horrendo b) O Pecado Separa o Homem de Deus c) O Pecado Apodrece o Caráter do ser Humano Deformando no homem a imagem de Deus, o sacrifício de Cristo aparece para redimir o pecador e trazer de volta a integridade e estabelecer o caráter do homem, para que ele possa viver em comunhão com o Pai. II – A nossa Reconciliação Com Deus Pai 1. O Fim da Inimizade. Jesus nos resgatou, e isso fez com que possamos ter reconciliação com Deus. Nós formos libertos do pecado e unidos a Deus. O ser humano precisava dessa reconciliação, o seu relacionamento com Deus não andava nada bem, Porque o homem pecador não podia ter comunhão com Deus que é santo (Is 16:5). É necessário se converter através do Espírito Santo (Jo16:8-11), para que aconteça a regeneração e a justificação do pecador. Assim, todo o processo de salvação, para derrubar a inimizade entre nós e Deus, ocorreu através do sacrifício de Cristo na cruz, colocando um fim nesta separação. 2. A Eliminação da Causa da Inimizade. A causa da inimizade do homem com Deus é o pecado. Para que esta causa fosse eliminada da vida do ser humano, Jesus Cristo pagou a oferta de perdão na cruz do calvário. Agora somos novas criaturas, livres do poder do pecado, embora não livres de pecar. 3. A Vivificação. Depois de conciliados com Deus, fomos vivificados por Ele. Quando andávamos no pecado e nas ofensas éramos mortos para Deus. Só que o Espírito Santo produziu em nós uma vida por meio da obra de Jesus Cristo na cruz, como uma fonte transbordante e colocando em nós: a) Sede da Palavra (Sl 42:1,2) b) Fazendo Uma Fonte de Agua Viva (Jo 4:10) c) Nos Enviando Para Produzir Muitos Vídeos d) Capacitando Para o Conhecimento da Salvação em Cristo (Lc 4:19) Assim a maior consequência da vivificação espiritual é a capacidade de pregar o evangelho e a disposição em fazê-lo. III – A Redenção Eterna 1. O Estado Perdido do Pecador. As escrituras revelam que o pecado é um estado de separação diante de Deus. E quando as pessoas não confessam que Jesus Cristo é o Senhor e salvador da sua vida, elas são escravas do pecado. “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (Jo 8:34). As pessoas que são escravas, elas ficam presas e impossibilitadas de se livrar do pecado. Essas pessoas pervertem a imagem de Deus no jardim do Éden, buscam a ídolos e desejos pervertidos que vão prejudicar a elas mesmas e os outros (Rm 1:22-25). 2. A Redenção do Pecador. Redenção é quando o ser humano se redime, ou seja, é liberto e salvo do pecado através de um pagamento feito. Na bíblia a redenção é a libertação de um escravo ou um livramento do mal (Mt 20:28).Essa atitude de resgatar e tirar do poder de algo ou alguém de libertar do cativeiro. O preço pago pelo ser humano foi altíssimo, pois custou a vida do filho de Deus. Só Deus poderia fazer isso pelo ser humano porque ele nos ama e é rico em misericórdia para conosco. 3. Uma Redenção Plena. A condição do ser humano quando redimido traz benefícios não só para o presente como para a vida eterna, temos a certeza de morar com Cristo no paraíso (Ap 19:9; Lc23:43). Portanto lembre-se de que a redenção eterna vem através do sacrifício de Cristo na Cruz (1 Co 15:9) Conclusão Cristo pagou um alto preço na cruz por nós e isso faz com que nós o glorifiquemos em todas as dimensões da nossas vidas, por isso vem o desejo de evangelizar, para todas as pessoas possam usufruir desse grande privilégio da salvação. Veja outras lições aqui  

