Uma Salvação Grandiosa

Uma Salvação Grandiosa

Uma Salvação Grandiosa – o autor do livro aos Hebreus, inicia o livro com uma forte advertência, era necessário que os crentes tivessem maior firmeza em relação as coisas espirituais. Foi observado pelo autor, que havia um certo desinteresse por parte dos cristãos da época no que diz respeito a salvação. I – UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA  1 – Testemunhada Pelo Senhor  O autor do livro aos Hebreus faz uma diferença entre a antiga aliança e a nova aliança, enquanto a antiga aliança foi intermediada por anjos a nova aliança teve Jesus Cristo como seu mediador. Então o autor passa a analisar as duas alianças para que o contraste entre as elas fique bem definido. Foi Jesus o filho de Deus e não os anjos quem anunciou essa tão maravilhosa salvação. 2. Proclamada Pelos Que a Ouviram. A salvação foi anunciada em primeiro pelo Senhor, e depois por “aqueles que a ouviram” (Hb 2:3), Fica claro neste texto que o autor não foi uma testemunha dos feitos de Jesus, mas foi um dos que, receberam a palavra por meio de outros, dos que a “ouviram”. Mesmo não tendo recebido a palavra diretamente de Jesus o autor não tinha duvidas de que a mensagem apostólica que recebera era de fato a palavra de Deus. Por isso se fazia importante que os crentes fossem diligentes e observasse os preceitos do Novo Testamento. 3. Confirmada pelo Espírito Santo. A mensagem do evangelho que foi anunciada pelo Salvador Jesus e depois testemunhada por aqueles que a ouviram, foi feita instrumento pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é quem está por traz de cada milagre e sinais que foram operados na história do povo de Deus, tanto no passado na história de Israel como no presente hoje, na nossa história. II – UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA  1. Por intermédio da humanização do Redentor. O autor aos Hebreus, escreve ao seu publico judeus que tinha uma mentalidade de que o homem foi feito a coroa da criação e a ele fora dado todo o domínio, Mas, devido a queda esse domínio fora tomado. Esse foi o motivo do autor ter citado o Salmos 8 como pano de fundo, Porque esse salmo jamais poderia se aplicar a Adão, nem a nenhuma raça após a queda, mas única e exclusivamente a jesus, o messias, que através da cruz veio restaurar a homem caído. 2. Por Meio do Sofrimento do Redentor A ideia de um messias sofredor para um judeu do século primeiro era escandalosa, eles não aceitariam a ideia de um messias que tivesse morrido na cruz, Como poderia o autor assegurar que Jesus era superior aos anjos se ele mesmo morreu na cruz? O autor de Hebreus usou o versículo 5 do Salmo 8: “Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste.” (Sl 8:5) Jesus teria se feito um “pouco” menor do que os anjos por causa da sua humanização. Dai os intérpretes entendem que as palavras “pouco” e “pouco tempo” citados em Hb 2:7,9 podem está se referindo a posição de tempo. Em outras palavras Jesus tornou-se “menor” do que os anjos enquanto estava vivendo os limites da condição humana e experimentou o sofrimento que veio deste estado de humilhação, no entanto foi através deste mesmo sofrimento de Cristo que os homens tornaram se livres. 3. Por Intermédio da Glorificação do Redentor Na mente do autor, cristo foi coroado de glória e de honra por intermédio do seu sofrimento “coroado de glória e de honra, […] para que, pela graça de Deus, provasse a morte de todos (Hb 2:9). Em outras palavras Cristo não sofreu para ser glorificado, mas Ele foi glorificado porque sofreu. III – UMA SALVAÇÃO EFICAZ 1. Vitória Sobre o Diabo O autor termina seu argumento concluindo que era preciso que o Salvador sofresse e morresse pelos homens, somente por meio de sua morte na cruz, o diabo seria derrotado. 2. Vitória Sobre a Morte A morte passou a ser um inimigo temido, depois que o pecado entrou no mundo, a morte era uma arma poderosa nas mãos de satanás, Mas quando cristo morreu na cruz Jesus venceu a morte, os homens continuam a morrer, mas aqueles que aceitarem Jesus como salvador, Tem a vida eterna, pois a morte não tem mais domínio sobre eles. 3. Vitória Sobre a Tentação No capítulo 2, versículos17, pela primeira vez o autor usa a palavra “sumo sacerdote” Referindo-se a Jesus, Depois o autor resolve explorar com mais profundidade em posteriores passagens(Hb 3:1; 4: 14-16; 5:1-10; 6:20; 7:14-19, 26-28; 8:16; 9:11-20; 10:1-39). O autor aponta Jesus como o sumo sacerdote misericórdioso e fiel, por ter assumido forma humana E se identificado com os homens nos seus limites, Ele sabe o que é ser tentado e está pronto a nos ajudar. Conclusão Foi através da cruz que Jesus tornou-se o sumo sacerdote que representa a humanidade, os anjos são seres que estão a serviço de Deus, Mas Jesus veio buscar a descendência de Abrão, os crentes. Através do seu sofrimento e morte, Jesus pode dar vida aos que estão mortos. Veja Outras Lições da EBD Aqui

