A Segunda Vinda de Cristo

A Segunda Vinda de Cristo

A Segunda Vinda de Cristo é o tema escatológico que trataremos nesta lição. Tudo o que aprenderemos aqui tem fundamento na bíblia, que é a palavra de Deus. A bíblia refere-se A Segunda Vinda de Cristo em duas fases: 1°) É o Arrebatamento da Igreja 2°) É a Sua Vinda em Glória Mas, a bíblia também descreve um acontecimento na terra entre essas duas fases que é a grande tribulação. I – Os Eventos do Povir 1.Fonte de Predição Bom, o “povir”, um substantivo masculino que significa futuro, ou seja, o que ainda está por vir. A Fonte de predição, é a palavra de Deus, ou seja, o que diz antes que aconteça. E é por meio dela que Deus, nos revela tudo o que precisamos saber sobre os eventos do futuro “povir”. Esses eventos são uma série de acontecimentos na igreja profecias da história humana que envolve: 1°) O Arrebatamento da Igreja Descrito em (1 Ts 4:16,17) “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.” 2°) A Vinda de Jesus em Glória Descrito pelo próprio Jesus em (Mt 24:30), que diz: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.” 3°) O Juízo de Deus Sobre a Terra no Fim Dos Tempos Descrito em (Mt 25:21) “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver.” 4°) O Futuro Glorioso de Israel Descrito em (Is 62:2,3) “E os gentios verão a tua justiça, e todos os reis a tua glória; e chamar-te-ão por um nome novo, que a boca do Senhor designará. E serás uma coroa de glória na mão do Senhor, e um diadema real na mão do teu Deus. ” 5°) É o Reino Milenar de Cristo Também descrito em Isaias 11:10, “E acontecerá naquele dia que a raiz de Jessé, a qual estará posta por estandarte dos povos, será buscada pelos gentios; e o lugar do seu repouso será glorioso.” Podemos ressaltar que esses acontecimentos, são anunciados desde o princípio do mundo. De Enoque descrito em Judas 14, até João que foi o último apóstolo, no livro de apocalipse. 2. O Destino dos impérios da antiguidade Os impérios da antiguidade tiveram o destino que as profecias apontaram: Como por exemplo a queda da Babilônia, para nunca mais se erguer; descrito em Isaías 13:19,20. A subida e queda do império Medo-persa, grego e romano, que estão descritos em Daniel cap. 7 e 8. A própria História, comprovam os fatos. As profecias Messiânicas, também se cumpriram com riqueza de detalhes, desde o nascimento de Cristo, através de uma virgem, até a sua ressureição e ascensão ao céu. 3. Sobre as Diásporas Judaicas Diáspora judaica refere-se às diversas vezes em que os judeus foram expulsos de sua terra e forçados a formarem comunidades fora do que hoje é conhecido como Israel partes do Líbano e Jordânia (por dois mil anos). Primeira diáspora, de acordo com a Bíblia, é um fruto da idolatria e rebeldia do povo de Israel e Judá para Deus. Essa rebeldia fez com que Deus os tirasse da terra que lhes prometera e os espalhasse pelo mundo até que o povo de Israel retornasse para a obediência a Deus. Onde seriam restaurados como uma nação soberana e senhora do mundo. As profecias apontam para duas dispensações e em seguida suas restaurações como previsto. 1°) Diáspora Se encontra em Jeremias 16:13, que diz: “Portanto lançar-vos-ei fora desta terra, para uma terra que não conhecestes, nem vós nem vossos pais; e ali servireis a deuses alheios de dia e de noite, porque não usarei de misericórdia convosco.” E o seu retorno, descrito em Esdras 1:1-3. 2°) A Segunda Diáspora Foi anunciada pelo próprio Jesus e está registrado no evangelho segundo escreveu Lucas 21:24, que diz: “E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.” Retornando a terra dos seus antepassados mais de 18 séculos, como foi anunciado pelos profetas do Antigo Testamento como Jeremias (31:17); Ezequiel (11:17; 36:24) entre outros. II – Termos Bíblicos Para a Segunda Vinda de Cristo 1. Vinda No aspecto escatológico, que é a doutrina que trata do destino final do homem e do mundo, o substantivo “vinda” refere-se tanto ao arrebatamento da igreja, como descreve Paulo em (1Ts 4:15). “Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.” Como a vinda de Cristo em Glória, descrita também em (2 Ts 2:8) “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;” Há um outro termo, que é érchomai, significa “ir” e também vir. Como podemos observar são duas coisas opostas, considerando o ponto de partida e o ponto de chegada. Para quem está no ponto de partida é “ida” e para quem está no ponto de chegada é “vinda”. Em várias passagens bíblicas esse verbo apare referindo-se a vinda de Jesus, em: (Jo 14:3; At 1:11; Jd 14; Ap 1:7). 2. Manifestação, Aparição O substantivo grego para manifestação, aparição: é epipháneia, ele aparece apenas seis vezes no Novo Testamento, exclusivamente escrito por Paulo, e todas as vezes em que é usado diz respeito a vinda de Jesus, desde a encarnação do verbo (2Tm 1:10). “E que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho;” Com este termo o apóstolo Paulo exorta os crentes, para uma vida santa, irrepreensível … Ler mais