Salvação – O Amor e a Misericórdia de Deus

Salvação- O Amor e a Misericordia de Deus

Salvação, o amor e a misericórdia de Deus, esta obra maravilhosa do imenso amor de Deus é a lição que estudaremos está semana. Deus amou tanto o homem a ponto de dar seu Filho para morrer no lugar da humanidade. Através da sua misericórdia, Deus perdoou o pecador e fez dele seu filho adotivo dando-lhe vida, e vida em abundância. I – O MARAVILHOSO AMOR DE DEUS 1 . Deus é Amor. Se é difícil medir o amor que uma mãe tem por seu filho, imagine o amor que Deus tem por nós? O profeta Oseias, usado por Deus, pôde mostrar ao povo Israelita o verdadeiro amor que Deus sentia pelo seu povo, (Os 11:1-4). Amar é a natureza do próprio Deus. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 Jo 4:8) Por isto a maior demonstração desse amor foi em Deus ter dado seu filho amado, para morrer pela humanidade. 2 . Um Amor Que Não se Pode Conter. Deus sempre amou o ser humano, a maior prova desse amor foi a criação do homem e da mulher, que está descrito em (Gn 1:26,27). O amor de Deus é incondicional e não pode ser aumentado nem diminuído, mas existe uma tensão entre o amor de Deus e a sua justiça. Será que existe meios de conciliar isto? A bíblia mostra que o ser humano tem o livre- arbítrio para abandonar este amor. Isto mostra que Deus respeita a vontade do homem a ponto de entregá-lo a própria sorte. Desta forma, o amor e a justiça de Deus se conciliam. Observe o que diz (Rm 1:18-32). 3 . A Certeza do Amor de Deus. Nos relacionamentos entre os seres humanos, existem trocas em quase todas as coisas, por isso temos dificuldades de receber tamanho amor gratuitamente. Nós pensamos que quando decepcionamos a Deus com atitudes pecaminosas, Ele virará as costas para nós, Como estamos acostumados a fazer com aquelas pessoas que nos decepcionam. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Sl 51:17) 1°) Quebrantamento de Coração 2°) Verdadeiro Arrependimento 3°) Atitude de Retorno Sincero Assim, o convite do Senhor é para que o homem possa experimentar o seu perdão e desfrutar do seu amor. Isso se dá porque o amor de Deus não é baseado no amor do homem, que é sua criatura, mas no seu próprio amor, que é uma fonte inesgotável. II – UM DEUS MISERICORDIOSO 1 . O Que é Misericórdia? É a fidelidade de Deus estabelecida através do amor que tem pela humanidade, mesmo sendo a humanidade infiel. Portanto, a misericórdia de Deus torna-se um favor imerecido para com o pecador que merecia a condenação e morte eterna, tanto material como espiritual. 2 . O Pai da Misericórdia. Deus é o pai da misericórdia (2Co 1:3) “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;” Deus conhece a estrutura humana, pois Ele mesmo a criou. Sabe que somos fracos e falhos, por isso exerce sua misericórdia demorando a irar-se; Por esta razão, quando um pecador que se arrepende de verdade, pode descansar seu coração sabendo que será perdoado e reconciliado com Deus. 3 . Misericórdia Com o Pecador. A misericórdia de Deus pode ser experimentada a cada dia, pois nunca acaba. Deus sempre dá novas chance de perdão e de libertação dos pecados, porque Ele é logânimo. Pela misericórdia de Deus somos: a) Livres Dos Nossos Adversários. (Ne 9:27) b) Livres da Destruição. (Ne 9:31) Apesar da situação triste e dramática de cada pecador, a misericórdia do Senhor o alcança. III – AMOR, BONDADE E COMPAIXÃO NA VIDA DO SALVO 1 . Amor Como Adoração a Deus. Segundo a palavra de Deus em Romanos 5:10 e Lucas 19:14, quando o pecador não é alcançado pela graça divina, passa a ser inimigo de Deus e chega até a odiá-lo. Através do sacrifício de Cristo na cruz, Deus torna possível ao pecador que já esteja salvo a amá-lo, como descreve 1João 4:11. Por esta razão, o maior de todos os mandamentos é amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Esta é não só uma lei moral, mas um sentimento devocional do coração, uma necessidade que Deus deu ao homem para que ele desfrute da sua maravilhosa graça 2 . Amar ao Próximo. O apóstolo Paulo deixou escrito que “Porque o amor de Cristo nos constrange,” (2Co 5:14 a). Está é a razão do salvo amar a seu irmão. Embora haja  no nosso dia a dia, devemos amar nossos irmãos sem esperar nada em troca , Não a quem nós escolhemos, mas a quem aparece na nossa caminhada. O nosso desafio é apenas amar sem restrições. 3 . Amor Como Serviço Diaconal. “Amar uns aos outros” e servir em favor do próximo são características próprias de uma vida sacrifical em favor de nossos irmãos. Este exemplo foi deixado pelo próprio Jesus quando lavou os pés dos seus discípulos (Jo 13:14), Ele ensinou na prática como seus discípulos deveriam agir, amando e servindo uns aos outros. Conclusão O amor e a misericórdia de Deus pela humanidade vão além da compreensão humana. Nada pode descrever este amor. Nem mesmo o amor de uma mãe pelo seu filho poderá sobrepor o amor e a misericórdia de Deus. Assim, só nos resta expressar este amor em nossas relações com os irmãos, amigos, parentes e vizinhos. Veja Aqui Outras Lições

A Salvação na Páscoa Judaica

A Salvação na Páscoa Judaica

 A Salvação na páscoa judaica, é a lição que estudaremos está semana. A páscoa judaica era uma festa em que os israelitas lembravam o modo milagroso que Deus se utilizou para libertar seu povo. I – A Instituição da Páscoa 1 – O Livramento Nacional. Para os Israelitas esta festa representava a libertação, de um povo que vivia oprimido e partiram para a terra prometida, como diz a palavra de Deus em: (Ex 12:1-13) “E falou o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará a tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o Senhor. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. ” 2 – A Libertação da Escravidão Os israelitas viveram por aproximadamente 450 anos no Egito sendo escravos e vivendo sobre o pesado julgo egípcio, o povo clamou a Deus e o Senhor os ouviu trazendo a libertação e os conduzindo para a terra prometida. (Ex 6:5) “E também tenho ouvido o gemido dos filhos de Israel, aos quais os egípcios fazem servir, e lembrei-me da minha aliança.” Deus finalmente ouve o clamor do seu povo e lembra-se da aliança que havia feito com seus pais. 3 – A Nova Celebração Judaica. Deus instituiu a celebração da Páscoa judaica e ela passou a ser a nova festa dos Israelitas. Está festa era para lembrar a fuga do Egito. “E cozeram bolos ázimos da massa que levaram do Egito, porque não se tinha levedado, porquanto foram lançados do Egito; e não se puderam deter, nem prepararam comida. O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.” (Êxodo 12:39,40). II – O CORDEIRO DA PÁSCOA 1 – O Cordeiro no Antigo Testamento. O cordeiro era uma parte fundamental no Antigo Testamento, para os sacrifícios oferecidos na remissão dos pecados. Para oferecer o sacrifício os sacerdotes, todos deveriam observar alguns detalhes: o cordeiro não poderia ter mancha, não poderia estar doente nem ter uma pata quebrada etc. (Nm 6:14) “E ele oferecerá a sua oferta ao Senhor, um cordeiro sem defeito e de um ano em holocausto, e uma cordeira sem defeito de um ano para expiação do pecado, e um carneiro sem defeito por oferta pacífica;” todas estas exigência apontavam para Cristo o cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo. 2 – Jesus, o Verdadeiro Cordeiro Pascal. A nossa páscoa é lembranda de como Deus substituiu os sacrifícios temporários do Antigo Testamento por um único e definitivo. (Ap 13:8) “E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Por esta razão, a páscoa deve ser lembrada pelo o que Jesus fez por nós na cruz do Calvário. III – O SANGUE DO CORDEIRO 1 – O Significado do Sangue. O livro de Genesis é o primeiro que aborda o sacrifício (Gn 3.21; 1-7). Para lidar com os problemas do pecado era necessário o sacrifício de animais. O sacrifício era oferecido para expiação dos pecados do transgressor, e este perdoado, e assim poderia manter sua relação com Deus. O maior símbolo deste ritual era o sangue, quena bíblia, representa vida. Assim, a vida sendo derramada no sacrifício resgatava a paz com Deus (Lv 17:11; Hb 9:23-28). 2 – O Sangue do Cordeiro Pascal. Quando Faraó se negou a libertar o povo hebreu antes do início da última praga, Deus ordenou aos judeus que preparassem um cordeiro para cada família (Êx 12:3; 12:7). Esta orientação protegeu e conservou o primogênito dos israelitas com vida. (Êx 12:13) “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.” 3 – O Sangue da Nova Aliança. Jesus afirmou que seu sangue era o símbolo da nova aliança. Ele fez afirmação maravilhosa dizendo que ao mesmo tempo em era o cordeiro, também era o sacerdote, sendo assim o sacrifício e o oficiante (Lc 22:14-20). Por isso Cristo é o mediador da nova aliança, que através do seu sangue redime ao que crer (Hb 12:24). “E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala … Ler mais