A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo

A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo

Vamos dar início a mais um trimestre, A Carta Aos Hebreus e a Excelência de Cristo cujo objetivo desta lição é a carta escrita aos Hebreus. E é baseado neste livro que vamos estudar nos próximos três meses. Este documento é muito especial e em nenhum outro encontramos um apelo tão forte à exortação, levando os crentes de Hebreus a firme conclusão de que Jesus Cristo é maior do que todos os profetas, anjos, Moisés e tudo que possa haver nos céus e terra. I – Autoria, Destinatário e Propósito Autoria. Não sabemos ao certo quem foi o autor desta carta, surgiram controvérsias em torno do autor. Clemente de Alexandria atribuiu ao apóstolo Paulo a sua autoria e afirmou que Paulo teria escrito em Hebraico e Lucas teria traduzido para o Grego, Foi duramente questionado. Apesar de ser de autoria desconhecida nada mudou ou diminuiu sua autoridade. 2. Destinatários. Esta carta foi escrita aos cristãos judeus e enviada a uma comunidade de cristãos. O autor conhece o publico e até espera encontrar-se com eles, como nos mostra em (Hb 13: 19-23). 3. Propósito. Foi observado pelo escritor I. Howard Marshal, que esta carta combina instrução e exortação. A carta aos Hebreus exorta os crentes a terem ânimo, confiança e fé. Veja o quadro abaixo simplificado: AUTORIA Desconhecida. DESTINATÁRIO Cristãos judeus, provavelmente. Propósito Exortar os cristãos a terem ânimo e fé em tempos de apostasia. II – CRISTO – A PALAVRA SUPERIOR A DOS PROFETAS  A Revelação Profética e a Antiga Aliança. O autor da carta aos Hebreus quando fala da supremacia de Jesus o faz em relação aos profetas, no passado Deus fala através dos profetas e no presente através do seu filho Jesus Cristo (Hb 1:1). Foi essa revelação que fez com que seu povo se distinguisse dos demais povos, o autor mostra um Deus que se revela e se comunica e não um Deus mudo. A revelação profética e a nova aliança. Deus falou aos cristãos da nova aliança através de seu filho, isso conta em (Hb 1:1). O autor usa expressões na palavra, como: “havendo falado” ou “depois de ter falado” mostrando que a ação de Deus foi um fato consumado. O uso desta expressão é bem mais compreendido, quando nos dá um significado de que Deus falou de forma completa, nos tempos do autor. Cristo a revelação final. O autor tinha o objetivo de mostrar que Cristo era o ponto central da revelação profética. Ele é a revelação final! O ministério profético da antiga aliança! O maior castigo para o povo de Israel com certeza foi o silencio profético. Os profetas eram de suma importância para aquele povo, Mas a relevância deles estava muito longe daquela possuída por Jesus Cristo, o Filho de Deus. III – CRISTO – SUPERIOR AOS ANJOS 1. Cristo: Superior em natureza e essência  Cristo: O autor aos Hebreus mostra intencionalmente que Cristo é superior aos anjos e outras ordens da criação. Jesus é o reflexo da glória de Deus e possui a mesma essência Divina (Hb 1:3), o autor usa dois vocábulos gregos que deixam isso bastante claro: a) Apaugasma Que significa radiância b)Character Que significa reflexo Embora sendo diferente possuem as mesmas essências, Jesus é o Deus revelado. 2. Cristo: superior em magestade e deidade Cristo é maior em majestade, o autor passa a mostrar a supremacia de Cristo em relação aos anjos através de vários documentos nas escrituras. O filho é gerado e não criado; observado por C. S. Lewis, o que Deus gera é Deus, assim o que o homem gera é homem Desta forma, o que Deus cria não é Deus e o que o homem cria não é homem, desta vem a razão de os homens não serem filhos de Deus no mesmo sentido que Jesus Cristo. CONCLUSÃO O autor de Hebreus não quis se identificar, mas isso em nada compromete a autoridade desse documento. Desde o princípio da igreja, os ensinos desta carta são usada para fortalecer a fé de muitos cristãos que encontra-se vacilantes devemos prestar atenção para os sábios conselhos que esta carta nos traz: “se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 3:7). Veja Outras Lições Aqui  

A Salvação pela Graça

A Salvação pela Graça

 A salvação pela graça, é a lição que vamos estudar esta semana. Iremos aprender que a lei no Antigo Testamento instruía e ensinava ao povo o que Deus tinha estabelecido. Ou seja, ao povo de Israel, para terem um convívio de harmonia prosperidade e passividade na terra prometida (Canaã). Esses mandamentos tinham preceitos indispensáveis de ética, moral e vida religiosa, que sem eles, o povo viveria em um verdadeiro caos. I – LEI E GRAÇA  O Propósito da Lei. A lei também iria revelar mais tarde quão grande a necessidade que a humanidade teria de ser salva pela graça, porque era impossível cumprir plenamente a lei de Deus no Antigo Testamento. Portanto, a lei de Deus é uma expressão de sua graça e representa a revelação clara de sua vontade santa, justa, boa e agradável (RM 7:12) A Lei Nos Conduziu a Cristo. Para encontrarmos a Cristo por meio da graça, a lei serviu como guia. Pela impossibilidade de ser cumprida, a lei nos convence de que não alcançamos a salvação sem Cristo. Sendo assim, a salvação só é possível mediante a graça de Deus. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (EF 2:8) A Graça Revela Que a Lei é Imperfeita. O espírito é superior a lei, por isso nós morremos para a lei (Rm 7:4). Logo, a lei é imperfeita segundo o escritor aos Hebreus (Hb 8:6), Do mesmo modo, o apóstolo João afirma que foi Cristo quem trouxe a graça e a verdade (Jo 1:17). Isso mesmo, a graça é superior à lei!!! Segundo a bíblia, só existe lei por causa do pecado e para apontá-lo: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei” (Rm7:7). II – O FAVOR IMERECIDO DE DEUS  A Superabundante Graça. A graça de Deus alcança a todos os pecadores, por pior que sejam. Aonde abundou o pecado, que foi apontado pela lei, superabundou a graça (Rm 5:20). a) Fé e Graça. A fé e a graça agem juntas. A graça é um presente de Deus que nós não merecíamos. Não é a fé que traz salvação e sim a graça de Deus que atua mediante a fé que o crente tem no filho do homem, Jesus Cristo. (Rm 3:28). b) A Graça Não é Salvo Conduto Para Pecar. A palavra de Deus nos ensina que a graça jamais deve ser vista como um salvo conduto, ou seja, um passaporte livre para que se possa pecar e ter a certeza de que serão perdoados de todos os pecados cometidos. Ao contrário, a graça de Deus nos leva a obediência áquele que nos deu a graça. III – O ESCÂNDALO DA GRAÇA Seria a Graça Injusta? Vendo sob a ótica humana, a graça acaba tornando-se injusta, porque quem recebe a graça divina não merece, mas a justiça divina é imensamente perdoadora. Logo sabemos que a graça e a lei jamais poderão andar juntas. Paulo, no livro de Gálatas, diz: “Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo” (15.11). Assim, pela lei é impossível o que o pecador encontre salvação, mas dependendo única e exclusivamente da graça de Deus, ele encontrará descanso para a alma (Mt 11.28-30). A Divina Graça Incompreendida. No tempo do apóstolo Paulo, muitos não compreenderam seus ensinamentos sobre a graça de Deus. Por isso, ao longo da história estiveram presentes dois extremos à cerca da compreensão da graça: 1°) Eles Teriam Liberdade Total Para Pecar “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Rm 6:1,2). Esse primeiro extremo leva o ser humano a libertinagem, mas a palavra de Deus mostra que vira um grande castigo para quem profanar, ofender e insultar o Espírito da graça. 2°) A Impossibilidade de Receber Tão Valioso Presente “Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça” (Gl 5:4,5). Esse segundo extremo leva a humanidade ao legalismo, aquela ideia de que para ser salvo precisamos de dar algo em troca. Essa atitude pode levar o crente ao orgulho e gerar todo tipo de comportamento hipócrita. (Mt 23:23) Se Deixar Presentear Pela Graça. Nós sabemos que é impossível para o crente que foi alcançado pela graça, ter como retribuir a Deus por tão grande salvação. Se fosse possível, isso não seria graça (favor imerecido) mas sim um mérito pessoal que ia tirar de Deus a autoria divina da salvação. No relacionamento que temos com Deus, todo mérito é do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Fp 2:9-11). Para nós que compreendemos esse favor imerecido sabemos que tudo é dadiva, presente, e favor imerecido. CONCLUSÃO Na maravilhosa lição desta semana estudamos a relação da lei e da graça e aprendemos que graça é um favor imerecido, Compreendemos que chega a ser um escândalo para aqueles que não creem; portanto estamos cientes de que somos salvos pela graça mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo (Ef 2:8). Veja outras lições aqui