As Manifestações do Espírito Santo

As Manifestações do Espirito Santo

As Manifestação do Espírito Santo de Deus diz respeito ao batismo no Espírito Santo e aos dons Espirituais. Esses temas são importantes, abrangentes e nunca se esgotam. Tratam-se da evidência da comunicação de Deus com seu povo, e com cada um crente individual. I – A Descida do Espírito Santo 1. A Experiência do Pentecostes A bíblia relata várias passagens em que temos o batismo com o Espírito Santo. João batista disse: “E eu em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo”. João batista referia-se a Jesus, e o próprio Jesus falou sobre esse batismo em (At 1:4,5) como promessa do Pai. Ele ainda acrescentou que João batizou com água, mas que eles (seus discípulos) seriam batizados com o Espírito Santo. Então, em (At 10:44-46) quando em meio a uma pregação de Pedro, em que o Espírito Santo desce sobre todos que estavam ouvindo a palavra, inclusive gentios, Pedro tem a confirmação do que João batista referia-se quando pregava em (Mt 3:11), e Jesus confirmou em (At 1:4,5). 2. Batismo “no” Espírito Santo ou “com” Espírito Santo? As duas traduções estão corretas e são aceitas de acordo com o contexto. O batismo no Novo Testamento tem a ideia de imersão, submersão, podemos observar isso em: (Cl 2:12) que diz: “Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos. ” 1°) Tradução Almeida Revista e Atualizada: Traz um texto em Mt 3:11, usando: “Com; ou em” observe: “ E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.” 2°) A Nova Versão Internacional, Também Traz Textos Com o Mesmo Sentido. 3°) Já a Versão Almeida Revisada da Imprensa Bíblica Brasileira Usa “ Batizar em Água” e “Batizar no Espírito Santo, Nas Suas Passagens. Nós, porém, usamos batizado “em águas” e batizado “no Espírito Santo”, pois se usarmos batizado “com água” pode parecer que o batismo foi feito por aspersão, e isso contradiz a ideia de imersão citada lá em (Rm 6:3,4 e Cl 2:12). 3. Os Sinais Sobrenaturais No dia do pentecoste, As Manifestações do Espírito Santo de Deus trouxeram uma ação sobrenatural do Espírito de Deus, que deixaram três sinais a serem observados: 1°) O Som Como de um Vento (At 2:2) “E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. ” 2°) A Visão das Línguas Repartidas Como Que de Fogo Veja o que diz a palavra de Deus: (At 2:3) “E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.” 3°) Falar em Línguas (At 2:4) “ E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. ” Os dois primeiros sinais, jamais vão se repetir, porque marcaram As Manifestações do Espírito Santo de  Deus, no dia de pentecoste. Foi como se estivesse anunciando a chegada de alguém tão importante quanto foi a chegada do próprio Cristo. O dia de pentecoste marcou não só a chegada do Espírito Santo, mas As Manifestações do Espírito Santo de forma sobrenatural na igreja. II – A NATUREZA DAS LÍNGUAS 1. Fonte As línguas do pentecoste foram caracterizadas como “outras línguas, conforme o Espírito lhe concedia que falassem” (At 2:4). O termo Grego para “outras” aqui neste versículo é héterais, de héteros, ou seja, “um tipo diferente”. Há quem questione essa passagem bíblica, mas ela tem fonte no próprio Espírito Santo que deixa a evidência visível. A audição é outra evidência, pois “cada um os ouvia falar em sua própria língua” (2:6). 2. A Glossolalia É a manifestação das línguas estanhas no batismo do Espírito Santo, essa expressão latein glosais, que significa “falar línguas”, é usada no novo testamento para dar a indicação de “falar outras línguas” (1Co 14:5). Essas línguas que foram manifestadas no dia de pentecoste são as mesmas línguas que aparecem na lista dos dons espirituais descrita por Paulo em (1Co 12:10,28; 14:2). Ambas as línguas são vindas de Deus e são de origem sobrenatural, e tem funções diferentes. 3. Sua Continuação. A primeira evidência do batismo no Espírito Santo, é o falar em “outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2:4). Essa experiência se repete na história da igreja e aconteceu na casa do centurião Cornélio, está registrado lá em (At 10:45,46). Tanto em Éfeso, na terceira viagem missionária de Paulo, (At 19:6), como até a data de hoje as professías, línguas, e ciência serão válidas nos nossos dias até a vinda de Cristo.Confira em (1Co 13:8-10) “O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.” III – Significado e Propósito 1. O Batismo no Espírito Santo Não é Sinônimo de Salvação. Esse batismo trata-se de uma benção, não como as bençãos que nós conhecemos, mas uma benção diferente. Todos os crentes em Jesus já tem o Espírito Santo. Quando somos regenerados o Espírito Santo nos promove um novo nascimento (Jo 3:6-8). No exato momento que o pecador aceita a Jesus de verdade, ele recebe o Espírito Santo (Gl 3:2; Ef 1:13). Os discípulos de Jesus tinham o seu nome escrito no livro da vida (Lc 10:20) assim como já tinham o Espírito Santo antes mesmo do dia de pentecoste (Jo 20:22). 2. Definições e Propósitos. O batismo no Espírito Santo é na verdade um revestimento de poder. Este poder serve para que os crentes possam realizar o desenvolvimento do evangelho em todo mundo. Ele tem … Ler mais

A Nacessidade de Termos Uma Vida Santa

A Necessidade de Termos Uma Vida Santa

A Lição desta semana vem explicar A Necessidade de Termos uma Vida Santa, assim como as possibilidades que temos para isto. Nós entendemos que quando um pecador se arrepende e recebe Jesus como seu salvador pessoal, ele passa a ser regenerado, ou seja, abandona a vida de pecado para seguir a luz. Assim passa a fazer parte da família de Jesus. A regeneração vem do Espírito Santo e é instantânea e progressiva, por que vai se estender durante toda a vida do crente. I – Definindo os Termos 1. A Santidade de Deus A santidade de Deus é absoluta, pois Ele é santo em caráter e essência. Essa santidade é uma característica própria e não adquirida, veja o que diz Amós: “Jurou o Senhor DEUS, pela sua santidade, ” (Am 4:2) a) A Santidade de Deus É a plenitude gloriosa da excelência moral de Deus. b) A Santidade Pertence a Deus Ela existe em Deus e nEle se originalizou, Ele não adquiriu de ninguém. 2. Significado Santificar, dedicar, consagrar, significa “separar” tem também como proveniente o verbo hebraico “qadash”, que significa ser santo. Quando usado na região de Israel nos dá a ideia de “separar para Deus” ou seja, retirar do uso comum. Assim, santidade nos dá um sentido de afastar-se de tudo o que é pecaminoso, e de tudo o que contamina, por isso vem a nacessidade de termos uma vida santa. 3. Exclusividade Quando dizemos que uma pessoa, objeto ou qualquer coisa é separada à Deus, significa dizer que esta pessoa ou objeto pertence a Ele; ou serve a Ele com exclusividade, veja o que lemos em: Êxodo 13:2 “Santifica-me todo o primogênito, o que abrir toda a madre entre os filhos de Israel, de homens e de animais; porque meu é.” Podemos entender que o que é sagrado não pode ter uso comum, o azeite da unção e o incenso do santuário não podiam ter outro uso; o sagrado deve ser tratado como sagrado, os antigos hebreus levavam a santidade muito a sério. II – A NECESSIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA 1. Israel Deus escolheu a nação de Israel para ser seu povo, por isso há um apelo para que o povo tenha santidade. É por isso que temos a necessidade de uma vida santa. Ele escolheu Israel para ser sua propriedade particular. Observe (Êxodo 19:5,6) “ […]então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. […]” A santidade exigida por Deus era mais que natural, porque além dele ser santo os israelitas foram separados, do meio dos outros povos para Deus. 2. A Igreja Os três propósitos de Deus com Israel, são os mesmo para a igreja de hoje, e nos levam a nacessidade de termos uma vida santa. 1°) Sacerdócio Real Os sacerdotes eram escolhidos por Deus, eles não podiam escolher-se a si mesmo e havia um proposito que era servir a Deus com suas vidas oferecendo sacrifício.    2°) Nação Santa Deus através de Pedro, não se refere a Israel nem a nações como o Brasil, Grécia ou outra qualquer. Deus está se referindo a um povo escolhido, separado. Mas que povo é este? Estas pessoas são as que foram regeneradas e fazem parte do corpo de Cristo. 2°) Povo Adquirido Esse povo adquirido é uma geração eleita, é o povo de Deus. Podemos ser membros de qualquer igreja, não importa, mas ninguém pode dizer que é povo de Deus sem ser escolhido por ele mesmo (I Ts 1:4). Essa eleição é de Deus e não nossa, e tem o intuito de separar um povo santo para a sua adoração.   3°) Uma Exigência Natural Essa exigência é de Deus, ela age naturalmente por que Ele é santo, observe o que diz: (1 Pe 1:15,16) “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. ” Assim como Deus escolheu e santificou o povo de Israel, assim Ele também nos escolheu e santificou para servi-lo. Israel precisava afarar-se das práticas pecaminosas e nós hoje como povo escolhido precisamos nos afastar da prostituição e tudo que possa contaminar a santidade de Deus. III – A POSSIBILIDADE DE TERMOS UMA VIDA SANTA 1. A Santificação Posicional. É o primeiro aspecto de uma santificação, também chamada de santificação passada ou instantânea, ela acontece na mudança do ser humano de pecador para santificado, e está descrita em At 26:18, que diz: “Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim. ” Essa santificação instantânea é o começo de uma vida cheia de progressos. Todos nós salvos, somos santos e reconhecidos no Novo Testamento, e é assim que o apóstolo Paulo refere-se a nós: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados santos: Graça e paz de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. ” (Rm 1:7). Lembrando que temos Jesus Cristo como base desta santificação. E isso não vem de nós. 2. A Santificação Real. É conhecida como santificação presente, ela também é progressiva como diz (Pv 4:18). Observe o diz Paulo: “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor. ” (2 Co 3:18) Podemos observar que existiam crentes carnais na igreja de Corinto mesmo assim eles são considerados santos. Por isso precisamos de crescimento espiritual. 3. Santificação Futura É o terceiro aspecto de santificação e é conhecida também como glorificação. É quando na ressureição seremos completos e poderemos ver o Senhor como realmente Ele é. Jesus falou que iria transformar nosso corpo cansado e abatido para ser um corpo como o dele, ou seja um corpo glorioso. 4. É Possível Ser … Ler mais