Uma Promessa de Salvação

Uma Promessa de Salvação

Uma promessa de salvação, é o tema da lição que vamos estudar esta semana. Vamos esclarecer todos os benefícios que o regenerado recebe através da morte de Cristo na cruz. Assim como os benefícios que desfrutamos como graça, bondade, misericórdia entre outros que provem da salvação. I –  O Conceito Bíblico de Salvação 1 – O Conceito Salvação na bíblia significa cura, remédio, saúde física, entre outros. No sentido espiritual a palavra salvação diz respeito ao que Jesus Cristo fez por nós, a expiação pelo nosso pecado; Ou seja, Ele pagou com o seu sacrifício na cruz pelos nossos pecados. A salvação só é possível por causa da obra de Cristo, como diz o autor de Hebreus 2:10. Agora no sentido prático, a salvação significa livramento da condenação eterna, tranquilidade e felicidade, para quem resolve aceitar a Jesus Cristo como seu único salvador. 2 – A Salvação no Antigo Testamento Já no Antigo Testamento a palavra salvação está relacionada a fugir dos seus inimigos, a ser liberto da escravidão E ao estabelecer as qualidades morais e espirituais para a vida daquele que tem Deus como o Senhor e Salvador. Nesta percepção, diante das catástrofes, perseguição doença e morte descritas em (Jz 15:18; 2 Sm 22:3), Deus prometeu a Salvação ao seu povo no sentido de libertar e curar, para que seu povo viva uma vida longe das injustiças. No entanto, o ponto alto da salvação no Antigo Testamento aconteceu com a profecia de Isaías, que falava sobre a vida e a morte do “Servo Sofredor” (Is 53). O Antigo Testamento aponta para o sacrifício de animais sendo substituído pelo sacrifício de Jesus Cristo no Calvário, como diz (Hb 10:11,12): “E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus,” Um exemplo de vaticinado (professia) mencionado por vários profetas daquela época era quando se oferecia um inocente, no lugar de um culpado; uma morte que não era merecida, mas aceita por Deus para remir os nossos pecados (Hb 9:21): “E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério.” 3 – Salvação no Novo Testamento   Não é por mérito que alcançamos a Salvação, Deus dá a Salvação a todo aquele que crer, a Salvação é pela graça, Veja o que diz Efésios 2:8,9: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” O apóstolo Paulo, é o que mais esclarece a respeito da salvação, ele deixa claro que a salvação que Deus nos dá não é pela lei nem por esforço humano, apenas pela graça (Gl 2:16). Cabe a nós confiar em Cristo, para que sejamos redimidos e justificados, através da sua crucificação e também deixando-se ser santificado até o fim, esperando na sua ressureição (Rm 4:25). Ainda que não sejamos merecedores destá dadiva, Deus perdoa nossos pecados e traz a reconciliação consigo mesmo (Rm 5:11), O adota como família (Gl 4:5), sela com o Espírito Santo e capacita o crente a viver em santidade, deixando morta todas as forças do pecado, E assim mais parecidos com Cristo, para que a pessoa que nasceu de novo esteja preparada para esperar a salvação com confiança plena e gloriosa (Fp 3:21). II – A Importância da Doutrina da Salvação 1 – A Grandeza da Salvação. Quando o crente rompe com a velha natureza e passa a ser nova criatura, é preciso que ele tenha o desejo de conhecer mais a verdade de Deus, como diz 1Tm 2:4:  “ Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.” Precisamos tomar o capacete descrito em Ef 6:17 e proteger a nossa mente com as verdades que salvam, para ficarmos livres das astutas ciladas de Satanás que procura nos colocar em dúvida, assim poderemos entender os conceitos fundamentais da doutrina cristã, tais como: 1°) Propiciação É o que leva alguém a perdoar uma ofensa recebida, ou a proceder misericordiosamente para com o ofensor. No caso foi a morte de Jesus na cruz pelos nossos pecados. 2°) Expiação É a satisfação oferecida à justiça divina por meio da morte de Cristo pelos nossos pecados, assim todos os que creem em Cristo são pessoalmente reconciliados com Deus, livrados de toda a pena dos seus pecados e feitos merecedores da vida eterna; 3°) Regeneração Ato ou efeito de regenerar-se, uma outra palavra para regeneração é “renascimento”, relacionada à outra frase bíblica “nascido de novo”. 4°) Santificação É um processo da graça de Deus em que o crente passa a ser separado do pecado e se torna dedicado a justiça de Deus 5°) Perdão É a ação humana de se livrar de uma culpa, uma ofensa, uma dívida e etc. É quando uma dívida é esquecida. 2 – Para Compreender o Que Jesus Fez É muito simples viver a salvação, basta aceitar Jesus como seu salvador (Rm 10:10). Muitas das vezes o processo da salvação é lento e precisa ser compreendido, esse processo chama-se o aperfeiçoamento dos santos. A salvação é um processo imediato, Mas o aperfeiçoamento vai depender da vida constante em dependência de Deus em todas as áreas da vida, e isso se chama “santificação”  3 – Para se Aprimorar Dos Benefícios da Salvação Como alguns podem negar a salvação, devemos nos esforçar para conhecê-la melhor e nos aprimorar de todos os benefícios, Como o livramento da condenação do inferno, a libertação do poder do pecado e do poder das trevas descrito em (Cl 1:13) que diz: “O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; ” III – A Salvação Prometida no Éden 1 – O Pecado Humano A raça humana passou a viver a maldade a partir do momento em que Adão e Eva pecaram (Gn3:6,7) Enquanto o casal não havia sido contaminado pelo pecado, eles … Ler mais