A Abrangência Universal da Salvação

A Abrangência Universal da Salvação

A Abrangência Universal da Salvação é a lição que vamos estudar esta semana. Essa lição nos traz confiança e segurança de que a nossa salvação vem por meio da fé em nosso Senhor e salvador Jesus Cristo.  Deus ama a todos incondicionalmente, independente de raça tribo e nação, e deseja nos salvar através da fé em seu filho amado, Jesus Cristo. I – O QUE É A OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO?  A Necessidade de Expiação. A palavra expiação significa remir uma pessoa de um crime ou erro cometido. A obra expiatória tornou-se necessária Porque o pecado atingiu a humanidade a ponto do ser humano não poder mais resolver esse problema. Em Romanos 5: 20,21 vemos que no contexto da passagem, essa obra expiatória de Cristo expressa pela morte dele na cruz do calvário, substituiu o pecador, esse ato expressa amor do pai, por meio de jesus Cristo.  A Abrangência do Pecado. A bíblia afirma que todos pecam e por isso foram afastados de Deus, esse problema do pecado é bem sério porque causa a separação entre Deus e o homem. E por isso a terra geme, aguardando ser restaurada por meio da redenção dos filhos de Deus.  A Expiação de Cristo. Os sacrifícios do Antigo Testamento apontavam para a obra de cristo, onde uma vítima inocente morreria pelo culpado para remir o pecado e a culpa dele. No Antigo Testamento esses sacrifícios apenas minimizavam a situação do pecador, mas a obra expiatória de Cristo consegue resolver de uma vez por todas o grave problema do pecado.  II – O ALCANCE DA OBRA EXPIATÓRIA DE CRISTO A Impossibilidade Humana. Por mais que o homem procurasse se manter puro diante de Deus, todas essas tentativas foram em vão. As escrituras mostram que a lei é incapaz de justificar o homem diante do Deus todo poderoso (Rm 3:20), Esse problema sério do pecado não podia ser resolvido pelo homem, pois o mesmo não conseguia esconder seus pecados de Deus. Só Jesus, o filho de Deus poderia resolver esse problema. Cristo Ocupou o Lugar do Pecador. Quando Jesus morreu na cruz, Ele fez esse sacrifício por nós, em nosso lugar. Jesus completou a necessidade que o homem tinha de se reconciliar com Deus. A morte do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo significa a nossa morte (2 Co 5:14), pois o sacrifício de Cristo na cruz, nos resgatou da maldição da lei, porque Ele fez maldição por nós (Gl 3:13) Alcance Universal da Obra Expiatória. A obra expiatória de Jesus tem um alcance universal, essa obra envolve o homem por completo, através desta obra de Cristo nós temos garantia de redenção, reconciliação, justificação, adoção e o perdão dos pecadores. Através da fé em Cristo Jesus.   III – CRISTO OFERECE SALVAÇÃO A TODO O MUNDO  Perdão, Libertação e Cura. O perdão dos pecados e a reconciliação do homem com Deus é o maior resultado da salvação que foi operada por Jesus. Além de outros benefícios, como ser liberto de espíritos opressores e cura material e espiritual. A Salvação é Para Todo o Mundo. Esta afirmação está contida na própria palavra de Deus (Jo 3:15), A salvação virá por meio da fé e arrependimento sincero (At 15:9). Assim que o pecador confesse a Cristo como seu único salvador pessoal. A Responsabilidade do Cristão. Todo cristão salvo deve cumprir o “ide” que foi ordenado por Jesus, temos a responsabilidade de compartilhar o evangelho da salvação (Mt 28:19). Devemos evangelizar e discipular todas as pessoas que estão no nosso contato, seja pessoalmente ou virtualmente.  CONCLUSÃO A salvação oferecida por Cristo é algo que vai além da nossa imaginação ele é primordial e liberta o homem do pecado. Através da morte de cristo na cruz, Deus ofereceu salvação a humanidade. Veja Outras Lições Aqui  