A Igreja de Cristo

Igreja de Cristo

A lição desta semana vai nos trazer um ensinamento muito precioso sobre a Igreja de Cristo. A passagem bíblica que se encontra em Atos 2 nos traz revelações preciosas, sobre a descida do Espírito Santo. O que vamos aprender nesta lição de EBD, é a igreja como o corpo de Cristo, e quais os elementos que o identificam. I – A Comunidade Dos Fiéis 1. Etimologia O termo grego “ekklesía” traduzido como igreja, significa chamado para fora. Em Atos 19:32,39 e 41, este termo nos dá a ideia de ajuntamento ou assembléia, que aparece na ARA (Almeida Revista e Atualizada). 2. A Assembléia Dos Cidadãos A Septuaginta usa este mesmo termo (ekklesía) para a tradução do hebraico (qahal) que quer dizer: “assembléia, multidão humana reunida”; isto referindo-se a Israel (cf. Dt 23:2; 31:30). Este era a mesma palavra usada para os cidadãos de Atenas, mas este termo aparece no Novo Testamento com um significado Glorioso. Veja (Ef 2:19): “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”. Essas palavras soam como um tom de celebração de Júbilo e festiva com todos os remidos como homens cidadãos do céu. 3. O Significado da Santa Igreja Católica Nos principais credos da antiguidade cristã, aparece a expressão “Santa Igreja Católica” O termo katholikós, “universal, geral”, tem um significado literal  “de acordo com o todo”, pois é substantivo composto por katá e de holos. Essa preposição grega “katá” significa: “de cima para baixo, contra, ao longo de, conforme, de acordo, segundo” e a palavra holos quer dizer “todo, inteiro, completo”. Inácio bispo de Antioquia (70-110) que empregou o termo para designar a igreja com o sentido de “geral, universal”. Mas o significado adequado do termo se perdeu com o tempo. II – ELEMENTOS QUE IDENTIFICAM UMA IGREJA 1. Afinal, o Que é Igreja? Bom, igreja é toda congregação ou assembléia que se reúna no nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e declarem a sua fé nEle (Jesus). Agora esta declaração pública, acontece de forma diversificada, que dentre essas formas incluem o batismo, e a ceia do Senhor. A palavra igreja trata-se de um sentido completo da palavra que foi prometida por Jesus: “Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” Onde Ele mesmo prometeu estar presente na igreja, por meio do seu divino Espírito Santo, até o fim dos séculos. Maravilha saber que teremos o Senhor presente na nossa congregação, quando estamos reunidos. 2. As Ordenanças Temos duas ordens dadas pelo Senhor, essas ordens que damos o nome de “ordenança” estão registradas nos evangelhos de Mateus e Lucas. 1°) A Igreja de Cristo NA Primeira Ordenança É o batismo nas águas, e se encontra lá em (Mt 28:19) “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” O batismo significa a união que temos com Cristo e a confissão de que temos realmente fé em Jesus. Assim, como nascemos apenas uma vez, o batismo tembém acontece apenas uma vez: “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo;” (Ef 4:5). 2°) A A Igreja de Cristo Segunda Trata-se da santa ceia, em que Jesus diz em (Lc 22:19) ” E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.” A ceia é um ritual da comunhão e significa estar em plena comunhão. Isso que nos leva a continuação da vida espiritual com a igreja. Para participar da ceia do Senhor é preciso estar em comunhão com Deus e com os irmãos, assim é impossível alguém ser crente sem ser membro de alguma igreja.  3. A Adoração Os crentes em Jesus se reúnem para adoração pública e coletiva. Os dois principais verbos gregos para adorar no Novo Testamento, são: a) Poskyneo Que significa “adorar, render homenagem”, no sentido de prostrar-se, veja o exemplo em apocalipse 19.10: “E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.” b)  Latreuo Que significa “servir” a Deus, veja o exemplo (Ap 22:3) ” E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.” À luz da Bíblia podemos definir adoração como serviço sagrado, culto ou reverência a Deus por suas obras e por aquilo que Deus é. Não há diferença entre “servir” e “adorar” nem entre “prostrar-se” e “adorar”. As principais peças de um culto são: oração, louvor, leitura bíblica, pregação ou testemunho, oferta e manifestação dos dons do Espírito Santo. (1Co 14.26). 4. A Família de Deus A igreja não deve ser confundida com templo; a “casa de Deus” é outra coisa. Temos passagens no Novo Testamento em que a palavra “casa” parece estar referindo-se a igreja. Observe o que diz: (1Tm 3:15) “Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.” Veja o que disse o apóstolo Pedro: (1Pe 2:5) “vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo”. Veja que aqui Pedro diz que os cristãos são parte do grande projeto da casa espiritual de Deus. A palavra casa é usada simbolicamente para indicar família, observe o que diz Josué (24:15 b): “porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” E também é usada como família de Deus, veja (Ef 2:19) “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;” Esta explicado o porque chamamos todos os que se convertem ao Senhor de irmãos. III – O CORPO DE CRISTO 1. O Corpo e Seus Membros … Ler mais