Sobre a Família e Sua Natureza

Sobre a família e sua natureza

Sobre a família e sua natureza, bem sabemos que à família é um propósito de Deus para as nossas vidas, independente de religião raça ou nível social. O livro de Gênesis traz um breve resumo sobre este assunto. Para este projeto divino não existe prazo de validade, e continua valendo até os dias de hoje. É Sobre a Família e Sua Natureza o assunto que estaremos tratando nesta lição.   I – A Origem 1 – O Homem e a Mulher No relato da criação homem e mulher aparecem juntos mostrando a igualdade de ambos. Em Gênesis 1:27 diz: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. ” Tanto no Grego como no Hebraico, as duas palavras nos revelam a igualdade de ambos, macho e fêmea; a diferença está apenas na sexualidade. Quando Deus uniu este casal instituiu o casamento. 2 – A Formação da Mulher A formação da mulher na história humana, não aparece nos antigos registros do Oriente Médio, mas sim, em Gênesis. Enquanto a formação do homem só aparece uma única vez (GN 6:7), a da mulher aparece seis vezes. Observe os (vv.18-23). A palavra adjutora usada no (v.18), tem como significado “auxiliadora” na tradução de Almeida Revista e Atualizada e “Adjudadora” na tradução Brasileira. Isso não inferioriza a mulher, ainda porque estes termos Ajudador e auxiliador devem ser entendidos à luz do contexto do que está escrito em: (Sl 54:4; Hb 13:6). II – A Família 1 – Conceito de Família Entre os Antigos Hebreus. O lar é formado por pai, mãe e filhos, como descreve (Sl 128:1-4). No Antigo Israel a base da economia, era a agricultura e o pastoreio; No entanto uma família de poucos membros, passavam por dificuldades por falta de mão de obra, para o trabalho doméstico. Por isso era comum que ela se estendesse a tios, primos, sobrinhos, era normal duas ou três gerações viverem juntas, (Gn 24:67). Arqueólogos descobriram que essas famílias ampliadas eram formadas por quinze membros. Quando a família era rica como a de Abraão, acrescentavam ainda servos e estrangeiros. A bíblia faz menção a família de Saul, tendo como componemte: seu pai, avô, bisavô e trisavô além da tribo em que ele pertencia, (1 Sm 9:1,2). 2 – O Papel da Mulher na Sociedade Israelita Homem e mulher, tinham as mesmas tarefas. A mulher cuidava da casa e ajudava o marido diariamente no sustento da família. Com a sentença de Deus relatada em (Gn 3:16) “E a mulher disse: multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”, está sentença significa que a mulher além de se dedicar ao trabalho diário da mesma forma que o homem, também teria de dedicar-se a maternidade. Ela nunca foi inferior e também nunca será, mas o homem é o chefe e pastor do lar, cuidando também da segurança e bem-estar da família. Em estado de gestação, as mulheres além de carregar a criança no ventre continuava exercendo suas tarefas diárias, era um período de risco, devido ao trabalho pesado, para ela e para o bebê. III – Princípios Básicos 1 – Casamento. É a união intima e verdadeira entre duas pessoas de sexo oposto, que se amam e decidem viverem juntas, Diante de um pacto solene e legal, a manifestação do desejo de viverem juntas é pública. Entre seres vivos inteligentes, não existe uma intimidade maior do que existe entre marido e mulher; Exceto ao da trindade. A família foi estabelecida para a felicidade e companheirismo, para que ambos possam ter uma convivência amorosa. (GN 2:24) esta passagem apresenta três princípios básicos para o casamento: 1°) Monogamia (1 Co 7:2) 2°) Heterossexualidade (Gn 4:1,25) 3°) Indissolubilidade (Mt 19:6) 2 – Monogamia. Monogamia, diz a respeito as sociedades que adotam o princípio do casamento de um homem com uma mulher e vice-versa, conforme estabelecido pelo Criador. As palavras “ e apegar-se-á a sua mulher” no (v24), apontam para o principio monogâmico; O texto não diz “as suas mulheres”, mas, pelo contrário, “a sua mulher. Isso mostra o pensamento bíblico (1 Co 7:2; 1Tm 3:2). ” Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7:2). 3 – Heterossexualidade  Deus tinha um propósito na criação do homem e da mulher que era a procriação, visando a conservar os seres humanos na terra: “[…] macho e fêmea os criou e Deus os abençoou e lhe disse: frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra” (Gn 1:27,28). Quando Deus formou a mulher da costela de adão, a bíblia afirma “[…] deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher” (Gn 2:24). Isso mostra que a diferenciação dos sexos assegura as particularidades de cada um na união conjugal, postura necessária para a formação do casal. O homem se une sexualmente a sua esposa, não só para procriar mas para uma vivência afetuosa, agradável e prazerosa (Pv 5:18). O relacionamento sexual aprovado na bíblia é de um homem com uma mulher dentro do matrimonio. O pai e a mãe são referenciais para a criação tanto do menino quanto da menina. A cima de qualquer coisa, o comportamento para o homem e para a mulher que deve ser seguido, deve vim da palavra de Deus. 4 – Indissolubilidade O casamento que tem uma natureza indissolúvel, desde que foi criado, como disse Deus no (v. 24b) “E serão ambos uma só carne” Temos a comprovação dessa indissolubilidade em Mateus 19:6 que diz: “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. ” O voto de fidelidade, que juram um ao outro, não é mera formalidade, e sim uma afirmação Divina, na qual deixa o casamento livre deste voto em apenas três casos, que são eles: 1°) Morte de um Dos Cônjuges (Rm 7:3) … Ler mais