A Obra Salvífica de Jesus Cristo

A Obra Salvífica de Jesus Cristo

A obra salvífica de Jesus Cristo, foi um preço muito alto, custou o seu próprio sangue derramado na cruz. Esta obra nos garante a salvação, porque foi completa, perfeita e definitiva. Temos certeza de salvação e garantia de vida eterna, por que Jesus concluiu esta obra maravilhosa de amor. I – O SACRIFÍCIO DE JESUS. 1. O Sacrifício Completo. Nenhum sacrifício de animais no Antigo Testamento teve o poder de apagar os pecados do passado, do presente, e nem do futuro. Jesus Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1:29). Só através dEle foi possível apagar uma antiga aliança e recomeçar uma nova aliança, Um novo tempo de relacionamento com Deus (Hb 9:26), criando uma nova aliança, superior e perfeita. Só assim o sistema de sacrifícios e estruturas da lei serviram como guia para nos levar a Cristo (Gl 3:24). 2. O Sacrifício Meritório. No Antigo Testamento a sociedade Judaica criou uma ideia de mérito através do sistema de sacrifícios de animais. Bastava uma vítima inocente ser apresentada no templo e a pessoa satisfazia a sua própria consciência. Mas este sistema era ineficiente (Hb 8:13). Depois do sacrifício de Jesus Cristo (advento da nova aliança) não há mais mérito pessoal, O mérito da salvação pertence única e exclusivamente a Jesus Cristo (Gl 2:21), porque: a) Só Cristo é Capaz de Cobrir Todo e Qualquer Pecado b) Só Cristo Reestabelece a Comunhão do Pecador com Deus Por isso o único mérito aceito por Deus nesta nova aliança é o mérito de Cristo. “E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, ” (Hb 10:11,12). 3. O Sacrifício Remido. O pecado nega a autoridade de Deus e coloca dúvida em tudo que diz respeito ao criador. a) O Pecado é Horrendo b) O Pecado Separa o Homem de Deus c) O Pecado Apodrece o Caráter do ser Humano Deformando no homem a imagem de Deus, o sacrifício de Cristo aparece para redimir o pecador e trazer de volta a integridade e estabelecer o caráter do homem, para que ele possa viver em comunhão com o Pai. II – A nossa Reconciliação Com Deus Pai 1. O Fim da Inimizade. Jesus nos resgatou, e isso fez com que possamos ter reconciliação com Deus. Nós formos libertos do pecado e unidos a Deus. O ser humano precisava dessa reconciliação, o seu relacionamento com Deus não andava nada bem, Porque o homem pecador não podia ter comunhão com Deus que é santo (Is 16:5). É necessário se converter através do Espírito Santo (Jo16:8-11), para que aconteça a regeneração e a justificação do pecador. Assim, todo o processo de salvação, para derrubar a inimizade entre nós e Deus, ocorreu através do sacrifício de Cristo na cruz, colocando um fim nesta separação. 2. A Eliminação da Causa da Inimizade. A causa da inimizade do homem com Deus é o pecado. Para que esta causa fosse eliminada da vida do ser humano, Jesus Cristo pagou a oferta de perdão na cruz do calvário. Agora somos novas criaturas, livres do poder do pecado, embora não livres de pecar. 3. A Vivificação. Depois de conciliados com Deus, fomos vivificados por Ele. Quando andávamos no pecado e nas ofensas éramos mortos para Deus. Só que o Espírito Santo produziu em nós uma vida por meio da obra de Jesus Cristo na cruz, como uma fonte transbordante e colocando em nós: a) Sede da Palavra (Sl 42:1,2) b) Fazendo Uma Fonte de Agua Viva (Jo 4:10) c) Nos Enviando Para Produzir Muitos Vídeos d) Capacitando Para o Conhecimento da Salvação em Cristo (Lc 4:19) Assim a maior consequência da vivificação espiritual é a capacidade de pregar o evangelho e a disposição em fazê-lo. III – A Redenção Eterna 1. O Estado Perdido do Pecador. As escrituras revelam que o pecado é um estado de separação diante de Deus. E quando as pessoas não confessam que Jesus Cristo é o Senhor e salvador da sua vida, elas são escravas do pecado. “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (Jo 8:34). As pessoas que são escravas, elas ficam presas e impossibilitadas de se livrar do pecado. Essas pessoas pervertem a imagem de Deus no jardim do Éden, buscam a ídolos e desejos pervertidos que vão prejudicar a elas mesmas e os outros (Rm 1:22-25). 2. A Redenção do Pecador. Redenção é quando o ser humano se redime, ou seja, é liberto e salvo do pecado através de um pagamento feito. Na bíblia a redenção é a libertação de um escravo ou um livramento do mal (Mt 20:28).Essa atitude de resgatar e tirar do poder de algo ou alguém de libertar do cativeiro. O preço pago pelo ser humano foi altíssimo, pois custou a vida do filho de Deus. Só Deus poderia fazer isso pelo ser humano porque ele nos ama e é rico em misericórdia para conosco. 3. Uma Redenção Plena. A condição do ser humano quando redimido traz benefícios não só para o presente como para a vida eterna, temos a certeza de morar com Cristo no paraíso (Ap 19:9; Lc23:43). Portanto lembre-se de que a redenção eterna vem através do sacrifício de Cristo na Cruz (1 Co 15:9) Conclusão Cristo pagou um alto preço na cruz por nós e isso faz com que nós o glorifiquemos em todas as dimensões da nossas vidas, por isso vem o desejo de evangelizar, para todas as pessoas possam usufruir desse grande privilégio da salvação. Veja outras lições aqui  