A Necessidade do Novo Nascimento

A Necessidade do Novo Nascimento

Graça e paz a todos! Esta semana a Lição Bíblica Dominical traz como tema a necessidade do novo nascimento. Esse tema é de suma importância para esclarecer a respeito da Salvação. Alguns padrões de vida como a honestidade, cortesia, vestir-se de maneira coerente, frequentar constantemente a igreja, e até fazer culto doméstico diariamente não vai nos levar a vida eterna. I – Um Líder Religioso Bem-Intencionado 1. Quem Era Nicodemos? Nicodemos era um fariseu, um líder religioso honesto e sincero; ele tinha a necessidade do novo nascimento. talvez fosse líder do sinédrio Judaico. Ele procurou Jesus de noite, quem sabe por medo de ser prejulgado, pelos próprios membros do sinédrio. Ele foi ao encontro de Jesus e reconheceu que os milagres e os ensinamentos vinham de Deus. Complementa reconhecendo a sua Divindade, e é logo surpreendido por uma afirmação, que com certeza mudou totalmente a sua vida. 2. Os Fariseus a) Representantes do Povo Eles eram representantes do povo e ,embora fossem a minoria, exerciam fortem influência na comunidade Judaica. Eram membros do Sinédrio e tornaram-se inimigos de Jesus. b) Inimigos Severos Em (At 26:5), Paulo afirma que o grupo dos fariseus da qual Nicodemos participava, era a mais severa seita do judaísmo e que foi eles que se opuseram a aceitar os novos cristão, apenas pela fé em Cristo. C) A Necessidade do Novo Nascimento Os evangelhos estão repletos de mal comportamento desses homens que julgavam injustamente, a ponto da  palavra Fariseu tornar-se sinônimo de fingimento e hipocrisia. 3. Os Sinais Efetuados Por Jesus Nesta ocasião Jesus estava indo para Jerusalém. Era um período que Jesus estava fazendo muitos milagres, e talvez isto tivesse chamado à atenção de Nicodemos. Ao encontrar Jesus, Nicodemos diz: “Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.”. Talvez as palavras desta saudação tivessem acontecido pelos milagres e maravilhas que Jesus estava operando, e pela multidão que cria nele. Mas Jesus sabia da necessidade do novo nascimento, e foi por isso que iniciou a conversa com esse foco. II – O Novo Nascimento 1. É Necessário Nascer de Novo Ao chegar a Jesus, Nicodemos é surpreendido por uma declaração que o deixou completamente sem entendimento: “Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3 b) Mas afinal o que é nascer de novo? Embora a dúvida de Nicodemos fosse de que o homem pudesse voltar ao ventre de sua mãe, ele na verdade ficou sabendo de algo mais profundo. O nascimento da água e do Espírito de Deus, o nascimento de alguém que foi realmente regenerado, nascido, criado por Deus, esta é uma experiência profunda do homem com Deus. 2. A Regeneração A regeneração não é um termo comum no Novo Testamento, este termo só é encontrado duas vezes, mas ela tem muito a ver com a necessidade do novo nascimento a) A Primeira: Quando Refere-se à Restauração de Todas as Coisas. Temos um exemplo claro da Regeneração quando se refere a restauração de todas as coisas: “E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.”(Mt 19:28). b) A segunda: Como Sinônimo de Todas as Coisas, Com o Sentido da Salvação em Cristo. Um outro exemplo da regeneração com o sentido da Salvação em Cristo, está na Epístola à Tito 3:5, que diz: “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,”. Trazendo apenas a observação de que alguns reencarnacionistas usam esta passagem bíblica para fundamentar a doutrina da encarnação, mas Jesus deixou claro :”O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do Espírito é Espírito”(v.6) Jesus não está falando em renascimento, e nem em reencarnação; ainda por que essas coisas nunca fizeram parte da tradição judaica. 3. A Perplexidade de Nicodemos. Na verdade Deus não está preocupado com religião, e infelizmente tem muita gente pensando nisso. A verdadeira vontade de Deus é que haja comunhão com as suas criaturas. Foi de Deus a iniciativa de comunicação com o homem (Adão), logo após a queda (Gn 3:8-10). Quando Deus mandou Moisés, levantar o tabernáculo, automaticamente demostrou o desejo de estar no meio do seu povon(Ex 25:8). Até que por fim, assumiu a forma humana, “e o verbo se fez carne e habitou entre nós”(jo 1:14). Enfim, o novo nascimento (Regeneração) é a restauração da comunhão com Deus. Regeneração não tem nada a ver com regras religiosas, éticas ou doutrinas. Por isso que temos a necessidade de um novo nascimento, e muita gente nas igrejas, e poucos regenerados para o reino de Deus. III – Uma Necessidade 1. O Estado Humano “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,” (Ef 2:1). Paulo ensina sobre a universalidade do pecado através do que veio do própio Jesus. Veja o que ele diz em Gl1:11,12: “Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” Deixando claro que foi do própio Jesus que aprendeu. O Antigo Testamento nos deixa base para esta afirmação, veja: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.” (Sl 51:5). Não há como negar a universalidade do pecado e Nicodemos como Príncipe dos fariseus, doutor da lei, deveria saber muito bem. Além do mais, Jesus usou uma linguagem bíblica ao falar da necessidade do novo nascimento. 2. Saulo de Tarso Todos nós nascemos pecadores, é o que diz (Rm 3:23) ” Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;” mesmo os que tiveram o privilégio de nascer num lar cristão. Não importa onde você nasceu, e nem que herança valiosa recebeu dos seus pais cristãos, todos nós … Ler mais