O Mundo Vindouro

O Mundo Vindouro

O mundo vindouro é o assunto que será abordado nesta lição. Na semana passada falamos no juízo final, e nesta semana falaremos do novo céu, nova terra e do lar que teremos. Trataremos também de alguns assuntos  específicos como o reino de Cristo de mil anos, entre outros.   I – Sobre o Milênio 1 – Descrição O milênio é descrito como o reino de Cristo de mil anos. Durante este período, Satanás será aprisionado em um abismo, onde foi escrito em (apocalipse 20:2,3). Isso significa que a ação destruidora de Satanás na terra será aniquilada. Depois disto, acontecerá uma nova ordem das coisas. Este será o tempo da mais almejada e desejada paz e justiça entre os seres homens e entre os animais. Isaías deixa claro no cap. 9:7, que haverá paz, retidão e justiça: “Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto.” No reino do Messias teremos algumas características próprias, e resposta para as nossas orações. A sede será em Jerusalém, como diz a palavra de Deus em Isaías 2:3 “[…]porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor.” Jesus se assentará sobre o trono de Davi, e reinará sobre toda a humanidade de Jerusalém. Esse reino vai trazer salvação aos judeus. É o fim do programa de Deus sobre o povo de israel, como está escrito em (Rm 11:26). “E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.” 2- Sobre a Ressurreição dos Mortos    A informação que temos em Daniel 12:2 é que os justos e injustos ressuscitarão. “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” Só que no livro de apocalipse 20:5 esclarece que há um intervalo de mil anos entre essas ressureições: “Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabarem. Esta é a primeira ressurreição.” Fazem parte da primeira ressureição aos santos da era da igreja e do Antigo Testamento, junto com os mártires da grande tribulação “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Ap 20:4). Devemos entender que a ressureição se divide em duas fases: 1°) A Primeira Fase Será no Arrebatamento da Igreja Na hora do arrebatamento da igreja, serão ressuscitados todos os servos do Senhor. 2°) A Segunda Fase Será a Resurreição Dos Injustos Conhecida também como a última ressureição, que envolverá todos os descrentes desde o princípio do mundo até aquele dia. (Cf. 1Co 15:52; 1Ts 4:16; Ap 20:6) II – Sobre o Juízo Final 1 – Descrição Esta é conhecida como o juízo do grande trono branco, descrito em Apocalipse 20:11: “e vi um grande trono branco”. Nesta fase serão julgados “os outros mortos”, aqueles que não fizeram parte da primeira ressureição, descrito em (Ap 20:5), isso mostra que ficarão de fora os crentes da primeira ressureição. Esses crentes são os que já fazem parte do corpo glorificado, descrito em (Ap 20:4). Deus instaurará este juízo após a última rebelião de Satanás, que acontecerá depois dos mil anos do reinado de Cristo (Ap 20:7). Deus executará este juízo por meio de Jesus Cristo: “O pai a ninguém julga, mas deu ao filho todo o juízo” (Jo 5:22). 2 – O Julgamento. Não há relatos de vivos no juízo final, como descreve Apocalipse 20:12: “e vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro que é o da vida e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Esta descrição de grandes e pequenos não se refere a idade, mas a status, pessoas de todas as classes sociais. Ricos e pobres, todos eles serão julgados, pelas suas obras  nesses livros. O resultado deste julgamento é a condenação eterna: “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo” (AP 20:15). Não existe aqui lugar para o sono da alma, nem para uma segunda oportunidade, muito menos para o aniquilamento. 3 – Destino Dos Ímpios. O inferno é descrito como “lago de fogo” ou “ardente lago de fogo e enxofre”. (Ap 19:20). Esse lugar foi preparado para o diabo e seus anjos e não para os seres humano, como está descrito em (Mt 25:41). mas será a aniquilação final dos perdidos, por causa da sua incredulidade e desobêdiência, pois a vontade de Deus é que ninguém se perca, mas que todos sejam salvos (1Tm 2:4). 1°) A Septuaginta. a) Hades. A septuaginta usa este termo para traduzir o hebraico Sheol, no antigo testamento que significa o “mundo invisível dos mortos” (Sl 89:48). Ambos os termos se traduzem as vezes, por “inferno” na Almeida Revista e Corrigida (Sm 9:19; Mt 16:18). O lugar serve como estágio intermediário para aqueles que morrem sem Cristo. É uma prisão temporária até que venha o dia do juízo (Ap 20:13,14). Os condenados que partiram desde o início do mundo permanecem lá conscientes e em tormentos, sabendo perfeitamente porque estão neste lugar (Lc 16:23,24). 2°) O Geena b) Geena. O mundo judaico contemporâneo de Jesus cria que Geena era o lugar no qual os ímpios receberiam como castigo o sofrimento eterno. O termo, traduzido por “inferno”, foi usado pelo Senhor Jesus nos evangelhos de Mateus 23:33, que diz: “serpentes, raça de víbora! Como escapareis da condenação do inferno?” (Mt 23:33). E indica o lago de fogo descrito: “Serpentes, raça … Ler mais