Salvação – O Amor e a Misericórdia de Deus

Salvação- O Amor e a Misericordia de Deus

Salvação, o amor e a misericórdia de Deus, esta obra maravilhosa do imenso amor de Deus é a lição que estudaremos está semana. Deus amou tanto o homem a ponto de dar seu Filho para morrer no lugar da humanidade. Através da sua misericórdia, Deus perdoou o pecador e fez dele seu filho adotivo dando-lhe vida, e vida em abundância. I – O MARAVILHOSO AMOR DE DEUS 1 . Deus é Amor. Se é difícil medir o amor que uma mãe tem por seu filho, imagine o amor que Deus tem por nós? O profeta Oseias, usado por Deus, pôde mostrar ao povo Israelita o verdadeiro amor que Deus sentia pelo seu povo, (Os 11:1-4). Amar é a natureza do próprio Deus. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 Jo 4:8) Por isto a maior demonstração desse amor foi em Deus ter dado seu filho amado, para morrer pela humanidade. 2 . Um Amor Que Não se Pode Conter. Deus sempre amou o ser humano, a maior prova desse amor foi a criação do homem e da mulher, que está descrito em (Gn 1:26,27). O amor de Deus é incondicional e não pode ser aumentado nem diminuído, mas existe uma tensão entre o amor de Deus e a sua justiça. Será que existe meios de conciliar isto? A bíblia mostra que o ser humano tem o livre- arbítrio para abandonar este amor. Isto mostra que Deus respeita a vontade do homem a ponto de entregá-lo a própria sorte. Desta forma, o amor e a justiça de Deus se conciliam. Observe o que diz (Rm 1:18-32). 3 . A Certeza do Amor de Deus. Nos relacionamentos entre os seres humanos, existem trocas em quase todas as coisas, por isso temos dificuldades de receber tamanho amor gratuitamente. Nós pensamos que quando decepcionamos a Deus com atitudes pecaminosas, Ele virará as costas para nós, Como estamos acostumados a fazer com aquelas pessoas que nos decepcionam. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Sl 51:17) 1°) Quebrantamento de Coração 2°) Verdadeiro Arrependimento 3°) Atitude de Retorno Sincero Assim, o convite do Senhor é para que o homem possa experimentar o seu perdão e desfrutar do seu amor. Isso se dá porque o amor de Deus não é baseado no amor do homem, que é sua criatura, mas no seu próprio amor, que é uma fonte inesgotável. II – UM DEUS MISERICORDIOSO 1 . O Que é Misericórdia? É a fidelidade de Deus estabelecida através do amor que tem pela humanidade, mesmo sendo a humanidade infiel. Portanto, a misericórdia de Deus torna-se um favor imerecido para com o pecador que merecia a condenação e morte eterna, tanto material como espiritual. 2 . O Pai da Misericórdia. Deus é o pai da misericórdia (2Co 1:3) “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;” Deus conhece a estrutura humana, pois Ele mesmo a criou. Sabe que somos fracos e falhos, por isso exerce sua misericórdia demorando a irar-se; Por esta razão, quando um pecador que se arrepende de verdade, pode descansar seu coração sabendo que será perdoado e reconciliado com Deus. 3 . Misericórdia Com o Pecador. A misericórdia de Deus pode ser experimentada a cada dia, pois nunca acaba. Deus sempre dá novas chance de perdão e de libertação dos pecados, porque Ele é logânimo. Pela misericórdia de Deus somos: a) Livres Dos Nossos Adversários. (Ne 9:27) b) Livres da Destruição. (Ne 9:31) Apesar da situação triste e dramática de cada pecador, a misericórdia do Senhor o alcança. III – AMOR, BONDADE E COMPAIXÃO NA VIDA DO SALVO 1 . Amor Como Adoração a Deus. Segundo a palavra de Deus em Romanos 5:10 e Lucas 19:14, quando o pecador não é alcançado pela graça divina, passa a ser inimigo de Deus e chega até a odiá-lo. Através do sacrifício de Cristo na cruz, Deus torna possível ao pecador que já esteja salvo a amá-lo, como descreve 1João 4:11. Por esta razão, o maior de todos os mandamentos é amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo. Esta é não só uma lei moral, mas um sentimento devocional do coração, uma necessidade que Deus deu ao homem para que ele desfrute da sua maravilhosa graça 2 . Amar ao Próximo. O apóstolo Paulo deixou escrito que “Porque o amor de Cristo nos constrange,” (2Co 5:14 a). Está é a razão do salvo amar a seu irmão. Embora haja  no nosso dia a dia, devemos amar nossos irmãos sem esperar nada em troca , Não a quem nós escolhemos, mas a quem aparece na nossa caminhada. O nosso desafio é apenas amar sem restrições. 3 . Amor Como Serviço Diaconal. “Amar uns aos outros” e servir em favor do próximo são características próprias de uma vida sacrifical em favor de nossos irmãos. Este exemplo foi deixado pelo próprio Jesus quando lavou os pés dos seus discípulos (Jo 13:14), Ele ensinou na prática como seus discípulos deveriam agir, amando e servindo uns aos outros. Conclusão O amor e a misericórdia de Deus pela humanidade vão além da compreensão humana. Nada pode descrever este amor. Nem mesmo o amor de uma mãe pelo seu filho poderá sobrepor o amor e a misericórdia de Deus. Assim, só nos resta expressar este amor em nossas relações com os irmãos, amigos, parentes e vizinhos. Veja Aqui Outras Lições