A Pecaminosidade Humana e a Sua Restauração à Deus

A Pecaminosidade Humana e a Sua Restauração a Deus

Graça e paz a todos! Na lição de hoje estudaremos sobre A pecaminosidade Humana e a Sua Restauração à Deus. Vamos estar explicando de forma bem detalhada a respeito do pecado e suas consequências na vida da humanidade. Bem sabemos que os conflitos, discórdias e toda sorte de maldade, assim como a avareza e malícia são manifestação do pecado, que existe desde o princípio até os dias de hoje. I – Definindo os Termos 1. Pecado Para indicar a imensa lista de pecados que encontramos na bíblia, em primeiro lugar seria interessante entendermos que a palavra pecado em Grego é harmartia, essa palavra tem quase 25 termos hebraicos no Antigo Testamento referindo-se ao pecado. Voltando a imensa lista de pecados que constam na bíblia, temos o primeiro, que muitas vezes passa desapercebido: o erro, depois a iniquidade, prostituição, trangressão, maldade, impiedade, engano, sedução, rebelião, violência, perversão, orgulho, malícia, concupiscência, injustiça, dentre outros listados pelo apóstolo Paulo em (Rm1:29-32). 2. Os Termos Hebraicos “Awon e Peshá” Esse primeiro termo hebraico, awon que significa iniquidade, perversão, vem de uma raiz que nos tras o sentido de entortar, torcer, daí a ideia de perverter a lei de Deus, sem contar com a ideia de indivíduos pervertidos. a) Injustiça Nas traduções das nossas versões, essas palavras aparecem como: injustiça (Gn15:16) ” E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia.” b) Maldade Maldade (Tt 3:3) “Houve tempo em que nós também éramos insensatos e desobedientes, vivíamos enganados e escravizados por toda espécie de paixões e prazeres. Vivíamos na maldade e na inveja, sendo detestáveis e odiando-nos uns aos outros” c) Iniquidade E por fim, iniquidade: “eu também andei em oposição a eles, e os trouxe para a terra dos seus inimigos. Se então o seu coração incircuncidado se humilhar, e se aceitarem o castigo da sua iniquidade;” (Lv 26:40). Já o verbo avah, da mesma raiz, descreve a natureza de uma pessoa que não foi regenerada: “Pois a tua iniquidade ensina a tua boca, e escolhes a língua dos astutos.” (Jó 15:5). Isso revela a vida torta de uma pessoa que não é regenerada, ou seja, de um “pecador”. Existe outro termo importante do Antigo Testamento na Hamartiologia é o verbo pashá que tem o significado de transgredir ou o substantivo peshá, com o significado transgreção, delito, observe: “Então irou-se Jacó e contendeu com Labão, dizendo: “Qual é a minha transgressão? Qual é o meu pecado, que tão furiosamente me tens perseguido?” (Gênesis 31:36). Nos dando a percepção de que o ser humano forçou e foi além dos limites que Deus estabeleceu, e isso nos deixa claro que erraram o alvo da vida. 3. O Que é Pecado? A Bíblia não define o que é pecado mas descreve claramente as características do pecado. Como um historiador da igreja Philip Schaff afirmou que a Bíblia “revela a verdade em forma popular de vida e fato” As escrituras dizem que: “O pecado é a transgressão da lei ” (1 Jo 3:4; [ARA]), e que ” toda iniquidade é pecado” (1 Jo 5:17), esse tipo de pecado é conhecido como pecado de “omissão” que significa quando fazemos aquilo que não deveríamos fazer. (cf. Mt 15:3; Rm 5:14). As Escrituras nos ensinam outros tipos de pecado, como o pecado de omissão, vemos um exemplo dele lá em Tiago 4:17, que diz: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.” Esse pecado é deixar de fazer, aquilo que pode ser feito. II – Origem do Pecado 1. O Pecado no Céu Foi lá no céu que tudo começou, quando Adão e Eva foram criados o pecado já estava na terra, mas muito antes ele se originou no céu, um querubim ungido que havia sido criado belo, formoso e sábio, esse querubim tinha a marca da perfeição, como descreve (Ez 28:12-15). Mas se rebelou contra Deus, foi orgulhoso e soberbo, chegando ao ponto de desejar o trono do próprio criador. Ele foi expulso com todos aqueles que se posicionaram ao seu lado. (cf. Is14:12-14; 1 Tm 3:6; e ainda 2 Pe 2:4; Jd 6:4; Ap 12:7-9). 2. O Pecado no Édem Adão e Eva tinham o direito e permissão para comer de toda árvore do jardim, menos da árvore da ciência do bem e do mal; desta eles não poderiam comer, pois Deus advertiu claramente que no dia em que eles comessem certamente iriam morrer. Quando o casal comeu, perceberam que estavam nus e procuraram se esconder da presença de Deus (Gn 3:7,8). O próprio Deus anunciou a vinda de um redentor (Gn3:15), em seguida anunciou a setença ao casal e a toda a sua descendência. E foi assim que o pecado entrou no mundo e com ele a morte: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.” Conhecemos esse desastre como queda da humanidade. 3. A Universalidade do Pecado Agora, onde começou o nosso aprendizado? A Bíblia relata que a pecaminosidade humana foi herdada pela natureza pecaminosa de Adão, e isso se chama pecado original. A Bíblia não mostra exatamente como essa transmissão aconteceu, mas afirma que é inegável esta verdade. Veja o que diz Paulo: “Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.” (Rm 5:19). Observe que a passagm está falando de Adão por ter desobedecido a Deus, e de Jesus que obedeceu nos justificando. Assim as Escrituras mostram que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Por isso não há no mundo quem não peque, e a prova da universalidade do pecado é a morte. Veja novamente o que Paulo diz a esse respeito: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.”(Rm 5:12). Nem mesmo os salvos estão … Ler mais