A Segunda Vinda de Cristo

A Segunda Vinda de Cristo

A Segunda Vinda de Cristo é o tema escatológico que trataremos nesta lição. Tudo o que aprenderemos aqui tem fundamento na bíblia, que é a palavra de Deus. A bíblia refere-se A Segunda Vinda de Cristo em duas fases: 1°) É o Arrebatamento da Igreja 2°) É a Sua Vinda em Glória Mas, a bíblia também descreve um acontecimento na terra entre essas duas fases que é a grande tribulação. I – Os Eventos do Povir 1.Fonte de Predição Bom, o “povir”, um substantivo masculino que significa futuro, ou seja, o que ainda está por vir. A Fonte de predição, é a palavra de Deus, ou seja, o que diz antes que aconteça. E é por meio dela que Deus, nos revela tudo o que precisamos saber sobre os eventos do futuro “povir”. Esses eventos são uma série de acontecimentos na igreja profecias da história humana que envolve: 1°) O Arrebatamento da Igreja Descrito em (1 Ts 4:16,17) “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” 2°) A Vinda de Jesus em Glória Descrito pelo próprio Jesus em (Mt 24:30), que diz: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” 3°) O Juízo de Deus Sobre a Terra no Fim Dos Tempos Descrito em (Mt 25:21) “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.” 4°) O Futuro Glorioso de Israel Descrito em (Is 62:2,3) “E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará. E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus. ” 5°) É o Reino Milenar de Cristo Também descrito em Isaias 11:10, “E acontecerá naquele dia que a raiz de Jessé, a qual estará posta por estandarte dos povos, será buscada pelos gentios; e o lugar do seu repouso será glorioso.” Podemos ressaltar que esses acontecimentos, são anunciados desde o princípio do mundo. De Enoque descrito em Judas 14, até João que foi o último apóstolo, no livro de apocalipse. 2. O Destino dos impérios da antiguidade Os impérios da antiguidade tiveram o destino que as profecias apontaram: Como por exemplo a queda da Babilônia, para nunca mais se erguer; descrito em Isaías 13:19,20. A subida e queda do império Medo-persa, grego e romano, que estão descritos em Daniel cap. 7 e 8. A própria História, comprovam os fatos. As profecias Messiânicas, também se cumpriram com riqueza de detalhes, desde o nascimento de Cristo, através de uma virgem, até a sua ressureição e ascensão ao céu. 3. Sobre as Diásporas Judaicas Diáspora judaica refere-se às diversas vezes em que os judeus foram expulsos de sua terra e forçados a formarem comunidades fora do que hoje é conhecido como Israel partes do Líbano e Jordânia (por dois mil anos). Primeira diáspora, de acordo com a Bíblia, é um fruto da idolatria e rebeldia do povo de Israel e Judá para Deus. Essa rebeldia fez com que Deus os tirasse da terra que lhes prometera e os espalhasse pelo mundo até que o povo de Israel retornasse para a obediência a Deus. Onde seriam restaurados como uma nação soberana e senhora do mundo. As profecias apontam para duas dispensações e em seguida suas restaurações como previsto. 1°) Diáspora Se encontra em Jeremias 16:13, que diz: “Portanto lançar-vos-ei fora desta terra, para uma terra que não conhecestes, nem vós nem vossos pais; e ali servireis a deuses alheios de dia e de noite, porque não usarei de misericórdia convosco.” E o seu retorno, descrito em Esdras 1:1-3. 2°) A Segunda Diáspora Foi anunciada pelo próprio Jesus e está registrado no evangelho segundo escreveu Lucas 21:24, que diz: “E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” Retornando a terra dos seus antepassados mais de 18 séculos, como foi anunciado pelos profetas do Antigo Testamento como Jeremias (31:17); Ezequiel (11:17; 36:24) entre outros. II – Termos Bíblicos Para a Segunda Vinda de Cristo 1. Vinda No aspecto escatológico, que é a doutrina que trata do destino final do homem e do mundo, o substantivo “vinda” refere-se tanto ao arrebatamento da igreja, como descreve Paulo em (1Ts 4:15). “Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.” Como a vinda de Cristo em Glória, descrita também em (2 Ts 2:8) “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;” Há um outro termo, que é érchomai, significa “ir” e também vir. Como podemos observar são duas coisas opostas, considerando o ponto de partida e o ponto de chegada. Para quem está no ponto de partida é “ida” e para quem está no ponto de chegada é “vinda”. Em várias passagens bíblicas esse verbo apare referindo-se a vinda de Jesus, em: (Jo 14:3; At 1:11; Jd 14; Ap 1:7). 2. Manifestação, Aparição O substantivo grego para manifestação, aparição: é epipháneia, ele aparece apenas seis vezes no Novo Testamento, exclusivamente escrito por Paulo, e todas as vezes em que é usado diz respeito a vinda de Jesus, desde a encarnação do verbo (2Tm 1:10). “E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho;” Com este termo o apóstolo Paulo exorta os crentes, para uma vida santa, irrepreensível … Ler mais