A Salvação na Páscoa Judaica

A Salvação na Páscoa Judaica

 A Salvação na páscoa judaica, é a lição que estudaremos está semana. A páscoa judaica era uma festa em que os israelitas lembravam o modo milagroso que Deus se utilizou para libertar seu povo. I – A Instituição da Páscoa 1 – O Livramento Nacional. Para os Israelitas esta festa representava a libertação, de um povo que vivia oprimido e partiram para a terra prometida, como diz a palavra de Deus em: (Ex 12:1-13) “E falou o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará a tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o Senhor. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. ” 2 – A Libertação da Escravidão Os israelitas viveram por aproximadamente 450 anos no Egito sendo escravos e vivendo sobre o pesado julgo egípcio, o povo clamou a Deus e o Senhor os ouviu trazendo a libertação e os conduzindo para a terra prometida. (Ex 6:5) “E também tenho ouvido o gemido dos filhos de Israel, aos quais os egípcios fazem servir, e lembrei-me da minha aliança.” Deus finalmente ouve o clamor do seu povo e lembra-se da aliança que havia feito com seus pais. 3 – A Nova Celebração Judaica. Deus instituiu a celebração da Páscoa judaica e ela passou a ser a nova festa dos Israelitas. Está festa era para lembrar a fuga do Egito. “E cozeram bolos ázimos da massa que levaram do Egito, porque não se tinha levedado, porquanto foram lançados do Egito; e não se puderam deter, nem prepararam comida. O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.” (Êxodo 12:39,40). II – O CORDEIRO DA PÁSCOA 1 – O Cordeiro no Antigo Testamento. O cordeiro era uma parte fundamental no Antigo Testamento, para os sacrifícios oferecidos na remissão dos pecados. Para oferecer o sacrifício os sacerdotes, todos deveriam observar alguns detalhes: o cordeiro não poderia ter mancha, não poderia estar doente nem ter uma pata quebrada etc. (Nm 6:14) “E ele oferecerá a sua oferta ao Senhor, um cordeiro sem defeito e de um ano em holocausto, e uma cordeira sem defeito de um ano para expiação do pecado, e um carneiro sem defeito por oferta pacífica;” todas estas exigência apontavam para Cristo o cordeiro de Deus que tirou o pecado do mundo. 2 – Jesus, o Verdadeiro Cordeiro Pascal. A nossa páscoa é lembranda de como Deus substituiu os sacrifícios temporários do Antigo Testamento por um único e definitivo. (Ap 13:8) “E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Por esta razão, a páscoa deve ser lembrada pelo o que Jesus fez por nós na cruz do Calvário. III – O SANGUE DO CORDEIRO 1 – O Significado do Sangue. O livro de Genesis é o primeiro que aborda o sacrifício (Gn 3.21; 1-7). Para lidar com os problemas do pecado era necessário o sacrifício de animais. O sacrifício era oferecido para expiação dos pecados do transgressor, e este perdoado, e assim poderia manter sua relação com Deus. O maior símbolo deste ritual era o sangue, quena bíblia, representa vida. Assim, a vida sendo derramada no sacrifício resgatava a paz com Deus (Lv 17:11; Hb 9:23-28). 2 – O Sangue do Cordeiro Pascal. Quando Faraó se negou a libertar o povo hebreu antes do início da última praga, Deus ordenou aos judeus que preparassem um cordeiro para cada família (Êx 12:3; 12:7). Esta orientação protegeu e conservou o primogênito dos israelitas com vida. (Êx 12:13) “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.” 3 – O Sangue da Nova Aliança. Jesus afirmou que seu sangue era o símbolo da nova aliança. Ele fez afirmação maravilhosa dizendo que ao mesmo tempo em era o cordeiro, também era o sacerdote, sendo assim o sacrifício e o oficiante (Lc 22:14-20). Por isso Cristo é o mediador da nova aliança, que através do seu sangue redime ao que crer (Hb 12:24). “E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala … Ler mais

Uma Promessa de Salvação

Uma Promessa de Salvação

Uma promessa de salvação, é o tema da lição que vamos estudar esta semana. Vamos esclarecer todos os benefícios que o regenerado recebe através da morte de Cristo na cruz. Assim como os benefícios que desfrutamos como graça, bondade, misericórdia entre outros que provem da salvação. I –  O Conceito Bíblico de Salvação 1 – O Conceito Salvação na bíblia significa cura, remédio, saúde física, entre outros. No sentido espiritual a palavra salvação diz respeito ao que Jesus Cristo fez por nós, a expiação pelo nosso pecado; Ou seja, Ele pagou com o seu sacrifício na cruz pelos nossos pecados. A salvação só é possível por causa da obra de Cristo, como diz o autor de Hebreus 2:10. Agora no sentido prático, a salvação significa livramento da condenação eterna, tranquilidade e felicidade, para quem resolve aceitar a Jesus Cristo como seu único salvador. 2 – A Salvação no Antigo Testamento Já no Antigo Testamento a palavra salvação está relacionada a fugir dos seus inimigos, a ser liberto da escravidão E ao estabelecer as qualidades morais e espirituais para a vida daquele que tem Deus como o Senhor e Salvador. Nesta percepção, diante das catástrofes, perseguição doença e morte descritas em (Jz 15:18; 2 Sm 22:3), Deus prometeu a Salvação ao seu povo no sentido de libertar e curar, para que seu povo viva uma vida longe das injustiças. No entanto, o ponto alto da salvação no Antigo Testamento aconteceu com a profecia de Isaías, que falava sobre a vida e a morte do “Servo Sofredor” (Is 53). O Antigo Testamento aponta para o sacrifício de animais sendo substituído pelo sacrifício de Jesus Cristo no Calvário, como diz (Hb 10:11,12): “E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus,” Um exemplo de vaticinado (professia) mencionado por vários profetas daquela época era quando se oferecia um inocente, no lugar de um culpado; uma morte que não era merecida, mas aceita por Deus para remir os nossos pecados (Hb 9:21): “E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério.” 3 – Salvação no Novo Testamento   Não é por mérito que alcançamos a Salvação, Deus dá a Salvação a todo aquele que crer, a Salvação é pela graça, Veja o que diz Efésios 2:8,9: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” O apóstolo Paulo, é o que mais esclarece a respeito da salvação, ele deixa claro que a salvação que Deus nos dá não é pela lei nem por esforço humano, apenas pela graça (Gl 2:16). Cabe a nós confiar em Cristo, para que sejamos redimidos e justificados, através da sua crucificação e também deixando-se ser santificado até o fim, esperando na sua ressureição (Rm 4:25). Ainda que não sejamos merecedores destá dadiva, Deus perdoa nossos pecados e traz a reconciliação consigo mesmo (Rm 5:11), O adota como família (Gl 4:5), sela com o Espírito Santo e capacita o crente a viver em santidade, deixando morta todas as forças do pecado, E assim mais parecidos com Cristo, para que a pessoa que nasceu de novo esteja preparada para esperar a salvação com confiança plena e gloriosa (Fp 3:21). II – A Importância da Doutrina da Salvação 1 – A Grandeza da Salvação. Quando o crente rompe com a velha natureza e passa a ser nova criatura, é preciso que ele tenha o desejo de conhecer mais a verdade de Deus, como diz 1Tm 2:4:  “ Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.” Precisamos tomar o capacete descrito em Ef 6:17 e proteger a nossa mente com as verdades que salvam, para ficarmos livres das astutas ciladas de Satanás que procura nos colocar em dúvida, assim poderemos entender os conceitos fundamentais da doutrina cristã, tais como: 1°) Propiciação É o que leva alguém a perdoar uma ofensa recebida, ou a proceder misericordiosamente para com o ofensor. No caso foi a morte de Jesus na cruz pelos nossos pecados. 2°) Expiação É a satisfação oferecida à justiça divina por meio da morte de Cristo pelos nossos pecados, assim todos os que creem em Cristo são pessoalmente reconciliados com Deus, livrados de toda a pena dos seus pecados e feitos merecedores da vida eterna; 3°) Regeneração Ato ou efeito de regenerar-se, uma outra palavra para regeneração é “renascimento”, relacionada à outra frase bíblica “nascido de novo”. 4°) Santificação É um processo da graça de Deus em que o crente passa a ser separado do pecado e se torna dedicado a justiça de Deus 5°) Perdão É a ação humana de se livrar de uma culpa, uma ofensa, uma dívida e etc. É quando uma dívida é esquecida. 2 – Para Compreender o Que Jesus Fez É muito simples viver a salvação, basta aceitar Jesus como seu salvador (Rm 10:10). Muitas das vezes o processo da salvação é lento e precisa ser compreendido, esse processo chama-se o aperfeiçoamento dos santos. A salvação é um processo imediato, Mas o aperfeiçoamento vai depender da vida constante em dependência de Deus em todas as áreas da vida, e isso se chama “santificação”  3 – Para se Aprimorar Dos Benefícios da Salvação Como alguns podem negar a salvação, devemos nos esforçar para conhecê-la melhor e nos aprimorar de todos os benefícios, Como o livramento da condenação do inferno, a libertação do poder do pecado e do poder das trevas descrito em (Cl 1:13) que diz: “O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; ” III – A Salvação Prometida no Éden 1 – O Pecado Humano A raça humana passou a viver a maldade a partir do momento em que Adão e Eva pecaram (Gn3:6,7) Enquanto o casal não havia sido contaminado pelo pecado, eles … Ler mais