Esboço da Lição 05 – A Identidade do Espírito Santo

a identidade do espirito santo

A paz amados, segue o esboço da lição 5 da CPAD – A Identidade do Espirito Santo. Para você professor da EBD e para você que deseja ministrar um estudo sobre o Espírito Santo, este esboço vai lhe ajudar muito! Lembrando que nossa querida irmã Silvania, já postou também o comentário dessa lição, aqui: comentário da Lição A Identidade do Espírito Santo. Você pode conferir mais estudos bíblicos e pregações evangélicas sobre este mesmo tema, nos seguintes links: Como Ser Cheio do Espírito Santo. E também nesse aqui: Como Receber o Batismo com Espírito Santo. Confira agora a identidade do Espírito Santo. Lição 05 – A Identidade do Espirito Santo Introdução: O Espírito Santo é quem nos revela todas as coisas, a tri-unidade, a bíblia, que somos filhos de Deus! 1 – O ESPÍRITO SANTO  Objetivo: Compreender quem é o Espírito Santo O Espirito Santo esta presente em toda a bíblia. Gn 1;2. Ap 1;4. Ex 25;6. 1Sm 16;13. Ap 22;17 Ele foi retirado do homem em Gn 6;3. Para vir o dilúvio! Igual será no arrebatamento para vir a grande tribulação. Ele é o Espírito de Deus 1Cor 12;3 At 2;17. Também Espírito de Jesus At 16;7. Ele nunca nos deixará (Jo 14.6). O mundo não pode recebê-lo (Jo 14.7), Ele vive em nós e conosco (Jo 14.17). Ele nos ensina (Jo 14,26). Ele nos lembra as palavras de Jesus (Jo 14.26). Ele nos convence do pecado, nos mostra a justiça de Deus, e anuncia seu juízo contra o mal (Jo 16,8). Ele nos guia na verdade, e nos dá conhecimento de eventos futuros (Jo 16.13). Ele glorifica a Cristo (Jo 16.14). 2 – A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO À LUZ DA BÍBLIA Objetivo: Mostrar a divindade do Espírito Ele é a terceira pessoa da trindade Mt 28;19 Portanto Nosso alvo de fé igual o Pai e o Filho! Ele é Deus 2Cor 3;17. Gn 1;26. É mencionado como Deus At 5;3-4. 1Cor 3;16. 2Sm 23;2,3. O Espírito Santo é Deus pois é revelado na bíblia sempre em pé de igualdade com o pai e o filho Mt 28;19, 1Co 12;4-6; 2 Co 13;13; Ef 4;4-6; 1Pe 1;2 Ele é enviado por Deus a pedido de Jesus Ev.Jo 14;16. Como sendo outro Consolador, o faz igual a Jesus 1Jo 2;1. Jesus pediu para ele ser enviado, porque Deus o retirou da terra Gn 6;3. No AT, o Espírito Santo descia sobre os homens de forma seletiva e temporária. O Espírito “apoderava-se” de certas pessoas do AT como Josué Nm 27:18 Davi 1Sm16:12-13 Saul 1Sm 10:10 O Espírito era instável, ele não ficava. Por isso, poderia sair 1 Sm 16:14. Sl 51;11. ‘Ouvi a voz do Senhor,… vai e diz a este povo’ (Is 6.8,9). O apóstolo Paulo citou essa mesma palavra e disse: ‘Bem falou o Espírito Santo a nossos pais pelo profeta Isaías dizendo: Vai a este povo’ (At 28.25,26) 3 – OS ATRIBUTOS DA DIVINDADE Objetivo: Apresentar os atributos da divindade O Espírito Santo é o Criador do Universo e dos seres humanos (Jó 26.13; 33.4; SI 104.30). Ele gerou Jesus (Mt 1.20; Lc 1.35) e o ressuscitou dentre os mortos (1Pe 3.18); e ressuscitará os fiéis (Rm 8.11). Ele é o Senhor da Igreja (At 20.28); autor do novo nascimento (Jo 3.5,6); dá a vida (Ez 37.14), regenera o pecador (Tt 3.5) e distribui os dons espirituais (1Co 12.7-11). Assim, o Credo Niceno-Constantinopolita-no declara: “E no Espírito Santo, o Senhor e Vivificador, o que procede do Pai e do Filho, o que juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o que falou por meio dos profetas”. A confirmação bíblica dessa verdade é abundante (2 Co 3.17; Rm 8.2; Jo 15.26; Fp 3.3; 2 Pe 1.21). O Credo niceno-constantinopolitano, ou Símbolo niceno-constantinopolitano, é uma declaração de fé cristã aceite pela Igreja Católica, Igreja Ortodoxa, Igrejas ortodoxas orientais, Igreja Anglicana e pela maioria das denominações protestantes. O divino Consolador tem pleno poder sobre todas as coisas. Ele tem poder próprio. É dEle que flui a vida, em suas dimensões e sentidos bem como o poder de Deus (SI 104.30; Ef 3.16). Em 1 Coríntios 2,4, na única referência (no original) em que aparece o termo traduzido por ‘demonstração do Espírito Santo’, designa-se literalmente uma demonstração operacional, prática e imediata na mente e na vida dos ouvintes do evangelho de Cristo. E isso ocorre pela poderosa ação persuasiva e convincente do Espírito, cujo efeitos transformadores foram visíveis e incontestáveis na vida dos ouvintes de então, confirmando o evangelho pregado pelo apóstolo Paulo (1Co 2.4,5)” 4 – PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO Objetivo: Analisar a personalidade do Espírito Santo O Espírito é onipotente (Rm 15.19) e a fonte de poder e milagres (Mt 12.28; At 2.4; 1Co 12.9-11). Ele é onipresente, está em toda parte do Universo (SI 139-7-10); e é onisciente, pois conhece todas as coisas, desde as profundezas de Deus (1Co 2.10,11), passando pelo coração humano (Ez 11.5), até alcançar as coisas futuras (Lc 2.26; Jo 16.13; 1 Tm 4.1). Assim a Bíblia ensina que o Espírito Santo é eterno (Hb 9.14). A santidade de Deus é o atributo mais solenizado nas Escrituras (Is 6.3; Ap 15.4). O termo “santo” é aplicado ao Espírito como consequência direta de sua natureza e não como resultado de uma fonte externa. é Ele quem santifica (Rm 15.16; 1 Co 6.11). A bondade é outro atributo divino, por isso, Jesus disse: “Ninguém há bom senão um, que é Deus” (Mc 10.18 e passagens paralelas de Mt 19.17; Lc 18.19); no entanto, a Bíblia ensina que o Espírito Santo é bom (Ne 9.20; SI 143.10). O Espírito é a verdade (1Jo 5.6) e sábio (Is 11.2). intelecto, pois Ele penetra todas as coisas (1Co 2.10,11) e inteligência (Rm 8.27). Ele tem emoção, sensibilidade (Rm 15.30; Ef 4.30) e também possui vontade (At 16.7; 1Co 12.11). As três faculdades intelecto, emoção e vontade caracterizam a personalidade. Ele Reage – Pedro obedeceu ao Espírito Santo (At 10.19,21); Ananias mentiu ao Espírito Santo (At 5.3); Estêvão disse que os judeus sempre resistiram ao … Ler mais

Maria, Irmã de Lázaro, uma Devoção Amorosa

Falar sobre Maria, irmã de Lázaro e narrar a história de Ev. João 11 quando Lázaro adoece e morre, ou ainda a história de Ev. joão 12 quando esta mesma Maria, Irmã de Lázaro, uma Devoção Amorosa , lava os pés do Senhor e enxuga com os cabelos, é sempre edificante! Uma vez que nunca vamos cansar de extrair lições valiosas sobre essas passagens. Sem mencionar que temos também a passagem onde vemos uma diferença enorme no comportamento e atitude de Maria que tinha uma devoção amorosa, em comparação ao comportamento e atitude de Marta. Essa é outra passagem que já conhecemos bem, porém, assim como as outras que falam de Maria, a irmã de Lázaro, é muito rica em lições para nossa vida nos dias de hoje. Ela era uma mulher com devoção amorosa, esta quando recebeu Jesus na sua casa junto com sua irmã, ficou aos pés de Jesus ouvindo a palavra mesmo sendo recriminada por sua irmã ficou com a melhor parte , porque tinha uma devoção amorosa. Está parte é o tempo que passamos com Jesus, ouvindo a palavra, sentindo sua presença. I – O EXEMPLO DE MARIA DE BETÂNIA 1. Maria “Escolheu a Boa Parte”. Certa vez Jesus passando por uma cidade chamada Betânia, ficou hospedado na casa de Marta e Maria, apesar de ter outras opção Jesus ficou na casa de seu amigo Lázaro e suas duas irmãs , Para eles foi um grande privilégio e uma alegria imensa, ter a presença do senhor Jesus em sua casa. 2. Maria Deu Prioridade a Jesus. Maria, Irmã de Lázaro, uma Devoção Amorosa que tinha por Jesus, como sua irmã, tinha afazeres domésticos para fazer, mas deu prioridade ao senhor Jesus, sentada aos seus pés do senhor ela ficou ouvindo a sua maravilhosa palavra. “Marta, porém, andava distraída em muitos serviços e, aproximando-se, disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe, pois, que me ajude” (10.40). Apesar de Marta não ter entendido a preciosidade daquele momento, Maria tinha adquirido a melhor parte, como disse Jesus: E, respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada. 3. Mais “Martas” do Que “Marias”.  Infelizmente temos mais Martas do que Maria, a mulher tem desenvolvido um papel de destaque na sociedade, além de mãe, esposa; a mulher tem assumido grande desempenho, mo mercado de trabalho. Ela se encontra distraída das coisas de Deus; muitas delas tem assumido vários cargos na igreja e sem sequer perceber acaba sem tempo para uma simples tarefa diária de ler a bíblia e alimentar-se da palavra. II – MARIA, A MULHER QUE UNGIU O SENHOR 1. Maria Ungiu os Pés de Jesus.  Foi Jesus seis dias antes da pascoa na casa do seu amigo Lázaro, aquele que tinha ressuscitado dos mortos, ele tina duas irmãs uma delas se destacou: Maria, Irmã de Lázaro, uma Devoção Amorosa a) Um Convidado Ilustre que vivia com suas duas irmã, e ali foi preparado uma ceia para receber o convidado ilustre (Jo 12.2), b) A Distração de Marta Marta como sempre preocupada com a hospitalidade  dos seus convidados especial, distraia-se novamente com os preparativos para a ceia da pascoa. c) Uma Ceia Para Jesus. Embora o texto não diga Marta provavelmente tenha sido a organizadora da refeição para o mestre Jesus, ele era uma mulher cuidadosa e hospitaleira com a refeição de Jesus e seus discípulos, ela servia enquanto seu irmão Lázaro provavelmente estava ao lado de Jesus estado à mesa. d) Maria Ungiu a Cabeça de Jesus.  Na mesma semana em que se daria a sua morte jesus saiu de Jerusalém para Betânia e profetizou sobre o que ia acontecer: “Bem sabeis que, daqui a dois dias, é a Páscoa, e o Filho do Homem será entregue para ser crucificado” (Mt 26.2). Dali dirigiu-se foi para Betânia onde lhe ofereceram um jantar, segundo a própria escritura, uma mulher ungiu a cabeça de Jesus com um unguento de grande valor; Essa mulher era Maria, podemos perceber essas informações observando o contexto . 3. Devemos Oferecer o Melhor a Jesus.  Maria poderia ter oferecido algo de menos valor, mas tomou a decisão de dar o melhor de si, muitos dos que estravam naquela sala criticaram a sua atitude, mas Maria não deu ouvidos e continuou com sua atitude de adoradora que reserva o melhor para o senhor. Mas Jesus aprovou o gesto de Maria e disse: “Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado, em todo o mundo, também será referido o que ela fez para memória sua” (Mt 26.13; Mc 14.9). E até hoje essa atitude solene de Maria é lembrada. III – O CARÁTER HUMILDE DE MARIA 1. Maria, uma mulher humilde. Podemos concluir que Maria, Irmã de Lázaro, uma Devoção Amorosa, era humilde e possuía uma devoção amorosa além de boas condições financeiras para uma mulher comum da época. O perfume de Alabastro que ela derramou sobre Jesus era um unguento de grande valor comercial, um poco mais à frente ela sentou-se aos pés de Jesus e dedicou toda a sua atenção as palavras do mestre, com essas atitudes ela revela à prioridade que ela tem Jesus na sua vida. 2. Maria Não Revidou as Críticas da Irmã. Apesar de ser chamada atenção na frente de todos ela silenciou, e não respondeu nada para para a sua irmã enquanto era duramente criticada, quantas de nós ficaríamos calada diante de duras criticas, como ficou Maria? Quantas vezes somos duramente criticados por pessoas que não entendem a nossa conduta para com Jesus, mas a atitude de Maria que tinha uma Devoção Amorosa, foi a de ficar em silencio e deixar Jesus falar. Quando deixamos Jesus falar com certeza ele vai defender sua conduta se ela estiver sendo a correta:” mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada (Lc 10.42).” CONCLUSÃO: Temos … Ler mais