As Manifestações do Espírito Santo

As Manifestações do Espirito Santo

As Manifestação do Espírito Santo de Deus diz respeito ao batismo no Espírito Santo e aos dons Espirituais. Esses temas são importantes, abrangentes e nunca se esgotam. Tratam-se da evidência da comunicação de Deus com seu povo, e com cada um crente individual. I – A Descida do Espírito Santo 1. A Experiência do Pentecostes A bíblia relata várias passagens em que temos o batismo com o Espírito Santo. João batista disse: “E eu em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo”. João batista referia-se a Jesus, e o próprio Jesus falou sobre esse batismo em (At 1:4,5) como promessa do Pai. Ele ainda acrescentou que João batizou com água, mas que eles (seus discípulos) seriam batizados com o Espírito Santo. Então, em (At 10:44-46) quando em meio a uma pregação de Pedro, em que o Espírito Santo desce sobre todos que estavam ouvindo a palavra, inclusive gentios, Pedro tem a confirmação do que João batista referia-se quando pregava em (Mt 3:11), e Jesus confirmou em (At 1:4,5). 2. Batismo “no” Espírito Santo ou “com” Espírito Santo? As duas traduções estão corretas e são aceitas de acordo com o contexto. O batismo no Novo Testamento tem a ideia de imersão, submersão, podemos observar isso em: (Cl 2:12) que diz: “Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos. ” 1°) Tradução Almeida Revista e Atualizada: Traz um texto em Mt 3:11, usando: “Com; ou em” observe: “ E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.” 2°) A Nova Versão Internacional, Também Traz Textos Com o Mesmo Sentido. 3°) Já a Versão Almeida Revisada da Imprensa Bíblica Brasileira Usa “ Batizar em Água” e “Batizar no Espírito Santo, Nas Suas Passagens. Nós, porém, usamos batizado “em águas” e batizado “no Espírito Santo”, pois se usarmos batizado “com água” pode parecer que o batismo foi feito por aspersão, e isso contradiz a ideia de imersão citada lá em (Rm 6:3,4 e Cl 2:12). 3. Os Sinais Sobrenaturais No dia do pentecoste, As Manifestações do Espírito Santo de Deus trouxeram uma ação sobrenatural do Espírito de Deus, que deixaram três sinais a serem observados: 1°) O Som Como de um Vento (At 2:2) “E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. ” 2°) A Visão das Línguas Repartidas Como Que de Fogo Veja o que diz a palavra de Deus: (At 2:3) “E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.” 3°) Falar em Línguas (At 2:4) “ E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. ” Os dois primeiros sinais, jamais vão se repetir, porque marcaram As Manifestações do Espírito Santo de  Deus, no dia de pentecoste. Foi como se estivesse anunciando a chegada de alguém tão importante quanto foi a chegada do próprio Cristo. O dia de pentecoste marcou não só a chegada do Espírito Santo, mas As Manifestações do Espírito Santo de forma sobrenatural na igreja. II – A NATUREZA DAS LÍNGUAS 1. Fonte As línguas do pentecoste foram caracterizadas como “outras línguas, conforme o Espírito lhe concedia que falassem” (At 2:4). O termo Grego para “outras” aqui neste versículo é héterais, de héteros, ou seja, “um tipo diferente”. Há quem questione essa passagem bíblica, mas ela tem fonte no próprio Espírito Santo que deixa a evidência visível. A audição é outra evidência, pois “cada um os ouvia falar em sua própria língua” (2:6). 2. A Glossolalia É a manifestação das línguas estanhas no batismo do Espírito Santo, essa expressão latein glosais, que significa “falar línguas”, é usada no novo testamento para dar a indicação de “falar outras línguas” (1Co 14:5). Essas línguas que foram manifestadas no dia de pentecoste são as mesmas línguas que aparecem na lista dos dons espirituais descrita por Paulo em (1Co 12:10,28; 14:2). Ambas as línguas são vindas de Deus e são de origem sobrenatural, e tem funções diferentes. 3. Sua Continuação. A primeira evidência do batismo no Espírito Santo, é o falar em “outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2:4). Essa experiência se repete na história da igreja e aconteceu na casa do centurião Cornélio, está registrado lá em (At 10:45,46). Tanto em Éfeso, na terceira viagem missionária de Paulo, (At 19:6), como até a data de hoje as professías, línguas, e ciência serão válidas nos nossos dias até a vinda de Cristo.Confira em (1Co 13:8-10) “O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.” III – Significado e Propósito 1. O Batismo no Espírito Santo Não é Sinônimo de Salvação. Esse batismo trata-se de uma benção, não como as bençãos que nós conhecemos, mas uma benção diferente. Todos os crentes em Jesus já tem o Espírito Santo. Quando somos regenerados o Espírito Santo nos promove um novo nascimento (Jo 3:6-8). No exato momento que o pecador aceita a Jesus de verdade, ele recebe o Espírito Santo (Gl 3:2; Ef 1:13). Os discípulos de Jesus tinham o seu nome escrito no livro da vida (Lc 10:20) assim como já tinham o Espírito Santo antes mesmo do dia de pentecoste (Jo 20:22). 2. Definições e Propósitos. O batismo no Espírito Santo é na verdade um revestimento de poder. Este poder serve para que os crentes possam realizar o desenvolvimento do evangelho em todo mundo. Ele tem … Ler mais