Sobre a Família e Sua Natureza

Sobre a família e sua natureza

Sobre a família e sua natureza, bem sabemos que à família é um propósito de Deus para as nossas vidas, independente de religião raça ou nível social. O livro de Gênesis traz um breve resumo sobre este assunto. Para este projeto divino não existe prazo de validade, e continua valendo até os dias de hoje. É Sobre a Família e Sua Natureza o assunto que estaremos tratando nesta lição.   I – A Origem 1 – O Homem e a Mulher No relato da criação homem e mulher aparecem juntos mostrando a igualdade de ambos. Em Gênesis 1:27 diz: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. ” Tanto no Grego como no Hebraico, as duas palavras nos revelam a igualdade de ambos, macho e fêmea; a diferença está apenas na sexualidade. Quando Deus uniu este casal instituiu o casamento. 2 – A Formação da Mulher A formação da mulher na história humana, não aparece nos antigos registros do Oriente Médio, mas sim, em Gênesis. Enquanto a formação do homem só aparece uma única vez (GN 6:7), a da mulher aparece seis vezes. Observe os (vv.18-23). A palavra adjutora usada no (v.18), tem como significado “auxiliadora” na tradução de Almeida Revista e Atualizada e “Adjudadora” na tradução Brasileira. Isso não inferioriza a mulher, ainda porque estes termos Ajudador e auxiliador devem ser entendidos à luz do contexto do que está escrito em: (Sl 54:4; Hb 13:6). II – A Família 1 – Conceito de Família Entre os Antigos Hebreus. O lar é formado por pai, mãe e filhos, como descreve (Sl 128:1-4). No Antigo Israel a base da economia, era a agricultura e o pastoreio; No entanto uma família de poucos membros, passavam por dificuldades por falta de mão de obra, para o trabalho doméstico. Por isso era comum que ela se estendesse a tios, primos, sobrinhos, era normal duas ou três gerações viverem juntas, (Gn 24:67). Arqueólogos descobriram que essas famílias ampliadas eram formadas por quinze membros. Quando a família era rica como a de Abraão, acrescentavam ainda servos e estrangeiros. A bíblia faz menção a família de Saul, tendo como componemte: seu pai, avô, bisavô e trisavô além da tribo em que ele pertencia, (1 Sm 9:1,2). 2 – O Papel da Mulher na Sociedade Israelita Homem e mulher, tinham as mesmas tarefas. A mulher cuidava da casa e ajudava o marido diariamente no sustento da família. Com a sentença de Deus relatada em (Gn 3:16) “E a mulher disse: multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”, está sentença significa que a mulher além de se dedicar ao trabalho diário da mesma forma que o homem, também teria de dedicar-se a maternidade. Ela nunca foi inferior e também nunca será, mas o homem é o chefe e pastor do lar, cuidando também da segurança e bem-estar da família. Em estado de gestação, as mulheres além de carregar a criança no ventre continuava exercendo suas tarefas diárias, era um período de risco, devido ao trabalho pesado, para ela e para o bebê. III – Princípios Básicos 1 – Casamento. É a união intima e verdadeira entre duas pessoas de sexo oposto, que se amam e decidem viverem juntas, Diante de um pacto solene e legal, a manifestação do desejo de viverem juntas é pública. Entre seres vivos inteligentes, não existe uma intimidade maior do que existe entre marido e mulher; Exceto ao da trindade. A família foi estabelecida para a felicidade e companheirismo, para que ambos possam ter uma convivência amorosa. (GN 2:24) esta passagem apresenta três princípios básicos para o casamento: 1°) Monogamia (1 Co 7:2) 2°) Heterossexualidade (Gn 4:1,25) 3°) Indissolubilidade (Mt 19:6) 2 – Monogamia. Monogamia, diz a respeito as sociedades que adotam o princípio do casamento de um homem com uma mulher e vice-versa, conforme estabelecido pelo Criador. As palavras “ e apegar-se-á a sua mulher” no (v24), apontam para o principio monogâmico; O texto não diz “as suas mulheres”, mas, pelo contrário, “a sua mulher. Isso mostra o pensamento bíblico (1 Co 7:2; 1Tm 3:2). ” Mas, por causa da fornicação, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido.” (1 Co 7:2). 3 – Heterossexualidade  Deus tinha um propósito na criação do homem e da mulher que era a procriação, visando a conservar os seres humanos na terra: “[…] macho e fêmea os criou e Deus os abençoou e lhe disse: frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra” (Gn 1:27,28). Quando Deus formou a mulher da costela de adão, a bíblia afirma “[…] deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher” (Gn 2:24). Isso mostra que a diferenciação dos sexos assegura as particularidades de cada um na união conjugal, postura necessária para a formação do casal. O homem se une sexualmente a sua esposa, não só para procriar mas para uma vivência afetuosa, agradável e prazerosa (Pv 5:18). O relacionamento sexual aprovado na bíblia é de um homem com uma mulher dentro do matrimonio. O pai e a mãe são referenciais para a criação tanto do menino quanto da menina. A cima de qualquer coisa, o comportamento para o homem e para a mulher que deve ser seguido, deve vim da palavra de Deus. 4 – Indissolubilidade O casamento que tem uma natureza indissolúvel, desde que foi criado, como disse Deus no (v. 24b) “E serão ambos uma só carne” Temos a comprovação dessa indissolubilidade em Mateus 19:6 que diz: “Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. ” O voto de fidelidade, que juram um ao outro, não é mera formalidade, e sim uma afirmação Divina, na qual deixa o casamento livre deste voto em apenas três casos, que são eles: 1°) Morte de um Dos Cônjuges (Rm 7:3) … Ler mais