Por Que o Justo Sofre e o Impío Próspera

A primeira pergunta que surge em nossas vidas é: Por que Sofremos? Se existe um Deus fiel e verdadeiro que está acima de todas as coisas, por que tanto sofrimento no mundo, na minha casa e na minha família? Por que meus filhos e as pessoas que amo estão sofrendo? Bom, este estudo Bíblico, vai nos trazer alguns esclarecimentos. A palavra de Deus é clara quando diz: “Todos partilham um destino comum: o justo e o ímpio, o bom e o mau, o puro e o impuro, o que oferece sacrifícios e o que não os oferece. O que acontece com o homem bom, o que acontece com o pecador; com quem faz juramentos; acontece com quem teme fazê-los” (Ec 9:2).  O Sofrimento vem Para Todos, sem Distinções Podemos entender que o sofrimento tem um limite, e é imposto por Deus para aperfeiçoar o homem.Veja o que diz a palavra de Deus: “Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;” (Ef 4:12). Portanto se você esta sofrendo, siga os sete passos do salmos 105:1-7, onde o salmista lembra o que Deus fez pelo seu povo, e garante ainda que eles não se recordem, mas Deus nunca se esquece. “Louvai ao SENHOR, e invocai o seu nome; fazei conhecidas as suas obras entre os povos. Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; falai de todas as suas maravilhas. Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração daqueles que buscam ao Senhor. Buscai ao Senhor e a sua força; buscai a sua face continuamente. Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos da sua boca; Vós, semente de Abraão, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos. Ele é o Senhor nosso Deus; os seus juízos estão em toda a terra.” (Salmos 105:1-7) Justo x Ímpios, Sofrimentos Iguais? “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra.” “Os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor. A face do Senhor está contra os que fazem o mal, para desarraigar da terra a memória deles. Os justos clamam, e o Senhor os ouve, e os livra de todas as suas angústias. Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas.” (Salmos 34:7,15-19), Lendo e observando esses salmos,nós concluímos que o sofrimento não são iguais, o justo conta com a ajuda do Espírito Santo para confortá-lo em momentos difíceis e o impio, infelizmente não. Talvez seja por isso, que vemos o impio se desesperar tão facilmente por motivos, muitas das vezes, banais. Vamos analizar: (2 Co 4:8,9), o que o apostólo fala a respeito de todo sofrimento que teve que enfrentar, mas o Senhor não o desprezou, assim será com você. Deus não vai te desamparar e nem te despresar.  Em Tudo Somos Atribulados, mas não Angustiados; Com base de que o nosso sofrimento tem um limite, e é imposto por Deus, seguindo a linha de raciocínio do Apóstolo Paulo, em (2 Co 4:8 a), entenderemos que Paulo, nos diz que em tudo formos atribulados. E quem nunca passou por esses momentos de tribulações, perseguições, e opressões? 1 – Embora Tenhamos Sido Atribulados Mas a angustia é o limite imposto por Deus; Ele nos permite passar pela tribulação de forma mais confortável e menos dolorosa. O que parece ser terrível, mas acredite, poderia ser pior. 2 – Quando Estiver Passando por uma Tribulação Lembre-se de que Deus está no controle de tudo, você será consolado pelo Espirito Santo e terá generosidade do Senhor. Procure sempre refugio na palavra de Deus, ela é o alimento perfeito para nossa alma. Perplexos, Mas Não Desanimados. As vezes ficamos abismados, com algumas atitudes que jamais poderíamos esperar, a decepção que temos de pessoas em que confiamos, podem até nos deixar tontos e sem ação, mas desanimados nunca. Este é o limite imposto por Deus para o nosso sofrimento. Confuso Diante das Tribulações Muitas das vezes as tribulações vem para nos deixar confusos, quando perdemos alguém que amamos ou passamos por injustiças, nós podemos até ficar perplexos diante desses acontecimentos, mas, ainda assim não desanimamos. Perseguidos, mas não Desamparados A perseguição cristã, sempre aconteceu, ainda hoje não temos “liberdade religiosa” como garante a lei e muitas vezes somos pressionados a nos calar. Embora com dores e muito sofrimento, Deus não vai te desamparar. Lá em lucas 21:12  “Mas, antes que tudo isso aconteça, prenderão e perseguirão vocês, entregando-os às sinagogas e às prisões, e vocês serão levados diante de reis e governadores por causa do meu nome.” Jesus estava advertindo para o que ia acontecer, perseguições, prisões, julgamentos. Abatidos, mas não Destruídos No Grego o termo que é usado para abatido é Kataballo que significa pressionar para baixo, humilhar. Paulo esta nos dizendo que podemos até sofrer humilhação ou sermos oprimidos, mas nunca seremos destruidos pelos nossos adversários. Assim como Jesus nos orientou sobre as perseguições que iriamos sofrer, ele nos consolou. Lá em (Mt 5:10-12) diz: “Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque a eles pertence o Reino dos céus. Felizes são vocês quando as pessoas os insultam e perseguem, e, mentindo, dizem todo tipo de coisas más contra vocês, por minha causa.  Alegrem-se e fiquem cheios de alegria, porque a sua recompensa é grande nos céus; pois assim perseguiram os profetas antes de vocês.” 1 – Nada pode nos Separar do amor de Cristo (Rm 8:35) “Quem nos separará do amor do Cristo? Será tribulação, ou aflição, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?” Todo sofrimento que passamos nos sustenta na fé.” 2 – Crescendo Espiritualmente (Rm 5:1-4) “ Portanto, agora que fomos declarados justos em resultado da fé, desfrutemos de paz com Deus por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem também obtivemos, pela fé, acesso a essa bondade imerecida em que agora nos encontramos; e alegremo-nos com base na esperança de participar da glória de Deus.   Não somente isso, mas alegremo-nos também ao … Ler mais

Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia

A bíblia é a palavra de Deus revelada e escrita para o homem. Seu autor é Deus, quem interpreta é o Espirito Santo e o assunto principal é a pessoa de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. Ela é a única regra de fé e prática para a vida do cristão. Neste início de trimestre vamos dar total foco a esta inspiração divina.    I – Revelação e inspiração 1 – Revelação No dicionário online de português, Revelação significa: ato ou efeito de revelar; declaração; denúncia, confidência; revelação de um segredo. Do ponto de vista Bíblico, Revelação é a manifestação de algo ou alguém. É revelar o que estava antes escondido. É como abrir uma cortina ou uma porta e ver o que está por trás. Na bíblia essa palavra refere-se a Deus, pois ele está sempre revelando-se a humanidade. Veja o que diz o profeta Amós: “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” (Am 3:7). Todas as coisas o Senhor revela ao seu povo através dos profetas e da própria Escritura. 2 – Inspiração No dicionário formal de português, inspiração significa Estímulo, sonho, ação, coragem e decisão. Já falando biblicamente ,quando Paulo disse: “Toda a Escritura é dada por inspiração de Deus” (II Timóteo 3:16). Paulo nos deixa claro que Deus inspirou seus escritores. Note que a personalidade e o temperamento dos escritores bíblicos não foram suspensos, e podemos confirmar isso em cada escrito. 3 – A Forma de Comunicação “E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:” ( Ezequiel 17:1); esta frase bastante comum no Antigo Testamento diz respeito a revelação de Deus para os profetas de forma direta, audível ou pelas imagens. Já no Novo Testamento a revelação aos apóstolos veio direta através do nosso Senhor Jesus Cristo. Veja o que Paulo diz na epístola aos Gálatas: “Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” (Gl 1:11,12). II – A Inspiração Divina 1 – A inspiração Divina Com a convicção que que toda a escritura é divinamente inspirada por Deus, e sem sombra de dúvida com relação a isto, podemos considerar o que a bíblia diz de si mesma: “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” (2 Pe 1:20, 21). 2 – Uma Avaliação Exegética Examinando um pequeno trecho das Escrituras, observamos que, “toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa”(2 Tm 3:16) escrito em algumas traduções como ” toda Escritura é divina inspirada e proveitosa”. Se observarmos, temos a mesma coisa dita de formas diferentes, mas ambas são permitidas. Só que a primeira é mais precisa, pela conjunção grega, ela significa que o apóstolo está afirmando duas verdades sobre a Bíblia: 1- divinamente inspirada, 2- proveitosa. Dizer que “toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa ” podem motivar as pessoas a interpretar que nem toda a Escritura é inspirada. 3 – Autoridade Essa autoridade da bíblia vem de Deus, e podemos confirmar observando algumas expressões como: “Assim diz o Senhor” (Ex 5:1) ou “veio a mim a palavra do Senhor” (Jr 1:2), entre outras. Jesus confirmou a autoridade da bíblia e afirmou a inspiração do Antigo Testamento, quando ao referir-se as Escrituras disse:  “não lestes . . .?” ou “está escrito”. Ele disse que a Escritura não podia falhar (João 10:35). III – Inspiração Plena e Verbal  1 -Inspiração Plenária Plenária significa plena, quando falamos de inspiração plenária significa dizer que as Escrituras são plenamente inspirada por Deus. hoje muitos dizem crer nas escrituras mas não aceitam as suas verdades plenárias. Paulo deixa isso claro lá em 2 Tm 3:16,17 quando diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ministrar a verdade, para repreender o mal, para corrigir os erros e para ensinar a maneira certa de viver; a fim de que todo homem de Deus tenha capacidade e pleno preparo para realizar todas as boas ações.” Não existe na Bíblia um livro que seja mais inspirado que os outros. A bíblia no tempo de Jesus era formada pela lei de Moisés, os profetas, e os Escritos; mais uma terceira parte que eram os Salmos. Quando se falava em Escritura, estavam se referindo ao canon tripartido, que é o Antigo Testamento das nossas bíblias. Vale salientar que os escritos dos apóstolos tinham a mesma autoridade dos livros do Antigo Testamento. Ambos eram inspiração divina, apóstolos e profetas usavam termos intercambiáveis; ou seja, duas palavras diferentes podem ser usadas alternadamente com a mesma intenção, sem prejudicar o resultado. Paulo diz: “Digno é o obreiro do seu salário” (1 Tm 5:18), o apóstolo coloca, lado a lado citações da lei de Moisés (Dt 25:4), e isso nos leva a afirmar que a frase “toda a Escritura é divinamente inspirada” refere-se a bíblia por completa. 2 – Inspiração Verbal Significa dizer que o texto é inspirado diretamente por Deus, veja o que diz Paulo: “As quais também falamos, não com palavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.” (1 Co 2:13). Não só a inspiração divina, mas as ideias vieram do próprio Deus. IV – Única Regra Infalível de Fé e Prática 1 – “Proveitosa para Ensinar” a) O PROPÓSITO das Escrituras O propósito é de ensinar para a salvação na pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Não podemos encontrar estes ensinamentos em nenhum outro lugar. ela fala de forma explícita do passado, presente e futuro; os decretos de Deus e os segredos que o ser humano pode levar em seu coração. 2 – A Conduta Humana b) A Bíblia livro de Correção Além de corrigir, a bíblia é útil para a orientação da vida. Ela pode ser aplicada em todas as áreas da sua vida, … Ler mais