A Nacessidade de Termos Uma Vida Santa

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa

A Lição desta semana vem explicar A Necessidade de Termos uma Vida Santa, assim como as possibilidades que temos para isto. Nós entendemos que quando um pecador se arrepende e recebe Jesus como seu salvador pessoal, ele passa a ser regenerado, ou seja, abandona a vida de pecado para seguir a luz. Assim passa a fazer parte da família de Jesus. A regeneração vem do Espírito Santo e é instantânea e progressiva, por que vai se estender durante toda a vida do crente. I – Definindo os Termos 1. A Santidade de Deus A santidade de Deus é absoluta, pois Ele é santo em caráter e essência. Essa santidade é uma característica própria e não adquirida, veja o que diz Amós: “Jurou o Senhor DEUS, pela sua santidade, ” (Am 4:2) a) A Santidade de Deus É a plenitude gloriosa da excelência moral de Deus. b) A Santidade Pertence a Deus Ela existe em Deus e nEle se originalizou, Ele não adquiriu de ninguém. 2. Significado Santificar, dedicar, consagrar, significa “separar” tem também como proveniente o verbo hebraico “qadash”, que significa ser santo. Quando usado na região de Israel nos dá a ideia de “separar para Deus” ou seja, retirar do uso comum. Assim, santidade nos dá um sentido de afastar-se de tudo o que é pecaminoso, e de tudo o que contamina, por isso vem a nacessidade de termos uma vida santa. 3. Exclusividade Quando dizemos que uma pessoa, objeto ou qualquer coisa é separada à Deus, significa dizer que esta pessoa ou objeto pertence a Ele; ou serve a Ele com exclusividade, veja o que lemos em: Êxodo 13:2 “Santifica-me todo o primogênito, o que abrir toda a madre entre os filhos de Israel, de homens e de animais; porque meu é.” Podemos entender que o que é sagrado não pode ter uso comum, o azeite da unção e o incenso do santuário não podiam ter outro uso; o sagrado deve ser tratado como sagrado, os antigos hebreus levavam a santidade muito a sério. II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA 1. Israel Deus escolheu a nação de Israel para ser seu povo, por isso há um apelo para que o povo tenha santidade. É por isso que temos a necessidade de uma vida santa. Ele escolheu Israel para ser sua propriedade particular. Observe (Êxodo 19:5,6) “ […]então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. […]” A santidade exigida por Deus era mais que natural, porque além dele ser santo os israelitas foram separados, do meio dos outros povos para Deus. 2. A Igreja Os três propósitos de Deus com Israel, são os mesmo para a igreja de hoje, e nos levam a nacessidade de termos uma vida santa. 1°) Sacerdócio Real Os sacerdotes eram escolhidos por Deus, eles não podiam escolher-se a si mesmo e havia um proposito que era servir a Deus com suas vidas oferecendo sacrifício.    2°) Nação Santa Deus através de Pedro, não se refere a Israel nem a nações como o Brasil, Grécia ou outra qualquer. Deus está se referindo a um povo escolhido, separado. Mas que povo é este? Estas pessoas são as que foram regeneradas e fazem parte do corpo de Cristo. 2°) Povo Adquirido Esse povo adquirido é uma geração eleita, é o povo de Deus. Podemos ser membros de qualquer igreja, não importa, mas ninguém pode dizer que é povo de Deus sem ser escolhido por ele mesmo (I Ts 1:4). Essa eleição é de Deus e não nossa, e tem o intuito de separar um povo santo para a sua adoração.   3°) Uma Exigência Natural Essa exigência é de Deus, ela age naturalmente por que Ele é santo, observe o que diz: (1 Pe 1:15,16) “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. ” Assim como Deus escolheu e santificou o povo de Israel, assim Ele também nos escolheu e santificou para servi-lo. Israel precisava afarar-se das práticas pecaminosas e nós hoje como povo escolhido precisamos nos afastar da prostituição e tudo que possa contaminar a santidade de Deus. III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA 1. A Santificação Posicional. É o primeiro aspecto de uma santificação, também chamada de santificação passada ou instantânea, ela acontece na mudança do ser humano de pecador para santificado, e está descrita em At 26:18, que diz: “Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim. ” Essa santificação instantânea é o começo de uma vida cheia de progressos. Todos nós salvos, somos santos e reconhecidos no Novo Testamento, e é assim que o apóstolo Paulo refere-se a nós: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. ” (Rm 1:7). Lembrando que temos Jesus Cristo como base desta santificação. E isso não vem de nós. 2. A Santificação Real. É conhecida como santificação presente, ela também é progressiva como diz (Pv 4:18). Observe o diz Paulo: “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. ” (2 Co 3:18) Podemos observar que existiam crentes carnais na igreja de Corinto mesmo assim eles são considerados santos. Por isso precisamos de crescimento espiritual. 3. Santificação Futura É o terceiro aspecto de santificação e é conhecida também como glorificação. É quando na ressureição seremos completos e poderemos ver o Senhor como realmente Ele é. Jesus falou que iria transformar nosso corpo cansado e abatido para ser um corpo como o dele, ou seja um corpo glorioso. 4. É Possível Ser … Ler mais

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