O Mundo Vindouro

O Mundo Vindouro

O mundo vindouro é o assunto que será abordado nesta lição. Na semana passada falamos no juízo final, e nesta semana falaremos do novo céu, nova terra e do lar que teremos. Trataremos também de alguns assuntos  específicos como o reino de Cristo de mil anos, entre outros.   I – Sobre o Milênio 1 – Descrição O milênio é descrito como o reino de Cristo de mil anos. Durante este período, Satanás será aprisionado em um abismo, onde foi escrito em (apocalipse 20:2,3). Isso significa que a ação destruidora de Satanás na terra será aniquilada. Depois disto, acontecerá uma nova ordem das coisas. Este será o tempo da mais almejada e desejada paz e justiça entre os seres homens e entre os animais. Isaías deixa claro no cap. 9:7, que haverá paz, retidão e justiça: “Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto.” No reino do Messias teremos algumas características próprias, e resposta para as nossas orações. A sede será em Jerusalém, como diz a palavra de Deus em Isaías 2:3 “[…]porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor.” Jesus se assentará sobre o trono de Davi, e reinará sobre toda a humanidade de Jerusalém. Esse reino vai trazer salvação aos judeus. É o fim do programa de Deus sobre o povo de israel, como está escrito em (Rm 11:26). “E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.” 2- Sobre a Ressurreição dos Mortos    A informação que temos em Daniel 12:2 é que os justos e injustos ressuscitarão. “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” Só que no livro de apocalipse 20:5 esclarece que há um intervalo de mil anos entre essas ressureições: “Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabarem. Esta é a primeira ressurreição.” Fazem parte da primeira ressureição aos santos da era da igreja e do Antigo Testamento, junto com os mártires da grande tribulação “E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.” (Ap 20:4). Devemos entender que a ressureição se divide em duas fases: 1°) A Primeira Fase Será no Arrebatamento da Igreja Na hora do arrebatamento da igreja, serão ressuscitados todos os servos do Senhor. 2°) A Segunda Fase Será a Resurreição Dos Injustos Conhecida também como a última ressureição, que envolverá todos os descrentes desde o princípio do mundo até aquele dia. (Cf. 1Co 15:52; 1Ts 4:16; Ap 20:6) II – Sobre o Juízo Final 1 – Descrição Esta é conhecida como o juízo do grande trono branco, descrito em Apocalipse 20:11: “e vi um grande trono branco”. Nesta fase serão julgados “os outros mortos”, aqueles que não fizeram parte da primeira ressureição, descrito em (Ap 20:5), isso mostra que ficarão de fora os crentes da primeira ressureição. Esses crentes são os que já fazem parte do corpo glorificado, descrito em (Ap 20:4). Deus instaurará este juízo após a última rebelião de Satanás, que acontecerá depois dos mil anos do reinado de Cristo (Ap 20:7). Deus executará este juízo por meio de Jesus Cristo: “O pai a ninguém julga, mas deu ao filho todo o juízo” (Jo 5:22). 2 – O Julgamento. Não há relatos de vivos no juízo final, como descreve Apocalipse 20:12: “e vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro que é o da vida e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Esta descrição de grandes e pequenos não se refere a idade, mas a status, pessoas de todas as classes sociais. Ricos e pobres, todos eles serão julgados, pelas suas obras  nesses livros. O resultado deste julgamento é a condenação eterna: “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo” (AP 20:15). Não existe aqui lugar para o sono da alma, nem para uma segunda oportunidade, muito menos para o aniquilamento. 3 – Destino Dos Ímpios. O inferno é descrito como “lago de fogo” ou “ardente lago de fogo e enxofre”. (Ap 19:20). Esse lugar foi preparado para o diabo e seus anjos e não para os seres humano, como está descrito em (Mt 25:41). mas será a aniquilação final dos perdidos, por causa da sua incredulidade e desobêdiência, pois a vontade de Deus é que ninguém se perca, mas que todos sejam salvos (1Tm 2:4). 1°) A Septuaginta. a) Hades. A septuaginta usa este termo para traduzir o hebraico Sheol, no antigo testamento que significa o “mundo invisível dos mortos” (Sl 89:48). Ambos os termos se traduzem as vezes, por “inferno” na Almeida Revista e Corrigida (Sm 9:19; Mt 16:18). O lugar serve como estágio intermediário para aqueles que morrem sem Cristo. É uma prisão temporária até que venha o dia do juízo (Ap 20:13,14). Os condenados que partiram desde o início do mundo permanecem lá conscientes e em tormentos, sabendo perfeitamente porque estão neste lugar (Lc 16:23,24). 2°) O Geena b) Geena. O mundo judaico contemporâneo de Jesus cria que Geena era o lugar no qual os ímpios receberiam como castigo o sofrimento eterno. O termo, traduzido por “inferno”, foi usado pelo Senhor Jesus nos evangelhos de Mateus 23:33, que diz: “serpentes, raça de víbora! Como escapareis da condenação do inferno?” (Mt 23:33). E indica o lago de fogo descrito: “Serpentes, raça … Ler mais